Campeonato de kart 2001
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Zebú narra a primeira corrida do CK2001

25 Mar 2001

A primeira impressão é a que fica. Se isso for verdade, o CK2001 está perdido.....A corrida começou com uma hora de atrasado, dado o fato de que os pilotos tiveram de pedir dinheiro no farol para completar os R$3,00 referentes ao par de luvas e o R$1,00 da máscara ninja. O dono do Kart In Jaguaré ficou muito contente com a realização da primeira etapa do CK lá, pois finalmente foi vendido o estoque de luvas e máscaras ninja cor-de-rosa.

Na sala de briefing, o instrutor precisou ser socorrido pela equipe médica, devido a um ataque psicológico-desetrutural causado pelas incessantes e irrelevantes perguntas dos pilotos, tais como "Para quê que serve o acelerador mesmo?"

As pilotos Fernanda Amassado e Maíra Eseusapóstolos se empenharam em dirigir o kart tão bem quanto se estivessem dirigindo um carro nas ruas: logo no aquecimento pararam em fila dupla para trocar receitas, procuraram pelo espelho retrovisor para retocar a maquiagem e ficaram 20 minutos paradas tentando lembrar qual era o acelerador e qual era o freio.

Alê Bueiro gostou tanto dos pneus que compõe a pista que logo no aquecimento tentou roubar um. Entretanto, foi pego pelo banderinha, que como castigo, só liberou o piloto após todos os outros pilotos o ultrapassarem pela segunda vez (eles já o haviam ultrapassado antes).

Ainda durante o aquecimento, Hélio Texinga deu uma "piscadela 69" para o controlador de pista, o que lhe garantiu a primeira posição no grid de largada.

Logo na largada oficial, Fernanda Amassado sofreu um tremendo "passa-terça" de um piloto de camiseta vermelha não identificado durante a "curva da farofa" (ou "curva mata-gato").

Durante toda a corrida, Alê Bueiro parava o kart no meio da pista para tentar se desculpar com o bandeirinha pela tentativa de roubo do pneu, mas o bandeirinha não queria saber de papo, e descarregava a raiva esfregando a bandeira na cara dos outros pilotos. Sentimentalmente ferido, Alê Bueiro adquiriu um trauma psicológico e passou a usar remos imaginários durante o resto da corrida.

Três fatores desfavoráveis para o melhor desempenho da corrida ocorreram, segundo os pilotos: o banco do kart, que parecia ser feito de couro de rato, o "indiscutível qualidade brasileira" dos próprios karts, e a atitude totalmente anti-esportiva do piloto Hélio Texinga, que quis o primeiro lugar só para ele.

- Zebú
([email protected]
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(http://mestreyoda.cjb.net)

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