Hogwarts: Uma História no Fundo do Poço
Capítulo 6
CHEGANDO AO BRASIL (FINALMENTE!)
Depois do imprevisto acidente anterior (?), não aconteceu nada de bom, a
não ser que Neville foi expulso do vagão por roncar demais, e a cama que era
dele todos usaram para colocarem os malões, mas como eles são muito pesados, a
cama quebrou, furou o chão do vagão e eles iam ter que conviver com um enorme
buraco no chão, além de ventar pra caramba lá. Magicamente Hermione tirou um
feitiço de última hora que bloqueou o frio, mas que não tampou o buraco.
- Bem, isso pode acontecer às vezes... – respondeu corada.
- Isso aqui está uma m...! Quando é que o Dumbledore vai nos levar pra
p... desse país?! – Rony ainda xingou um monte de coisas antes de se calar.
- Ora Rony! Não seja tão mal-educado! – reclamou uma voz entrando no
vagão de repente – Por causa desse palavriado, vai ficar dez minutos sem
falar!
E de repente a boca de Rony fechou-se, e nem com a maior força que ele
usou ela se abriu. Ele ficou indignado, mas como não podia dizer nada, teve que
se calar! (hahaha!)
E passaram-se dois dias, dois longos e cansativos dias... Onde todos os
alunos não esperavam a hora de saírem daquele trem nojento e pelo menos terem
mais um pouco se higiene. O trem começou a perder velocidade, mas nem de longe
parecia ser o tão esperado Brasil. Era uma ilhazinha, onde um pequeno barco
esperava por eles.
- Como é? – berrou Harry – Vamos ir para o Brasil de... barco?
- E queria ir de quê? Avião na primeira classe? – perguntou a já
conhecida voz da autora, que tinha aparatado ao lado dos garotos, que pegavam
suas bagagens para a transferência.
- Não, mas também não precisava exagerar... – resmungou em voz
baixa.
Todos os (poucos) alunos saíram do trem roxo-berrante, que em um
estalido se transformou em um trenzinho miniatura.
- Então eles transfiguraram um trem de brinquedo ao invés de alugar um!
– comentou Hermione astutamente.
- Ohhh, a senhorita Granger descobriu a América via internet! – zombou
a autora.
- O que é internet? – perguntou Rony.
Aaaa, Rony não seja idiota! Isso é muito óbvio, não vou te responder!
Pois bem, aí o Dumbledore deu o aviso que eles iriam comer em um restaurante e
depois entrariam no barco, que os levaria até o litoral brasileiro. Depois
pegariam um busão até a escola. Alguns comemoraram que comeriam algo decente
mas se decepcionaram. Eles que teriam que pagar!
- Isso é sacanagem! – bradou Fred olhando para cima.
- Não é pra cima que é pra olhar, é para os lados! – respondeu
Carla aparatando ao lado dele – E é claro que vai pagar, mas como eu sou
boazinha, o dono vai dar um desconto por ser tanta gente!
Eles comeram o prato do dia (peixes à moda da casa) e depois rumaram
para o barco. Ele não era muito melhor que o trem, mas pelo menos as camas não
sacolejavam. Porém, Rony ficou com náuseas a viagem inteirinha, que durou mais
dois dias. Nossos personagens já estavam cansados de viajar quando chegaram no
porto de Santos, e pegaram um ônibus para São Paulo.
Como a viagem duraria “apenas” quatro horas, não tinha nenhuma cama,
e o banco era duro pra caramba.
- Quando é que vai parar de nos maltratar? – resmungou Hermione depois
de uma hora de viagem.
- Já está acabando, eu prometo! Logo vocês serão recompensados! –
respondeu Carla sentada em uma cadeira confortavelmente macia, e assim que ela
sumiu, a cadeira sumiu também.
- Essa autora metida a besta ainda nos tira do sério... – cochichou
Harry, temendo que a autora ouvisse.
Continuaram no ônibus por mais algum tempo, tendo de suportar o
imprevisto vômito de Rony, que ainda não estava muito bem depois do
“passeio” de barco. Faltando uma hora para o ônibus chegar, Dumbledore
aparatou na porta do ônibus, vestindo havaianas, uma bermuda e uma camiseta de
surfista e usando óculos escuros. A imagem causou um certo espanto na platéia
(?), e o diretor teve que começar a falar para tirar os alunos do transe.
- Alunos! É com muita felicidade que venho anunciar que estamos perto da
nossa nova escola! – disse com ar sonhador – Vocês receberão instruções
assim que chegarem, e cada um irá para seus aposentos, com o ano letivo começando
apenas amanhã. Vão arrumando as coisas e parando com os vômitos – advertiu,
fitando Rony sob os óculos escuros.
- Diretor...?! – perguntou Hermione, esganiçada.
Ele virou-se e fitou ternamente Hermione, incentivando-a a prosseguir.
- Por que está usando essas roupas trouxas?
- Bem lembrado, srta. Granger – disse Dumbledore, estalando os dedos.
– Aqui estão algumas vestes trouxas, para os senhores se vestirem. Não podem
ser vistos com vestes bruxas, se não causariam um escândalo.
- E por que o senhor está usando vestes de praia? – perguntou Simas.
- Ah alunos... Estive dando uma nadadinha nas praias de Santos, e garanto
que a água é deliciosa... também tinham muitas garotas bonitas... –
respondeu com o olhar perdido no nada.
- Pois é Alvo, eu bem que te disse que o Brasil era um lugar
maravilhoso, e bem melhor para se morar do que na China... – disse uma voz se
aproximando, trajando uma calça jeans azul e uma blusinha branca, que deixava
um filete de sua barriga à mostra.
- Tem razão Carla, tem razão... – concordou Dumbledore, olhando-a
sorridente – E antes que eu me esqueça – comnpletou, olhando para os alunos
-, reservem seu dinheiro, passaremos no banco para trocarmos por reais.
- O que são reais? – perguntou Rony, ainda um pouco verde.
- O Real é a moeda do Brasil, e garanto que vocês irão gostar dela, já
que ficarão muito mais ricos do que com o dinheiro bruxo... – explicou Carla
com ar de intectual.
- O que quer dizer com isso? – perguntaram Fred e Jorge juntos, muito
interessados com a palavra ‘mais dinheiro’.
- Quero dizer que, fazendo trocas de moeda, a quantidade líquida do
dinheiro será muito diferente – disse Carla um pouco sorridente. – Você
normalmente trocaria galeões por libras, certo? – eles concordaram – Pois
bem, a libra vale mais do que o dólar, e aí o próximo passo seria passa o
dinheiro para dólar.
- Atualmente o dólar está valendo aproximadamente R$3,50 , o que
multiplicando vai dar uma enorme quantia de dinheiro. Até o mais pobre dos
bruxos poderia ter uma vida digna aqui – completou Dumbledore.
- Exato Alvo. E se fosse para a China é claro que teriam mais dinheiro,
mas lá as coisas são mais caras do que aqui, e não teria muita diferença no
final das contas.
Fred e Jorge ficaram maravilhados, e passaram a juntar o dinheiro deles,
tentando fazer cálculos e verem quanto teriam nessa nova moeda. Dumbledore e
Carla logo sumiram, e aos poucos o ônibus começou a perder velocidade, se
aproximando finalmente de um novo mundo, uma nova escola.
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N/A: Hum... Estão gostando? Espero que sim... Mas não desistam, agora é que vem a melhor parte... Como será o primeiro dia de aula? Eles conseguirão se adaptar? Quais matérias os professores irão ensinar? Provavelmente as mesmas, não? A resposta só no próximo capitulo!