Hogwarts: Uma História no Fundo do Poço
Capítulo 2
ENQUANTO ISSO, NO QUARTEL-GENERAL DO TIO VOLDIE...
- Tio Voldie? – berrou Voldemort à beira de um ataque de nervos –
Por que todas as malditas autoras de fanfics de comédias TÊM que me chamar de
Tio Voldie ou Voldinho? Agora só falta essa fic ter Deus! Aí eu tenho um
ataque!
- Desculpe! – disse uma vozinha no fundo do local. Era Carla, a autora
[música de suspense>on] – Mas... você acha que isso já tá muito
manjado? – perguntou insegura.
- Claro que está! – disse Voldemort, sacudindo as mãos exasperado.
– Ainda bem que você não é Deus, se não essa fic viraria plágio! Só não
bateria o número de fics que fazem o Draco Malfoy ser bonzinho ou que usam a Poção
Polissuco...
- Tem razão, acho que vou mudar um pouco... – disse a garota voltando
atrás. Ops, esqueci de tirar a música, esperem um pouco! [música de
suspense>off] – Tem razão, Voldemort, ó malvadeza suprema, ser sem coração
que quer mais do que tudo acabar com Harry Potter, o menino que sobreviveu.
[música de terror>on] Do lado de fora do quartel-general, começa a
trovejar e raios apareciam como água pelo céu nublado. Voldemort abriu um
sorriso e começou a pular [música de terror>off]
- Eu não acredito! Finalmente alguma autora colocou uma música de
terror quando falam o meu nome! Finalmente! – e Voldemort começou a pular
pelo aposento, levando Nagini junto, que sibilava em desaprovação. – Isso
merece uma festa! Onde está meu puxa-saco principal?
- Estou aqui, mestre! – disse Rabicho entrando no aposento com as mãos
entrelaçadas – O que o Rabichinho pode fazer por Milord?
- Não estou falando de você, seu rato! – rugiu Voldemort – Quero Lúcio
Malfoy, ele é o principal! Você é o chiclete e super devotado! Ainda não
chamei por você!
- Des... desculpe mestre... – gaguejou Rabicho, saindo de fininho da
sala.
Antes, porém, ele tropeçou um uma vassoura e caiu no chão, fazendo um
grande estrondo. Voldemort deu um berro de raiva, pegou sua varinha e mirou em
Rabicho, que se contorcia loucamente.
- Não mestre, por favor... – pedia desesperado.
Tio Voldie, ok, ok, desculpe. Voldemort, porém, apontou a varinha para
um humilde coadjuvante que limpava o aposento, e disse com sua voz rouca:
- Avada Kedavra! – e o pobre faxineiro caiu estatelado no chão.
([música de maldades>on] Preparem-se, Aline Carneiro e Érica
D’Alessandro! Eu pretendo bater TODOS os seus recordes de mortes desnecessárias
em uma fic! Hahahaha! [música de maldades>off])
- Rabicho, seu imprestável! – berrou Voldemort guardando sua varinha
no bolso (e desde quanto uma varinha entra no bolso?). – Vá logo chamar o
puxa-saco Lúcio! Não tenho o dia todo!
Rabicho saiu da sala (não era do aposento? Ah, deixa pra lá) o mais rápido
que pôde, já que não queria acabar como o triste faxineiro. “Ainda mais que
a autora quer bater todos os recordes” – pensou desesperado. Algum tempo
depois entra Lúcio, com sua roupa de Comensal e aquele troço do 2º filme, que
vou chamar de bengala.
- O que deseja, Milord? – perguntou Lúcio, que estava com o cabelo
preso (igualzinho à cena em que ele manda o Dumbledore se afastar, ou seja:
l-i-n-d-o!)
- Ô garota, cuidado com os comentários – advertiu Voldemort, enquanto
Lúcio corava, mas não deixou o mestre perceber isso.
- Ih, que foi Voldie? E não reclame, você provocou, vou te chamar assim
até melhorar. Só porque você tem cara de cobra e ele é lindão, eu não
posso me manifestar? – disse a garota sentada na poltrona de veludo vermelha
de Voldemort – A propósito, já que comentou, essa poltrona é muito confortável,
você tem bom gosto!
- Obrigado! – disse Voldemort lisonjeado, mas não tanto quanto Lúcio,
que nunca recebera um comentário assim, nem de sua mulher, Narcisa. – Ei,
espere! Saia daí garota! Eu preciso continuar a história!
E não obteve resposta. A garora já tinha sumido do aposento. Voldemort
deu de ombros e continuou (viu? Voltei a te chamar pelo nome, fofo!)
“Obrigado” - disse a malvadeza. Depois dirigiu-se a Lúcio e disse:
- Lúcio, eu quero que vocês peguem Harry Potter em duas semanas, fiquei
sabendo que os alunos vão se mudar para o Brasil, e como ele é muito longe da
Grã-Bretanha, quero que alguém se infiltre naquele trem nojento. E não me
apareça sem o garoto! – completou enquanto Lúcio concordava com a cabeça.
- Sim, Milorde (uai, não era Milord? Tá perdendo a classe, Lúcio?), não
falharemos. – e em seguida desapareceu em um estalo.
Voldemort deu de ombros. Sabia que eles eram muito inúteis, e não
conseguiriam nem tocar em um fio de cabelo do garoto, então decidiu jogar uma
partida de quadribol com Nagini (não se espante! O tio Voldie, ops, Voldemort não
sabe montar em uma vassoura, então vão jogar aquele mini mesmo!)
Passou a tarde (tarde? Eles não estavam de noite? Ah, agora vai ser
tarde mesmo) toda jogando, já que esse era o único jogo que ele ganhava da
cobra.
Enquanto isso, Harry Potter acorda com sua cicatriz doendo (a típica
frase depois de vermos Voldemort... Mas o que vamos fazer? Já virou hábito
essa frase, é obrigatório termos em uma fic...)
*****
N/A: Tá bom, eu sei que não foi tão divertido assim, mas tenham paciência, por favor! É minha primeira fic de comédia! Eu mereço um crédito! Não, espera aí! Não vá, por favor! A melhor parte está por vir!