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MOVIMENTO DE VÔO
  Cada asa se articula com a borda do tergito, mas sua extremidade interna repousa em um processo pleural dorsal, que age como um fulcro. A asa é conseqüentemente análoga a uma gangorra fora de centro.
  O movimento da asa resulta indiretamente da contração dos músculos verticais dentro do tórax, deprimindo o tergito. O movimento descendente das asas é produzido diretamente pela contração dos músculos presos à base alar (libélulas e baratas),indiretamente pela contração dos músculos longitudinais que levantam o tergito (abelhas, vespas e moscas) ou tanto por músculos diretos como indiretos (gafanhotos e besouros). O movimento ascendente e descendente sozinho não é suficiente para o vôo. As asas devem ao mesmo tempo se movimentar para frente e para trás. Um ciclo completo de uma única batida alar descreve uma elipse (gafanhotos) ou uma figura em "oito" (abelhas e moscas), durante as quais as asas são mantidas em ângulos diferentes para proporcionar tanto um impulso ascendente como para frente. As asas de muitos insetos descrevem um movimento de "batida ruidosa e saída de posição" no ciclo de batimento. No topo do esforço ascendente, as asas se tocam ou batem ruidosamente e depois abandonam a posição, começando com as margens dianteiras. O ar se projeta entre elas e forma um vórtice ao redor de cada asa.


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