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“Quem nestes vossos dias, compreende plenamente o esplendor da Minha Cruz? Bem poucos a compreendem. E é por isso que Eu venho, através de ti, a instruir o mundo com paixão. Na Minha sede pelas almas e na Minha agonia por vê-los cair no fogo eterno, eu chamo cada um, neste mundo, à conversão e a preparar-se para o Meu glorioso Reinado do Reino sobre a terra, em que a Minha Divina Vontade passa a ser a essência da vossa vida quotidiana e a insígnia na vossa fronte”
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V-
NÃO SÃO “DONOS DO CULTO” A)
Finalmente, depois do Concilio!
Muitos
dentre os senhores presumem ser livres, convencidos de que tudo, relativamente
ao serviço do altar, pode ser confiado á consciência pessoal, á
espontaneidade, ao amor; e este não se deve reprimir quando arde e irrompe
diretamente do suposto carisma do momento. Por
causa disso, quanta coisa não fomos obrigados a ver e a tolerar em certas
igrejas! Os
senhores tentam justificar-se, repetindo até cansar que, com o Concílio, tudo
finalmente se tornou lícito aos filhos de DEUS. Todavia, o Vaticano II para não
citarmos os Pontífices que o precederam e seguiram, declarou que (salvo a Santa
Sé e o Episcopado) “pessoa nenhuma, absolutamente, mesmo sacerdote, ouse, por
iniciativa própria, acrescentar, amputar ou mudar qualquer coisa em matéria
litúrgica” (Sagr. Conc. 22). Certamente,
iludem-se quando, não podendo negar a letra, apelam para o espírito
do Concílio. Mas de que “espírito” se trata? Compreendemo-lo bem o dos
senhores, isto é, aquele por onde cada um se apropria do Concílio e se sirva
dele, como bem entende, mesmo após a Santa Sé haver deixado tudo explicado e
esclarecido, qualificando como traidores da Igreja os mistificadores do culto. Começando
pelos paramentos, é fácil encontrá-los sem a casula, as vezes mesmo
sem a alva, ou apenas com a estola. Interpelado a respeito houve
quem respondesse que sentia calor. Tal ocorre, sobretudo, nas capelas
privadas ou nas celebrações para círculos restritos de amigos, que os
senhores ensinaram erroneamente, fazendo-os imaginar que a Missa pode ser privada,
ao passo que ela é SEMPRE PÚBLICA, porque celebrada por CRISTO para todo o
mundo... Quanto
às leituras, freqüentemente, não há escrúpulos em ler excetos de
autores profanos, mesmo não católicos... Alguns
omitem desembaraçadamente o lavabo, recusando-lhe o sugestivo
simbolismo. Outros,
percorrendo o Missal, suprimem, acrescentam, pospõem lá e cá palavras,
frases, conforme a inspiração e fervor do momento, enquanto o povo fica
desorientado e até ofendido. Ás vezes ousa até unificar as duas fórmulas da consagração,
alterando o sublime significado dessa distinção... E
as homilias dos senhores? Muitos não conseguem suportá-las, por serem
prolixas, pedestres, repetitivas... Ademais,
aproveitam-se delas para fazer comunicações, permitindo-se banalidades, roçando
a política e, infelizmente, irritando o público... Inoportunas,
e amiúde fastidiosas, as freqüentes interrupções do culto, provocadas por
uma grande vontade de falar, e isso não raro fora de propósito, sendo imprópria
a linguagem do ponto de vista teológico... Deplorável
ainda a liberdade de intervir, concedida a todos, na convicção de que também
os fiéis celebram com os senhores, participando do único sacerdócio de
CRISTO... De
resto, imaginam que podem exprimir-se como todos..., não distinguindo o
sacrifício “dos senhores” do sacrifício “dos outros”, preferindo
dizer, “o nosso sacrifício”. Confirmam
tal imperdoável confusão, quando, ao término da Missa, dizem “Abençoe-nos...”,
ao invés de “Abençoes-vos...”, “Vamos em paz...”, em lugar de despedir
os fiéis em Paz. Por meio dos senhores, com efeito, fala o próprio CRISTO, que
é a Paz; Paz que a todos dá, pois nEle está a Fonte. Assim, demagogicamente,
teimam em confundir-se com o povo, para salvar a fraternidade, esquecendo
uma paternidade que é o maior valor da comunidade eclesial... Quem
são, pois, os senhores? Quais relações os vinculam á Igreja hierárquica, ou
seja, com CRISTO, que, nela e por ela, continua a adorar o Pai?
Ignoram que as pessoas de cada um dos senhores nada significam à luz desse mistério? Quem
lhes deu autorização para celebrar, também estabeleceu as normas, os estilos,
formando-os numa inconfundível disciplina, necessária para alimentar o espírito
dos fiéis. Estes, por seu turno, sentem-se legitimamente responsáveis pelo
culto, amado e protegido como um bem comum, intocável, e ficam
perturbados quando “o padre” (que não cuida de comportar-se como
“sacerdote”) apropria-se desse mesmo culto, modificando-o, adaptando-o às
próprias idéias, aos próprios gostos. Letra
e espírito do Concílio condenam os senhores. B)
Celebração e concelebração
O
Sacrifício da cruz, como todos sabem, é uno e irrepetível quanto ao
seu conteúdo de mistério, a despeito das inumeráveis Missas celebradas
sempre e por toda parte. É
certo, entretanto, que cada uma das Missas corresponde ao mesmo Sacrifício,
dada a transcendência de seu mistério, absolutamente único no que respeita as
suas representações sacramentais , numericamente sempre passiveis de
multiplicação. Inteiramente
verdade, enfim, que CRISTO é o único CELEBRANTE PRINCIPAL DE CADA Missa, ao
passo que o sacerdote é simplesmente o ministro ou instrumento
que, de próprio, tem apenas a faculdade de tornar visível o Sacrifício,
por ele oferecido num presente que transcende todas as épocas. Ora,
os senhores certamente, não todos, ainda não vêem claramente que a unidade
(e pluralidade) numérica da Missa procede da unidade e pluralidade numérica
da CELEBRAÇÃO LITÚRGICA, segundo as coordenadas de tempo e espaço, que
condicionam todos os fatos deste mundo. Não
compreenderam que a unidade (e pluralidade) numérica da CELEBRAÇÃO
LITÚRGICA coincide exatamente com a unidade (e pluralidade) numérica da
CONSAGRAÇÃO EUCARÍSTICA. Segue-se daí que a CADA UMA DAS CONSAGRAÇÕES
EUCARÍSTICAS CORRESPONDE UMA MISSA, da mesma forma que a MUITAS CONSAGRAÇÕES
CORRESPONDEM MUITAS MISSAS... Outro
aspecto importante: a unidade de cada consagração depende DO ATO DE
CONSAGRAR. Ato que é uno (ou múltiplo), conforme o número de AGENTES
PRINCIPAIS, responsáveis pelo culto... Ora, o Agente principal da
consagração eucarística é SOMENTE CRISTO, enquanto o sacerdote é apenas instrumento. Então,
se muitos agentes instrumentais não multiplicam O ATO DO AGENTE
PRINCIPAL e, precisamente pela sua dependência do mesmo, estão Unidos entre si
o ato de consagrar, é inegável que muitos celebrantes não multiplicam a ação
litúrgica, como analogamente, mais bispos sagrando um outro bispo, não
multiplicam a sagração, que continua uma só. É
por isso que os sacerdotes concelebrantes são de tal modo unidos a CRISTO, e daí
entre si, que deve ser moralmente simultânea a consagração de todos,
caso contrário cada um celebraria “sua” Missa, e seria errôneo falar em
“concelebração”. Se
una é a Missa, porque única é a Oferta de CRISTO, que Se torna presente e visível
diretamente sobre o altar, o fato de os “ministros” serem um ou vários
é de todo indiferente, por onde a Missa concelebrada não é mais
proveitosa do que a individual. Diferem apenas entre si porque uma
evidencia a identidade, ou unidade do sacerdócio ministerial,
participado por mais indivíduos; ao passo que a outra, celebrada por um só
sacerdote, possui a vantagem de exprimir mais diretamente A UNIDADE DO
CELEBRANTE PRINCIPAL, que é
CRISTO, fonte exclusiva do “sacerdócio ministerial bem como das múltiplas
relações de unidade de que são investidos...” Portanto,
de cem sacerdotes concelebrantes não resultam cem Missas, mas
apenas uma. E, então, caros sacerdotes, as concelebrações dos senhores, repetidas
quotidianamente, habitualmente, acabam reduzindo sensivelmente o número
das Missas individuais, o que provoca um notável empobrecimento da vida do
Corpo Místico, porquanto seu crescimento depende da repetição não só
mais fervorosa, mas também numericamente mais freqüente das cerimônias
do culto. No tempo, a vida humana é condicionada necessariamente ao NUMERO
DOS ATOS QUE SE SUCEDEM, pelos quais é possível render a DEUS a Glória que
lhe é devida. Não podemos conceber que apenas um ato de amor tenha o mesmo
valor de cem atos repetidos a cada dia por uma alma que tenda á perfeição da
união com DEUS, desejável para todos. Não
podemos censurar a concelebração, aceita pelo Concílio, mas apenas o excesso,
em função do qual muitos dentre os senhores, mormente nos conventos e abadias,
só raramente celebram a própria Missa, daí saindo prejudicados
espiritualmente quanto ao empenho, fervor, atenção, liberdade e serenidade
interior... Analisem,
também, o dano incalculável que ocasionam aos fiéis, especialmente em nossos
dias, quando as classes sociais se vão cada vez mais diferenciando, por onde
fica difícil estipular um único horário para todas as categorias, dos moços
aos caseiros , operários, empregados, estudantes, comerciantes, etc... Se são
muitos, por que não se dignam oferecer a todos o bem imenso de muitas Missas?
Poderiam fazer algo de mais importante, sabendo que precisamente que o sacrifício
eucarístico, consoante o Concilio, “é o centro da comunidade dos cristãos...?”
E “propicia a Igreja sua perfeição?...” Se
considerarmos as espórtulas dos fiéis, e que estes a concedem
para fazer celebrar, digamos, dez Missas, os senhores não sentem escrúpulos,
caso formem, por exemplo, um grupo de dez sacerdotes, de satisfazer as intenções
pedidas com uma única Missa, exatamente aquela concelebrada por todos. Será
justo? Mais , se o valor de cada Missa equivale a certo total, que
obviamente, se multiplica aumentando o número de Missas, como poderão perceber
tal soma após haverem celebrado não dez, mas uma única Missa...?
Não somos capazes de compreendê-los. Contudo, no Código de Direito canônico,
pode-se ler que, “com referência as espórtulas da Missa, devem absolutamente
afastar-se mesmo daquilo que tenha a aparência de contrato de comércio”
(947). Não só, pois ainda se recomenda “celebrar pelas intenções dos fiéis,
sobretudo dos mais pobres, ainda que não recebam nenhuma espórtula”
(e.945/2). Mais
grave, em certo sentido, é o dano causado aos defuntos, à vista da maciça
diminuição do número de Missas, que constituem o mais eficaz e agradável
de todos os sufrágios impetrados... Caso
repliquem, afirmando que, durante a concelebração, pensam neles todos deveriam
considerar que as intenções particulares dos indivíduos concelebrantes
não multiplicam de fato a Missa, já que esta permanece numericamente uma,
como objetivamente uma, é a “consagração” em qualquer Missa. C)
O sacramento da Penitência
É
quase universal a lamentação dos fiéis com respeito aos confessores que
minimizam a necessidade do sacramento da misericórdia de DEUS. Infelizmente,
as razões para isso alegadas opõem-se a tradição católica, baseada na
Revelação, nas solenes declarações dos Concílios, nas categóricas intervenções
dos Pontífices e dicastérios da Santa Sé. Ouve-se repetir: -
que
estes sacerdotes não podem perder tempo, ouvindo a acusação dos pecados
veniais; -
que
a confissão se restringe aos pecados mortais; -
que
basta confessar-se uma vez ao ano; -
que
um mero ato de contrição supre a absolvição sacramental; -
que
o ato penitencial de cada Missa é suficiente; -
que
a absolvição coletiva dispensa a auricular, absolvição facilmente concedida,
mesmo contra as limitações impostas pelo direito... Ora,
se alegações desse gênero provocam a indignação dos fiéis ainda
fervorosos, acabam por confundir e demolir a consciência dos outros, de si já
tíbios e negligentes. O resultado era previsível: presencia-se uma
impressionante diminuição na prática da confissão sacramental. A
responsabilidade maior é dos senhores, reverendíssimos sacerdotes, totalmente
esquecidos da missão de pastores que lhes compete, não mais se preocupando em
visitar os enfermos e atendê-los, seja nas casas, seja nos hospitais. Daí
chegarem mesmo ao absurdo de esperarem que o próprio moribundo lhes peça os últimos
Sacramentos, enquanto caberia ao capelão incitá-los a isso e dispor-se a recebê-los. Sistematicamente,
negam-se a ouvir em confissão meninos para a Primeira Comunhão,
fingindo ignorar que estes já sabem distinguir o bem do mal, o pecado venial
do mortal...E que estes também necessitam de um aumento da graça
para receber mais dignamente a eucaristia e, ás vezes, até mesmo, recuperá-la
e reconciliar-se com DEUS... Como
explicar a atitude dos senhores, transformada cá e lá numa práxis habitual,
com o conseqüente e sempre mais desalentador abandono de nossas igrejas? Nós,
leigos, crentes, julgamo-nos no direito de pode-lo atribuir, provavelmente, a
duas causas: Receamos
que a corrente do laicismo, a qual informa nossa cultura em todos os níveis
sociais, esteja envolvendo também os senhores. Negado o caráter absoluto de
todas as “leis”, também para os senhores a “consciência individual”
passa a ser tudo, ou seja, o critério exclusivo de moralidade, em razão do que
confundem facilmente o respeito à pessoa com a tolerância... Estão
convencidos de que cada qual deve orientar-se por si mesmo, a margem de toda
norma e prudência, e é por isso que consideram o pecado algo impossível,
então, a confissão perde o sentido, é preciso deixar o homem livre,
pois, segundo o Evangelho, interpretado pelos senhores, devemos ser indulgentes
para com todos... Ora,
perdida a noção do pecado, cala-se a voz do dever, logo cessa a necessidade de
acusar as próprias culpas, que deixam de ser culpas... O
sacerdote, que, repelindo os fiéis, tende a abolir o sacramento da Confissão,
se comportaria como pessoa sensata. Este o primeiro (e mais radical) motivo pelo
qual recusam ouvir em confissão os “penitentes”. A
segunda, mais provável, é compartilhada pelos “presbíteros”, que não
mais crêem no próprio “sacerdócio ministerial”, nem tampouco no “poder
das chaves”, conferido unicamente as sagradas Ordens. Conforme estes,
empenhados em orientar as pessoas segundo uma estranha “via da fé”, quem
verdadeiramente absolve não é o sacerdote, mas sim A COMUNIDADE ECLESIAL...
Propriamente a esta, como dizem, é preciso confessar as próprias culpas, pois
não é a outrem que o pecados deve reportar-se para a reconciliação com DEUS.
O “sacerdote”, assim, é substituído pela ASSEMBLÉIA DOS FIÉIS, em cujo
seio não há quem se destaque dentre os outros como “mediador” junto a
DEUS... Esta
é uma das heresias que se insinuam também em ambientes católicos, sem que
padres e bispos discirnam aí, presente, o intento diabólico de demolir a
Igreja hierárquica... Entre
os senhores, mesmo os que não defendem um erro tão catastrófico, são por
isso menos dignos de reprimenda, pois deixam de favorecer a prática da confissão;
ao contrário, demonstram atribuir-lhe escassa importância. Na verdade,
desestimulam as almas que buscam a confissão freqüente, denominada “de devoção”,
consentindo que a Comunhão eucarística, quando não propriamente sacrílega,
seja cada vez menos fervorosa, santificante; renunciando ao salutar dever de
ascultar com paciência, fornecer explicações, encaminhar no sentido de alguma
direção espiritual almas desejosas de progredir na vida da graça... Quando,
pois, se dignam sentar-se no confessionário, salvo honrosas e numerosas exceções,
sobre serem expeditivos e intolerantes, com muita freqüência estão
despreparados para resolver casos delicados de consciências, mas, sobretudo, não
se mostram concordes entre os senhores, dando a impressão de que cada um segue
sua moral, diversa da do outro... Os
casos mais correntes, analisados e resolvidos pelo Magistério, concernem ao
pecado solitário, a situação dos divorciados, as relações
extra-matrimoniais, ás práticas
contraceptivas, aos homossexuais, etc... Em matérias de tal gravidade costuma
acontecer que, um confessor absolve, e outro não... Em tal caso,
o primeiro é tido como humano, compreensivo, aberto e sagaz, ao passo que o
segundo é criticado, porque severo, intransigente, pastoral inepto... Daí advém
o mais irreparável descrédito do sacramento e do Clero. Prescreve
o Código de Direito Canônico que o confessionário seja constituído de
“grade fixa entre o penitente e o confessor” (c. 964/2), a fim de tornar
mais livre a acusação dos pecados, ato por si só penoso, principalmente em se
tratando de alguns que não querem ser identificados. Hoje,
contudo, em muitas igrejas, em especial, se novas ou reformadas, ao invés de
darem acesso ao “confessionário”, introduzem o penitente numa “saleta”,
onde a acusação dos pecados passa a ser sobretudo conversa amigável... Comodamente
sentado, o fiel não mais se apresenta com traje de “pecador”, arrependido,
confuso, que humildemente pede perdão de suas faltas, resolvido a mudar de
vida, disposto a todas as penitências para satisfazer a Justiça Divina... Por
sua vez, o confessor não procura apresentar-se com a dignidade própria do pai,
mestre, e notadamente juiz, mas, como um velho amigo, que
prefere animar o penitente a ter confiança na Misericórdia de DEUS, criando
assim uma atmosfera de tolerância, a qual atenua a gravidade do pecado como
ofensa a Ele, relativiza a necessidade de uma radical conversão e, no final
das contas, acaba quase por excluir a possibilidade do inferno, no qual
muitos já não crêem... E, então, ao invés de tocar as consciência,
fazem-nas adormecer. Caso absolvam do pecado, não lamentam as omissões, não
estimulam ao progresso na virtude, ao heroísmo, a santidade... Pastores
pouco experimentados dirigem um povo formado de medíocres, rotineiros,
supersticiosos, dispostos a ceder ante a opinião geral, seguir a moda,
permanecendo estranhos a quase tudo o que se refira a vida da graça,
indiferentes as vicissitudes da Igreja, a causa da fé. Muitos sacerdotes desconhecem que, se o batismo faz nascer a alma, a confissão fá-la renascer e crescer, ignoram que a vida interior desta se deve não tanto aos padres pregadores, professores a administradores, quanto á laboriosa e obscura obra do confessor que, no segredo da consciência, sabe compreendê-la e santificá-la |
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