Brasil 2 x Bulg�ria 0
Data: 12/Julho/1966
Local: Goodison Park
Cidade: Liverpool (Inglaterra)
�rbitro: K. Tschenscher (Alemanha Ocidental)
T�cnico: Vicente Feola
Brasil: Gilmar; Djalma Santos, Bellini, Altair e Paulo Henrique; Den�lson e Lima; Garrincha, Alcindo, Pel� e Jairzinho.
Gols: Garrincha e Pel�.
Brasil 1 x Hungria 3
Data: 15/Julho/1966
Local: Goodison Park
Cidade: Liverpool (Inglaterra)
�rbitro: K. Dagnall (Inglaterra)
T�cnico: Vicente Feola
Brasil: Gilmar; Djalma Santos, Bellini, Altair e Paulo Henrique; Lima e G�rson; Garrincha, Alcindo, Tost�o e Jairzinho.
Gol: Tost�o
Brasil 1 x Portugal 3
Data: 19/Julho/1966
Local: Goodison Park
Cidade: Liverpool (Inglaterra)
�rbitro: G. McCabe (Inglaterra)
T�cnico: Vicente Feola
Brasil: Manga; Fid�lis, Brito, Orlando e Rildo; Den�lson e Lima; Jairzinho, Silva, Pel� e Paran�.
Gol: Rildo
O Brasil parecia n�o ter aprendido nada coma catastr�fica prepara��o para o Mundial de 1966, quando nada menos do que 44 jogadores foram convocados sem que o time fosse definido. Por culpa dessa desorganiza��o, a Sele��o n�o passa sequer da Primeira Fase na Inglaterra. Na volta, o t�cnico Vicente Feola � substitu�do por Aymor� Moreira - o treinador campe�o do mundo em 1962, no Chile - mas a equipe n�o consegue uma s� vit�ria sob seu comando. Em setembro de 1967, Zagalo entra em seu lugar e a Sele��o at� que obt�m bons resultados em 1968, embora a desorganiza��o continuasse. A cada jogo, um time. Sob press�o da imprensa, o presidente da antiga Confedera��o Brasileira de Desportos (CBD), Jo�o Havelange, atual presidente da FIFA, convida o jornalista Jo�o Saldanha para ocupar o cargo de Zagalo. Saldanha aceita e, em sua primeira entrevista, diz que seu time teria onze feras. A frase faz tanto sucesso que fera vira sin�nimo de craque. � com esse esp�rito que a Sele��o estr�ia nas Elimnat�rias contra a Col�mbia em Bogot�. Com dois gols de Tost�o, o Brasil incia sua caminhada para a gl�ria de 1970. Nos quatro jogos seguintes, s�o vinte gols pr� e apenas dois contra (veja fichas t�cnicas). Uma campanha avassaladora, irretoc�vel. Ainda assim, a classifica��o s� � decidida na �ltima partida - Paraguai, no Maracan�. Naquele dia, o est�dio bate o recorde de p�blico: 183.341 pagantes. E, com um gol de Pel�, as feras do Jo�o d�o �nico mais uma vez ao sonho do tri.
Data: 6/Agosto/1969
Local: Est�dio El Campin
P�blico: 60.000
Cidade: Bogot� (Col�mbia)
�rbitro: Alberto Tejada (Peru)
Brasil:
T�cnico: Jo�o Saldanha
F�lix; Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo e Rildo; Piazza e G�rson; Jairzinho (Paulo C�sar Caju), Tost�o, Pel� e Edu.
Col�mbia:
T�cnico: n�o dispon�vel
Largacha; Sanchez, Segrera, Oscar Lopez e Castro; Segovia e Agudelo; Tamavo, Garcia, Gallego (Santa) e Ortiz (Brand).
Gols: Tost�o (2)
Data: 11/Agosto/1969
Local: Est�dio Universit�rio
P�blico: 35.000
Cidade: Caracas (Venezuela)
�rbitro: E. Rendon (Equador)
Brasil:
T�cnico: Jo�o Saldanha
F�lix; Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo e Rildo (Everaldo); Piazza e G�rson; Jairzinho, Tost�o, Pel� e Edu.
Venezuela:
T�cnico: n�o dispon�vel
Garcia; David, Freddy, Sanchez e Chico; Pedrito e Useche; Nitti (Guimar�es), Revelo (Rafa), Mendoza e Iriarte.
Gols: Tost�o (3) e Pel� (2).
Data: 17/Agosto/1969
Local: Est�dio Defensores del Chaco
Cidade: Assun��o (Paraguai)
�rbitro: A. Massaro (Chile)
Brasil:
T�cnico: Jo�o Saldanha
F�liz; Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo e Rildo; Piazza e G�rson; Jairzinho, Tost�o, Pel� e Edu.
Paraguai:
T�cnico: n�o dispon�vel
Aguillera; Molina, Bobadilla, Sergio Rojas e Mendoza; Colman (Arrua) e Valdez; Martinez, Pablo Rojas, Ben�cio Ferreira e Jimenez (Celino Mora).
Gols: Mendoza (contra), Jairzinho e Edu.
Data: 21/Agosto/1969
Local: Maracan�
Cidade: Rio de Janeiro (Brasil)
�rbitro: M. Comesa�a (Argentina)
Brasil:
T�cnico: Jo�o Saldanha
F�lix; Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo e Rildo; Piazza e G�rson (Rivelino); Jair, Tost�o, Pel� (Paulo C�zar Caju) e Edu.
Col�mbia:
T�cnico: n�o dispon�vel
Largacha (Quintana); Seg�via, Segrera, Sotto e Castro; Alvarez e Ramirez; Agudello (Sanchez), Gallego, Meza e Santa.
Gols: Tost�o (2), Edu, Pel�, Rivelino, Jairzinho, Meza e Agudella.
Data: 24/Agosto/1969
Local: Maracan�
P�blico: 122.841
Cidade: Rio de Janeiro (Brasil)
�rbitro: A. Vargas Ortube (Bol�via)
Brasil:
T�cnico: Jo�o Saldanha
F�lix (Lula); Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo (Brito) e Rildo; Piazza e G�rson; Jairzinho, Tost�o, Pel� e Edu.
Venezuela:
T�cnico: n�o dispon�vel
Fazzano; David, Freddi, Sanchez (Zarzalejo) e Chicho; Useche e Naranjo; Curro (Mendoza), Antonio, Iriarte e Nitti.
Gols: Tost�o (3), Pel� (2) e Jairzinho.
Data: 31/Agosto/1969
Local: Maracan�
P�blico: 183.341
Cidade: Rio de Janeiro (Brasil)
�rbitro: Ramon Barreto (Uruguai)
Brasil:
T�cnico: Jo�o Saldanha
F�lix; Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo e Rildo; Piazza e G�rson; Jairzinho, Tost�o, Pel� e Edu.
Paraguai:
T�cnico: n�o dispon�vel
Aguillera; Enciso, Bobadilla, S�rgio Rojas e Mendoza; Alcides Sosa e Ivaldi (Valdez); Pablo Rojas, Ocampos, Ferreyra e Jimenez.
Gol: Pel�
Bola rola, mundo gira. Apesar do sucesso nas Eliminat�rias, Jo�o Saldanha perde o cargo de treinador da Sele��o depois de um empate em 1 x 1 num jogo-treino contra o Bangu, no dia 14 de mar�o de 1970, menos de tr�s meses antes da Copa. Saldanha sai atirando a esmo, afirmando at� que Pel� n�o poderia mais jogar por ter um problema de vis�o. Zagalo assume e tenta separar a dupla Pel�-Tost�o. "A dupla de �rea vai ser Roberto Miranda e Pel�", diz antes de um amistoso contra o Chile. Fala e cumpre. Uma partida depois no entanto, escala Dario, o presidente da Rep�blica, Em�lio Garrstazu Medici, como companheiro de Pel�. Zagalo parece perdido. Barra Pel� e escala Tost�o ao lado de Roberto. Em seguida volta a colocar Tost�o e Pel� juntos. Faltando apenas um m�s para o in�cio da Copa, Rog�rio - s� n�o foi titular no Mundial porque se machucou - � o ponta-direita no lugar de Jairzinho; Rivelino, o reserva de Paulo C�sar Caju; e Everaldo, reserva de Marco Ant�nio na lateral-esquerda. O futebol apresentado pela equipe no �ltimo treino, contra o Irapuato, no M�xico, � preocupante. A torcida come�a a ficar pessimista. Uma semana antes do primeiro jogo da Copa, os principais cobras do time - Pel�, Carlos Alberto Torres e G�rson - reunem-se com Zagalo e cobram defini��es: o time do tri ganha, ent�o, cara, corpo e alma. Na estr�ia, a Tchecoslov�quia sai na frente. Um susto que dura pouco, por�m: Rivelino empata com sua "patada at�mica"; Pel� faz 2 x 1; e Jairzinho, com dois gola�os, encerra a virada. No dia seguinte, o Brasil de novo sorri cheio de f�, comentando os belos gols e as jogadas de g�nio - como o chute de Pel� do meio de campo que n�o entrou - de um time que come�a a escrever seu nome na hist�ria do futebol.
Data: 3/Junho/1970
Local: Est�dio Jalisco
P�blico: 70.000
Cidade: Quadalajara (M�xico)
�rbitro: Ram�n Barreto (Uruguai)
Brasil:
T�cnico: Zagalo
F�lix; Carlos Alberto, Brito, Piazza e Everaldo; Clodoaldo e G�rson (Paulo C�sar Lima); Jairzinho, Tost�o, Pel� e Rivelino.
Tchecoslov�quia:
T�cnico: Josef Marko
Viktor; Dobias, Horvath, Migas e Hagara; Kuna e Hrollika (Kvasnak); Frantisek Vesely (Bohumil Vesely), Petras, Adamek e Jokl.
Gols: Petras aos 12 e Rivelino aos 24 do primeiro tempo; Pel� aos 15, Jairzinho aos 18 e 38 do segundo tempo.
A segunda participa��o do Brasil nas oitavas-de-final � contra a Inglaterra. A imprensa internacional trata a partida como "o jogo do s�culo", uma esp�cie de decis�o antecipada da Copa. O vencedor ser� invitavelmente o novo campe�o, afirmam os jornais do mundo inteiro. O Brasil p�ra em frente � tev�, ainda com imagens em branco e preto. A Inglaterra entra em campo com seu uniforme todo branco; a Sele��o Brasileira, de camisa amarela e cal��o azul. O time ingl�s � forte. Sua base � a mesma equipe que conquistara o t�tulo mundial quatro anos antes. L� est�o os irm�os Charlton - Jack e Robert - o goleira�o Banks, o zagueiro Bobby Moore e os atacantes Peters, Hurst e Ball. O Brasil n�o conta co G�rson machucado. Rivelino vai para o meio de campo e Paulo C�sar Caju entra na ponta-esquerda. Quando a bola come�a a rolar, at� piscar passa a ser um movimento altamente perigoso, pois h� risco de se perder uma jogada decisiva ou um lance da mais pura arte. � um jogo tenso, bem disputado, de excelente n�vel t�cnico. Nenhum dos dois times deixa de atacar, embora n�o se descuidem da marca��o. A equipe inglesa tem uma defesa s�lida e um contra-ataque sempre perigoso. E � ela quem primeiro cria as chances reais de gol, mas F�lix salva por duas vezes. Os ingleses apelam para uma virilidade que beira a viol�ncia. Carlos Alberto Torres, o capit�o brasileiro, d� ent�o uma peitada no atacante Lee, seu recado: o Brasil quer jogar apenas futebol, mas dan�ar� conforme a m�sica. A Sele��o mostra ao advers�rio que est� bem viva. Pel� acerta uma cabe�ada forte, colocada, de cima para baixo, perfeita, mas o goleiro Banks embola-se com a bola e a espalma para escanteio. O mundo deixa o queixo cair com aquela defesa lend�ria. O primeiro tempo termina em 0 x 0 sem que ningu�m se sinta entediado. Aos 14 do segundo tempo, o Brasil finalmente marca o gol da vit�ria. Tost�o dribla quatro advers�rios no lado esquerdo da grande �rea inglesa e cruza para a marca do p�nalti. Pel� mata a bola, com tr�s zagueiros correndo sobre ele como ferozes c�es de guarda. O Rei tira-os da jogada dando apenas um leve toque para o lado. Jairzinho entra como um furac�o e enche o p�. O Brasil vence o jogo do s�culo e Guadalajara vira um carnaval s�.
Data: 7/Junho/1970
Local: Est�dio Jalisco
P�blico: 75.000
Cidade: Guadalajara (M�xico)
�rbitro: Abraham Klein (Israel)
Brasil:
T�cnico: Zagalo
F�lix; Carlos Alberto, Brito, Piazza e Everaldo; Clodoaldo, Rivelino e Paulo C�sar; Jairzinho, Tost�o (Roberto) e Pel�.
Inglaterra:
T�cnico: Alfred Ramsey
Banks; Wright, Labone, Bobby Moore e Cooper; Mulery, Bobby Charlton (Bell) e Ball; Lee (Astle), Hurst e Peters.
Gol: Jairzinho aos 14min do segundo tempo.
Embora a vit�ria sobre a Inglaterra j� tivesse deixado o Brasil classificado para a Segunda Fase da Copa, o terceiro jogo das oitavas-de-final, contra a Rom�nia, � importante por definir as coloca��es das equipes. Vencendo ou mesmo empatando, o time brasileiro ser� o primeiro do Grupo 3, escapando de um confronto com a sempre forte Alemanha Ocidental de Beckenbauer, Maier e Overath, nas quartas-de-final. A Sele��o entra em campo mais uma vez desfalcada. Al�m da aus�ncia de G�rson, a equipe n�o conta tamb�m com Rivelino. O t�cnico Zagalo coloca Paulo C�sar Caju na ponta-esquerda e desloca Piazza da zaga para o meio-campo (sua posi��o de origem no Cruzeiro), entrando Fontana como quarto-zagueiro. Apesar dessas altera��es, a equipe joga bem e em menos de 25 minutos j� ganha de 2 x 0, gols de Pel� e Jairzinho. Aos 34, Dumitrache diminui e o primeiro tempo termina 2 x 1. � uma partida esquisita: mesmo sem que o time conseguisse criar muitas situa��es de gol, o torcedor tem a impress�o de que poder� golear quando bem entender. S� que os gols n�o v�m. O tempo parece correr dentro de um aqu�rio - pesado, lento, aquoso. Pel� faz 3 x 1 aos 24 do segundo tempo, mas o ritmo de jogo n�o sofre nenhuma altera��o. A Rom�nia ataca quando pode, podendo cada vez mais; o Brasil ataca quando quer, querendo cada vez menos. Aos 38, Dembrovski coloca de novo os romenos encostados no marcador. Os �ltimos cinco minutos ganham, com isso, uma carga dram�tica impr�pria para uma partida que foi sempre t�o f�cil. No final, por�m, d� mesmo Brasil: 3 x 2. Com mais essa vit�ria, a Sele��o garante o primeiro lugar no grupo e adquire o direito de permanecer em Guadalajara, j� ent�o a maior cidade brasileira fora do Brasil.
Data: 10/Junho/1970
Local: Est�dio Jalisco
P�blico: 50.000
Cidade: Guadalajara (M�xico)
�rbitro: Ferdinand Marschall (�ustria)
Brasil:
T�cnico: Zagalo
F�lix; Carlos Alberto, Brito, Fontana e Everaldo (Marco Ant�nio); Piazza, Clodoaldo (Edu) e Paulo C�sar; Jairzinho, Tost�o e Pel�
Rom�nia:
T�cnico: Angelo Niculescu
Adamache (Raducanu); Satmareanu, Lupescu, Dinu e Mocanu; Dumitru e Nunweiller; Dembrovski, Neagu, Dumitrache (Tataru) e Lucesco.
Gols: Pel� aos 19, Jairzinho aos 21 e Dumitrache aos 34min do 1o tempo; Pel� aos 24 e Dembrovski aos 38 do segundo tempo.
Enquanto Alemanha e Inglaterra se engalfinham na cidade de Le�n revivendo a Final da Copa de 1966, a Sele��o Brasileira volta a campo em Guadalajara para enfrentar o Peru. Embora o time peruano - treinado pelo brasileiro Didi - fosse talvez o melhor j� montado da hist�ria daquele pa�s, a verdade � que a torcida brasileira n�o o temia. Nos dois amistosos realizados um ano antes, quando a Sele��o ainda era treinada por Jo�o Saldanha, dera Brasil duas vezes: 2 x 1, no Beira-Rio, e 3 x 2, no Maracan�. Foram partidas agrad�veis, de dois times que gostavam mais de atacar do que se defender. O Peru continuava jogando assim; o Brasil, nem tanto. Zagalo conseguira que a Sele��o passasse a ter cuidados defensivos, fechando-se atr�s sempre que perdia a posse de bola. G�rso e Rivelino est�o de volta ao time, que entra no gramado com uma �nica altera��o: Marco Ant�nio no lugar de Everaldo na lateral-esquerda. Os peruanos, que conseguiram sua vaga para o Mundial eliminando a Argentina na fase classificat�ria sul-americana, tamb�m n�o t�m maiores problemas de escala��o. Do meio-campo para a frente, eles contam com jogadores de primeira linha: Bayl�n, Sotil, Mifflin, Perico L�on, Cubillas, Gallardo. A defesa, por�m � fraca a come�ar pelo desastroso goleiro Rubinos. N�o h� qualquer surpresa, portanto, quando Rivelino, com um petardo rasteiro desferido de fora da �rea, abre o marcador logo aos 11 minutos. Tost�o amplia aos 15, com um chute de linha de fundo que Rubinos grotescamente aceita. Mas Gallardo, ex-ponta-esquerda do Palmeiras na d�cada de 60, diminui aos 29. Assim como os dois amistosos realizados em 1969, aquela tamb�m � uma partida agrad�vel de se assitir: limpa, t�cnica, ofensiva. Aos 6 do segundo tempo, Pel� chuta cruzado, Rubinos defende parcialmente e Tost�o aproveita o rebote para fazer 3 x 1. O Peru n�o desiste e Cubillas desconta aos 25. Mas antes que o advers�rio comece a gostar do jogo, Jairzinho fecha a goleada: 4 x 2. Agora n�o tem jeito. A Sele��o j';a est� nas Semifinais. Faltam apenas mais dois jogos, mais duas vit�rias, para o Brasil se tornar o primeiro tricampe�o mundial de futebol, conquistando para sempre a Ta�a Jules Rimet. O Mundial do M�xico se torna emocionante em sua reta final. Dos quatro semifinalistas, tr�s s�o bicampe�es e podem conquistar a Ta�a Jules Rimet definitivamente - Brasil (1958 e 1962), It�lia (1934 e 1938) e Uruguai (1930 e 1950) - e um, a Alemanha, � campe�o (1954). A briga �, mais do que nunca, de bicho grande.
Data: 14/Junho/1970
Local: Est�dio Jalisco
P�blico: 75.000
Cidade: Guadalajara (M�xico)
�rbitro: Vital Loraux (B�lgica)
Brasil:
T�cnico: Zagalo
F�lix; Carlos Alberto, Brito, Piazza e Marco Ant�nio; Clodoaldo, G�rson (Paulo C�sar Caju) e Rivelino; Jairzinho (Roberto), Pel� e Tost�o.
Peru:
T�cnico: Valdir Pereira - Didi
Rubinos; Eloy Campos, Fern�ndez, Chumpitaz e Fuentes; Challe e Mifflin; Bayl�n (Sotil), Perico Le�n (Reyes, Cubillas e Gallardo.
Gols: Reivelino aos 11, Tost!ao aos 15 e Gallardo aos 29 minutos do primeiro tempo; Tost�o aos 6, Cubillas aos 25 e Jairzinho aos 30 minutos do segundo tempo.
Mesmo depois de 20 anos, a derrota de 2 x 1 para o Urunguai na final da Copa de 1950, ainda n�o fora absorvida pela torcida brasileira. Aquela Semifinal � a chance que o Brasil tem de lavar definitavemente sua alma. Na frieza dos n�meros, n�o h� o que temer: o time brasileiro � muito superior ao uruguaio. Enquanto a Sele��o canarinho chegara ali invicta, marcando 12 gols em quatro jogos, a Celeste parecia se arrastar na competi��o: na Primeira Fase, empatara sem gols com a It�lia, perdera da Su�cia de 1 x 0 e ganhara de Israel por 2 x 0; nas quartas-de-final, vencera a hoje extinta Uni�o Sovi�tica por 1 x 0, com um gol pol�mico, marcado no �ltimo minuto. Mas em 1950 o Brasil tamb�m era melhor e perdera. � inevit�vel, portanto que esse velho fantasma arraste suas correntes pelos por�es da mem�ria nacional quando a bola rola no Est�dio de Jalisco, em Guadalajara. O time canarinho est� visivelmente nervoso. Sabendo que os mortais contra-ataques brasileiros nasciam em geral dos lan�amentos longos de G�rson, os uruguaios marcam o meia sem tr�gua. O Brasil, com isso, n�o consegue furar a monol�tica defesa advers�ria. Numa jogada despretenciosa, aos 19 minutos, o ponta Cubilla "acerta" um chute de canela e engana o golero F�lix: 1 x 0. A trag�dia de 1950 volta forte � lembran�a brasileira. O Uruguai fecha-se ainda mais na defesa. G�rson troca de posi��o com o volante Clodoaldo, que passa a jogar mais adiantado. E � Clodoaldo quem marca o gol de empate no �ltimo minuto do primeiro tempo. A segunda etapa continua igual. O Uruguai segura o empatae, � espera de um outro gol milagroso. Aos 31, no entanto, Jairzinho recebe um �timo passe de Tost�o, invade a �rea e chuta cruzado: 2 x 1. O pared�o ofensivo uruguaio desmorona. Os �ltimos dez minutos s�o um show verde-amarelo. Pel� passa a fazer jogadas diab�licas, como o drible da vaca em Mazurkiewicz - jogada que se tornou mitol�gica mesmo sem ter acabado em gol. Aos 44, Rivelino fecha o marcador. A vingan�a de 1950 est� feita. E � doce. Valeu a pena esperar 20 anos por ela.
Data: 17/Junho/1970
Local: Est�dio Jalisco
P�blico: 51.000
Cidade: Guadalajara (M�xico)
�rbitro: Ortiz de Mendibil (Espanha)
Brasil:
T�cnico: Zagalo
F�lix; Carlos Alberto, Brito, Piazza e Everaldo; Clodoaldo e G�rson; Jairzinho, Tost�o, Pel� e Rivelino.
Uruguai:
T�cnico: Eduardo Hohberg
Mazurkiewicz; Ubi�as, Ancheta, Matosas e Mujica; Montero Castillo e Manero (Esparrago); Cubilla, Cort�z, Fontes e Moralez.
Gols: Cubilla aos 19 e Colodoaldo aos 44 minutos do primeiro tempo; Jairzinho aos 31 e Rivelino aos 44 minutos do segundo tempo.
| G�rson (Brasil) |
| Chutes � Gol - 7 |
| Certos: 3 |
| Errados: 4 |
| Passes - 68 |
| Certos: 58 |
| Errados: 10 |
| Faltas |
| Cometidas: 1 |
| Recebidas: 1 |
Data: 21/Junho/1970
Local: Est�dio Azteca
P�blico: 107.000
Cidade: Cidade do M�xico (M�xico)
�rbitro: Rudy Glockner (Alemanha Oriental)
Brasil:
T�cnico: Zagalo
F�lix; Carlos Alberto, Brito, Piazza e Everaldo; Clodoaldo, G�rson e Rivelino; Jairzinho, Tost�o e Pel�.
It�lia:
T�cnico: Ferruccio Valcareggi
Albertosi; Burgnich, Cera, Rosato e Facchetti; De Sisti, Bertini (Juliano) e Mazzola (Rivera); Domenghini, Boninsegna e Riva.
Gols: Pel� aos 18 e Bonisegna aos 37 minutos do primeiro tempo; G�rson aos 20, Jairzinho aos 25 e Carlos Alberto 42 minutos do segundo tempo.
Data: 13/Junho/1974
Local: Waldstadion
Cidade: Frankfurt (Alemanha Ocidental)
�rbitro: R. Scheurer (Su��a)
T�cnico: Zagalo
Brasil: Le�o; Nelinho, Lu�s Pereira, Marinho Peres e Marinho Chagas; Piazza e Rivelino; Valdomiro, Jairzinho, Leivinha e Paulo C�sar Caju.
Brasil 0 x Esc�cia 0
Data: 18/Junho/1974
Local: Waldstadion
Cidade: Frankfurt (Alemanha Ocidental)
�rbitro: A. van Gemert (Holanda)
T�cnico: Zagalo
Brasil: Le�o; Nelinho, Lu�s Pereira, Marinho Peres e Marinho Chagas; Piazza e Rivelino; Jairzinho, Leivinha (Carpegiani), Mirandinha e Paulo C�sar Caju.
Brasil 3 x Zaire 0
Data: 22/Junho/1974
Local: Parkstadion
Cidade: Gelsenkirchen (Alemanha Ocidental)
�rbitro: N. Rainea (Rom�nia)
T�cnico: Zagalo
Brasil: Le�o; Nelinho, Lu�s Pereira, Marinho Peres e Marinho Chagas; Carpegiani e Piazza (Mirandinha); Jairzinho, Leivinha (Valdomiro), Rivelino e Edu.
Gols: Jairzinho, Rivelino e Valdomiro.
Brasil 1 x Alemanha Oriental
Data: 26/Junho/1974
Local: Niedersachsenstadion
Cidade: Hannover (Alemanha Ocidental)
�rbitro: C. Thomas (Pa�s de Gales)
T�cnico: Zagalo
Brasil: Le�o; Z� Maria, Lu�s Pereira, Marinho Peres e Marinho Chagas; Carpegiani e Rivelino; Valdomiro, Jairzinho, Paulo C�sar Caju e Dirceu.
Gol: Rivelino
Brasil 2 x Argentina 1
Data: 30/Junho/1974
Local: Niedersachsenstadion
Cidade: Hannover (Alemanha Ocidental)
�rbitro: V. Lourax (B�lgica)
T�cnico: Zagalo
Brasil: Le�o; Z� Maria, Lu�s Pereira, Marinho Peres e Marinho Chagas; Carpegiani e Rivelino; Valdomiro, Jairzinho, Paulo C�sar Caju e Dirceu.
Gols: Jairzinho e Rivelino
Brasil 0 x Holanda 2
Data: 03/Julho/1974
Local: Westfallenstadion
Cidade: Dortmund (Alemanha Ocidental)
�rbitro: K. Tschenscher (Alemanha Ocidental)
T�cnico: Zagalo
Brasil: Le�o; Z� Maria, Lu�s Pereira, Marinho Peres e Marinho Chagas; Carpegiani e Rivelino; Valdomiro, Paulo C�sar Caju (Mirandinha), Jairzinho e Dirceu.
Brasil 0 x Pol�nia 1
Data: 6/Julho/1974
Local: Olympiastadion
Cidade: Munique (Alemanha Ocidental)
�rbitro: A. Angonese (It�lia)
T�cnico: Zagalo
Brasil: Le�o; Z� Maria, Alfredo Mostarda, Marinho Peres e Marinho Chagas; Carpegiani e Rivelino; Valdomiro, Jairzinho, Ademir da Guia (Mirandinha) e Dirceu.
Brasil 0 x Col�mbia 0
Data: 20/Fevereiro/1977
Local: Est�dio El Campin
Cidade: Bogot� (Col�mbia)
�rbitro: M. Comesa�a (Argentina)
T�cnico: Osvaldo Brand�o
Brasil: Le�o; Z� Maria, Amaral, Beto Fusc�o e Wladimir; Givanildo (Ca�apava), Falc�o e Rivelino; Gil (Valdomiro), Zico e Roberto Dinamite.
Data: 9/Mar�o/1977
Local: Est�dio do Maracan�
Cidade: Rio de Janeiro (Brasil)
�rbitro: A. Coeresa (Argentina)
T�cnico: Osvaldo Brand�o
Brasil: Le�o; Z� Maria, Lu�s Pereira, Carlos Alberto Torres e Marinho Chagas (Edinho); Toninho Cerezo e Rivelino; Gil (Jo�ozinho), Zico, Roberto Dinamite e Paulo C�sar Caju.
Gols: Marinho Chagas (2), Roberto Dinamite (2), Rivelino e Zico.
Data: 13/Mar�o/1977
Local: Est�dio Defensores del Chaco
Cidade: Assun��o (Paraguai)
�rbitro: L. Pestarino (Argentina)
T�cnico: Osvaldo Brand�o
Brasil: Le�o; Z� Maria (Marco Ant�nio), Lu�s Pereira, Carlos Alberto Torres e Marinho Chagas; Toninho Cerezo, Falc�o e Rivelino; Gil, Roberto Dinamite e Paulo C�sar Caju.
Gol: Insfran (contra)
Data: 20/Mar�o/1977
Local: Est�dio do Maracan�
Cidade: Rio de Janeiro (Brasil)
�rbitro: R. Barreto (Uruguai)
T�cnico: Osvaldo Brand�o
Brasil: Le�o; Marinho Chagas, Carlos Alberto Torres, Edinho e Marco Ant�nio; Toninho Cerezo (Carlos Alberto Pintinho), Falc�o e Rivelino; Valdomiro, Roberto Dinamite e Paulo C�sar Caju.
Gol: Roberto Dinamite
Data: 10/Julho/1977
Local: Est�dio Pascual Guerrero
Cidade: C�li (Col�mbia)
�rbitro: M. Comesa�a (Argentina)
T�cnico: Osvaldo Brand�o
Brasil: Le�o; Z� Maria, Lu�s Pereira, Edinho e Rodrigues Neto; Toninho Cerezo e Rivelino; Gil, Paulo Isidoro (Dirceu), Roberto Dinamite e Paulo C�sar Caju.
Gol: Gil
Data: 14/Julho/1977
Local: Est�dio Pascual Guerrero
Cidade: C�li (Col�mbia)
�rbitro: J. Silvagno (Chile)
T�cnico: Osvaldo Brand�o
Brasil: Le�o; Z� Maria, Lu�s Pereira, Amaral e Rodrigues Neto; Toninho Cerezo e Rivelino; Gil, Zico (Marcelo), Roberto Dinamite (Reinaldo) e Dirceu.
Gols: Zico (4), Gil, Marcelo, Roberto Dinamite e Toninho Cerezo.
Brasil 1 x Su�cia 1
Data: 3/Junho/1978
Local: Est�dio Mundial 78
Cidade: Mar del Plata (Argentina)
�rbitro: C. Thomas (Pa�s de Gales)
T�cnico: Cl�udio Coutinho
Brasil: Le�o; Toninho, Oscar, Amaral e Edinho; Toninho Cerezo (Dirceu), Batista e Rivelino; Gil (Nelinho), Reinaldo e Zico.
Gol: Reinaldo
Brasil 0 x Espanha 0
Data: 7/Junho/1978
Local: Est�dio Mundial 78
Cidade: Mar del Plata (Argentina)
�rbitro: S. Gonella (It�lia)
T�cnico: Cl�udio Coutinho
Brasil: Le�o; Nelinho (Gil), Oscar, Amaral e Edinho; Batista e Toninho Cerezo; Toninho, Zico (Jorge Mendon�a), Reinaldo e Dirceu.
Brasil 1 x �ustria 0
Data: 11/Junho/1978
Local: Est�dio Mundial 78
Cidade: Mar del Plata (Argentina)
�rbitro: R. Wurtz (Fran�a)
T�cnico: Cl�udio Coutinho
Brasil: Le�o; Toninho, Oscar, Amaral e Rodrigues Neto; Batista e Toninho Cerezo (Chic�o); Gil, Jorge Mendon�a (Zico), Roberto Dinamite e Dirceu.
Gol: Roberto Dinamite
Brasil 3 x Peru 0
Data: 14/Junho/1978
Local: Est�dio Parque Gal. San Martin
Cidade: Mendoza (Argentina)
�rbitro: N. Rainea (Rom�nia)
T�cnico: Cl�udio Coutinho
Brasil: Le�o; Toninho, Oscar, Amaral e Rodrigues Neto; Batista e Toninho Cerezo (Chic�o); Gil (Zico), Jorge Mendon�a, Roberto Dinamite e Dirceu.
Gols: Dirceu (2) e Zico
Brasil 0 x Argentina 0
Data: 18/Junho/1978
Local: Est�dio Cordeleon
Cidade: Ros�rio (Argentina)
�rbitro: K. Palotai (Hungria)
T�cnico: Cl�udio Coutinho
Brasil: Le�o; Toninho, Oscar, Amaral e Rodrigues Neto (Edinho); Chic�o e Batista; Gil, Jorge Mendon�a (Zico), Roberto Dinamite e Dirceu.
Brasil 3 x Pol�nia 1
Data: 21/Junho/1978
Local: Est�dio Parque Gal. San Martin
Cidade: Mendoza (Argentina)
�rbitro: J. Silvagno (Chile)
T�cnico: Cl�udio Coutinho
Brasil: Le�o; Nelinho, Oscar, Amaral e Toninho; Batista e Toninho Cerezo (Rivelino); Gil, Zico (Jorge Mendon�a), Roberto Dinamite e Dirceu.
Gols: Roberto Dinamite (2) e Nelinho
Brasil 2 x It�lia 1
Data: 24/Junho/1978
Local: Est�dio Monumental de Nu�es
Cidade: Buenos Aires (Argentina)
�rbitro: A. Klein (Israel)
T�cnico: Cl�udio Coutinho
Brasil: Le�o; Nelinho, Oscar, Amaral e Rodrigues Neto; Batista e Toninho Cerzo (Rivelino); Gil (Reinaldo), Jorge Mendon�a, Roberto Dinamite e Dirceu.
Gols: Dirceu e Nelinho.
Brasil 1 x Venezuela 0
Data: 14/Fevereiro/1981
Local: Est�dio Ol�mpico Atahualpa
Cidade: Quito (Equador)
�rbitro: A. Quirelo (Equador)
T�cnico: Tel� Santana
Brasil: Valdir Peres (Marolla); Edevaldo, Oscar, Luizinho (Edinho) e J�nior (Pedrinho); Toninho Cerezo e S�crates; Tita, Zico (Pita), Reinaldo e �der.
Gols: Reinaldo (2), S�crates (2), Zico e Lambeta (contra)
Data: 22/Fevereiro/1981
Local: Est�dio Hern�n Siles Zuazo
Cidade: La Paz (Bol�via)
�rbitro: E. Lab� (Peru)
T�cnico: Tel� Santana
Brasil: Valdir Peres; Edevaldo, Oscar, Luizinho (Edinho) e J�nior; Toninho Cerezo e S�crates; Tita (Batista), Zico, Reinaldo e �der.
Gols: Reinaldo e S�crates
Data: 22/Mar�o/1981
Local: Est�dio do Maracan�
Cidade: Rio de Janeiro (Brasil)
�rbitro: G. Castro (Chile)
T�cnico: Tel� Santana
Brasil: Valdir Peres; Edevaldo, Oscar, Luizinho e J�nior; Batista e S�crates; Tita (Z� S�rgio), Zico, Reinaldo e �der.
Gols: Zico (3)
Data: 29/Mar�o/1981
Local: Est�dio Serra Dourada
Cidade: Goi�nia (Brasil)
�rbitro: J. Romero (Argentina)
T�cnico: Tel� Santana
Brasil: Valdir Peres; Get�lio, Oscar, Luizinho e J�nior; Batista e S�crates; Tita, Zico, Reinaldo (Serginho) e �der (Z� S�rgio).
Gols: Tita (2), J�nior, S�crates e Zico
Brasil 2 x Uni�o Sovi�tica 1
Data: 14/Junho/1982
Local: Est�dio Ramon Sanchez Pizjuan
Cidade: Sevilha (Espanha)
�rbitro: L. Castillo (Espanha)
T�cnico: Tel� Santana
Brasil: Valdir Peres; Leandro, Oscar, Luizinho, e J�nior; Falc�o e S�crates; Dirceu (Paulo Isidoro), Zico, Serginho e �der
Gols: �der e S�crates
Brasil 4 x Esc�cia 1
Data: 18/Junho/1982
Local: Est�dio Benito Villamarim
Cidade: Sevilha (Espanha)
�rbitro: L. Calderon (Costa Rica)
T�cnico: Tel� Santana
Brasil: Valdir Peres; Leandro, Oscar, Luizinho e J�nior; Toninho Cerezo e Falc�o; Zico, Serginho (Paulo Isidoro), S�crates e �der
Gols: �der, Falc�o, �scar e Zico
Brasil 4 x Nova Zel�ndia 0
Data: 23/Junho/1982
Local: Est�dio Benito Villamarim
Cidade: Sevilha (Espanha)
�rbitro: D. Matovinovic (Iugosl�via)
T�cnico: Tel� Santana
Brasil: Valdir Peres; Leandro, Oscar (Edinho), Luizinho e J�nior; Toninho Cerezo e Falc�o; Zico, Serginho (Paulo Isidoro), S�crates e �der.
Gols: Zico (2), Falc�o e Serginho
Brasil 3 x Argentina 1
Data: 2/Julho/1982
Local: Est�dio Sarri�
Cidade: Barcelona (Espanha)
�rbitro: M. Vazquez (M�xico)
T�cnico: Tel� Santana
Brasil: Valdir Peres; Leandro (Edevaldo), Oscar, Luizinho e J�nior; Toninho Cerezo e Falc�o; Zico (Batista), Serginho, S�crates e �der.
Gols: J�nior, Serginho e Zico
Brasil 2 x It�lia 3
Data: 5/Julho/1982
Local: Est�dio Sarri�
Cidade: Barcelona (Espanha)
�rbitro: A. Klein (Israel)
T�cnico: Tel� Santana
Brasil: Valdir Peres; Leandro, Oscar, Luizinho e J�nior; Toninho Cerezo e Falc�o; Zico, Serginho (Paulo Isidoro), S�crates e �der.
Gols: Falc�o e S�crates