MET
Titulo Original
Hasta que nos volvamos a encontrar
Traduzido por Fernanda
CAP�TULO 7
Chantal continuava perto da porta, abra�ando-se at� que a morena lhe deu uma camiseta. Vestiu e olhou para Val, que ainda estava com seu mai�, conseguindo com isto o efeito desejado na jovem� ela queria manter a sensa��o de ardor que poderia aproveitar mais tarde, na guerra e no amor todo vale, pensou Val.
-Venha� senta um pouco...quer beber alguma coisa? Talvez um conhaque, para esquentar. Como se eu precisasse!, disse para si mesma.
-N�o obrigada� eu preferia um ch� se poder, obrigada -disse timidamente Chantal.
-Claro, n�o tem problema� quer comer alguma coisa?
-N�o� n�o obrigada.
Val pediu o ch� e uns biscoitos. A morena optou pelo cadeir�o oposto ao que tinha sentado Chantal. Sentou-se em uma de suas pernas, e a outra ficou apoiada no ch�o.
- perdoa-me a curiosidade, mas me parece estranho te encontrar por aqui? deixou a pergunta no ar para ver se a jovem responderia.
-Estou aqui com a Karen, viemos passar o 'Dia de A��o de Gra�a' com sua fam�lia, eles moram em Coconut Grove, mas sua casa esta noite estava cheia� e� ela teve a id�ia de vir para c� est� noite e voc�, porque est� t�o longe de seu 'mundinho'�? -perguntou com tom sarc�stico.
- meu 'mundinho'. Bom, a verdade � que vim para fugir dele�fugir das lembran�as que voc� deixou, que ir�nico, n�o �?
-N�o sei se � ir�nico, mas� acho que o destino est� brincando com n�s. E as lembran�as que deixei, s�o t�o ruins, a ponto de voc� querer fugir dela?
-N�o, claro que n�o� ao contr�rio� s�o meus benditos medos�
-De que tem tanto medo, Valentina? -perguntou seriamente.
- De muitas coisas� mas sobretudo de um� do amor.
Chantal ficou pensativa, enquanto bebia seu ch� que acabava de chegar. N�o queria criar nenhum tipo de expectativas com este encontro, era melhor manter dist�ncia e observar como a morena se comportava. J� tinha dado um passo em falso e ainda estava se recuperando do choque, mesom tendo Val t�o perto n�o estava a ajudando em nada com sua atitude.
Nestes poucos minutos Chantal decidiu� desta vez serei eu tomarei as decis�es� minha querida Val� se tem tanto medo� s� posso dizer, que pena!
A morena sentou-se depois de servir o ch�, e levando as coisas ainda mais longe, mostrando todos os seus atributos em toda sua gl�ria. Chantal n�o podia evitar de olhar, com toda sua for�a de vontade fechou os olhos por uns instantes, respirou profundamente e ficou de p� caminhou at� onde Val estava e quase se agachou e disse:
-Sabe Val?� � uma pena que tenha se deixado vencer porseus medos. Obrigada pelo ch�. -Devolveu-lhe a x�cara que estava em suas m�os e imediatamente se virou e foi em dire��o � sa�da, j� com a porta aberta e num r�pido movimento tirou a camiseta que a morena lhe tinha emprestado, mantendo-se de costas para Val colocou a camiseta sobre um m�vel e fechou a porta.
Durante esse momento, Val ficou com a boca aberta e surpresa ao ver que Chantal tinha ido embora.
Que foi isso?� em que momento ela virou o jogo?� eu achei que ela ia cair aos meus p�s� ou n�o?� uau!� que mulher, agora preciso de um banho bem frio! Val foi para o banheiro e teve que resolver com suas pr�prias m�os o seu pequeno probleminha� Chantal eu te quero!
Chantal estava ainda tremendo com esse encontro, n�o sabia como conseguiu sair da suite de Val sem ter sucumbido seus instintos mais primitivos, mas tinha que ser forte apesar que isso era o mais dif�cil. Meu amor� eu te quero!
Entrou no elevador e foi direto para � piscina pegar sua roupa, esperava que ainda estivesse aberta as instala��es, porque seria muito estranho ela chegar no seu quarto quase nua.
O quarto estava vazio,as garotas preferiram seguir com a festa em outro lugar. Se aproximou do seu celular e viu que tinha duas mensagens a primeira era de Karen avisando-lhe que ia demorar para voltar, mas que n�o se preocupasse.
A outra mensagem era uma voz bem conhecida.
-Chantal quer sair amanh� podemos ir em algum lugar� se quiser me d� uma ligadinha� por favor?� durma bem.
Um sorriso se desenhou no rosto de Chantal e essas �ltima palavras de Val em seus ouvidos foi tomar banho, seguramente esta noite seus sonhos seriam bem mais tranquilos que antes.
Quem n�o estava desfrutando nada da noite era a morena, n�o conseguia dormir e seguia se perguntando se teve mesmo Chantal em seus bra�os, por uns breves minutos, ou imaginou, e ao sentir sua bochecha ainda dolorida com o tapa de uma loirinha explosiva, soube que sim, foi real. Sorriu para si mesma e admirou-se por ter podido sobreviver todo este tempo sem Chantal.Seu olhar intenso� seus l�bios t�o suaves e que corpo� basta Val, dorme!
***
Na manh� seguinte, Chantal sentiu um movimento em sua cama e algu�m sem a m�nima delicadeza se deitava ao seu lado.
- Que foi Karen, que p�s gelados! Por que est� me acordando de madrugada? -perguntou Chantal ainda com sono e com a cara no travesseiro.
- N�o � madrugada?� j� s�o 10 da manh�, levanta para irmos comer, estou morrendo de fome e de SEDE.
A jovem acordou um pouco e sentou em sua cama, o sol j� estava brilhando l� fora.
-E voc�, onde se meteu ? -disse Karen.
-O mesmo pergunto eu� disse Chantal.
-Rss a minha noite foi uma loucura� decidimos ir para o apartamento de Susan, � o nome da minha gatinha, Chantal essa mulher � insaciavel, rss. quando terminou a 'festa', Jenni foi embora com sua gata e deixamos Annie em casa. Como voc� n�o aparecia, te deixei um recado.
- vamos tomar caf� ou almo�ar?
-Mas, n�o me disse, onde andou ? -insistiu Karen.
- n�o quero falar disso agora�pensando bem tenho que te perguntar� voc� sabia que a Val estava em Miami, mais especificamente AQUI, neste hotel?
-Eu?�eu?, t� louca! -respondeu fingindo surpresa e indigna��o-, como pode pensar isso, quem te disse que ela est� aqui? -Karen era a personifica��o da inoc�ncia.
- n�o sei, achei isso por um instante, que isso tudo � coisa sua, disse n�o muito convencida. Bom, a verdade � que Val est� aqui e a encontrei ontem � noite.
Obrigada Deus!, pensou Karen. -Mas e da� o que aconteceu? -perguntou ansiosamente.
-Nada, s� n�s nos encontramos, ela como sempre querendo solucionar tudo com um par de beijos, depois eu lhe dei uma bofetada� e n�o aconteceu mais nada, e voltei para c� e fiquei muito bem disse s� para tranquilizar Karen, ela sabia que seus sentimentos n�o passariam assim t�o f�cil.
-Minha nossa� voc� deu uma bofetada nela?� e, ela reagiu? olha se fez eu a mato!, mas, como foi� que disse?Merda, me conta tudo!
- agora n�o, por favor, Karen, n�o quero falar desse assunto e estou com fome tamb�m� vou tomar um banho e sa�mos, t�?
-OK� mas em algum momento ter� que me contar que mais aconteceu.
A loira entrou no banheiro e logo em seguida Karen pegou o telefone e ligou para Val, n�o se importava se ela a xingasse ou a culpasse, mas queria saber a vers�o da outra 'interessada'.
-Oi� respondeu no primeiro toque a morena, ao que parece estava do lado do telefone.
-Oi, sou eu Karen.
-Ah! O que foi? Chantal pediu que me ligasse, para me mandar para aquele lugar? Ou foi por iniciativa pr�pria? -disse Val um tanto aborrecida.
-Nada disso� ela n�o me pediu nada� e n�o sabe que estamos conversando� Me conta, o que aconteceu ontem � noite?como se encontraram?
-Como sabe que nos encontramos?
-A Chantal me disse� mas n�o quer falar mais do assunto.
- Me fala uma coisinha, como vieram parar aqui? me disse que estava na casa de seus pais? isto est� me cheirando mau!
-Ser� que n�o tem tomado banho, o cheiro aqui � muito bom! Minha casa parecia um hotel, cheio de gente, e decidimos procurar um alojamento mais c�modo por uma noite� e encontramos esse aqui. -Karen estava preparada para a 'batalha' e depois seria com sua amiga, que tamb�m n�o ficou muito convencida de sua inoc�ncia.
- Um c�modo Alojamento ? Perdoa-me mas o Ocean n�o � alojamento.
-Hei, n�o tinha mais hot�is dispon�veis na �rea! E se duvida, eu tamb�m posso pagar esta 'pocilga'� e,qual o motivo de tanta pergunta? vai me acusar de que? -perguntou j� nervosa.
-Est� bem, est� bem, vou deixar passar por agora, mas voltaremos a esse assunto� depois!, mas agora me conta, que Chantal disse? Algo teve ter comentado, ou n�o?� -perguntou ansiosamente.
-Sinto dizer, mas n�o disse nada� vamos dar mais um pouco de tempo para ver o que ela faz, ok? vamos embora � tarde, se quiser algo com ela� me refiro a ALGO decente, vai ter que tentar logo! Bom, mais tarde pode procura-la em minha casa tamb�m, mas aqui seria mais f�cil, e � POR QUE estou te ajudando com MINHA amiga?
- talvez porque se deu conta que sou o amor da vida dela apesar de minhas bobagens eu a� amo para valer�merda falei! pode se consider privilegiada, � a primeira pessoa que ouve Valentina Dei Stefano, dizer que ama algu�m nem eu tinha 'escutado' antes.
-A t� eu gosto assim � Agora espero que minha amiga te fa�a sofrer bastante por ter sido uma boba, tenho que desligar, ela acabou de tomar banho, Pode me invejar? eu vou v�-la em segundos como veio ao mundo, e voc� n�o� 'Quem ri por �ltimo ri melhor'� dizia minha av�, adeus!
Val ficou uma vez mais com a boca aberta� s� de imaginar a cena!
-Pronto minha querida? -guardaram algumas coisas e sa�ram do quarto.
- a que horas temos que entregar o quarto?
-Temos at� as 4 da tarde para aproveitar ? Jennifer ficou de passar por aqui para almo�ar com a gente, se conseguir acordar� Ela bebeu um bocado ontem � noite! E voc�que pensa em fazer com Val, vai v�-la mais tarde, marcaram alguma coisa? -perguntou a morena.
-N�o� n�o combinamos nada, e n�o penso em ligar tamb�m �se ela quer me ver, que me procure� -disse Chantal. J� me cansei de sofrer e ela tem que se dar conta disso, � tudo.
***
As garotas receberam um telefonema da fam�lia perguntando que hora iriam voltar para casa, elas n�o tinham muita inten��o de fazer num futuro imediato, mas prometeram voltar a ligar. Por seu lado, Chantal recebeu v�rias mensagens da morena, mas n�o quis responder a nenhuma.
Era um pouco antes do meio dia e as jovens estavam tomando sol em uma das piscinas do hotel, aqui ficava em frente ao mar. Todas formavam um grupo bem falante e divertido, Chantal tamb�m estava se divertindo, com as loucuras de sua amiga que parecia uma menina� claro, uma menina grande e sem ju�zo.
Enquanto bebiam refrescantes bebidas, Annie foi at� Chantal pra conversarem um pouco mais tranquilamente, a jovenzinha p�s sua m�o nos ombros da loira em uma posi��o muito �ntima, as duas seguiam conversando e rindo de vez em quando. Chantal colocou uma de suas m�os sobre o joelho da garota e assim ficaram por alguns momentos. Logo a loira pediu para jovenzinha passar bronzeador nela, passou em suas costas e pernas, com a camaradagem que isto implicava.
Da janelas que davam para ver a piscina, Val a obeserva.
Chantal estava resplandecendo, t�o linda o ar juvenil a tinha conquistado por completo, com aquele sorriso doce e sensual ao mesmo tempo, dando toda sua aten��o para a garotinha. Uma menina que mal saiu do col�gio, e que n�o tira as m�os de cima dela!
Val n�o p�de se conter mais e decidiu ir para a piscina, n�o queria fazer o papel�o da mulher ciumenta, mas n�o podia evitar, pior ainda quando Chantal estava a ponto de virar-se e a garota teria que passar o filtro solar na parte da frente, isso n�o!,� isso n�o podia suportar.
A morena vestia um biquini azul brilhante que n�o deixava nada para imagina��o.
Colocou seus �culos escuros, que estavam em sua cabe�a, respirou fundo e saiu.
A primeira a v�-la foi Jennifer, sem saber que era a 'famosa' Valentina deu uma cotovelada em sua prima para que visse aquela vis�o do paraiso, que j� tinha chamado a aten��o da maioria dos presentes, inclusive de um jovem muito bonito que foi se aproximando dela.
Karen depois de queixar-se da dor, a viu e sorriu.
-Hei, fecha a boca, disse Jenni-, eu falei que era sensacional.
-Uau� essa � ' A ' Val�!, com raz�o Chantal estar como est� eu ficaria igual - disse se aproximando do ouvido da morena para que ningu�m a escutasse.
Val seguiu caminhando ao lado da piscina, no trajeto cativou um par de admiradores e chegou at� onde estavam as jovens.
Chantal estava com os olhos fechados desfrutando da massagem de Annie e n�o se deu conta de sua chegada.
Val fez sinal pra Karen pondo seu dedo sobre seus l�bios para que n�o dissesse nada, e colocou o �culos novamente na cabe�a e lan�ou um olhar 'matador' para � menina que estava junto de seu amor, esta viu e entendeu tudo, sentiu um pouco de medo, e se levantou de onde estava.
A morena estendeu-lhe a m�o, pedindo o frasco de bronzeador que Annie ainda segurava, sem dizer nada lhe deu.
Val colocou um pouco nas m�os e esfregou-as para aquec�-las, e em seguida se ajoelhou ao lado da loira, come�ou a massagear seus ombros e pouco a pouco foi descendo seus movimentos. Ro�ou com a yema de seus dedos o custado da jovem at� quase topar sua busto, depois seguiu para o centro de suas costas unicamente usando seus polegares exercendo press�o, e baixando suavemente at� o borde do traje, que sendo praticamente uma tanga tinha um escote muito profundo, deixando apreciar seus perfeitos gl�teos. Val seguiu em seguida com as pernas da jovem, dedicando-lhes toda a aten��o do mundo, com suas m�os se apoiando nos lugares justos e um pouco para al�m� sentia que a pele da rubia queimava e n�o era precisamente pelo sol.
Todo este processo era seguido atenciosamente por todas as amigas, as que n�o podiam deixar de invejar � jovem rubia, com ou sem querer elas estavam com a respira��o entrecortada e tinham os olhos fincados nas m�os de Val e no trajecto que estas iam percorrendo. E por outro lado tamb�m queriam ver que ia passar quando a jovem se desse conta de quem lhe estava a dar tal tratamento.
Chantal notou imediatamente a diferen�a, j� n�o se tratava de que Annie lhe estivesse a estender a crema bronceadora, era bem mais� uma sensa��o familiar e deliciosa, um masaje sensual e totalmente embriagador, o que provocou que se lhe escapasse um suave gemido, sem poder o evitar, estava quase tremendo. Mas em seguida se percat� do que tinha feito e que era Annie quem a estava excitando irremediavelmente, isso n�o lho podia permitir, � s� uma menina e � a prima de minha amiga, n�o s�o as m�os de Val� estou alucinando!, pensou a rubia e abriu os olhos para girar-se.
Em frente a sua cara encontrou � mais formosa de seus pesadelos, Val e seu corpo escultural, a qual se esfregando suas m�os estava lista para continuar com sua masaje na frente da rubia.
A jovem levantou-se t�o bruscamente que quase perde o equil�brio e tamb�m a parte superior de seu traje j� que lho tinha zafado para lhe dar maior comodidade a Annie em seu trabalho.
Tomando uma toalla da cadeira cobriu-se mal e se girou furiosa para onde vinham os risos de suas amigas, que ao se ver descobertas se ocuparam repentinamente em interesant�simas actividades a sua ao redor.
Girou-se novamente para onde estava Val, quem tinha tamb�m um sorriso mas de travesura. Tratando de ajustar o sustenta de seu bikini da melhor forma, e com sua cara totalmente vermelha da ira e a vergYenza pela broma que tinha sido objecto, fez o �nico digno que se lhe ocorreu, se lan�ou � piscina.
Nesse momento estallaron os risos de todas, incluindo as de Val. Sabiam que Chantal n�o as podia ouvir dentro do �gua. Tranquilizaram-se e convidaram a Val a que se sentasse com elas. Karen fez as apresenta��es do caso, seu prima pequena estava a se ocultar por tr�s de sua irm�, por se talvez�
-Essa que esta a� escondida � minha prima Annie, mas tranquila que a ela n�o gosta as nenas, como a de n�s, pelo que n�o tens que a olhar assim� pobrecita, se vai desmaiar! -disse-lhe rindo.
-Sorte a dela que n�o compartilha nossos gustos, porque sen�o�! - tamb�m sorriu Val al�ando sua sobrancelha amenazadora.
-Se que tens agallas! Chantal j� estava furiosa contigo dantes disto� agora te prepara! -advertiu-lhe Karen � morena.
-S�p, imagino-me o que querer� me fazer� ou o que � pior o que j� n�o querer� me fazer� diabos, devi pensar primeiro em isso.
-Ou�am� pedimos outra rodada de bebidas? -Karen fez um gesto ao salonero para quue se acercasse a elas.
-Esta convido eu -disse Val.
Desde onde estavam sentadas se podia apreciar a nataci�n sincronizada da jovem, que parecia estava a tratar de cumprir com uma m�dia maratona com tal de n�o ir � superf�cie e ter que enfrentar � morena, mas esse momento chegou e n�o lhe ficou mais rem�dio que sair.
No borde estava lista Val para oferecer-lhe uma toalla, tirando-lha praticamente das m�os Chantal cobriu-se e com ar muito altivo foi at� suas amigas. Tomou um sorbo de seu refresco, p�s-se seus gafas e sem pens�-lo duas vezes se zaf� atira-las de seu traje para acomodar-se novamente no cadeir�o e s� nesse momento se vir� sobre seu est�mago, regressando a ver mal para Val e lhe assinalando a crema lhe disse: -Agora sim, ma p�e�
Todas ficaram paralisadas, o tom de voz da rubia era frio e calculador, perfeito, pensou Karen ao a ver t�o desenvuelta se deixando admirar ainda que fora por breves instantes, foi tamb�m� perfeito, o pensaram todas.
Val n�o podia crer o que estava a passar, onde estava seu Chantal? A que tinha enfrente era uma mulher diferente no corpo de seu nena, mas igual� me encanta!, pensou.
Come�ou sua doce 'tarefa' e desta vez era ela a quem lhe tremiam as m�os, n�o s� pela atitude da rubia sen�o tamb�m pela emo��o da tocar.
Quando a rubia considerou que era suficiente e sem cruzar palavra com a morena, tomou de sua bolsa um disc-man e se colocou os aud�fonos, dando por terminada o labor encomendado. Val que sim se sentia realmente 'acalorada', aceitou o convite de Annie para ir nadar.
Todas estavam famintas, preferiram pedir algo no mesmo lugar, ao cabo de uns minutos lho trouxeram e todas desfrutaram sua comida, foi Val quem se encarregou de assinar a factura, apesar dos protestos das garotas. Chantal j� tinha recobrado seu bom humor e a estava a passar bem com suas amigas, claro que ignorava � morena.
J� se estava a fazer tarde e as duas amigas deviam deixar sua habita��o em pouco mais de uma hora, pelo que Karen tomou da m�o a Susan e lhes informou �s demais que se ia preparar' e que francamente era melhor sen�o subiam por um bom momento, lho disse lhes mandando um gui�o.
Todas riram entendendo a indirecta. Tamb�m Jennifer e seu casal decidiram se despedir e perguntaram � mais pequena se queria que a deixassem em algum lugar em particular, ela lhes disse que por sua casa, j� que uns amigos i-la-iam visitar mais tarde.
-Vemos-nos na casa de meus tios na noite? -perguntou Jenni dantes de ir-se-. Val,, tu tamb�m vais, verdade? E ouve, obrigado por todo garota.
Val e Chantal ficaram sozinhas e inc�modas pelo inesperado da situa��o. A rubia sabia que n�o podia ir at� sua habita��o por agora, mas n�o se imaginava que as outras amigas tamb�m a iam deixar t�o cedo.
-Se tiver que ir� n�o se preocupe comigo. -Disse Chantal para Val.
-n�o tenho nada que fazer e sabe que prefiro mil vezes estar contigo.
Chantal n�o disse nada mais. Pegou uma revista e come�ou a folhea-la sem interesse, j� que sua aten��o estava em outra coisa, por sorte tinha colocado seus �culos de sol, assim n�o se delatava, porque Val estava ao seu lado e tamb�m estava passando bronzeador.
As tr�s e meia da tarde, um rapaz do hotel se aproximou das mulheres com um telefone e passou para a loira. Era Karen avisando que j� estava 'pronta' e se ela quisesse podia subir, "claro, se n�o tivesse outros planos.
A jovem levantou-se, pegou sua bolsa guardou suas coisas e olhou para morena.
-Acho que j� n�o nos veremos mais, adeus Val� e que em 'seu mundo', tudo fique bem! -disse sem esperar sua resposta, come�ou a caminhar sentindo o olhar da morena.
-At� que voltemos a nos encontrar, meu amor! -disse Val num susurro.
Na mesma tarde Val decidiu dar por terminadas suas f�rias, n�o fazia sentido andar atr�s dela como 'c�o arrependido', Chantal n�o precisava disso, ela merecia tudo e Val n�o estava pronta para tal compromisso, n�o ainda. Foi dif�cil conseguir um v�o para S�o Francisco, e teve que pagar uma multa enorme no hotel pelos dias que estava cancelando, mas isso n�o importava, outra vez estava fugindo de seu destino e isso era mais dif�cil.
Continua...