Strani Amori
Cat Woman
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da Lei n�9.610/98.
Parte 10
Renata bem que tentava se concentrar no tr�nsito mas quem disse que conseguia com Ra�ssa a provoc�-la com car�cias cada vez mais ousadas. Depois de um tempo parou o carro no sinal vermelho tentando recuperar o controle. Ra�ssa que de boba n�o tem nada aproveitou o momento para roubar-lhe um beijo.
_Chegamos._disse Renata apertando o bot�o que dava acesso a garagem de um luxuoso edif�cio no Batel.
Quando a porta do elevador se fechou Renata sentiu sua pele queimar ao toque da morena. Suas m�os suaves, percorriam todo o seu corpo, sem que sua boca se desgrudasse da dela.
_Eu quis voc� desde o dia em que te vi..._disse Ra�ssa que sabia exatamente onde tocar deixando Renata cada vez mais louca.
_Eu...eu nunca fiz ...
_N�o tem problema...eu te ensino...
Renata segurou seu rosto e olhando fundo em seus olhos falou baixinho:
_Eu estava louca para fazer isso, sabia?
Ra�ssa estremeceu tamanha a intensidade do olhar que recebeu. Pressionou Renata de encontro a parede ao mesmo tempo que suas m�os �geis infiltravam-se por baixo de sua blusa.
Renata sentiu um calor subir pelas suas costas e entre as pernas quando Ra�ssa sugou seus seios t�midos. Sua m�o desceu, atrevida, at� o sexo de Renata constatando o que Ra�ssa j� sabia.
_Molhadinha n�...del�cia...
Enquanto sua boca concentrava-se nos seios de Renata, Ra�ssa passou tamb�m a dar aten��o a sua intimidade. Seus dedos suaves e pequeninos tocavam com movimentos precisos seu sexo.
_Eu quero sentir seu gosto Re...
_Aqui...n�o...por favor..._protestou em v�o.
N�o demorou e Renata sentiu a boca quente de Ra�ssa entre suas pernas e sem que se desse conta puxava Ra�ssa cada vez mais forte impedindo que ela afastasse a l�ngua de seu clit�ris. Aos poucos ela come�ou a descer os dedos lentamente penetrando Renata com movimentos intensificados e cada vez mais r�pidos.
A partir desse instante conter o gozo tornou-se imposs�vel.
Inicialmente quando o elevador parou Renata levou um susto por s� ent�o dar-se conta do local onde estavam. Depois puxou Ra�ssa pela m�o para que entrasse em seu apartamento.
Acaso ou destino? Rafaela passou as m�os pelos cabelos em desalinho.
_Mais que droga._chutou o pneu furado.
Abriu o porta-malas, tirou o macaco quando sentiu que algu�m se aproximou. Nem foi preciso virar-se para saber quem era.
_Carolina...Carolina..._um leve sorriso desenhou-se em sua face.
_Que sorte a minha...vejo que precisa de carona...
Rafaela balan�ou a cabe�a negativamente.
_Lamento mas j� j� dou um jeito nisso aqui...
_Pela seguran�a que fala aposto que j� fez isso outras vezes?
_E fiz mesmo..._respondeu orgulhosa.
_Vou fumar um cigarro antes de ir...se mudar de id�ia...
_N�o vou...
_Mesmo assim...
Por um momento Rafaela ficou branca e com as m�os apoiadas no porta-malas.
_Onde est� o estepe? Fui roubada?
Carolina a observava de longe divertida com a situa��o que tinha mandado preparar . L�gico que a garota ainda assim podia pegar um t�xi mas algo dizia que isso n�o ia acontecer.
Sabe aquelas coisas que acontecem sem uma explica��o aparente ? Pois � . Foi uma dessas coisas que fez com que a bartender minutos depois estivesse indicando o caminho de sua casa.
_Aqui...pode me deixar aqui...
Carolina desligou o carro. N�o queria ir embora.
_Obrigada.
_Espere._segurou Rafaela pelos bra�os.
_Sim?
_Eu pensei que...
_Que?
_Ia me convidar para entrar.
Rafaela sorriu. N�o havia mal�cia nas palavras de Carol mesmo assim sentiu medo de dizer sim.
_Hoje n�o...
_Um outro dia quem sabe?_perguntou uma Carolina vacilante.
_Quem sabe..._foi a resposta pensativa da outra.
Existe coisa pior que deitar na cama e ficar olhando pro teto com a n�tida sensa��o de vazio? O sono n�o vem e a solid�o consome. Rafaela e Carolina diriam que n�o!