Anjo das Sombras
Angelia
A hist�ria aqui apresentada � mera fic��o,no entanto qualquer semelhan�a com fatos ou pessoas ocorrido � de mera coincid�ncia.
- As personagens, Xena, Gabrielle, pertencem a MCA/Universal/Ren Pics, bem como a forma interativa dos Deuses com elas, � observado no seriado XWP.
- Todos os demais personagens aqui apresentados s�o pertencentes a mim criados com inten��o s� de entretenimento,por�m com impossibilidade do uso dos mesmos sem devida autoriza��o .
- Fic Uber: O conte�do adulto � l�sbico, de forma, que se voc� � menor de idade, ou onde voc� mora s�o proibidos tais conte�dos,� recomendado que v� a outro site.Se � maior de idade,o local onde mora permite, mas voc� � homof�bico ou simplesmente n�o curte esse tipo de leitura ent�o definitivamente essa n�o � uma hist�ria para voc� ler
Cap�tulo 1
Era uma noite perfeita, a majestosa lua iluminava a cidade de Bucareste t�o silenciosa h� essa hora.Lembrando ao s�culo XVIII pela arquitetura, as modernas edifica��es tomam seu espa�o..Passado e presente juntos como um s�. Passos se fazem ouvir na rua quebrando o sil�ncio sepulcral.Atentos olhos azuis observam do alto de uma mans�o antiga a jovem que caminha pelas ruas da cidade.
- Como �s linda minha menina. - pensava a alta figura de longos cabelos negros - ainda teremos chance de nos conhecer melhor.Sorriu ela se afastando sabendo da eminente amea�a que o sol lhe representava..Voltando para casa, deparou-se com um senhor de meia-idade a sua espera perto da lareira. Antes que pudesse dizer qualquer coisa, o grisalho homem se dirigiu a ela:
- Teve uma boa noite mestra Christine?- O tom do velho homem mostrava o carinho que tinha pela patroa. A qual vira crescer. Apesar de achar que Fillipe merecia um bom descanso ap�s tantos anos servindo-a lealmente, Christine sabia que ele n�o aceitaria sua id�ia de que se aposentasse, o que a lembrava do que ele lhe disse quando ela sugeriu isso a ele:
- Sei bem que quer meu bem Jovem Christine, mas acredite... � com prazer que cuido de voc� crian�a. Saindo de seus pensamentos respirou fundo e observou ao mordomo, um dos poucos com os quais mostrava um lado mais carinhoso.
- Ah Fillipe poderia ter sido melhor... - suspirou desanimada.Sabia que deveria ser paciente, mas essa espera a angustiava a cada nova noite, mas n�o poderia colocar tudo a perder..N�o ap�s tanto tempo de espera.
- Bem..Talvez o sono seja reconfortante n�o mestra?
- Sim talvez Fillipe - falava Christine olhando vagamente o fogo da lareira como a procurar algum conforto - talvez seja isso que precise..De algumm descanso.Dito isso sorriu um sorriso fraco e despediu-se de seu mordomo caminhando em dire��o as escadas que levariam a seu quarto.Dirigiu-se, por�m ao quarto oposto ao seu, algo fora de seu habitual.Virando a ma�aneta adentrou a um quarto amplo de cores vivas. Fazia tempo que n�o entrava l�, desde a morte da m�e a qual amava e respeitava como a ningu�m.Lembrava-se como a mesma amava ver o nascer do sol bem como apreciava as flores que habitavam o jardim de entrada da casa.Ap�s sua morte, Christine nunca mais se voltou a beleza que aprendera a ver com a m�e e por longos anos fechara seu cora��o fazendo-o cada vez mais frio, fato que refletia em suas atitudes em maior parte do tempo. Em vista do sentimento que trazia essa visita repentina ao quarto da m�e e de seu cansa�o, trancou-o e dirigiu-se a seu quarto, sem perceber ser observada por Fillipe e Marie sua irm� mais nova.
- Ela est� cada vez pior.. - suspirava triste - Desde a morte de mam�e que n�o a reconhe�o mais Fil..
- Sua irm� sofreu muito minha pequena...Desde a morte de sua m�e vejo que ela perdeu o desejo de continuar a viver.
- Sim, mas.. - abaixava o olhar a doce meninas de olhos claros - Ser� que n�o podemos fazer nada por ela?
- Acho que n�o...Quem sabe crian�a - mostrava o mordomo um tom de preocupa��o. "Mas talvez eu saiba quem possa"pensou o mordomo.
No Outro lado da cidade, uma jovem de radiantes olhos de esmeralda ajudava sua m�e com os preparativos para a festa da irm�, que hoje celebraria seu noivado.Beatriz parecia distante de tudo enquanto ajudava nos preparativos da festa de sua irm� Raquel.Como dizia a m�e dela, a filha mais nova "vivia no mundo da lua".
- Sonhando de novo irm�zinha?Com quem? Quem � ele?Onde o conheceu?Gosta dele? - Uma vez mais iniciava Raquel seu detalhado e conhecido question�rio para Beatriz
- N�o � ningu�m Raquel..S� estava pensativa. O que Bia n�o dizia era o porque estar t�o pensativa.Ultimamente sentia que algu�m a observava e isso a intrigava, pois no come�o achou ser bobagem, mas ap�s algum tempo estranhos sonhos a assombravam.Noite ap�s noite o mesmo sonho se repetia e neles sempre via marcantes olhos azuis..Ah aquele azul que lhe encantava..
- Mas se est� assim � porque pensa em algu�m n�o?- insistia Raquel.
- N�o Raquel n�o...Deixa meus pensamentos em paz v�! - disso levemente irritada.
- Tudo bem n�o precisa ficar nervosinha n�o! - replicou a irm� mais velha fechando a cara e saindo da cozinha - "mas ai tem coisa sim Bia e eu vou descobrir o que �"- pensou enquanto subia pro quarto se preparar para a festa com um sorriso malicioso no rosto.
- "Tem horas que a curiosidade dela � um defeito"- pensou Bia sobre o como sempre a irm� queria saber de todos os detalhes de sua vida - "mas quem sabe depois de se casarr muda? -pensava ela sentindo que um leve riso se formava em sua face."Camille sua m�e que a tudo observava sorria:
- "Ah minhas filhas.. Brigam tanto, mas como me alegro em ver que se d�o bem afinal". Era de conhecimento de todos que a jovem condessa Christine mal era vista na cidade, mas sempre aparecia em eventos tais como casamentos ou mesmo batizados e nascimentos. Poucos a conheciam bem, mas todos sabiam de sua implac�vel frieza a qual assustava e impunha respeito a todos.Beatriz j� ouvira falar dela, mas jamais a vira, e por alguma raz�o almejava poder conhecer a condessa essa noite.O tempo passava lento e � tarde se alongava a contra-gosto de Christine e Beatriz que almejavam logo o anunciar da noite.Horas mais tarde na casa de Christine essa despertava vendo a beleza do dourado do por do sol,e como h� muito n�o fazia, ficou a observar tamanha beleza com um ar feliz.Marie por sua vez parecia assombrada ao entrar no quarto e deparar-se com a express�o de felicidade da irm�.
- A que se deve esse sorriso lindo Chris?Perguntou a menina abra�ando-a
- Bem..- enrubesceu a condessa diante do modo direto da irm� - digamos que estou com um bom pressentimento sobre hoje � noite.Era incr�vel como a presen�a da menina enchia de luz o rosto da condessa.
- Se voc� diz acredito..Mas acho que devemos nos preparar para a festa na cidade.Acho que � uma mo�a que vai ficar noiva ou casar algo assim n�?Perguntou Marie a irm� mais velha.
- Sim sim..� a irm� daquela jovem que voc� me viu pintar esse quadro semana passada - apontou Chris para um quadro acima de sua cama - ficar� noiva hoje.O prefeito me informou quando liguei para ele essa manh�.Como que a querer incitar a irm� mais velha a confessar o real motivo de irem ao noivado da mo�a Marie questionou:
- Mas porque tanto interesse nessa festa?Pelos s�culos j� vi junto a ti muitos eventos assim, mas nunca vi algum destes vos despertar o interesse.Pelo menos... N�o como esse...O que ocorre dessa vez?Era n�tido nos olhos de Chris que era de m�xima import�ncia � presen�a na festa de noivado daquela mo�a, mas Marie ainda n�o entendia porque.Vendo a irm� esperar pro uma resposta Christine se pronunciou:
- N�o sejas boba minha irm�..N�o � interesse algum somente o fato que preciso tamb�m de um pouco de divers�o..Sabes bem que passo muito tempo aqui e isso acaba por me estressar.Ela tentava com essa resposta levar a irm� mais nova a desistir de sua curiosidade sobre o que planejava.Marie sorriu e voltou-se a porta quando ouviu sua irm� dizer mentalmente a ela:
- Se fosses nossa m�e aceitaria o que vos digo e n�o ficarias curiosa sobre minhas particularidades.Marie parou na porta do lado de fora do quarto e respondeu a ela:
- Aceito tua resposta.. Por enquanto querida irm�... - um malicioso sorriso cruzou sua face - Quando resolveres me contar o que realmente quero saber...Estarei aqui para lhe ouvir.Sem mais nada dizer retirou-se deixando Christine pensativa.Ela sabia a seu modo que a irm� desconfiava de seu interesse em uma mortal em particular, pois lembrara quantas vezes havia sa�do para observar sua futura presa e ao retornar encontrava a irm� com o olhar de questionamento.
- Bem tudo h� seu tempo - dizia a si mesma - ela saber� quando for � hora certa.Dito isso foi tomar seu banho para se preparar.Na casa de Beatriz tudo corria bem e agora ela ajudava a irm� a arrumar-se para o futuro noivo, por�m seu olhar parecia distante novamente.Percebendo isso, Raquel pensou perguntar o que tinha sua irm�, mas lembrou da pequena discuss�o mais cedo e nada disse, mas para surpresa dela a pr�pria Beatriz se pronunciava:
- Sei o que pensas Raquel..Estou distante novamente n�o?Sem gra�a Raquel se calou percebendo como era previs�vel para a irm� mais nova.Ultimamente n�o conversavam muito mais como costumavam fazer por horas a fio e a pr�pria Beatriz estranhava sua mudan�a repentina.
- Bem bia...Voc� anda t�o calada e cheia de segredos ultimamente..Nem parece voc� a irm� que sempre conheci...
- Sim eu sei..Tamb�m estou surpresa comigo Raquel...Mas deve ser fase isso n�o acha?Riu um pouco nervosa. A irm� olhou-a e sorriu:
- Pode ser, mas... - antes que continuasse olhou e viu nos olhos da irm� uma s�plica para que terminassem ali o assunto e assim o fez.Animadas como estavam nada poderia sair errado naquela noite...ou poderia?A agita��o da festa de noivado de Raquel e a alegria de todos era contagiante.Ap�s terminar a maquiagem da irm� sorriu e levou-a at� o espelho.Raquel estava n�o somente surpresa, mas desacreditava ser ela quem via no espelho.
- Bia eu...nem sei como te agradecer - sorria para a irm� - est� perfeita!Diferente da irm� mais nova, Raquel possu�a cabelos longos e cacheados em um tom que se assemelhava � cor do cacau.Os olhos verdes mais claros que os de Beatriz, por�m com um tom meio azulado conferiam a ela uma beleza diferente e um charme especial.A sr Camille costumava dizer que dava gra�as aos deuses, pois havia dado a luz a dois anjos lindos, como dizia ela, seus maiores orgulhos e alegrias.Apesar de irm�s, notava-se que eram muito diferentes.Raquel era um tipo mais conformado e quieto, j� Beatriz por sua vez mostrava claramente que era sonhadora e curiosa, sempre ansiando por aprender mais sobre tudo, era o tipo oposto a maioria das garotas da vila que se conformavam em casar-se e ter filhos.Enquanto Raquel sempre expunha a irm� que seu maior sonho era se casar e ter filhos, Beatriz por sua vez dizia que seu sonho era conhecer o mundo, suas diferentes regi�es, conhecer pessoas, aprender sobre como viviam e no que acreditavam e quem sabe conhecer seu grande amor.Mal sabia ela o que lhe reservava o destino..Na Mans�o de Christine o rel�gio batia oito horas e a jovem apressava sua irm� mais nova.Algo que ela odiava era se atrasar a um compromisso,e neste caso tinha mais do que raz�o por sua ansiedade.
- Marie por Baco porque tanto demoras minha irm�?percebia-se a ansiedade que consumia Christine em seu tom de voz.
- E tu porque me apressa tanto Chris?At� parece que vai morrer se esperar mais um pouco - dizia um uma divertida Marie - ou ser� que tem algum motivo especial para sua pressa?Respondia para a irm� que aguardava do outro lado da porta, o que foi sua seguran�a nessa hora ao sentir seu rosto corar violentamente.Se recompondo,logo procurou uma resposta que n�o a denunciasse tanto a irm�.
- N�o seja boba..� s� que..sabe que odeio me atrasar...
- Sim tudo bem,n�o se preocupe..j� estou terminando de me arrumar e sairemos.Alguns minutos ap�s Marie saiu de seu quarto e riu ao ver a cara da irm�:
- Ora Chris porque me olha assim? At� parece que nunca me viu!Christine olhava orgulhosa e emocionada a irm� mais nova vestida em um lindo vestido branco de seda que real�ava seus olhos claros e lembrava a ela a m�e.Seus olhos como poucas vezes, agora deixavam que l�grimas corressem livres.Marie preocupada se aproximou da irm� e lhe acariciou o rosto:
- O que acontece Chris?Pq voc� est� a chorar assim?Nunca vira aquele brilho de alegria t�o intenso no rosto da irm� como se mostrava agora.Respirando fundo,Chris sorriu um sorriso in�dito a irm�,por mostrar tamanha alegria e sinceridade ao faze-lo como ela nunca antes havia visto.
- Ahh querida voc� assim..Lembra tanto nossa m�e.Tem o mesmo olhar bem como tamb�m os tra�os delicados dela. - menina agora sorria ouvindo o sincero elogio da irm� mais velha - Bem, mas agora � melhor irmos ou vamos nos atrasar, certo?Sem contestar e tomada por imensa alegria � menina desceu as escadas da casa seguida por sua irm�.
- Devo esper�-la essa noite mestra Christine? Perguntava Fillipe j� sabendo a resposta.Christine sorriu a ele.
- N�o meu caro Fillipe..Hoje a noite ser� deveras longa.. Descanse essa noite meu amigo.Dito isso entraram em seu Honda negro e partiram rumo ao centro cidade.Raquel sorria na porta de sua casa quando viu seu noivo chegar.Era um homem de boa apar�ncia, de olhos castanhos e cabelos negros como a noite, de m�dia estatura.Muitos o saudavam e logo Raquel j� se encontrava feliz abra�ada a ele.
- Que bom que finalmente chegaste Rafael querido - dizia ela sorridente correndo at� ele - ansiava por te ver logo.
- Tamb�m queria muito te ver querida! - dizia ele beijando-a carinhosamente -.Percebia-se de longe a felicidade do jovem casal.Cumprimentando a todos, foi falar com Beatriz tendo a seu lado sua noiva.
- Que bom rever voc� tamb�m Bia, como tem passado?Perguntava ele notando um certo des�nimo misturado a ansiedade nos olhos dela.Segundos depois notou sua presen�a.
-Desculpe Rafael eu estava distra�da - se justificou -mas eu vou muito bem..Melhor vendo minha irm� t�o feliz com voc� - e sorriu para a irm�.Logo sorriu e os dois vendo-a mais animada foram at� Camille para que conversassem os tr�s sobre como andava o relacionamento deles, casamento e coisas do tipo, por�m antes Raquel foi at� a irm� e comentou:
- V� como � tudo t�o animado, tudo t�o lindo Bia?Acho que deveria se casar ou estar namorando..Ficarias mais feliz e...
- Raquel por favor n�o comeces..N�o hoje sim?- disse contrariada pela insist�ncia da irm� em sempre querer arranjar um namoro ou mesmo um casamento para ela - sabes bem que odeio quando come�a com isso.Raquel a olhou de cabe�a baixa.
- Desculpe...Eu s� queria ajudar.. - disse ela meio triste. Bia colocou a m�o no ombro da irm� que a olhou surpresa.
- N�o Raquel..Desculpe..Sei que a inten��o foi boa mas..- sorriu - Prefiro viver como estou nesse momento..Quem sabe no futuro ainda n�o siga seu conselho?Mal acabar� de falar e percebeu um sil�ncio imenso onde antes haviam conversas e comemora��es, e resolveu ver o que ocorria.Chegando perto da ponte onde estava sua m�e e alguns convidados da irm� sentiu o cora��o acelerar ao ver o carro negro ali parado e n�o entendeu porque de sua rea��o.Sabia a quem pertencia pois sua m�e lhe havia avisado no dia anterior.Sil�ncio.A porta se abriu e dela primeiramente se viu uma linda menina de olhos azuis que cativava a todos.Bia lembrou que em seus sonhos algu�m com olhos azuis como esses sempre apareciam mas n�o sentia ser ela...A intensidade do olhar que via em seus sonhos n�o via naqueles olhos inocentes.De repente observou e viu outra pessoa saindo do carro.Nesse momento o cora��o novamente disparara quando viu uma linda mulher de longos cabelos negros, imponente pela alta estatura que lhe conferia e para sua surpresa os olhos azuis que tanto via em sonhos.N�o podia ser ela..Ou ser� que sim?Por mais que tentasse n�o conseguia deixar de olhar bem no fundo dos olhos daquela mulher e por alguma raz�o pensava que j� a conhecia de alguma forma h� mais tempo.Quando Christine percebeu o olhar de Beatriz de encontro ao seu, sentiu uma imensa felicidade lhe invadir o cora��o, e um sorriso se fez em seu rosto para a surpresa de muitos.Sabia que teria de se conter..Ahh mas como era dif�cil..
- "Assim de perto � ainda mais linda" - pensou ela se recompondo e caminhando em dire��o a Raquel, que a fitava deslumbrada.
- Ent�o a srta vai se tornar noiva nesta linda noite n�o �? _ perguntara com um pequeno sorriso no rosto por�m com um tom amig�vel.
- S-sim srta Condessa.. - respondia Raquel ainda sob o efeito doo encantamento que Christine lhe causara -
- Pode me chamar s� de Christine - disse percebendo o efeito causado na jovem - bem est� � minha irm� mais nova Marie - disse isso colocando o bra�o sobre a irm�.Saindo do transe que se encontrava, Raquel dirigiu-se a pequena menina mostrada por Christine.
- Muito prazer Marie - disse Raquel com um sincero sorriso no rosto - Fico feliz com sua presen�a bem como de sua irm�. - disse olhando novamente para Christine -
- Tamb�m fico feliz de estar aqui! - sorriu de volta a Raquel - Como � linda a decora��o que fizeram para esta festa _ disse apontando para as in�meras flores em volta das casas.
- Se quiser posso lhe mostrar tudo por aqui - disse animada - Olhando para Christine viu que ela havia lhe dado essa permiss�o mas Beatriz interveio para a surpresa de ambas:
- Raquel de certo n�o seria muito certo incomodar a condessa e sua irm� - disse sem conseguir esconder seu gostou ao falar da mulher mais alta - elas j� vieram at� aqui ent�o.. - Antes que pudesse terminar Christine voltou seu olhar a Beatriz como que a hipnotizar a ela e se deixar perder hipnotizada pela beleza daqueles olhos de esmeralda:
- Em primeiro como disse eu a sua irm� pode em chamar s� de Christine - disse com um sorriso sedutor - e depois...N�o vejo mal algum em minha irm� passear com a sua, ser� divertido a ela.Mas se por isso v� algum problema.. - Beatriz n�o soube o porque mas precisaava dar uma resposta e r�pida a aquela mulher que parecia lhe enfeiti�ar cada vez mais.
- N�o imagine problema algum..S� n�o queria lhe incomodar e.. - dizia ela nervosa e com o rosto corado - bem..Eu..
- Bem ent�o acho que vamos indo n� Raquel?Dizia Marie enquanto sorria mesma percebendo a deixa que a situa��o pediu.
- Claro vamos sim, venha existem lugares lindos aqui para lhe mostrar - e segurou a m�o da menina enquanto caminhavam para perto da parte mais animada da festa.
- "N�o fa�a nada de errado.. Comporte-se Marie" - disse Christine do mesmo modo como havia feito quando haviam conversado horas antes em casa com um olhar s�rio por�m carinhoso dirigido � irm�.
- "N�o tem com que se preocupar Chris.. Confie em mim" e voltou-se novamente para frente olhando curiosa tudo em volta.Christine sabia do risco de estar sozinha com Beatriz mas tamb�m lembrou de tudo que passou at� chegar a ela..N�o colocaria tudo a perder agora por conta de seus instintos.
- Bem se chama Beatriz n�o?Tentou ela iniciar uma conversa.Bia ainda podia sentir seu cora��o cada vez mais acelerado pela proximidade daquela mulher mas se perguntava porque, ela mal a conhecia, mas ainda sim parecia a enfeiti�ar.
- Sim e voc� Christine certo?Olhava-a atenta a cada gesto ou palavra proferida.Christine sabia o que ocorria mas n�o poderia fazer nada se n�o deixar tudo ocorrer no tempo certo.
- Sim..Mas me diga..N�o me conhecia antes de hoje � noite?Perguntava vendo at� onde a curiosidade da jovem iria.
- J� tinha ouvido sobre voc� mas..Nunca a visto assim. - tentou esconder sua timidez virando o rosto inutilmente.Chris que percebera isso levou sua m�o ao rosto de Bia e voltou-o para si:
- Assim como..Poderia me dizer? - sorria apreciando as adversas rea��es de Bia.
- Bem.. - sentiu-se corar mais fortemente por�m sem conseguir desviar o olhar do fundo daqueles olhos t�o lindos - Nunca havia lhe visto assim..De perto como agora - Percebia-se que a voz de Bia sa�a como um sussurro quase.
Continua...
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