O relacionamento instrutor/aluno é bastante aberto e participativo, busca-se trabalhar valores e cidadania, de forma bastante instintiva, a bem da verdade, mas com participação ativa da pedagoga.
Os ementários mostraram-se um pouco “engessados”, atrelados a modelos obtidos em outras unidades do Senai. Não há uma definição clara do perfil profissional de conclusão e o modelo de competências ainda não foi implantado.
Apesar da rigidez dos quadros curriculares, os instrutores procuram contextualizar os conteúdos, relacionando o tempo todo a importância dos conteúdos teóricos para o desenvolvimento prático.