: : v i c t o r . n a i n e . . . .
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Sejam quiçá bem vindos

Eis meus poemas, quiçá reflexivos
Minhas reflexões, quiçá filosóficas
Meu amor à vida, quiçá absoluto
Meu reflexo ao espelho, quiçá humano

Eis seus problemas, quiçá oprimidos
Suas ações, quiçá catastróficas
Seu ardor, quiçá astuto
Seu plexo, quiçá mundano

Chega de barbárie selvagem
Sou eu, o espírito que vos fala
A mente, quiçá indigente

Chega a metáfora da metalinguagem
Eis vós, o espírito que me cala
O concupiscente, quiçá transparente

Victor Naine
Petrópolis, 24 de junho de 2006

 

Algo a respeito do próximo

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