![]() Pico da lua Barafunda de sentidos perdidos nas margens de florestas impenetráveis, Sensações a explodir com cores de jacarandá em flor, No fim seco de um Inverno ao cair do tempo presente. Quatro estações em cada dia, num oscilar que se abandona, Levanta-se o pico no horizonte da minha fome, Lua minguante que se perde nas ânsias por acalmar. À beira do lago escuro, charco de aguas paradas,
Cresce o desejo ao sabor da força do capim, Mas fraco, na hora da verdade, como o luar numa noite de nuvens Num sertão povoado de fantasmas agigantados, Caminhos de terra batida que não levam a parte nenhuma, fim do dia
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