Rosa Restrita e Ferida .

Fui na semana seguinte assistir a reunião em Vicente de Carvalho, onde o discursos era com slydes sobre as Testemunhas de Jeová. Voltei feliz e ao chegar em casa, minha mãe entregou-me uma carta , para eu comparecer a uma comissão judicativa .
Nesta comissão, não me deixaram falar, o irmão Getúlio, bravo, perguntou se eu o achava um criança,... Depois de umas conversas sem sentido, me falou que eu não estava dando bom testemunho assistindo vídeo na casa de mundanos. Fiquei perplexa!!! Sem entender absolutamente nada!!! Envergonhada e sem nada entender. Quando quis me explicar, o irmão Getulio gritou:
- Viu, irmãos?!? Como ela é rebelde?? Ela ficará em restrição, só poderá fazer serviço de campo!!!
Meu semblante caiu, eu estava proibida de participar em congressos como voluntária, não poderia comentar na congregação. E muito menos trabalhar nos congressos e assembléias, Meu semblante caiu , desanimada, ferida, querendo chorar.
Eu senti o anjo de Jeová, erguer meu semblante, quis morrer naquele momento ou acabar com a minha vida.
Vim embora uma parte do caminho, com o irmão Felipe de Jesus Sampaio, que me pedia perdão e dizia querer me ajudar mas não podia.
Dormi na casa da minha prima aquela noite, queria chorar e chorar sem ninguém me ver!!!
Me deu uma dor tão forte no peito parecia que iria morrer.... Irradiava-se totalmente para o meu braço esquerdo...
O irmão Getúlio, já anteriormente tomara nota de mim, numa reunião de serviço, colocando todos na congregação contra mim. Para isto ele deixou de fazer uma parte do Nosso Ministério que seria dele, justamente para dar um discurso de emergência, orientando os irmãos à se afastarem de mim, como uma jovem baderneira que precisava ser reajustada nos pensamentos de Jeová.
Mas como?
Se eu é que fui agredida?!
Eu não podia nem ao menos ter minha privacidade em casa, pois a irmã Silvana Luisa dos Santos, aquela que amava como uma irmã, vinha em casa, e só ia embora bem de noite para me vigiar, tipo cárcere semi privado tudo à mando do ancião Getúlio Lemos.
Ela fazia isto antes e depois da restrição congregacional. O afeto que sentia por ela, terminou quando não podendo nem mesmo comentar no estudo de livro de congregação em minha casa, fui cuidar de umas crianças com pneumonia para uma amiga que eu dava testemunho.
Cheguei em casa, vinha orientação do estudo queria comentar e não podia, Eu me debrucei na mesa, com o livro aberto, para poder esconder as lágrimas que escorriam pela face....
Minha mãe pensou que eu estivesse dormindo no estudo, e que era descaso. Mandou a irmã Silvana me acordar, estávamos compartilhando a mesma cadeira. Ela toda opulenta e com ódio de mim, me acotovelou e me empurrou dizendo: - Acorda!!!
Seu cotovelo me pegou entre a costela e o estômago, uma dor .... onde perdi a paciência e disse alto: - Pare!!!!
Todos odiaram-me, neste dia, ela pediu para falar comigo no quarto se não me falha a memória, e foi onde ela disse sobre a minha última comissão com os irmãos Getúlio, Araújo e Felipe.
Me falou que o irmão Getúlio a procurou, e perguntou se eu tinha coragem de levar o Marcos para a cama. E ela retrucou que não, mas talvez inconscientemente sim.
Minha vontade era de berrar, parecia que eu estava enlouquecendo ali, queria vê-la bem longe, me contive para não esbofeteá-la. Mas ela era o carrasco que me vigiava e tudo levava para os anciões.
Disse a ela : Silvana como pôde falar uma coisas destas sobre mim? Fui instrutora do Marcos, só o passei para o irmão Robson Bastos porque veio orientação da sociedade, e além do mais, ele tinha problema com pessoas do mesmo sexo, e por este comportamento, eu não era a pessoa aconselhável para ajudá-lo.
Ela sabia disto tudo, e escondeu do ancião Getúlio que era um ancião novato em minha congregação.
Eu sabia que o pai do Marcos queria que o filho levasse uma vida normal e digna, e após ele ir para a congregação Boqueirão não soube mais nada sobre ele.
Ele se casou com uma senhora talvez uns quinze anos mais velha, ele era bem jovem, tiveram um filho, o Bruninho. Teve uma disciplina congregacional da Boqueirão.
Mas não sei bem ao certo no que foi.
Ele tinha voltado para a congregação Vila Mathias, e eu quis ajudá-lo. Me sentia culpada por ter de abrir mão do estudo dele quando eu era sua instrutora. Ele precisava de mim, pois eu sempre fui uma instrutora amiga, e compreensiva. Sempre ajudando os meus estudantes à superar seus defeitos e fraquezas com empatia, nunca os humilhando, mas de uma maneira branda, serena porem firme como deve ser o exemplo de nosso Pastor Jesus.
Vivi renegada por todos que me cercavam. Minha vida era sair do meu serviço secular, e andar até o Gonzaga à pé, e retornar andando pelas ruas escuras e pelo canal 3, a Av Washington Luiz, onde há frondosos jabuticabais, uma avenida escura, onde ninguém podia ver-me chorar desconsoladamente, e orando a Jeová, perguntando o por quê disto tudo. Sentia vergonha de chorar perto das minhas irmãs que estavam sofrendo comigo, ou perto de minha mãe, que me tratava com punhos de aço, fazendo o que os anciões a mandavam fazer.
Filhos não tem direito de abrir a boca em nada.
E por eu chegar tarde em casa, sem nada de mal ter feito, era repudiada pela minha mãe.
Meses depois, soube que o Marcos fora desassociado. Ele tinha pego o estudo bíblico que eu dava para o irmão da Silvana, o Samuel Eugênio dos Santos, e dirigia para ele. Um dia a esposa do Marcos, a senhora Deise, foi procurá-lo na casa da Silvana Luisa dos Santos, mas não o encontrou. Ao invés de dirigir estudos bíblicos, ia ter outro tipo de encontro.
Foi a maior discussão na casa da irmã Silvana, inclusive deu-se a confirmação de algumas agressões dele contra a esposa. Senão me engano, a Lurdes esposa do irmão Raimundo que atualmente está na congregação Campo Grande ou Marapé, viu como se desenrolou tudo.
O motivo da calunia
Não deu outra: o irmão Marcos foi desassociado, e a esposa do Marcos, a irmã Deise, repudiada pelo ancião Araújo (hoje servem em São Vicente no Jardim Humaitá ou Parque Continental), pois ele viu que a Deise tinha interesse em esconder o péssimo comportamento do marido para não perdê-lo, por isso me caluniou, e me fez ser chamada em comissão congregacional.
Porem, mesmo assim, com o anjo de Jeová mostrando a verdade, não se abrandou o coração nem os pensamentos errôneos destes anciões a meu respeito.
A irmã Silvana me caluniou, soube que ela estava por trás de tudo isto, e ainda sorriu quando veio me contar, quando o Marcos interpelado pela comissão da Vila Mathias, disse que não havia amor na congregação, e que não havia um amor mais puro do que de um homem para outro.
A irmã Silvana se exibia de saber tudo o que era sigilo, e vinha desdenhosa me contar.
Eu não dava ouvidos a ela, calava-me, e recolhia em meus aposentos.
Engraçado, o ancião Getúlio dar tanta confiança a ela, se ela namorou com o irmão Antônio, levou uma bronca do irmão Getúlio, e ainda por cima, era uma jovem sem experiência alguma da vida, não era teocrática, ser a espiã dele na congregação.
Houve outro problema congregacional.Com a Soraya, diz a Silvana que foi caso de estupro e para não desassociá-la os anciões nomearam a irmã Silvana como instrutora da Soraya bem como para vigiá-la. Ela chegou até mesmo à condenar a Soraya por estar usando shorts-saia na reunião, aliás não dava nem para perceber, à não ser a Silvana chamá-la no canto para perguntar e humilhá-la na frente da congregação, mas quando a Soraya chamou o Glaudston para perguntar, a Silvana ficou com medo e recuou suas palavras venenosas e seus olhos encheram de lágrimas com medo de ser repreendida.
Anciãos sem juízo
Pergunto: onde está o juízo destes anciões? Usá-la para descarrego de consciência para desculpa para poderem fazerem atrocidades dentro da congregação contra mim? Não há outra explicação!!!...
Eu estava ajudando o meu irmão e parceiro de socorros, à superar um problema e voltar para o Guarujá para a casa de seus pais. Queria que ele voltasse também para sua ex- namorada. A irmã Regina Célia da congregação Primavera do Guarujá, se não me falha a memória, mas é costume dela estar na casa da mãe deste meu amigo, na Rua: Acadêmico do Nascimento Opazo, l04.
Em meu serviço, ele telefonou alegremente para falar que iria descer para Santos, já tinha comprado as passagens de ida e volta, e queria voltar de braços abertos para os irmãos da Baixada, mesmo para aqueles que o tinham ofendido. E que tudo voltaria à ser como antes, e que estaria comigo nos PS,
Quando falei da segunda agressão do irmão Grimes, e da restrição, e que tinha decidido não assistir a assembléia no meu circuito, que era muita humilhação, o meu amigo chorou.
Ele tinha visto o irmão Grimes me agredir no Morumbí.
Falou que quando caímos nesta esfera, não saímos mais, temos que ter muita fé em Jeová e força e coragem para vencer tudo que viria a frente. Que eu deveria ser muito forte!!!
Com a voz embargada, triste com tudo o que estava acontecendo comigo, pediu para mim, ser forte e nunca desistir da verdade ( da nossa fé).
Mas que para ele tudo tinha acabado, não queria mais saber dos irmãos de São Paulo ou Santos.
Senti que ele falava sério, fiquei atônita!!! Desligou o telefone, e eu senti, um perigo muito grande, sua morte iminente....
Era 1987. Meu trabalho em recuperá-lo tinha se perdido, meu parceiro em ajudar a sociedade tinha abandonado a verdade, tudo por causa do irmão Sergio Grimes.
Nova comissão
Em Setembro de 1987, fizeram uma comissão e os anciões arrogantemente decidiram suspender a minha restrição, mas quando fui falar o que aconteceu com todas as maldades que fizeram, inclusive o Marcos e o meu amigo de ps, o ancião Getúlio me cortou:
-A conversa está muito interessante ( sem mesmo me ouvir), mas temos que ir, estamos com sono.
Fizeram a oração, me colocaram para fora da congregação, e foram embora, sem ao menos olharem em minha face.
Os olhares de triunfo do irmão Grimes eram constantes. Eu sabia que o meu amigo iria cair no mundo e seria sua ruína total. Eu queria ajudá-lo fui procurá-lo diversas vezes, sem resultado.
Ele estava
muito magoado e não confiava mais na organização.
Não agüentava mais os maus tratos, do Grimes, fui para a congregação Embaré. Pedi minha transferência para o superintendente de circuito Euclides Justino. Sua esposa amavelmente o acompanhou em minha casa, e foi aceito o meu pedido. Eles foram muito gentis e amorosos comigo!!!
A
ignorância
Bom mas neste meio tempo, o ancião Rafael Caapozzi, que reside em Bela Vista em Sorocaba, levou o irmão Getúlio para lá.Com isto veio um outro presidente de congregação: o irmão Durval Ferreira de Moraes, do Campo Grande – Santos/SP.
Eu o conhecia dos congressos, fiquei feliz quando abri conta bancária para ele, e para o irmão Antônio Abreu Vaz. Ambos anciões e formaram um comércio no centro da cidade de Santos.
Minha alegria durou pouco, mesmo tratando gentilmente e super feliz, quando ia ao banco fazer depósitos, um dia ele veio falar comigo. Estava sério, e tentou me obrigar à freqüentar as reuniões na Vila Mathias. Falei que estava bem, e contente, mas para minha surpresa este me disse que se tudo estava bem, era porque nada estava bem, e que o Diabo estava do meu lado. Fiquei perplexa!!!
Arrogantemente me disse que quando tudo está mal é porque temos as bênçãos de Jeová, mas como estava tudo bem, era porque nada estava bem!!! Brigamos, falei que iria para outra congregação de qualquer jeito. Ele disse que não podia pois era ordem da sociedade Torre de Vigia pertencer à congregação onde estamos no território delimitado.
Falei que não tinha problema, que alugaria um quartinho no território da Embaré.
Só sei que com tal atitude dele, afugentou a pessoas que eu dava testemunho.
Ele foi uma pedra de tropeço e tanto!!!
Meses mais tarde, a irmã Solônia esposa dele, disse que estava vendendo tudo, minhas irmãs compraram as camas das filhas deles para o ajudarem financeiramente, estavam se mudando para Carapicuíba – São Paulo, onde tinham apartamento na Cohab , pois perderam tudo em Santos.
A sociedade comercial com o irmão Antônio Abreu Vaz foi por água abaixo, o irmão Abreu abriu um marcenaria perto do bar do pai, onde trabalhara anteriormente. Ela , a irmã Solônia, disse que não havia mais movimento na lanchonete, ou algo parecido, pois acreditava que um homem de branco que aparecia constantemente por la', era o causador disso tudo, ou feitiço....
Fiquei sem resposta, quando ela me disse isto. Não a critiquei ou nunca falei da grosseria do esposo dela para comigo.
Por mais que o irmão Durval tenha me maltratado, amo suas filhas e sua esposa. Nunca as maltratei.
Perdem o controle da congregação
O anjo de Jeová, talvez, permitiu que ele sofresse, para ter consciência do que fez a mim, acreditando nos irmãos Claudemir,. Getúlio, Felipe, Araújo, Glaudston e Sergio Grimes.
Entregou a presidência da congregação Vila Mathias, para um irmão que veio de São Paulo: Manuel Galhego.
Na esperança de um restabelecimento espiritual , quis falar com o ancião novato: Manuel Galhego.
Mas, coitada de mim: ele já estava alertado contra a minha pessoa!!!
O estudo de livro de congregação teve de mudar, porque eu não agüentava os maus tratos feitos em minha própria casa contra mim.
Porem, que ao invés de procurarem uma pessoa fidedigna e benevolente escolheram a casa da irmã Maria de Lourdes, sobrinha de Lola, no prédio ao lado do meu.
Em meados dos anos 1990, eu já estava na congregação Embaré, parecia que tudo tinha se acomodado, parecia uma época de paz.... não para mim, que queria trazer de volta o meu parceiro para a organização.
A doença de meu amigo
A ex-namorada dele, me disse que ele estava vindo para Santos, mas doente, com AIDS.
Foi um grande abalo para mim. Eu não conseguia mais trabalhar no banco... Não tinha mais condições psicológicas para nada.....
De noite, só chorava, escondida de todos ou no chuveiro para abafar os soluços, e clamores para Jeová.
Doença revela mais um acusador
Foi então, que a Lola sofreu um AVC. Derrame cerebral, se os leigos desconhecem esta sigla.
(A- Acidente, V- Vascular, C- Cerebral). Como a Lourdes foi passear com o filho no trailler alugado pela mulher que vivia maritalmente, foram conhecer o nordeste, deixou a tia, para minha família cuidar.
A Lola
revoltada com isto, chorava sem parar, e quando eu me arrumava para ir no campo
ao cair da noite , ela se agarrava
à mim, e pedia para não deixá-la. Eu e minha família nos revezáva-mos
pois eu era de uma congregação e minha família de outra, assim, dias e horários
diferentes; confidenciou-me que foi ela que me caluniou para ao irmão Getúlio,
mas que sua sobrinha ( a Maria de Lourdes Mesquita), confirmou todas as
mentiras.
Ela
me disse isso um dia quando estava de saída para o banco,
minha mãe apavorada pois eu estava saindo de mim mesma, e deveria ir
para meu serviço secular, se eu perdesse o emprego, quem daria sustento para a
família?!? Acabei
levando uns tapas de minha mãe, e indo para o serviço chorando pelas ruas. A Lola
falou-me que somente eu poderia orar por ela para protegê-la, que tinha ataques
de demônios. Eu
falei que ela deveria falar com os anciões, e ela recusou. Minha
família toda se revoltou, e eu não agüentava mais olhar para ela, pois por
causa de falsos testemunhos e fofocas, tinha acabado comigo e com a vida do meu
amigo parceiro de socorros. Que
Jeová me perdoe! Mas eu não tive coragem de cuidar dela depois de saber
disso.... eu a tratava com muito carinho e dedicação por meu amor cristão, e
por isso para cuidar dos irmãos quando necessário tinha feito anos atrás
curso de enfermagem. Porem meu coração doía muito. Ela
me ofereceu dólares para cuidar dela, Recusei. Estávamos
cuidando dela, sem nada pedir, apenas por amor cristão. E
foi para a casa dela, uma irmã lhe
prestava cuidados . Sofreu um segundo AVC. Desta vez ficou sem andar e sem
falar. Lembro que minha mãe
ajudava a Lourdes à lavar os lençóis , pois não tinha mais controle de esfíncteres.
Foi numa destas ocasiões que a Lourdes confessou para a minha mãe, só depois
que a tia não tinha mais o poder da fala, que me caluniou para o Getúlio e a
obrigou à confirmar tudo para o ancião. Eu quando soube, zanguei com minha mãe,
pois esta ficou com pena da Lola, escutou o pedido de perdão da Lourdes e a
perdoou. Quem
é ela para perdoar alguém em meu nome?!? E
Lola faleceu em seguida. Em
de 15 de novembro, visitei o meu amigo irmão no Hospital Guilherme Álvaro,
me mostraram os exames, estava com quatro cruzes, me informaram que ele tinha
contraído um dos vírus mais agressivos de HIV. Pedi para um amigo meu, que era
estudante de medicina, cuidar deste meu amigo-irmão. Eu
sabia que na casa da mãe dele, havia estudo bíblico de congregação, então
orei a Jeová, para que tivesse misericórdia , pois ele foi desencaminhado por
ver as maldades que me fizeram. Pedi
para que ele tivesse uma pequena melhora, e pudesse ir para casa,
escutar os estudos bíblicos, e seu coração sofrido voltasse
Jeová. Para que pudesse se salvar e ter uma esperança de
ressurreição. Embora,
eu não o visitava, mas fazia
sacrifício de louvor para o meu Deus: estaria de pioneira, como agradecimento.
E pela minha bondade e sinceridade, amor cristão, este meu gesto, foi tido como
APOSTASIA, POR ACREDITAR EM CURA PELA FÉ. Sou
enfermeira, sei que aids não tem cura, apenas melhora momentânea com as medicações
anti-virais, e não é definitivo. Não quiseram me ouvir. Depois
do falecimento do meu amigo, outro golpe: fui demitida de meu serviço secular. Tentei
arranjar trabalho, porem, tudo o que consegui foi
revender roupas. Quando
fui na casa da irmã Jusssara para ver umas roupas para as filhas dela,
contou-me que tinha medo de ter amizade comigo, mas depois de me conhecer, sua
consciência pesou e me contou que quando era estudante, sua irmã, esposa de
ancião, a Cecí que casou com o irmão Araújo, dizia horrores
sobre mim, que eu não valia nada, mas sim, minhas irmãs... Puxa
vida!!! que péssima idéia fazem de mim, o que fizeram contra mim, foi
realmente um levante!!! Dei
as roupas que ela gostou como presente para as filhas dela, e me retirei. Orava
constantemente, e Jeová não aprovava o estudo estar na casa da Lourdes. Eu não
queria ser cúmplice de nada que macularia os utensílios de Jeová. Na
casa da Lourdes, de noite era estudo, de dia, ela servia de serviçal para a
suposta nora, lavando, cozinhando para o casal que trabalhavam fora, ela é uma
renomada advogada. O
filho dela, acabou se formando também advogado, hoje esta separado da
companheira. Bem,
que a Lola tinha me avisado, mas o modo terrível que os dois se conheceram, que
a Lola disse, acabei relatando para os anciões, que não acreditaram em mim, e
me deram o titulo de CALUNIADORA também.
Puxa vida! Mesmo doente com AVC, e eu cuidando dela, sua língua ferina não
descansava!!! E eu
tonta, acreditando piamente nela, pois fora
a instrutora de minha mãe, então a respeitávamos como mestra, instrutora,
genitora. Pode
uma testemunha apoiar uma relação não lavrada em cartório e em sua casa ser
uma congregação?!? Os
anciões da Vila Mathias não queriam
saber, e apoiavam. Deixei mesmo colegas de bairro escutarem músicas alta para
ver se o estudo mudava de local, fosse para um local limpo e puro, que não
houvesse nada que contristasse o espírito santo de Jeová. Isto
valeu a minha desassociação!!! Mas
eu já tinha perdido a paciência em falar com os superintendes de circuito como
o irmão Francisco Simão, esposo da pioneira Hulda. Já
tinha falado para o irmão Noel Pinheiro, do que a Lola fez, e
para investigarem seu envolvimento com espiritismo.
Mas, como a Lola mesmo me disse: o irmão Noel nada faria contra ela, por
dever muitos favores pessoais e congregacionais, como o esposo dela ter retirado
publicações da sociedade na alfândega .Ele era guarda portuário, o Haroldo
Sotello. Dando
a outra face Como
já escrevi, perdi a paciência,
pois a situação chegou até ao cúmulo de uma pioneira regular da congregação
Boqueirão de Santos – São Paulo – Rua Thomé de Souza 7,
de sobrenome SENA, mãe da irmã Rosângela e de outro seu
filho que não recordo o seu nome. Quando vieram em casa com a
irmã Regina Célia, residente no Guarujá, perto do Jardim
Primavera. Chamaram-me
pela janela, meu apartamento no térreo, fui alegremente abrir a porta e mal a
abrir, a Sena me esbofeteou, e disse: Viu?
Como fiz? Eu não te disse que teria coragem de fazê-lo?!? Fiquei
parada, sem nada entender, meu sangue esquentou, porem, elevei meus pensamentos
em oração à Jeová Deus!!! Pedi forças, e Ele me concedeu um autodomínio e
uma paz muito grande. Diante de
minha reação pacifica, a pioneira Sena aparentemente começou à passar
mal, me pediu um copo d'água, fui buscá-lo prontamente, enquanto as duas
conversavam baixinho, e após tomá-lo
deram uma desculpa qualquer e saíram . Minha
família toda estava no Japão, estava sozinha no Brasil, tiveram que ir
trabalhar fora, depois que perdi meu emprego secular. Estando sozinha,
fui abafar ou conter o choro num banho, depois me ajoelhei ao lado da
minha cama e orei fervorosamente. Jeová
me fez esquecer o incidente, e em soluços conseguir dormir um pouco, cansada de
tanto desânimo e tristeza. Rosa
Perseguida Peguei
todo o meu recurso e queria investir em algo que pudesse ter mais uma profissão,
pois com a doação de dez anos de nossas quatro pensões alimentícias, para a
obra do salão do reino, não me foi possível concluir o meu sonho de ser médica
e trabalhar com tratamentos alternativos sem sangue. Tentei
fazer algo que pudesse ajudar a Sociedade Torre de Vigia. Não me importo
de trabalhar sem nenhum ganho, pois faço isto não para mim, mas como presente
para Jeová e meus irmãos congregacionais. Foi
quando começou a ferrenha oposição por parte dos anciões locais!!! Me
negaram meu pedido de pioneira regular, pediram
para parar o curso do Ministério do Trabalho que estava fazendo. Não
quiseram dar informações das construções rápidas dos salões do reino,
mesmo sendo para mim cooperar em ajudá-los. O ancião Valdemar V Santos,
motorista aposentado da Cosipa de Cubatão, após o término do
campo, esperou-me de shorts sentado na mureta da padaria em frente do
apartamento da casa dele na Av Afonso Pena, (ele residia na Rua: Estácio
de Sá, 05 apto 3 Embaré – Santos / São Paulo CEP 11025-110 ,
agora fugido para o Rio de Janeiro, última informação há anos que
tive, ele reside no RJ, ao redor de um Jockey Club) perguntando por quê eu não
parava de fazer campo, que eu não poderia mais fazê-lo e que fizesse o favor
de não comparecer mais nos arranjos
Uma outra ocasião, quando vinha do serviço de campo com a pioneira Vera, que morava atrás do salão da Embaré, ele a despachou e me agrediu. Perguntando que eu estava fazendo no campo, pois ele sabia do meu relacionamento com os garotos do curso do Ministério do Trabalho, que não sabia não se eu estava tendo relações sexuais com todos os homens do curso.
Nova
comissão
Na comissão que a congregação Embaré fez contra mim, os anciões da apelação perguntaram se o pessoal da Embaré tinha feito algo contra mim, uma pergunta descabida, respondí que não. Então ele disse que eles e os anciões me aceitaram na Embaré sem objeção ou restrição a alguma. Achei muito estranha tal colocação. Pois o superintendente de circuito Luiz Quirino tinha dito que eu deveria ser muito humilde e nada discordar dos anciões.
Mas o que o irmão Odair Ramos Santos fez foi rir, riu maliciosamente na reunião, triunfantemente, é que ele foi contatado bem anteriormente pelo irmão agressor Sérgio Grimes e por isso houve uma reunião.
Perseguida
Na última assembléia do clube velho do Guarujá, ( antes de irmos para o Guaibê), um irmãozinho franzino, bem pequenininho, que me lembrou o filho da dona Luiza e Seu Lauro, meus antigos vizinhos, o Julho César. Uma criança encantadora e bem amável. Ele parecia o irmãozinho que iria se batizar naquele dia, entre algumas horas a mãe estava preocupada pois tinha vomitado e desmaiado. Foi muito fraquinho para os Socorros Urgentes, O encarregado do PS, o meu amigo G.S., me instruiu à pegar uma soda limonada Sprit para adicionar algumas gostas de Dramin. Assim o faria voltar ao normal por causa da glicose que continha no refrigerante. Fui ao bar, falei para a irmã, e ela entendeu e me deu uma Sprit e dei-lhes as fichas.
Ouvi passos atrás de mim, porem, não me virei para olhar, queria socorrer o irmãozinho rapidamente.
Porem, quando cheguei na porta do Pronto Socorro do congresso, um indicador veio muito nervoso e agitado falar comigo. Que não podia levar garrafas de refrigerante para dentro.
Expliquei o motivo, mas ele se desesperou ainda mais, e falou que o chefe dos indicadores tinha proibido. O nervosismo e angústia tomou conta do indicador, mas o que eu não sabia que o desespero era porque o chefe dos indicadores estava-o olhando.
O encarregado do PS, o irmão Gonçalves., interferiu e falou bem calmo com ele. Mas ele não tinha jeito, sempre movimentando as mãos, falando descompassadamente, e bem agitado.
Perguntei-lhe então quem era o encarregado, e onde estaria, que iríamos falar com ele, e certamente o chefe dos indicadores iria entender e não daria bronca nele.
Para minha surpresa ele apontou o chefe dos indicadores, que estava no lado esquerdo, encostado na parede após o setor dos Idosos que estava na frente do PS, e quando me viu, parou de rir e saiu literalmente numa disparada danada!!! Não era nenhum ancião , ou um chefe dos indicadores, era o Sérgio Grimes!!!
Fiquei nervosa, minha mãe estava cuidando da limpeza e repondo material no banheiro, me viu e acalmou-me, fiquei fora de mim. O irmão G.S (Sérgio Gonçalves), teve que dar a medicação para o jovem batizando, e ele conseguiu, se batizar sem nenhum mal súbito. No termino do congresso, o irmão Sergio Gonçalves., perguntou se eu tinha alguma observação ou algo para anotar no relatório.
Só que fiquei perplexa, nunca tinha visto uma folha de sulfite, tipo relatório. Perguntei do que, e ele disse do PS, e fechou a cara... Eu não sabia o que era, falei que não, me deu um branco danado naquela hora. Não reconheci o meu amigo e encarregado do PS.
Com tantos irmãos presentes, inclusive servo ministerial, ele me fez assinar como testemunha do relatório. Estranhei mas, assinei. Futuramente após minha desassociação, soube que o meu amigo tinha perdido o cargo de encarregado do pronto socorro, na assembléia seguinte, porque o irmão Sérgio Grimes foi contar outra história para o irmão Odair Ramos Santos que acreditou , e por isso, o irmão Sergio Gonçalves contou a verdade, interferiu em meu favor, e por isso foi destituído do posto de encarregado do Pronto Socorro.
Me proibiram de trabalhar em outros circuitos também. E este mesmo ancião me vem me fazer aquela pergunta, bem hipocritamente!!! São muitos h i p ó c r i t a s mesmo!!!!!!
Os anciões desde a Vila Mathias, poupam o Sérgio Grimes de pô-lo à minha frente para fazer uma acareação dos fatos, de todas as agressões dele, sempre contrariando as orientações da bíblica.
Adiantou eu mostrar benevolência para com o irmão Grimes, numa cilada que os anciões Getúlio Lemos e Felipe de Jesus Sampaio fizeram?
Escreveram a carta, 20.03.1997 para entregá-la a mim no dia da conferência pública, mas tinha faltado por ir assistir reunião em Vicente de Carvalho com discurso e slydes. Mas na reunião de serviço o irmão Getúlio Lemos, ficou ao lado do balcão de literaturas, e fez o irmão Grimes vir pedir desculpas para mim mas colocou o irmão Felipe atrás da porta para escutar a conversa. Mal eu sabia, que era armação, acabei de falar dizendo que antes verificaria a atitude dele comigo e com as irmãs, mas se voltassem as agressões, voltaria tudo o que ele fez e disse contra mim, inclusive as agressões que ele fez, olhei para dentro do salão e ali escutei o irmão Getúlio perguntar:
– E ai? - o Felipe respondendo que tudo tinha dado certo. O irmão Grimes estava bem orientado por eles, e tudo fizeram para esconder as agressões do irmão Grimes, e depois forjar uma comissão de repreensão contra mim, conforme esta carta confirma, e onde já digitei o ocorrido.
Então como é que podem perguntar na comissão, se na congregação me receberam de braços abertos, se eles mesmos anciões sabiam que não?!? Fui retirada e excluída do Socorros Urgentes definitivamente, e para isto o irmão Noel Pinheiro teve que falar com o irmão Cláudio do Guarujá, pai do Natan, para me aceitar no setor de Notícias onde ele e o Noel trabalhariam?!?
Com todas estas agressões, já tinha declarado que não queria ninguém da Vila Mathias em minha casa, como o Araújo e Felipe, Getúlio já estava em Sorocaba. A esposa dele, a irmã Dione Carmen de Lemos, tinha aberto um Salão de Beleza na região.
Minha mãe foi para o Japão, trabalhar, eu tinha estado com ela o tempo todo no aeroporto, na noite seguinte tive febre, pois é constante o meu quadro de pneumonia em tempo frios e úmidos.
De repente bate à porta, o superintendente de circuito Luiz Quirino, e com ele o irmão Felipe. Este último já falei que suas mãos estão banhadas de sangue, culpa de sangue, pelas maldades de forjar sempre um falso julgamento contra mim.
Ele fez tantas coisas erradas, sabe da morte do meu amigo, daquele publicador que morreu afogado, das coisas que sofri, da constante troca de presidentes da congregação Vila Mathias, e vem a fala meiga, fazer campo no meu prédio?!?
Eu não suporto ouvir aquela voz hipócrita, falando em meio tom no interfone com os condôminos, aliás, todos lá já sabem o que fizeram contra mim, mas se fazia de bonzinho, porque o Quirino estava do lado, entenderam?!?
Coloquei músicas para não ouvir a voz dele, lembrava toda maldade, ignorância e maus tratos nas três reuniões que fizeram contra mim. Depois disse que falaria com o Quirino, ele saiu cuspindo fogo, e com muita raiva do lado do Felipe!!! Grande ignorante!!!! Mal sabia ele, do que estes fizeram, entre aspas, pois o irmão Quirino quando falou comigo disse que sabia que ali morava uma irmã que foi embora.
O irmão Felipe me conhece desde pequena, ia em casa, sua mãe a minha querida amiga Edna ( irmã de sangue dele), freqüentavam minha casa, e não sabia, o número do apto??? Para quê tocar a campainha do meu apto?!?
Dezembro de 1992, fui a uma comissão judicativa. O irmão Valdemar Vitalino dos Santos, já tinha mencionado que o superintendente de circuito Luiz Quirino já tinha falado com os anciões da Vila Mathias, depois com ele, e para ele já tinha dado autorização para me desassociar.
Na comissão:
JOÃO PERINI - Rua Alexandre Martins, 83 telefone (013) 3231-0269, VALDEMAR VITALINO DOS SANTOS e ODAIR ROQUE , marceneiro conhecido na região. Soube que se eu não fosse na congregação Vila Mathias conversar com os anciões, eles iriam me desassociar como Apóstata, Caluniadora, difamadora,
Disseram que fui para a congregação Embaré sem autorização,porem, se perguntarem para o superintendente de circuito Euclides Justino, verão que o irmão Valdemar Vitalino dos Santos esta faltando com a verdade, pois o irmão Euclides Justino me deu tal autorização.
Grimes, jogando na minha cara parte do livro Ajuda. Tudo
que falo são mentiras!!! Deram três dias ou uma semana, caso não me
humilhasse iria ser desassociada, falei a comissão
se inteirarem do que estavam fazendo comigo.
Porem, pelo que tudo indica, o
irmão Galego contou mais mentiras. Inclusive, o irmão Galego
estava de encarregado do pronto socorro da assembléia em Cubatão,
me expulsou-me do departamento, onde a irmã que me substituía, solicitou isto
para o Galego. Mas, disse-lhes, não quero
trabalhar, quero apenas informação da irmã Juliana,
saiu no jornal que fizeram-na tomar transfusão de sangue. Não quero saber, não sei, e faça
o favor de se retirar agora daqui!!! “Bom, irmão Galego, pelo visto,
você me caluniou para esta jovem irmã, futuramente pedirei que quebre o
sigilo, e a identidade desta irmã. Será a Ana Lúcia, que trabalha no Hospital
Ana Costa de Santos?!? Hospital onde você tem convênio de saúde???
” Bem, resumindo, apelei, os irmãos
da comissão de apelação foram: Odair Ramos Santos – Rua Prefeito
Antenor Bué 422 apto 62 Bairro Aparecida – Santos /São Paulo
Tel (013) 3236-2797, Valdemar Moreira Penha – Av
Joaquim Montenegro 375 ap 33 Bairro da Ponta da Praia, Santos telefone
(013) 3238-3833 , e Waldemar
Táccola, aposentado, sócio da Arbes Distribuidora de
Bebidas, este último, está residindo numa cidade do interior com sua
esposa Terezinha de Lima Táccola. Após minha desassociação vieram
ele e o irmão Noel Pinheiro
pedir para eu assistir as reuniões, não que estivessem preocupados
comigo, mas para que eu me humilhasse perante as congregações, isto foi
provado pois fiz a renovação da assinatura
da Sentinela, mas nunca as recebi. Um ano após tive que ir ao Procon,
dar queixa com a microfilmagem do cheque, estava depositado na conta da Arbes
Distribuidora de Bebidas, eu jamais inseriria o nome da empresa, mas para
comprovar as veracidade dos fatos fui obrigada à inseri-lo!!!! Que o outro
sócio de quem respeito muito também me perdoe!!! Só tive as devoluções das
revistas pela sociedade em tempo recorde: uma semana, depois de acionar o
Procon, inúmeras tentativas
fracassadas pois o irmão Odaiar Ramos Santos, falou que se
eu quisesse as revistas fosse me rastejar na congregação para
solicitá-las. Por este motivo, resolvi procurar
um órgão do governo. Na comissão, o irmão Odair
Ramos perguntou por quê o irmão Valdemar Santos me acusou de
fornicação, e este me respondeu perante os outros cinco, descaradamente, que
fez tudo isto movido apenas por um único motivo;
'A M O R C R I S T Ã
O !!!” Pergunto: o amor cristão
congregacional induz a pessoa à caluniar outras?!? Que motivos embutidos havia nesta
resposta aplaudida por todos?!? (Depois os internautas saberão,
aguardem!!!) Me chamaram de caluniadora,
e também de apostata por acreditar na cura pela fé. Escrevi o que aconteceu com um
julgamento errado da congregação Vila Mathias, e suas conseqüências,
mas levaram isto como apostasia.... Inclusive apelei para o irmão Quirino,
ele autorizou uma outra comissão de retratação, onde há a gravação em
fitas cassetes, mas quando liguei para o irmão Odaiar Ramos, ele me
agrediu, me destratou, e me falou que era mimada, mentirosa e outros bichos... Que coitado do irmão Grimes,
amigo dele!!!! Na comissão de retratação, ouvi,
que se eu apenas escrevesse uma
carta de apelação, eu apelo, só isso, aí sim, Jeová escutaria e nomearia
uma comissão para cuidar do assunto. Mas, eu, não, escrevi uma carta na
comissão de apelação, contando tudo desde 1986. O Valdemar Penha,
ainda sarcasticamente diz ao longo das conversas que gravei, que eu acho que o
irmão Grimes gritou comigo. Pôde uma coisa destas?!? Mais do que
confirmado. No percurso, mandou que eu
escrevesse uma carta para Sociedade e Corpo Governante,
que o “Corpo Governante” iria se pronunciar.... Fui proibida de escrever novamente
para Betel, disseram que Betel não aceitaria as minhas cartas. Não
fazem caso realmente do que escrevo!!!