Queima de Arquivo

 

O irmão Galhego, e o pessoal  criticavam  por eu fazer parte do curso do Ministério do Trabalho, estaria ao lado de muitos homens .

Porem, a filha dele, a Luciana, que se formou em administração trabalhava na Codesp juntamente com o ancião Rogério Mendes, e muitos outros homens. Não entendo, Ela sendo uma fiel testemunha exemplar, como aceita ser cúmplice das negligências do pai?

 

Como pode uma pessoa formada em administração, não orientar seu pai, e ainda ser conivente com uma circular da Sociedade Torre de Vigia, que proíbe terminantemente ajuda de custo para quem se acidenta nos congressos e assembléias, para que não se mostre o formulário da ocorrência para o advogado da  vítima e não faça nenhuma promessa de ajuda para ela?

 

Procuram saber, se a pessoa tem algum seguro saúde e utilize o da própria pessoa isentando a sociedade de qualquer ação judicial?

Caso a comissão queira ajudar, a ajuda seria apenas para as testemunhas fiéis, ainda assim, deveriam analisar rigorosamente o caso de se ajudará em gêneros (talvez provisões alimentares somente?!?. Isto não é uma  fraude????

 

Houve em Cubatão a ação de um superintendente de circuito que chamou a atenção dos irmãos que  deixaram eu ler o comunicado oficial da sociedade, pois eu estava pleiteando uma credencial para auxiliar como inspetora do Ministério do Trabalho. Sendo assim, seria fácil notar o que estava ilícito, como sou uma pessoa que os irmãos estimavam, sabiam, que se eu falasse alguma coisa, me dariam crédito. Confiariam, pela minha perseverança desde pequena na organização.

 Assim, percebem , por quê de falaram de calúnia e injúria de modo que eu não pudesse me defender e resolvesse  desistir do curso que me formei, e sou atualmente credenciada!!!

 

Este comunicado foi enviado para os encarregados dos prontos socorros dos congressos e assembléias, superintendentes de circuitos, de congressos, etc....

 

Sendo assim, é fácil saber o porque da queima de arquivo que fizeram comigo, resultando na minha desassociação..

 

Mas, a ira deles foi tamanha quando resolvi juntamente com outro ancião fazer um curso orientando os indicadores dos primeiros socorros, ou como lidar quando houvesse conflitos nas congregações, tipo esposo buscar mulher nas reuniões irado.... etc...  Ou se destacar uma equipe de socorros e indicadores, para que se houvesse um mal súbito ou algum sinistro, preservar e imobilizar a coluna inclusive a cervical no transporte de acidentados ou manter sinais vitais até a chegada da ambulância.

 

Eu tinha me comprometido à trabalhar nesta área e tudo o que prometo, levo muito à sério, meu sim, é realmente sim. E não, não. Lembre-se da conversa que tive com o delegado da unidade móvel que esteve na local do congresso no Morumbí.

 

Mas a ira dos anciões e da própria sociedade foi imensa, e coitados dos irmãos que me auxiliaram ou me ajudaram!!!  E depois esqueci do detalhe que uma irmã não pode opinar em nada ou ensinar. Tudo foi motivo de ódio, contra a minha pessoa.

 

Mesmo sofrendo tantas injustiças, estava disposta à me calar, e nunca falar de tudo isto perante os irmãos ou publicamente. Sendo assim, resolvi assistir assiduamente as reuniões congregacionais na Praia Grande- São Paulo. Porem, o ancião presidente se negava à participar nas duas reuniões que os anciões José Wilson e Eliseu Angelo Guaitolini fizeram para mim.

 

Quando escreví para o Ministério Público, o irmão Noel Pinheiro veio juntamente com o irmão Taccola pedir para eu, escrever uma carta de readmissão. Eles a assinaram na minha frente. Mas demoraram meses para darem o resultado, falavam a minha mãe que foi entregue ao irmão Toninho, mas não especificavam se era o Toninho Vieira ou o Vaz (Antonio Jose de Abreu Vaz)....

 

Falei da carta para o irmão José Wilson, mas quando este interpelou o irmão Noel Pinheiro, me disse que ele não afirmou nem confirmou absolutamente nada. Mesmo assim, o presidente da congregação da Praia Grande, o irmão José Carlos Nascimento, residente na Av Mal Hermes 267 Praia Gde Tel. (013) 491-3387 se esquivava de tudo. Congregação Recanto do Forte, Unidade 56226- Praia Grande / São Paulo.

Já o irmão Elizeu me escutava com muita atenção e empatia,  tentou muito me ajudar, mas como o irmão Jose Wilson começou à se esquivar e com a autoridade do irmão Jose Carlos contra mim, e à favor dos anciões do EmbaréRua da Liberdade 309- Embaré – Santos /SP, o irmão Elizeu nada pode fazer.

 

Interessante que na época, eu estava com uma equipe de atendimentos de emergência, na parte de Meio Ambiente. Mas foi me dado por uma pessoa desconhecida um relatório sobre o “BD” se não me falha a memória, e com isto, resolvi escrever uma carta para o superintendente de circuito Lins Robson. Ele perguntou se o carvão ativado retirava mesmo ou neutralizava os contaminantes químicos para um outro ancião que tínhamos a mesma profissão.

Este irmão afirmou e a carta foi enviada urgentemente para a Colih de Betel.

 

Mas, passaram-se muito tempo, para que entrassem em contato comigo. Se fosse os anciões da Praia Grande eu estaria disposta à cooperar  e muito.

Só depois no exterior soube da procura e investigação do equipamento, pois assim, como o equipamento recuperador de sangue, este poderia potencialmente ajudar em muito as pessoas que apresentassem nexo causal para uma doença ocupacional, podendo assim, formar uma aliança com cientistas para verificarem a real aceitação do equipamento, na descontaminação sangüínea.

 

Aproveito o momento para pedir perdão e desculpas por não poder fazer parte desta equipe que se estava formando no fórum de saúde em Santos, uma equipe tripartisse que dividiria as verbas para a melhoria nos atendimentos hospitalares.

 

  Há fiscais ou delegados nesta área, tive o prazer de conhecer um que reside em Cubatão. Mas, no evento, fiquei muito triste, pois precisavam de uma tradutora para surdos-mudos que conhecendo a linguagem dos sinais, mostrassem ao médico a vontade do paciente. Como eu queria fazer isto!!! Ajudar as pessoas, as cristãs e as não cristãs!!! Para mim, não há diferença se a pessoa é uma testemunha de Jeová ou não!!! O amor que sinto ao meu próximo é independente de credo, crença ou religião, raça, condição financeira ou status social!!!

 

Mas a usurpadora  Silvana Luisa dos Santos, residente atualmente na Rua  Prof Hermínia I.S. Laqua 371 Conjunto Residencial Humaitá, São Vicente /SP Cep 11349-250 Tel. (013) 460-1457 que por mentiras e calúnias, ganhou o prestígio do ancião Getúlio Lemos, e me proibiu de fazer parte dos irmãos que aprenderiam a linguagem dos surdos-mudos, que seria uma das provisões de Jeová, para auxiliar seus servos, e com isto eu estaria fazendo parte da equipe que estavam formando o Fórum de Saúde de Santos, e tudo eu faria para as pessoas, irmãs ou não de minha fé, para o bom atendimento hospitalar e socorros médicos.

 

E com a maior honestidade, não tendo nenhum lucro financeiro, mas apenas um sorriso de gratidão por parte das pessoas que seriam favorecidas. Só isto me basta. Quem sabe, este equipamento seria levado à sério e poderia salvar inúmeras vidas de pessoas e crianças contaminadas como no caso das 76 crianças contaminada por chumbo na cidade de Baurú, o caso do menino David Marcel de Castro Pereira de 10  anos quando em 1999 suas amostras de sangue foram enviadas para Asheville e Chicago (EUA) para grandes centros de toxicologia, onde há indícios de contaminação por chumbo, urânio, alumínio e cádmio. (reportagem do jornalista Jair Aceituno).

O market está com a Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, por inúmeras vezes, pedi que me enviassem uma cópia da carta que enviei e do market, mas em vão!!!

 

Falaram que um representante da Colih viria falar comigo. Mas, demorou muito tempo.

Lembro-me apenas que uma irmã que ajudei muito estava deprimida, pois era desfavorecida em comparação com as pioneiras da congregação Boqueirão.

 

Ela é casada ,não tem filhos e é  filha única, quando sua mãe sofreu uma fratura de fêmur, precisou de cuidados médicos e da filha.

Sendo assim, por não ter filhos, mas com suas preocupações do dia à dia, bem como dar o pleno atendimento à sua mãe.

Porem o irmão Celso não quis saber, foi rude e irascível quando veio visitar -me com o ancião Antonio Vieira Filho,  nem explicou o motivo sua visita. Pedi para visitar a irmã em questão, dei-lhe o endereço e ele fez pouco caso: -Ah! É ela? Eu vou se eu  q u i z  e r !!!

Mas quando estes chegaram à minha residência, fiquei feliz, e perguntei que bons ventos os traziam à mim?

 

A resposta do irmão Antônio foi rude, erguendo em tom desafiador seu queixo e com os lábios contorcidos, perguntou sarcasticamente: - Como?!? Como não sabe o que viemos fazer aqui?!?

Tamanha agressividade, me desnorteou. Me deu um branco. Aí falei que estava assistindo as reuniões na Praia Grande no Recanto do Forte, para não se preocuparem. Saíram sem me darem explicações ou alguma ajuda.

 

Depois veio o irmão Rogério Mendes, trabalha na Codesp de Santos no escritório. Ele era o encarregado de serviço, e telefonava para minha mãe chamando-a para o campo, ou para fazer o relatório de campo. Nunca se dirigiu à mim pelo meu nome, quando eu atendia, já ia falando para chamar a irmã...

 

Um dia minha mãe, disse que foi questionada pelo irmão Rogério, pois ele tinha recebido uma carta de Betel pedindo para entrar em contato comigo. E incumbiu minha mãe de transmitir o recado. Fiquei intrigada, pois ele diretamente telefonava  para minha mãe, mas me evitava  no telefone.

 

Foram diversas semanas, no começo ou no fim das reuniões, após o serviço de campo, querer saber de minha mãe, a minha resposta, Fiquei chateada,  disse o que ele pensava:

- Desculpe irmã, eu não queria falar com sua filha, mas é ordem da sociedade.

 Só por causa disto que resolvi falar com a irmã!!! Marque um encontro comigo e sua filha em sua casa.

   

Quer dizer, o cara liga para minha casa, pede para eu chamar a minha mãe ao telefone, só para dar uma dura nela, para ver se ela falou que ele quer falar comigo, só porque Betel mandou?!? Tenha paciência!

 

 Orei muito para Jeová. A instrução que tive foi uma pergunta do por que ele se esquivar de uma ordem dada, e utilizar um porta-voz, e se ausentar de qualquer responsabilidade.

 

Tive também a orientação, de como ele não queria adiantar a pauta de nossa conversa, que eu não me recusaria à recebê-lo, mas antes fiz uma pergunta: não seria os anciões da congregação que estava assistindo que deveriam falarem comigo, seja lá o que fosse???

Pois não tive nenhuma identificação de quem traria a resposta da minha carta que assinaram do meu pedido de readmissão.

 

Se o irmão Rogério adiantasse o motivo, aí sim, já sabendo o assunto, da Colig ou da readmissão, eu o atenderia amplamente com a maior atenção. Mas o que ele fez, foi fazer um relatório malicioso e mentiroso para Betel, onde ainda vou requerer a cópia deste documento.

 

E quando escrevi uma  carta a ele,  foi chamar a atenção de minha mãe, aliás tudo, vem contra ela, ela é chamada a atenção por eles, anciões da Vila Mathias.

Em meu ponto de vista, ao ser desassociada, minha mãe estava no exterior. Ela não foi consultada se poderiam ou não me desassociar, e quando voltou foi destratada pelo ancião Valdemar  Santos.

 

Então pergunto: por quê jogar uma responsabilidade nas costas dela?!?

Por quê ? Me acham indigna que algum deles venham me interpelar sobre alguma coisa?!?

O irmão Rogério voltou para a antiga congregação dele, porem, ainda tem um problema não solucionado, aliás pelo proceder dele apenas complicou, comprometeu a posição deles como ancião e ministro.

 

Sem Respostas

 

Não tive resposta, da carta que enviei a Colih e muito menos de minha carta de readmissão!!!

Agora venhamos e analisaremos o que poderia ter acontecido: Fui desassociada na congregação Embaré, certo? Assisti as reuniões assiduamente na congregação Recanto do Forte em Praia Grande. Fui agredida quando era membro da congregação Vila Mathias de Santos. Por que talvez viriam irmãos anciões da congregação Boqueirão de Santos, me visitarem??? Tem lógica isto????

 

Saibam que, a Vila Mathias é bairro adjunto ao Boqueirão, do lado da congreação Boqueirao, está a congregação Embaré. O cartão de publicadora lacrado está na Embaré. Quem deveria falar comigo, seriam os anciões Jose Wilson e Elizeu Angelo Guaitolini, mas o presidente desta congregação Jose Carlos do Nascimento, se negou terminantemente ao seus deveres como ancião.

 

Não é uma boa pergunta e indício que há algo aí, tramando para me afastarem da organização?!?

Um ancião ou servo ministerial, já notaria de longe, a negligência,  e a má fé por parte dos anciões maduros e veteranos!!!

 

Dezembro de 1997. Neste ano assisti regularmente as reuniões no Recanto do Forte, mas em fevereiro de 1998,  minha irmã estava desenganada, que ela e o bebê faleceriam. Vim correndo para o exterior, cuidar da anemia profunda que ela tinha. Na hora do parto, não tinha forças, fez casaria, e ficou 24 horas no bird, monitor cardíaco, desacordada. Tudo para evitar que a lei sagrada do sangue fosse transgredida. Foi uma operação difícil, com mais ou menos 30 pontos. houve seqüela e aderência.

Com 30 dias de alta, a levei na congregação de Língua Portuguesa. Lá, um irmão que sabia do caso, brigou e proibiu do jovem indicador dar uma cadeira para minha irmã que estava inchada, operada, parturiente, se sentar. Ela ficou profundamente magoada, e quando me disse, fiquei brava e queria ir tomar satisfações, pois eu é quem sou a desassociada e não ela. Eu a estava levando para que ela se reabilitasse espiritualmente. Teve uma crise pós parto de depressão. Jurou nunca mais pisar na congregação.

 

Falei com o ancião presidente da congregação, e ele me disse que é assim mesmo, que desassociados devem ser tratados desta maneira, e que a atitude deste irmão estava absolutamente correta.

 

Este ancião se chama Takeda Kanda, residente em Aichi Ken, Toyota Shi, 65 Nakasotone apt 4- 204 Wakabayashi-higashimachi, Code Postal 473-0915.

 

Bom, este foi a atitude deste irmão, mesmo sabendo que minha irmã parturiente não é desassociada.

Isto sem contar o que fizeram conosco quando fomos no Memorial...

 

Mesmo assim, assisti as reuniões por um ano, e quando já se tornava visível a nossa presença nas reuniões e nada deles tomarem iniciativa, nem de escreverem para a congregação que pertenci no Brasil, o Sr. Kotaru Tuji, super conhecido por ter uma agencia de assessoria no Japão, a Bel-Japan; parou uma parente minha no parque do Matsusakaya,  disse para mim não ir mais assistir as reuniões, pois o local mudaria. 

A minha parente pediu novo endereço, pois já naquela semana estariam reunidos em um novo local,  Porem, ele disse que não sabia ,  o endereço. Apenas que o local ficava próximo à uma grande e movimentada ponte, a ponte nova da Toyota, e a congregação ficava nas proximidades.

Este Kotaru é ancião e seu intuito é me manter fora e longe da congregação.

Só depois de três anos veio o irmão Paulo aqui em casa, solicitei que o ocorrido fosse levado ao conhecimento do superintendente de circuito, mas ele desapareceu e como sempre, me proíbem de receber as revistas quando solicito- as mensalmente.

Estou cansada de sofrer,

Perdão minha mãe, minhas irmãs e irmãos espirituais e carnais, mas não posso mais me calar.

Perdão meu Pai Celestial!!!

Há muitas maldades que  está acontecendo com  os servos do SENHOR!!!

Perdoe-me meu rei e pastor Jesus!!!

 

Rosa Entristecida e Ferida

 

Amo- te meu Deus de todo o meu coração !!!  Mas o meu coração está se fechando para os meus irmãos espirituais, estou perdendo a confiança neles, mas não na organização. 

Nunca mais serei a mesma pessoa feliz de antes, pois a maldade que me impuseram foi tamanha. Provavelmente, o nosso grande recurso de um sangue não natural, para nossa ajuda e socorro, foi de uma forma ou outra negada por causa da atitude dos anciões e do superintendente de circuito Luiz Quirno.

 

Sérgio Grimes foi a arma utilizada pelo seu arquiinimigo.

A inveja e ciúmes da Silvana foi o ponto ponderante para que esta fosse usada pelo maior espírito iníquo.

Ciúmes também da Lola. Pena descabida pelo que  sentiu o Jose'Laudemir da Silva, pelo  que o Sergio Grimes sofreria  na disciplina, o  José Laudemir da Silva ocultou a verdade e deu falso testemunho para o Getúlio.

Getúlio, ancião recém nomeado, sem conhecer direito o rebanho já foi julgando e fazendo ruínas congregacionais.... outras pessoas nem se falam...

 

Pergunto-me se algum dia poderei perdoá-los... acho que não.  A disciplina cabe à Jeová, e lutarei para que a verdade venha à tona.

Não serei eu quem solicitarei o refrigério da parte de Jáh, quando chegar o momento da disciplina dada para vocês, pessoas envolvidas.

 

Não é maldade, mas meu coração está fortemente ferido.

Farei outros votos para o meu Deus Jeová. Isto me mantém viva, leal e destemida. Mas que poderá ajudar outras pessoas e irmãos. Se alguns dos que me caluniarem forem beneficiados com uma ajuda e auxílio em tempo de perseguição ou aflição que estou tentando fazer, podem usufruí-la normalmente, não os proibirei.

 

Cederei ajuda de pleno coração. Mas um aviso: no tocante ao que me fizeram, me caluniarem, me julgaram, se algum de vocês, cair numa esfera jurídica, não contem com minha solidariedade e meu perdão.

Sei que perdoar é divino... por eu não ser o Criador,  ou alguma pessoa do domínio espiritual, que não é nossa natureza, não esperem o meu perdão.

 

Peço perdão por isto, mas é o que penso e sinto.

 

                                                          Entristecida,

 

                                                           Rosa Azul

             

 

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