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Raide figurou como testemunha em dois processos
judiciais envolvendo Tyrteu. No primeiro, em 1934, o testemunho foi favorável
a Tyrteu: era o caso da polêmica nota promissória não
resgatada por Tyrteu.
No segundo, em 1946, Raide foi a principal testemunha
de acusação no processo que levou Tyrteu a ser preso, por
vários meses, na cadeia pública assisense.