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Prelúdio
A cidade nos exibe suas suntuosas torres de concreto, ladeadas por estátuas gigantescas, tonalizadas por um cinza típico e deformadas pela névoa que se forma quase que constantemente... Mais detalhadamente pode-se perceber figuras grotescas observando aquilo que acontece em suas sombras projetadas nas calçadas, e que um visitante incauto poderia facilmente confundi-las com monstros ou demônios, mas são apenas gárgulas de todos os tipos presentes em muitos parapeitos. Mas a cidade também tem vida, que esconde nessa fachada quase que imóvel de concreto e pulsa numa grande rede de intrigas, acordos, manipulações, armadilhas, fenômenos, crimes, lutas e... esperança. Começaremos a voltar nosso olhar mais especificamente para algumas dessas vidas, observando suas atitudes, julgando, contando, manipulando, ajudando, atrapalhando... e o que mais nos der vontade. Vamos deixar sua vida transcorrer normalmente, para ver até onde chegam enfrentando essa pulsação sombria da cidade. Essas vidas têm nome, ocupação, desejos, medos, sonhos... que se misturam uns aos outros e revelam que pessoas aparentemente diferentes, podem trabalhar juntas mesmo tendo desavenças. Vamos conhecer a vida de Menphs MacFun (um ladrão de carros e atuante em gangues de rua), Morpheus (um traficante de armas que esconde uma psicopatia), John Doe (um detetive do sobrenatural com um passado obscuro em Londres), Scott Moder (um agente do FBI especializado em casos sobrenaturais)e Jhon Ígneo (um jornalista atuante na escola de magia do fogo). Personagens irão desaparecer ou morrer durante a trama? Novas vidas irão se juntas á estas pessoas e irão fazer parte de seus destinos? Quem manterá a esperança diante de revelações incríveis? Quem manterá a sanidade ao se deparar com verdades reveladoras? Não sabemos e nem podemos prever, mas podemos observar, entender, avaliar, julgar... até podemos interferir se quisermos, mas será necessário? Somos os “Poderes que Valem” |
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