Tá na hora de comer!

Cão tem paladar! Um gosto próprio. As rações devem ser ricas em energia (gordura,car - boidratos) e nutrientes (vitaminas, minerais, aminoácidos). O segredo das rações está no palatabilizante (nossa que nome difícil..) ou melhor o cheiro, o gosto, que as industrias usam para fabricá-las. Os cães adoram muito coisas que tenham gordura,é ai que um agente palatabilizante é fantástico, porque deixa na ração o gosto e aroma de gordura.

Existem três classificações para as rações: seca, semi-úmida e úmida. A úmida contém cerca de 60% de água e é incompleta em termos de balanceamento. Mas a vantagem é que pode ser usada em tratamentos médico veterinário, quando o seu cachorro está doente, perde apetite e digere melhor esse tipo de ração. A Semi-úmida, com cerca de 20 à 30% de água, também é uma opção, apesar das grandes formulações, que às vezes alteram o palatabilizante. Já a ração seca é a ideal  para o animal, porque é mais palatável, ou seja, mantém mais aroma. Em todas, no entanto, é preciso saber usá-las. Se o animal tem um problema renal, por exemplo, ele tem que comer ração úmida. Um cão com problemas de alergia, deve comer uma ração especial, que não contenha elementos que sejam alérgicos à ele.

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Embalagem

No Brasil, ainda se consome pouca ração. 20% dos cães brasileiros. E ainda existe o hábito de misturar a ração com arroz e carne.Mesmo assim o Brasil é o terceiro mercado do mundo em consumo. Mas a forma como se compra ou escolhe ração ainda não é a correta. O consumidor brasileiro ainda é muito mal informado. Não há o costume de se ler nas embalagens das rações "constituição", os ingredientes. E muitas vezes o dono dá uma dose superior à recomendada. Quantidade não é qualidade. A quantidade à mais pode significar excesso de energia não gasta e excesso de peso.
Hoje no Brasil, temos muita variedade de marcas, desde melhor qualidade, como piores, e ainda não temos uma fiscalização mais rigorosa para controlar a venda das rações. Mas o ideal é seguir um programa nutricional com rações desde o nascimento do seu cão, até os últimos dias de vida dele. Até o primeiro ano e meio, existe o crescimento ósseo que é natural, ou seja, por mais que você dê cálcio, fósforo e vitamina D, ele não crescerá mais que o normal. Se você engordar seu cachorro nos primeiros meses de vida, ele ficará acima do peso e sua estrutura óssea não aguentará e entortará. Quando ele é novinho não precisa de massa muscular. Proteína não é muito importante nesse período. O mesmo tipo de preocupação deve ser tomado na velhice.
Quando o cãozinho é cardíaco também e por exemplo consome muito sal, se complica. Tem que balancear sua alimentação com ração úmida, para não ter problemas na digestão. Se você insiste em dar comida comum, com condimentos apimentados, pode estar estimulando gastrite. E preciso entender e respeitar a fisiologia do cão e não querer transformá-lo em gente. No Brasil, você já pode encontrar opções de rações para animais com problemas de saúde. Para cães cardiacos, por exemplo a ração tem que conter baixa concentração de sal. Visite sempre um bom veterinário e tire suas dúvidas com ele sobre a melhor ração para seu cão.

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