História -- Tavira sempre foi uma terra muito dedicada à música. Nas múltiplas procissões que se faziam anualmente e pela existência de inúmeros conventos os Coros, os Órgãos e o toque de instrumentos musicais era uso corrente e muito apreciado pelos tavirenses.
A Banda do Regimento de Infantaria de Tavira foi criado em 1803.
Em 1839 foi fundada a Sociedade Filarmónica Tavirense que pertencia à Ordem Terceira do Carmo e era constituída pelos Irmãos da Ordem.
Em 1859 cria-se a Filarmónica dos Artistas Tavirenses.
Em 1 de Janeiro de 1896 os irmãos João e Francisco Leiria criam a Filarmónica 1º de Janeiro que o povo de Tavira baptizou como "Os Limpinhos".
Em 1860 é fundada a "Filarmónica 29 de Setembro" popularmente conhecida pelos "Namarrais".
Ao mesmo tempo A Banda do Regimento Militar continuava a dar concertos no Jardim Público, que fora inaugurado em 1890.
Em 1911 A Banda do Regimento Militar de Tavira é transferida para Faro, sob os protestos da população tavirense.
As outras bandas com esta saída lutam com várias dificuldades e a única banda sobrevivente, a de "Os Limpinhos" acaba em 1919.
Em 1925 e por vontade e apoio do Poeta Isidoro Pires é criada a Banda Musical dos Bombeiros Municipais. Em Dezembro deste mesmo ano passa a chamar-se Banda Municipal de Tavira.
Lisboa, Travessa
Acta --
Nome anterior -- Rua das Saboeiras
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Livramento, Travessa
Acta --
Nome anterior --
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Luís de Camões, Rua
1524 - 1580
Príncipe dos Poetas Portugueses
Acta --
Nome anterior -- Caminho da Quinta da Saúde, caminho de Santa Luzia
Localização -- Sai do Largo de Santo Amaro em direcção à Rua Dr. Fausto Cansado (Estrada de Santa Luzia)
Biografia -- Luís Vaz de Camões, Poeta Épico, autor dos Lusíadas e de numerosos e dos mais belos sonetos de língua portuguesa. Aventureiro e guerreiro, Correu mundo desde Europa, Norte de África à Índia e à China. Em 1572 publica-se a primeira edição dos Lusíadas.
A 10 de Junho de 1580 morre na maior miséria aquele que foi o príncipe dos poetas portugueses e um dos maiores poetas épicos da humanidade. Foi dos homens mais cultos do seu tempo, profundo conhecedor de História, Geografia, humanidades e da sociedade do seu tempo com os seus vícios e virtudes.
Além dos Lusíadas deixou-nos 3 autos (El-Rei Seleuco, a Anfitrião e Filodemo) além de um grande número de elegias, sátiras, poesias bucólicas e sonetos.
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