CONTOS
Se vc tem um conto, uma experiência ou alguma coisa pra contar sobre suas experiências com BDSM, SM e etc... Clique aqui pra mandar !
Caso em algum conto estiver aqui irregularmente por favor, contact-me !
Qualquer semelhança em algum dos casos aqui, ser mera e pura coincidência.
e tbm em nenhum destes contos foi feito correção de português e concordância....
ESCRAVO
MEU
A
Sedução
Meu
escravo e eu nos conhecemos por ocasião de um Workshopp no Rio de Janeiro.
Fomos no mesmo avião, que apanhamos em Guarulhos, São Paulo. A atração recíproca
começou na sala de embarque. Nossos lugares na aeronave eram próximos, embora
não no mesmo banco, e já fomos trocando frases triviais, por exemplo quando
ele levantou minha pasta até o bagageiro, e outras situações que costumam
ocorrer. Já li em algum lugar que a vibração dos vôos excita as pessoas.
Verdade...
Durante
os trabalhos, estávamos em blocos diferentes, mas ficou bem claro para nós
dois, no primeiro dia, quando nos reuníamos todos nos coffe-breaks e refeições,
que acabaríamos tendo um caso.
Nesse
primeiro dia apenas uns poucos resolveram colocar roupa de banho para ir à
piscina do hotel, mas a maioria ficou bebericando e papeando com a roupa com que
havia trabalhado. Eu fui uma delas, e ele também.
Eu já
havia observado as atitudes dele, percebendo que havia mais que um gentil
cavalheirismo na forma de atender uma senhora, acendendo o cigarro, tirando a
bebida da bandeja e entregando-a para mim, e outros detalhes. Eu, que sou
"do ramo", vi logo que ali estava um Escravo, com muitas
possibilidades... Adotei então umas atitudes de Senhora, por exemplo colocando
o cigarro na boca sem sequer olhar para ele, como se fosse certa sua obrigação
de acender. Uma vez outro rapaz chegou primeiro o isqueiro, ele ficou com o dele
na mão e eu disse, usando o que chamo de "voz de comando" :
–
Muito lento!
Ele
respondeu – Perdão – e eu, em tom de brincadeira, respondi:
–
Perdão não senhor, vai levar 10 chibatadas !
Pronto!
Estava estabelecida a relação. Os outros riram e continuamos a conversa, mas
para nós dois começou uma nova e deliciosa etapa.
Eu
havia decidido não ficar com ele logo nessa primeira noite, por dois motivos:
Primeiro, porque estava de fato cansadíssima, fora um dia longo e, não sendo tão
jovem, eu queria enfrentá-lo na minha melhor forma, tanto física como
emocional e psicológica. Não queria estar fragilizada; Segundo, por estratégia.
Além de ser salutar "regular" um pouco, eu teria a seqüência desse
dia e o dia seguinte todo para deixá-lo em brasas e fixar mais e mais a relação
Senhora-Escravo.
Do
contrário, a coisa toda que fatalmente iria acontecer entre nós poderia vir a
ser uma apenas uma "trepada-de-congresso".
Que
delícia, essa fase da conquista!
Quando
alguns resolveram ir vestir os maiôs, ele me convidou para fazermos o mesmo, eu
disse que não, ele insistiu, dizendo que se eu não fosse ele também não
iria. Daí pintou aquela voz, e eu disse: Vai mesmo, veste tua sunga...Quero
ver... Ele deu um pequeno sorriso, abaixou a cabeça como um escravo obediente e
foi...
Veio
de roupão do hotel, tirou a peça como que se despindo para mim, eu o medi de
alto a baixo, havia um começo de ereção, ele mergulhou.
Voltou
à mesa molhado, quis apanhar o roupão, eu não permiti, e disse: A água deve
estar fria, você merece um prêmio... Ele entendeu a mensagem em código,
respirou fundo como um suspiro...
Num
determinado momento, quando estávamos todos já ligeiramente "altos"
e os outros distraídos, eu fingi que perdi a sandália sob a mesa , ele se
abaixou para procurá-la e pegou meu pé...fez gesto de beijá-lo, eu sinalizei
que sim, dei-lhe um pequeno golpe com o pé no rosto e ele beijou. Rapidamente
sentou-se na cadeira, indicou o grande volume que sua ereção produziu na sunga
e disse: Agora eu preciso MESMO do roupão...
Ao
jantar, muitos resolveram dar uma esticada na noite, ele inclusive, mas eu não.
Lembrem-se que eu ia "regular"... Ele insistiu, chegamos a bater boca
discretamente, e eu disse, em código e no meu tom de comando: Vão vocês,
divirtam-se! É uma ordem! Hoje estou morta, a minha diversão neste evento começa
AMANHÃ !
Ele
ainda teimou, e a partir daí eu o ignorei completamente. Ficou dividido entre a
frustração e o desejo, procurou contato comigo e eu evitei.
Tranquei-me
no apartamento, liguei para minha família toda, certificando-me de que tudo
estava bem, e daí não atendi mais ao telefone, que por sinal tocou umas 3
vezes...
A tesão
era tanta que quase me arrependi da decisão de deixar tudo para o dia seguinte.
Comecei
a imaginar nosso primeiro encontro, fui ficando tão e tão louca que
simplesmente toquei levemente a pontinha do clitóris com o dedo umedecido e
tive um prolongado orgasmo.
Dormi
como um anjo.
Há
certas coincidências nas quais vislumbro mais que isso, parece que o Destino se
diverte com as pessoas, às vezes ajudando, outras atrapalhando.
Imaginem
que, na manhã seguinte, eu estava sozinha no elevador, cuja porta já ia
fechando, escutei um grito DESCE, segurei a porta e quem entra correndo? Ele
mesmo! Primeiro assustou-se em me ver, depois fez cara de dúvida, melindrado ou
inseguro sobre minha recusa da véspera. Eu abri meu melhor sorriso, disse –
Bom dia, que bom te ver – e levantei o rosto para um beijinho. Quando ele se
curvou (é muito alto) segurei sua cabeça e beijei-o nos lábios, um beijinho
leve, tipo "selinho". Ele deu um gemido rouco, parecia um urro
contido, me agarrou e beijou sôfrego, enquanto apertava a Emergência, parando
esse elevador. Ficou me beijando, enfiou a cabeça no meu pescoço, e no decote
da blusa, beijava, lambia, e gemia... por favor, por favor, por favor. Eu o
afastei com gentileza mas firmemente, segurei sua cabeça, olhei nos olhos e
disse:
HOJE,
se você souber se comportar direitinho.
Compus
a roupa e o cabelo, apenas olhei para o painel do elevador, ele disse: Tudo o
que você mandar! E soltou o elevador.
Coloquei-me
um pouco à sua frente para esperar abrir a porta, e no último segundo levei a
mão até ele e passei-a levemente sobre seu pênis.
A
porta se abriu e saí, sem olhar para trás.
O
nosso primeiro encontro, como eu fui conquistando e derrubando suas resistências,
como se tornou meu Escravo Perfeito , está sendo contado no relato que se chama
Dominação de verdade.Vi muitas estórias de dominação, algumas realmente sensacionais, mas muitas delas não são viáveis e/ou difíceis de se realizar. Esse acontecimento que realmente ocorreu, pode não ser aquilo tudo que imaginamos ou idealizamos, mas é a realidade, foi assim que aconteceu: Uma ocasião, há alguns anos, surgiu a oportunidade de dominar uma garota que me foi apresentada por uma Dominadora profissional amiga minha, só com um detalhe: eu teria que reparti-la com outro homem. Esse rapaz, que hoje é meu amigo, tivemos que acordar exatamente o que faríamos com ela. A moça, que veio de Minas Gerais, tinha uns 20 anos, era de família boa. Não era lindíssima mas extremamente apresentável, educada e inteligente. Veio estudar no Rio durante um período e respondeu ao anúncio da nossa amiga que pedia uma escrava para participar de sessões de SM com seus clientes. Após ser por ela dominada, pediu que arranjasse dois homens para dominá-la. Ela não era garota de programa nem coisa parecida, apenas tinha a fantasia de ser dominada e torturada enquanto era vigorosamente possuída por um homem. A minha amiga, que sempre arranjou escravas para mim, ligou e marcou o horário em seu estúdio em Copacabana. Lá chegando, encontrei o outro cara já conversando com a moça. Não sou muito de papo e só observei. Uma vez estabelecido alguns acordos, em determinado ponto da conversa, disse-lhe então que a partir daquele momento ela não teria mais direito algum, de falar nada, de nada reclamar e que teria que fazer o que mandássemos. Ela relutou, provavelmente pela forma ríspida com que falei, mas não a deixei pensar muito, agarrei-a pelos cabelos e a pus no chão, de forma um pouco estabanada. Fiz com que tirasse o roupão e ficasse de quatro. Iniciei um afago em seu bonito corpo: seios, bunda, pescoço, costas; quando tirei meu cinto e arremeti-lhe em sua bunda. Ela só se arqueou, nada falou e pouco gemeu. Dava-lhe uma boa surra enquanto o outro sujeito a acariciava, a beijava e aplicava outros carinhos em suas partes mais íntimas. Ela estava excitadíssima e eu preocupado que ela gozasse e perdesse a resistência ao castigo. Depois nós a amarramos em uma mesinha própria para isso, que por seu tamanho é a conta certa para mim quando fico de pé para penetrar por trás, e disse-lhe que iria ficar ali durante a noite toda, amarrada com sua vagina e seu bumbum expostos aos nossos castigos e vontades. O sujeito, que gosta de pingar velas nas costas e na bunda, começou a pingar gotas de vela e a menina se contorcia, gemia mas agüentava bem. Pensei: que diversão tola perante da minha que gosto de tirar a cera com o chicote. Ele gastou uma vela inteira, pingando bem devagarinho, nas costas bumbum e no ânus dela.. Nós a amarramos de barriga para cima na mesinha e após umas chicotadinhas "nelazinha" e em seus seios tive a idéia de pingar em sua vagina. Ela retrucou, mas não teve jeito: o cara se empolgou e pingou algumas gotas diretamente em sua vagina e clitóris. Ela, alucinada, gritou e chorou muito a ponto de termos que tampar sua boca com a s mãos, pois havia sido acordado que ela não queria ser amordaçada. Eu imaginava os vizinhos!. Então resolvi dar-lhe um alívio e passamos a "brincar" com um vibrador enquanto ele pingava a vela em seus mamilos. Ela gemia, se debatia, lutava e urrava e gozava muito. Seus pêlos em constante arrepio e a vermelhidão em seu rosto transpareciam que ela estava gostando muito daquilo. Após breve pausa, a colocamos novamente amarrada de quatro na mesa e a possuímos por trás, enquanto levava palmadas, puxões no cabelo e etc.. Eu demoro muito a gozar, então o que ocorre normalmente é que minha parceira goza algumas vezes antes de mim, aliás coisa que me frustra é ter uma parceira que goza e não querer mais continuar Com essa não teve jeito, ela se contorcia, gemia, insinuava que iria pedir para parar, mas eu e nem o meu amigo paramos. Ela, bem amarrada, e sem ter como fugir teve que suportar.Nossa amiga, que estava ali observando e cuidando para que não cometêssemos nenhum excesso, interveio dizendo que já bastava, pois já tinha sido bastante castigada após quase duas horas ali. Era uma visão magnífica foi ver aquela menina com o corpo suado em cima daquela mesa, amarrada, e com a bunda e as costas marcadas com vergões em alto relevo. Ela só gemia, baixinho. Só a vi depois umas duas ou três vezes quando, ao vir ao Rio, me ligava para irmos "brincar", depois nunca mais. Ela era bem masoquista, sem dúvida alguma uma bela parceira de brincadeiras, de saudáveis brincadeiras.
EXPERIENCIAS COM VANESSA
A três anos atrás, ainda
estava namorando com Vanessa, (namorando forma de dizer na realidade eu era o
outro, pois Vanessa estava noiva do seu atual marido), ela é uma garota linda,
filha de fazendeiro, cabelos castanhos claros e longos, grandes e cintilantes
olhos verdes, 1,70 mts de altura na época com 57 quilos de peso, com geitino de
patricinha, sempre com os cabelos arrumados, e pezinhos sem feitinhos, realmente
é uma garota de tirar o fôlego, na época estava com 21 anos.
Na nossa intimidadeVanessa gostava de certas brincadeiras de dominação, (o
motivo de ela levar um caso comigo é que o noivo não aceitava este tipo de
coisa), ela adorava ser amarrada antes da transa, e também de simular situações,
assim como se fosse uma peça teatral, como eu também adoro este tipo de coisa
nos dávamos muito bem na cama.
Na época de nossos encontros estava prestando serviço em uma empresa no
interior do estado de São Paulo, Marilia, onde Vanessa morava com os pais,
nossos encontros aconteciam geralmente aos sábados na saída da faculdade, onde
Vanessa estudava, eu ai até lá apanha-la para fazermos juntos a brincadeira
que Vanessa mais gostava, que chamávamos de “O Assalto”, haviam outras mas
como disse anteriormente era a preferida de Vanessa. Passávamos em uma loja de
langerie nós escolhíamos juntos uma lingerie bem sexy e mínima, de
preferencia daquelas onde a tanguinha entra do bumbum, a cor e o modelo dependia
da ocasião mas Vanessa tinha uma especial preferencia pôr preto.
Da loja íamos ao meu apartamento, (morava sozinho), chegando lá ela fazia de
conta que era a dona do apartamento, sem cerimonia enchia a banheira de hidro
pegava a toalha seus chinelinhos (como nossos encontros eram freqüentes em casa
tinha várias coisas de Vanessa), e tomava um demorado banho de espuma com sais
de cheiro, enquanto ela fingia ser a dona do apartamento, eu assumia o papel de
um maníaco que invadiu o apartamento para roubar e algo mais, assumindo este
papel eu preparava os apetrechos para imobilizar Vanessa, (lenços, tiras de lençol
e algemas), e também escolhia o local para embosca-la (que geralmente era no
quarto mas para variar podia se na saída do banheiro, na cozinha etc.) me
escondia e a aguardava a chance de ataca-la.
Vanessa, terminava o banho, vestia a lingerie nova, calçava os chinelinhos,
vestia um roupão de seda, e saia do banheiro, ia para o quarto, tirava o roupão,
e começava um ritual de passar creme pelo corpo, geralmente nesta hora eu a
atacava de surpresa por traz, enfiava uma trouxinha feita com um lenço na sua
boquinha, segura suas mão e predia com as algemas para trás, em seguida pegava
um lenço grande e largo (destes que mulheres costumam usar na cabeça), dobrava
algumas vezes e o amarrava por cima da boquinha de Vanesssa dando um nó por trás
da cabeça , de forma a ele não conseguir cuspir a trouxinha, (cheguei a
comprar uma mordaça com uma bola e duas tiras de couro, usei em Vanessa uma vez
mas não gostei , acho que o lencinho é mais charmozinho).
Me dá muito tesão ouvir gritos femininos abafados por uma mordaça, acho o máximo
a garota se debatendo e gritando pôr socorro, mas os gritos são apenas inteligíveis
sussurros e grunhidos baixinhos. Vanessa sabendo disto neste ponto gritava, mas
a mordaça bem colocada não permitia que ela fosse ouvida, nisto ela tentava
correr mas eu a derrubava na cama, sentava sobre suas pernas para evitar que ela
se debatesse, e com uma tira de lençol amarrava seus lindos pezinhos juntinhos,
então me afastava e ficava observando Vanessa tentando gritar e se debatendo
sobre a cama, isto me dava muito tesão Vanessa colaborava fazendo seu papel de
vitima com bastante realismo, (pois na realidade tudo não passava de uma
brincadeira um teatrinho).
Depois de observar Vanessa, pôr algum tempo passava a agir, retirava dos seus
pezinhos os chinelinhos, isto caso ele ainda não tivessem caído, deixa seus
pezinhos lindos e lizinhos, nus daí começava uma seção de tortura fazendo
cossegas naqueles fofinhos e desprotegidos pezinhos, depois de deixa-la quase
sem fôlego, com as outras tiras de lençol eu a imobilizava na cama de forma
que ela não pudesse se mexer, daí com uma faca corto seu soutien e deixo a
mostra seu lindos seios, nisto Vanessa continua gritando e sem sucesso tentando
se debater (como uma pessoa que esta prestes a ser estrupada), começo então
uma lenta e progressiva masturbação.
Primeiro chupo os seus mamilos alternando os seios, nos intervalos levo a minha
língua nos pontos erogenos de Vanessa, fazendo-a sentir tesão, depois de
explorar os seios que agora estão enrrugadinhos, e as outras partes erogenas,
solto os pezinhos dela e em seguida volto a amarra-los mas desta vez a amarro
com as pernas dobradas, ato os tornozelos nas coxas, deixando duas tiras de pano
compridas as quais amarro nos pés da cama obrigando Vanessa ficar com as pernas
abertas, novamente com a faca corto as laterais da pequena tanguinha deixando a
mostra sua linda e cheirosa bucetinha que nesta altura já esta todo molhadinha,
começo então a chupar a bucetinha de Vanessa e ao mesmo tempo massageio seu
clitóris, e assim continuo masturbando Vanessa, me alternando entre sua
bucetinha e seus seios.
Quando Vanessa estava quase louca de tesão e pronta para ser penetrada,
retirava a mordaça e a trouxinha da sua boca, e nos beijamos loucamente e
demoradamente, derrepente parava de beija-la e voltava a amordaça-la, mas desta
vez sem a trouxinha, assim a mordaça não ficasse tão eficiente, mas sem a
trouxinha era mais confortável para Vanessa, ela resignadamente aceitava
novamente a mordaça a acomodava entre seu dentes, eu voltava a masturba-la
novamente até ela atingir novamente o ponto para penetração.
Quando ela novamente estava louca de tesão, daí eu a penetrava, e olhando para
ela, verificava que ela mordia o lencinho dentre seus dentes com vigor
demostrado o tesão que ela sentia, penetrava apenas a bucetinha de Vanessa, que
se moldava ao meu pênis, pois seu anus ela nunca permitiu, mesmo morrendo de
vontade pela situação que ela se encontrava, toda a mercê, poderia penetrar
meu pênis no seu cuzinho quantas vezes sentisse vontade e o máximo que ela
podia fazer era soltar alguns grunidos de protesto, mas sempre respeitei a
vontade dela.
Conforme eu percebia que havia gozado eu ia lentamente ia soltando Vanessa mas
sem dispensar os carinhos, começando a cortar as tiras que a prendiam a cama,
depois as pernas ,deixando por ultimo as algemas e a mordaça. Depois de solta
Vanessa me beijava fortemente fazíamos sexo convencional mais algumas vezes e
depois passávamos o resto da tarde juntos assistindo TV.
Tive que me separar de Vanessa, na ocasião da minha volta para Capital, pedi pôr
várias vezes para ela desistir do noivo e ficar comigo mais ela numca aceitou,
soube que ela se casou e também mudou para São Paulo, mas numca mais a vi.
Sinto saudades das nossas aventuras, numca mais encontrei garota que aceitasse
satisfazer minhas fantazias como Vanessa, gostaria muito de fazer estas loucuras
novamente, caso alguma garota interessante que goste e se interesse neste tipo
de diversão, gostaria de me corresponder com ela, para nos conhecermos melhor e
talves.....
Iniciação
by Ganjaslave
Ano passado comecei um
relacionamento sério com Márcia. Já transávamos há uns dois anos quando
finalmente resolvemos nos tornar namorados. Antes disso, ambos namorávamos
outras pessoas, nos vendo apenas quando o tesão batia. Durante um período em
que estávamos ambos sozinhos, resolvemos nos juntar para ver o que dava, e foi
ótimo. Ela é uma loura de 1,76, com peitos empinadinhos e uma bunda
simplesmente maravilhosa. Eu tenho 1,70, olhos e cabelos castanhos, pele
bronzeada e corpo malhado. Meu pau é, sem falsa modéstia, bem crescidinho e
costuma ser alvo de elogios e olhares de espanto.
Nossas transas sempre tinham sido muito gostosas e selvagens, mas o mais perto
que tínhamos chegado do sado-masoquismo eram os tradicionais tapinhas na bunda.
Isso estava prestes a mudar...
Uma noite, fomos para minha casa após uma festa na qual tínhamos entornado
todas. Arrancamos nossas roupas no caminho até o quarto e fomos direto para a
cama, onde Márcia começou uma sessão da sua especialidade, o boquete. A loura
chupa um pau como ninguém (como ninguém mesmo, nunca experimentei uma mamada
melhor até hoje). Ela passava a língua na cabeça, dava mordidinhas, chupava
as bolas e colocava o que podia na boca, sua cabeça indo para cima e para baixo
com velocidade. Pedi a ela que não me fizesse gozar assim, mas ela não
atendeu. Aumentou a rapidez ao mesmo tempo em que massageava meu saco e em pouco
tempo sua boca estava cheia de porra.
Parei um pouco para respirar e comecei a imaginar algo criativo para fazer com
minha loura enquanto meu pau se recuperava. Foi quando vi a faixa de amarrar o
roupão caída ao lado da cama. A idéia veio imediatamente.
- Deixa eu te amarrar.
Ela ficou meio relutante. Queria saber o que eu ia fazer com ela, disse que
ficava com medo pois eu estava muito bêbado, essas coisas, mas acabei
convencendo-a depois de muito agá. Ela deitou-se de frente, as pernas abertas e
as mãos encostadas na cabeceira. Fiz que não com a cabeça.
- De bruços.
Foi outra guerra. Nessa época, devido ao tamanho do meu pau, ainda não tinha
conseguido comer sua bundinha, e ela achou que esse seria o pretexto para uma
entrada forçada.
Mais conversa, muita língua no pescoço na orelha e ela virou de bruços. Só a
visão daquele monumento amarrado com aquela bunda maravilhosa para cima e eu não
precisava mais de nada, meu pau já estava como uma estaca envernizada.
Comecei um demorado banho de língua. Passava apenas a pontinha da língua,
provocando até ela não aguentar mais. Passei por seu pescoço, desci pelo vale
da sua coluna, subi de novo. Mordi a bundinha, as coxas e fui fazendo hora
enquanto sua bucetinha se molhava cada vez mais e eu atrasava a chegada ao ponto
principal.
Abri sua bunda com as mãos e fui descendo. Ela pensou que meu destino era a
xotinha, mas minhas intenções eram outras. Comecei a lamber seu cuzinho,
tocando de leve com a ponta da língua, fazendo voltas enquanto sua buceta se
alagava.
- Ai, meu amor, me fode! Mete esse cacete grosso em mim que não aguento mais!
Tadinha, não sabia que eu não tinha nem começado.
Dei um tapa sonoro em sua bunda e enfiei minha língua bem fundo em seu cuzinho.
Ela começou a gritar frases desconexas enquanto minha língua entrava e saía
de seu anelzinho e meus dedos brincavam com seu grelo. Mas eu não a deixava
gozar. Sempre que ela começava a chegar perto eu parava ou diminuía a
intensidade, até chegar uma hora em que parecia que uma corrente elétrica
passava por seu corpo. Qualquer toque meu, em qualquer lugar, e ela gemia.
Sem o menor aviso, atolei meu pau até o saco em sua xota encharcada. Acho que
ela gozou logo nas primeiras estocadas, mas eu estava inteiríssimo e continuei
entrando e saindo dela com força, meu pau completamente ensopado com seus
sucos.
- Me bate!
Dei-lhe dois tapas fortes na bunda e comecei a xingá-la.
- Cachorra! Vagabunda! Gosta de apanhar, não é vadia? Gosta de apanhar tomando
um cacete bem grosso nessa buceta!
- Gosto, sim! Me arromba! Me machuca! Dá na minha cara!
Dei uns tapas meio devagar, já que tenho a mão meio pesada e fiquei em dúvida
de onde seria o limite da brincadeira. Mas a cada tapa que eu dava ela pedia
para bater mais forte, até que estávamos os dois descontrolados. Gozei puxando
seus cabelos e xingando-a de tudo que havia no dicionário.
Esse foi apenas o começo de uma série de transas loucas e muito gostosas. E não
foi só ela a amarrada. Eu também tive que me submeter ao seus caprichos e
posso garantir que ela não foi nada boazinha.
Já é tarde aqui no trabalho e eu já era para ter ido embora. Vou escrever
amanhã contando o que aconteceu em uma das ocasiões em que ela era a
dominadora.
Nos separamos no começo de 1999 e ainda não encontrei uma garota com a mesma
disposição. Se você estiver a fim, escreva para [email protected] ,
para que possamos nos conhecer. A história é verídica, assim como a minha
descrição.
Relato
by Tiny Madness
Outro dia eu estava no onibus do condominio e estava
brincando com um prendedor de cabelo, tipo um bico de pato....ficava mordiscando
meus labios com ele e as vezes doia um pouco... de repente, me passou um
pensamento na minha cabecinha pervertida... imaginei apertar os biquinhos dos
peitos com esse prendedor.. fiquei assim,imaginando como seria, mas tinha
pessoas perto e não pude fazer nada naquela hora, a não ser passar rapidamente
ele pelo biquinho do meu peito q imediatamente se
manifestou, ficando durinho sob a roupa...senti um tesão na hora... bem cheguei
em casa, e esqueci desse lance... mas na hora q deitei na cama, nessa hora rola
aqueles pensamentos q gostaria de estar com alguem, ou q me masturbaria.. e me
lembrei dos pregadores...minha xequinha pulsou imediatamente, me enchi de tesão
e fui pegá-los...assim q me levantei já puxei a calcinha pra cima, e ela foi
entrando em mim, me provocando as melhores sensações, q misturadas ao tesão q
eu já estava sentindo, fizeram com q essas sensações aumentassem muito de
intensidade...andar
com a calcinha enfiada em mim provoca sensações gostosas e a xequinha pulsava
mais e mais...já estava molhadinha, pois só o pensamento de me torturar com os
prendedores já tinha me deixado bem excitada...
Peguei dois, um pra cada biquinho e fui deitar na cama... levantei minha blusa e
peguei um pra sentir se doia, mas dependendo do jeito q eu pegava não doia, só
provocava um nervoso.. se fosse muito na ponta doia, mas ai eu não queria,
queria sentir tesão... peguei de ,um modo mais gordo, pegando todo o biquinho,
e ele ficava espremido pra cima, imediatamente durinho, muito durinho... isso me
fez a xequinha pulsar desesperadamente.. o tesão aumentou demais... fiz tbm no
outro biquinho e cobri com a blusa.. fiquei sentindo os dois biquinhos durinhos,
passando a pontinha dos dedos muito levemente sobre eles, sentindo aquelas
coisinhas duras sob a blusa e me senti cada vez mais excitada.. as vezes puxava
a calcinha um pouco mais pra ela me apertar mais enquanto eu me mexia pra ela
ficar provocando toda sorte de sensações dentro de mim... e voltava para os
peitinhos... eles estavam me provocando tanto tesão q as vezes eu levantava a
blusa e passava a mão neles pra sentir como estavam.. ahhhhhhhhh, isso tava
muito gostoso, dava muito tesão... depois cobria-os novamente e passava
novamente os dedos ou a pontinha da unha e delirava com o prazer q sentia... eu
estava ofegante, minha respiração estava rapida e meio entrecortada, e as
vezes achava q iria gozar, mas não queria de jeito nenhum, queria continuar
sentindo todas aquelas sensações q estava sentindo por muito, muito mais
tempo.... Numa hora levantei a blusa e molhando bem os dedos passava sobre os
biquinhos pra q ficassem geladinhos, mais durinhos(impossivel!) e com mais tesaõ...
depois tirei um dos prendedores e comecei a passar levemente sobre a minha
xequinha enquanto o outro continuava a apertar meu peitinho e eu ficava passando
o dedo sobre ele... eu estava totalmente louca de tesão... estava muito gostoso
sentir essas coisas.... ai as vezes trocava o prendedor de biquinho pra aliviar
um pouquinho um e excitar o outro... e fiquei assim por longos e longos
momentos... depois desisti de passar o prendedor na minha xequinha e voltei a
prender os dois e comecei a passar o dedinho pela xequinha, cada vez mais
molhadinha e quentinha...as vezes suspirava ou dava um ai gostoso, sentia minha
boca abrindo e fechando conforme as sensações q sentia, ela estava seca, mas
mesmo assim eu não conseguia parar de me masturbar....puxava mais a calcinha,
as vezes até me machucava, mas
queria sentir tudo... ia afastando os labios da xequinha pra q a calcinha
entrasse toda e tocasse as partes mais delicadas e sensiveis dela, me provocando
dores gostosas, sensações gostosas.... e passava o dedo as vezes levemente, as
vezes com mais força...as vezes tocava algum lugar q me provocava algum
nervoso.. isso excita, esses lugares são como coisas q eu não queria mas q sou
obrigada a sentir.. é dificil de explicar isso... eles provocam um certo tipo
de dor, mas q continuo a mexer e provocar mais essa dor q me excita por isso ,
por q me parece uma tortura, mas q no fundo me provoca muito prazer...estava
sentindo um lado da xequinha sem a calcinha e isso agora tbm estava me
provocando tesão... essa parte estava meio molhadinha, meio escorregadia e dava
uma sensação gostosa tbm...
Continuei por um longo tempo essa tortura/tesão até q comecei a me contrair e
isso provoca o orgasmo.. de repente ele veio, forte e gostoso... eu me virei
rapidamente de lado, me apertando a xequinha com os pulsos, ao mesmo tempo q
meus braços esbarravam nos prendedores e me faziam contorcer mais ainda com o
orgasmo/dor ao mesmo tempo... fiquei sentindo cada pulsação da minha xequinha
enquanto eu ainda apertava com os pulsos e depois q parei , sentia ela só
pulsando a cada segundo e depois ir aumentando o intervalo até parar e eu dar
um suspiro gostoso e tirar os prendedores e a calcinha de dentro da xequinha e
da minha bunda.... depois relaxei completamente e adormeci com um sorriso
gostoso nos labios...
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