CONTOS


Se vc tem um conto, uma experiência ou alguma coisa pra contar sobre suas experiências com BDSM, SM e etc... Clique aqui pra mandar !

Caso em algum conto estiver aqui irregularmente por favor, contact-me !

Qualquer semelhança em algum dos casos aqui, ser mera e pura coincidência. 

e tbm em nenhum destes contos foi feito correção de português e concordância....


ESCRAVO MEU

A Sedução

Meu escravo e eu nos conhecemos por ocasião de um Workshopp no Rio de Janeiro. Fomos no mesmo avião, que apanhamos em Guarulhos, São Paulo. A atração recíproca começou na sala de embarque. Nossos lugares na aeronave eram próximos, embora não no mesmo banco, e já fomos trocando frases triviais, por exemplo quando ele levantou minha pasta até o bagageiro, e outras situações que costumam ocorrer. Já li em algum lugar que a vibração dos vôos excita as pessoas. Verdade...

Durante os trabalhos, estávamos em blocos diferentes, mas ficou bem claro para nós dois, no primeiro dia, quando nos reuníamos todos nos coffe-breaks e refeições, que acabaríamos tendo um caso.

Nesse primeiro dia apenas uns poucos resolveram colocar roupa de banho para ir à piscina do hotel, mas a maioria ficou bebericando e papeando com a roupa com que havia trabalhado. Eu fui uma delas, e ele também.

Eu já havia observado as atitudes dele, percebendo que havia mais que um gentil cavalheirismo na forma de atender uma senhora, acendendo o cigarro, tirando a bebida da bandeja e entregando-a para mim, e outros detalhes. Eu, que sou "do ramo", vi logo que ali estava um Escravo, com muitas possibilidades... Adotei então umas atitudes de Senhora, por exemplo colocando o cigarro na boca sem sequer olhar para ele, como se fosse certa sua obrigação de acender. Uma vez outro rapaz chegou primeiro o isqueiro, ele ficou com o dele na mão e eu disse, usando o que chamo de "voz de comando" :

– Muito lento!

Ele respondeu – Perdão – e eu, em tom de brincadeira, respondi:

– Perdão não senhor, vai levar 10 chibatadas !

Pronto! Estava estabelecida a relação. Os outros riram e continuamos a conversa, mas para nós dois começou uma nova e deliciosa etapa.

Eu havia decidido não ficar com ele logo nessa primeira noite, por dois motivos: Primeiro, porque estava de fato cansadíssima, fora um dia longo e, não sendo tão jovem, eu queria enfrentá-lo na minha melhor forma, tanto física como emocional e psicológica. Não queria estar fragilizada; Segundo, por estratégia. Além de ser salutar "regular" um pouco, eu teria a seqüência desse dia e o dia seguinte todo para deixá-lo em brasas e fixar mais e mais a relação Senhora-Escravo.

Do contrário, a coisa toda que fatalmente iria acontecer entre nós poderia vir a ser uma apenas uma "trepada-de-congresso".

Que delícia, essa fase da conquista!

Quando alguns resolveram ir vestir os maiôs, ele me convidou para fazermos o mesmo, eu disse que não, ele insistiu, dizendo que se eu não fosse ele também não iria. Daí pintou aquela voz, e eu disse: Vai mesmo, veste tua sunga...Quero ver... Ele deu um pequeno sorriso, abaixou a cabeça como um escravo obediente e foi...

Veio de roupão do hotel, tirou a peça como que se despindo para mim, eu o medi de alto a baixo, havia um começo de ereção, ele mergulhou.

Voltou à mesa molhado, quis apanhar o roupão, eu não permiti, e disse: A água deve estar fria, você merece um prêmio... Ele entendeu a mensagem em código, respirou fundo como um suspiro...

Num determinado momento, quando estávamos todos já ligeiramente "altos" e os outros distraídos, eu fingi que perdi a sandália sob a mesa , ele se abaixou para procurá-la e pegou meu pé...fez gesto de beijá-lo, eu sinalizei que sim, dei-lhe um pequeno golpe com o pé no rosto e ele beijou. Rapidamente sentou-se na cadeira, indicou o grande volume que sua ereção produziu na sunga e disse: Agora eu preciso MESMO do roupão...

Ao jantar, muitos resolveram dar uma esticada na noite, ele inclusive, mas eu não. Lembrem-se que eu ia "regular"... Ele insistiu, chegamos a bater boca discretamente, e eu disse, em código e no meu tom de comando: Vão vocês, divirtam-se! É uma ordem! Hoje estou morta, a minha diversão neste evento começa AMANHÃ !

Ele ainda teimou, e a partir daí eu o ignorei completamente. Ficou dividido entre a frustração e o desejo, procurou contato comigo e eu evitei.

Tranquei-me no apartamento, liguei para minha família toda, certificando-me de que tudo estava bem, e daí não atendi mais ao telefone, que por sinal tocou umas 3 vezes...

A tesão era tanta que quase me arrependi da decisão de deixar tudo para o dia seguinte.

Comecei a imaginar nosso primeiro encontro, fui ficando tão e tão louca que simplesmente toquei levemente a pontinha do clitóris com o dedo umedecido e tive um prolongado orgasmo.

Dormi como um anjo.

Há certas coincidências nas quais vislumbro mais que isso, parece que o Destino se diverte com as pessoas, às vezes ajudando, outras atrapalhando.

Imaginem que, na manhã seguinte, eu estava sozinha no elevador, cuja porta já ia fechando, escutei um grito DESCE, segurei a porta e quem entra correndo? Ele mesmo! Primeiro assustou-se em me ver, depois fez cara de dúvida, melindrado ou inseguro sobre minha recusa da véspera. Eu abri meu melhor sorriso, disse – Bom dia, que bom te ver – e levantei o rosto para um beijinho. Quando ele se curvou (é muito alto) segurei sua cabeça e beijei-o nos lábios, um beijinho leve, tipo "selinho". Ele deu um gemido rouco, parecia um urro contido, me agarrou e beijou sôfrego, enquanto apertava a Emergência, parando esse elevador. Ficou me beijando, enfiou a cabeça no meu pescoço, e no decote da blusa, beijava, lambia, e gemia... por favor, por favor, por favor. Eu o afastei com gentileza mas firmemente, segurei sua cabeça, olhei nos olhos e disse:

HOJE, se você souber se comportar direitinho.

Compus a roupa e o cabelo, apenas olhei para o painel do elevador, ele disse: Tudo o que você mandar! E soltou o elevador.

Coloquei-me um pouco à sua frente para esperar abrir a porta, e no último segundo levei a mão até ele e passei-a levemente sobre seu pênis.

A porta se abriu e saí, sem olhar para trás.

O nosso primeiro encontro, como eu fui conquistando e derrubando suas resistências, como se tornou meu Escravo Perfeito , está sendo contado no relato que se chama 


DIÁRIO DE UMA ESCRAVA 
Meu nome é Sheila e tenho 16 anos. Minha família sempre foi presenteado com mulheres muito bonitas... minha mãe, minhas duas irmãs, a Fabiana de 20 anos e a Luciana, 22. Tenho 1.60, 54kg, cabelos castanhos e olhos verdes. Sempre tive um corpo muito bonito e cada dia que passa acho que ele esta melhorando mais ainda. Com certeza vocês vão estranhar muitas das coisas que vou relatar já que não fazem parte da cultura brasileira, que eu saiba. As mulheres da minha família são criadas para serem escravas sexuais ao completarem 16 anos. E foi assim que aconteceu com minha mãe, minhas irmãs e comigo. Dia 20 de agosto, completei meus 16 anos e comecei minha condição de escrava. Durante minha vida inteira nunca tive um namorado e até aquele dia nunca tinha sido tocada por nenhum homem. Vocês sabem exatamente o que significa ser uma escrava sexual? É viver sob o julgo de um Mestre, não ter escolhas a não ser as dele e ser capaz de tudo para te-lo satisfeito. Quando completei 15 anos, foi feita uma reunião na minha casa. Nela fui comunicada sobre a minha venda a aquele que sereia o meu futuro Mestre, Décio. Ele é simpático (fisicamente) , tem 36 anos. Um homem muito vivido, viajado mas muito autoritário e como ele proprio se descreveu "inflexivel e cruel". Depois que todos foram embora, fui levada até o quarto por minhas irmãs que tiraram toda a minha roupa , me fizeram ficar de quatr com a cabeça enfiada nas almofadas. Ouvi a porta abrindo e a voz de Décio dizendo que precisava conferir tudo antes de começar o pagamento. Gelei qdo ele abriu os lábios da minnha buceta e passou o dedo no meu cú. "Tudo em ordem! O dinheiro começará a ser depositado amanhã." Senti minhas lágrimas. Ele levantou meu rosto e disse para eu cuidar bem da minha buceta e do meu cú...e que logo logo minhas aulas começariam e que ele não teria pena de mim. Décio saiu do quarto e passei um ano sem ve-lo bem.. não até o último dia 20 de agosto....Desde esse dia vcs nem tem noção do que tenho passado trancada neste apartamento. A internet tem sido um consolo, um alivio , meu único contado com o mundo. Primeiro dia. Completei meus 16 anos e meu Mestre veiu me buscar como foi combinado. A partir de agora, ele pode fazer o que quiser comigo. Chegando no apartamento e que apartamento!, encontrei mais 3 escravas lá! Todas com coleiras no pescoço presas a argolas no chão. Nem fui apresentada a elas. Ele me conduziu diretamente para um quarto, tirou as minhas roupas e ganhei minha coleira e corrente. O comprimento da corrente não me deixava alcançar nem a porta e nem o banheiro. Fiquei desesperada! Pouco tempo depois ele voltou . Me empurrou para o chão e começou a falar. "A partir de agora sua boca, seus olhos são meus...sua buceta e seu cú... seu xixi e seu coco.. são meus tb.. vc só vai respirar qdo eu quiser. Descanse que mais tarde começa o seu treinamento... quero seu cu e sua buceta prontinhos para tudo.Fui claro?" Tentei descansar mas não consegui.. estava apertada precisava ir ao banheiro... minha barriga doia. Já estava escurecendo qdo uma mulher entrou no quarto... logo reconheci que era uma das escravas talvez a mais velha das três. Ela perguntou se eu estava bem .. e eu disse que precisava ir ao banheiro. "Ele não permite o uso do banheiro. Aos poucos ele vai te ensinar a controlar. Vc tera de fazer tudo na hora que ele desejar. Por enquanto, eu vou cuidar de tudo. Agora vc esta em fase de treinamento. Qdo estiver bem preparada passara para as maos dele mas ate lá, eu dou as ordens". Soltou a minha corrente da argola e me levou nua até uma sala. A casa é enorme. Muitos corredores,
portas...cômodos. Esta sala é dividida em duas partes. Logo na entrada, sofás, mesinhas, cadeiras... parecendo um local para receber muitas pessoas. Depois, tem um vão bem amplo com várias argolar no chão, uma cadeira ginecológica, uma estante com vários cremes, roupas, sapatos, botas, correntes espalhadas pelas paredes, consolos de vários tipos e diversos tamanhos. Tem também uma outra estante com objetos hopitalares. Bem, agora, boa parte
desses objetos já são conhecidos meus. Gigi (Este é o nome da escrava. Fiquei sabendo alguns dias depois) me empurrou em direção a uma espécie de mesa e me acorrentou de forma que eu
ficasse de quatro com os braços presos para trás e as pernas bem separadas. Ela estava vestida com um top de couro e uma sainha branca transparente.. dava para ver os pelos da buceta e tipo uma cordinha que saia do cu dela... não sabia o que era aquilo mas hoje
sei que O Mestre costuma enfiar objetos em nós para que passemos todo o dia com eles. Gigi foi até uma das estantes, escolheu alguns objetos e voltou. Sentou em num banquinho bem atras de mim, de modo que pudesse ter toda visão e acesso a minha buceta e ao meu
cu. Ela abriu minha buceta, ficou mexendo nela por um tempo... me senti toda molhada. Minutos depois, senti algo molhado passando em mim. Era a lingua dela... Fui lambida, chupada e sugada até ela cansar. Sentia minhas pernas tremendo. Nunca tinha sentido aquilo. Minha buceta inchada, sendo mordida e puxada. Ela gemia enlouquecidamente. "Então você é uma filha de uma puta virgenzinha, mas isso vai acabar agora." Ela se levantou, foi até a
estante e voltou com um cacete de uns 22 cm. Não conseguia acreditar no que ela pretendia fazer, mas fez. De uma estocada só!! Que dor alucinante!! Ela mexia o pau lá dentro, rodou ele dentro da minha buceta... tirou. Veio até mim e mostrou um cacete todo melado de sangue. Pensei que tivesse acabado mas de uma só vez ela enfiu bem fundo na minha buceta e soltou as correntes. "Experimente tirar esse pau dai que será castigada como uma cadela." Saiu e trancou a porta. Senti minhas lágrimas rolarem e pensei em todos os sonhos que já tive. Adormeci
 


Sessão de S&M 

Dominação de verdade.Vi muitas estórias de dominação, algumas realmente sensacionais, mas muitas delas não são viáveis e/ou difíceis de se realizar. Esse acontecimento que realmente ocorreu, pode não ser aquilo tudo que imaginamos ou idealizamos, mas é a realidade, foi assim que aconteceu: Uma ocasião, há alguns anos, surgiu a oportunidade de dominar uma garota que me foi apresentada por uma Dominadora profissional amiga minha, só com um detalhe: eu teria que reparti-la com outro homem. Esse rapaz, que hoje é meu amigo, tivemos que acordar exatamente o que faríamos com ela. A moça, que veio de Minas Gerais, tinha uns 20 anos, era de família boa. Não era lindíssima mas extremamente apresentável, educada e inteligente. Veio estudar no Rio durante um período e respondeu ao anúncio da nossa amiga que pedia uma escrava para participar de sessões de SM com seus clientes. Após ser por ela dominada, pediu que arranjasse dois homens para dominá-la. Ela não era garota de programa nem coisa parecida, apenas tinha a fantasia de ser dominada e torturada enquanto era vigorosamente possuída por um homem. A minha amiga, que sempre arranjou escravas para mim, ligou e marcou o horário em seu estúdio em Copacabana. Lá chegando, encontrei o outro cara já conversando com a moça. Não sou muito de papo e só observei. Uma vez estabelecido alguns acordos, em determinado ponto da conversa, disse-lhe então que a partir daquele momento ela não teria mais direito algum, de falar nada, de nada reclamar e que teria que fazer o que mandássemos. Ela relutou, provavelmente pela forma ríspida com que falei, mas não a deixei pensar muito, agarrei-a pelos cabelos e a pus no chão, de forma um pouco estabanada. Fiz com que tirasse o roupão e ficasse de quatro. Iniciei um afago em seu bonito corpo: seios, bunda, pescoço, costas; quando tirei meu cinto e arremeti-lhe em sua bunda. Ela só se arqueou, nada falou e pouco gemeu. Dava-lhe uma boa surra enquanto o outro sujeito a acariciava, a beijava e aplicava outros carinhos em suas partes mais íntimas. Ela estava excitadíssima e eu preocupado que ela gozasse e perdesse a resistência ao castigo. Depois nós a amarramos em uma mesinha própria para isso, que por seu tamanho é a conta certa para mim quando fico de pé para penetrar por trás, e disse-lhe que iria ficar ali durante a noite toda, amarrada com sua vagina e seu bumbum expostos aos nossos castigos e vontades. O sujeito, que gosta de pingar velas nas costas e na bunda, começou a pingar gotas de vela e a menina se contorcia, gemia mas agüentava bem. Pensei: que diversão tola perante da minha que gosto de tirar a cera com o chicote. Ele gastou uma vela inteira, pingando bem devagarinho, nas costas bumbum e no ânus dela.. Nós a amarramos de barriga para cima na mesinha e após umas chicotadinhas "nelazinha" e em seus seios tive a idéia de pingar em sua vagina. Ela retrucou, mas não teve jeito: o cara se empolgou e pingou algumas gotas diretamente em sua vagina e clitóris. Ela, alucinada, gritou e chorou muito a ponto de termos que tampar sua boca com a s mãos, pois havia sido acordado que ela não queria ser amordaçada. Eu imaginava os vizinhos!. Então resolvi dar-lhe um alívio e passamos a "brincar" com um vibrador enquanto ele pingava a vela em seus mamilos. Ela gemia, se debatia, lutava e urrava e gozava muito. Seus pêlos em constante arrepio e a vermelhidão em seu rosto transpareciam que ela estava gostando muito daquilo. Após breve pausa, a colocamos novamente amarrada de quatro na mesa e a possuímos por trás, enquanto levava palmadas, puxões no cabelo e etc.. Eu demoro muito a gozar, então o que ocorre normalmente é que minha parceira goza algumas vezes antes de mim, aliás coisa que me frustra é ter uma parceira que goza e não querer mais continuar Com essa não teve jeito, ela se contorcia, gemia, insinuava que iria pedir para parar, mas eu e nem o meu amigo paramos. Ela, bem amarrada, e sem ter como fugir teve que suportar.Nossa amiga, que estava ali observando e cuidando para que não cometêssemos nenhum excesso, interveio dizendo que já bastava, pois já tinha sido bastante castigada após quase duas horas ali. Era uma visão magnífica foi ver aquela menina com o corpo suado em cima daquela mesa, amarrada, e com a bunda e as costas marcadas com vergões em alto relevo. Ela só gemia, baixinho. Só a vi depois umas duas ou três vezes quando, ao vir ao Rio, me ligava para irmos "brincar", depois nunca mais. Ela era bem masoquista, sem dúvida alguma uma bela parceira de brincadeiras, de saudáveis brincadeiras.


 

EXPERIENCIAS COM VANESSA

A três anos atrás, ainda estava namorando com Vanessa, (namorando forma de dizer na realidade eu era o outro, pois Vanessa estava noiva do seu atual marido), ela é uma garota linda, filha de fazendeiro, cabelos castanhos claros e longos, grandes e cintilantes olhos verdes, 1,70 mts de altura na época com 57 quilos de peso, com geitino de patricinha, sempre com os cabelos arrumados, e pezinhos sem feitinhos, realmente é uma garota de tirar o fôlego, na época estava com 21 anos.

Na nossa intimidadeVanessa gostava de certas brincadeiras de dominação, (o motivo de ela levar um caso comigo é que o noivo não aceitava este tipo de coisa), ela adorava ser amarrada antes da transa, e também de simular situações, assim como se fosse uma peça teatral, como eu também adoro este tipo de coisa nos dávamos muito bem na cama.

Na época de nossos encontros estava prestando serviço em uma empresa no interior do estado de São Paulo, Marilia, onde Vanessa morava com os pais, nossos encontros aconteciam geralmente aos sábados na saída da faculdade, onde Vanessa estudava, eu ai até lá apanha-la para fazermos juntos a brincadeira que Vanessa mais gostava, que chamávamos de “O Assalto”, haviam outras mas como disse anteriormente era a preferida de Vanessa. Passávamos em uma loja de langerie nós escolhíamos juntos uma lingerie bem sexy e mínima, de preferencia daquelas onde a tanguinha entra do bumbum, a cor e o modelo dependia da ocasião mas Vanessa tinha uma especial preferencia pôr preto.

Da loja íamos ao meu apartamento, (morava sozinho), chegando lá ela fazia de conta que era a dona do apartamento, sem cerimonia enchia a banheira de hidro pegava a toalha seus chinelinhos (como nossos encontros eram freqüentes em casa tinha várias coisas de Vanessa), e tomava um demorado banho de espuma com sais de cheiro, enquanto ela fingia ser a dona do apartamento, eu assumia o papel de um maníaco que invadiu o apartamento para roubar e algo mais, assumindo este papel eu preparava os apetrechos para imobilizar Vanessa, (lenços, tiras de lençol e algemas), e também escolhia o local para embosca-la (que geralmente era no quarto mas para variar podia se na saída do banheiro, na cozinha etc.) me escondia e a aguardava a chance de ataca-la.

Vanessa, terminava o banho, vestia a lingerie nova, calçava os chinelinhos, vestia um roupão de seda, e saia do banheiro, ia para o quarto, tirava o roupão, e começava um ritual de passar creme pelo corpo, geralmente nesta hora eu a atacava de surpresa por traz, enfiava uma trouxinha feita com um lenço na sua boquinha, segura suas mão e predia com as algemas para trás, em seguida pegava um lenço grande e largo (destes que mulheres costumam usar na cabeça), dobrava algumas vezes e o amarrava por cima da boquinha de Vanesssa dando um nó por trás da cabeça , de forma a ele não conseguir cuspir a trouxinha, (cheguei a comprar uma mordaça com uma bola e duas tiras de couro, usei em Vanessa uma vez mas não gostei , acho que o lencinho é mais charmozinho).

Me dá muito tesão ouvir gritos femininos abafados por uma mordaça, acho o máximo a garota se debatendo e gritando pôr socorro, mas os gritos são apenas inteligíveis sussurros e grunhidos baixinhos. Vanessa sabendo disto neste ponto gritava, mas a mordaça bem colocada não permitia que ela fosse ouvida, nisto ela tentava correr mas eu a derrubava na cama, sentava sobre suas pernas para evitar que ela se debatesse, e com uma tira de lençol amarrava seus lindos pezinhos juntinhos, então me afastava e ficava observando Vanessa tentando gritar e se debatendo sobre a cama, isto me dava muito tesão Vanessa colaborava fazendo seu papel de vitima com bastante realismo, (pois na realidade tudo não passava de uma brincadeira um teatrinho).

Depois de observar Vanessa, pôr algum tempo passava a agir, retirava dos seus pezinhos os chinelinhos, isto caso ele ainda não tivessem caído, deixa seus pezinhos lindos e lizinhos, nus daí começava uma seção de tortura fazendo cossegas naqueles fofinhos e desprotegidos pezinhos, depois de deixa-la quase sem fôlego, com as outras tiras de lençol eu a imobilizava na cama de forma que ela não pudesse se mexer, daí com uma faca corto seu soutien e deixo a mostra seu lindos seios, nisto Vanessa continua gritando e sem sucesso tentando se debater (como uma pessoa que esta prestes a ser estrupada), começo então uma lenta e progressiva masturbação.

Primeiro chupo os seus mamilos alternando os seios, nos intervalos levo a minha língua nos pontos erogenos de Vanessa, fazendo-a sentir tesão, depois de explorar os seios que agora estão enrrugadinhos, e as outras partes erogenas, solto os pezinhos dela e em seguida volto a amarra-los mas desta vez a amarro com as pernas dobradas, ato os tornozelos nas coxas, deixando duas tiras de pano compridas as quais amarro nos pés da cama obrigando Vanessa ficar com as pernas abertas, novamente com a faca corto as laterais da pequena tanguinha deixando a mostra sua linda e cheirosa bucetinha que nesta altura já esta todo molhadinha, começo então a chupar a bucetinha de Vanessa e ao mesmo tempo massageio seu clitóris, e assim continuo masturbando Vanessa, me alternando entre sua bucetinha e seus seios.

Quando Vanessa estava quase louca de tesão e pronta para ser penetrada, retirava a mordaça e a trouxinha da sua boca, e nos beijamos loucamente e demoradamente, derrepente parava de beija-la e voltava a amordaça-la, mas desta vez sem a trouxinha, assim a mordaça não ficasse tão eficiente, mas sem a trouxinha era mais confortável para Vanessa, ela resignadamente aceitava novamente a mordaça a acomodava entre seu dentes, eu voltava a masturba-la novamente até ela atingir novamente o ponto para penetração.

Quando ela novamente estava louca de tesão, daí eu a penetrava, e olhando para ela, verificava que ela mordia o lencinho dentre seus dentes com vigor demostrado o tesão que ela sentia, penetrava apenas a bucetinha de Vanessa, que se moldava ao meu pênis, pois seu anus ela nunca permitiu, mesmo morrendo de vontade pela situação que ela se encontrava, toda a mercê, poderia penetrar meu pênis no seu cuzinho quantas vezes sentisse vontade e o máximo que ela podia fazer era soltar alguns grunidos de protesto, mas sempre respeitei a vontade dela.

Conforme eu percebia que havia gozado eu ia lentamente ia soltando Vanessa mas sem dispensar os carinhos, começando a cortar as tiras que a prendiam a cama, depois as pernas ,deixando por ultimo as algemas e a mordaça. Depois de solta Vanessa me beijava fortemente fazíamos sexo convencional mais algumas vezes e depois passávamos o resto da tarde juntos assistindo TV.

Tive que me separar de Vanessa, na ocasião da minha volta para Capital, pedi pôr várias vezes para ela desistir do noivo e ficar comigo mais ela numca aceitou, soube que ela se casou e também mudou para São Paulo, mas numca mais a vi.

Sinto saudades das nossas aventuras, numca mais encontrei garota que aceitasse satisfazer minhas fantazias como Vanessa, gostaria muito de fazer estas loucuras novamente, caso alguma garota interessante que goste e se interesse neste tipo de diversão, gostaria de me corresponder com ela, para nos conhecermos melhor e talves.....



Iniciação
by Ganjaslave

Ano passado comecei um relacionamento sério com Márcia. Já transávamos há uns dois anos quando finalmente resolvemos nos tornar namorados. Antes disso, ambos namorávamos outras pessoas, nos vendo apenas quando o tesão batia. Durante um período em que estávamos ambos sozinhos, resolvemos nos juntar para ver o que dava, e foi ótimo. Ela é uma loura de 1,76, com peitos empinadinhos e uma bunda simplesmente maravilhosa. Eu tenho 1,70, olhos e cabelos castanhos, pele bronzeada e corpo malhado. Meu pau é, sem falsa modéstia, bem crescidinho e costuma ser alvo de elogios e olhares de espanto.
Nossas transas sempre tinham sido muito gostosas e selvagens, mas o mais perto que tínhamos chegado do sado-masoquismo eram os tradicionais tapinhas na bunda.
Isso estava prestes a mudar...
Uma noite, fomos para minha casa após uma festa na qual tínhamos entornado todas. Arrancamos nossas roupas no caminho até o quarto e fomos direto para a cama, onde Márcia começou uma sessão da sua especialidade, o boquete. A loura chupa um pau como ninguém (como ninguém mesmo, nunca experimentei uma mamada melhor até hoje). Ela passava a língua na cabeça, dava mordidinhas, chupava as bolas e colocava o que podia na boca, sua cabeça indo para cima e para baixo com velocidade. Pedi a ela que não me fizesse gozar assim, mas ela não atendeu. Aumentou a rapidez ao mesmo tempo em que massageava meu saco e em pouco tempo sua boca estava cheia de porra.
Parei um pouco para respirar e comecei a imaginar algo criativo para fazer com minha loura enquanto meu pau se recuperava. Foi quando vi a faixa de amarrar o roupão caída ao lado da cama. A idéia veio imediatamente.
- Deixa eu te amarrar.
Ela ficou meio relutante. Queria saber o que eu ia fazer com ela, disse que ficava com medo pois eu estava muito bêbado, essas coisas, mas acabei convencendo-a depois de muito agá. Ela deitou-se de frente, as pernas abertas e as mãos encostadas na cabeceira. Fiz que não com a cabeça.
- De bruços.
Foi outra guerra. Nessa época, devido ao tamanho do meu pau, ainda não tinha conseguido comer sua bundinha, e ela achou que esse seria o pretexto para uma entrada forçada.
Mais conversa, muita língua no pescoço na orelha e ela virou de bruços. Só a visão daquele monumento amarrado com aquela bunda maravilhosa para cima e eu não precisava mais de nada, meu pau já estava como uma estaca envernizada.
Comecei um demorado banho de língua. Passava apenas a pontinha da língua, provocando até ela não aguentar mais. Passei por seu pescoço, desci pelo vale da sua coluna, subi de novo. Mordi a bundinha, as coxas e fui fazendo hora enquanto sua bucetinha se molhava cada vez mais e eu atrasava a chegada ao ponto principal.
Abri sua bunda com as mãos e fui descendo. Ela pensou que meu destino era a xotinha, mas minhas intenções eram outras. Comecei a lamber seu cuzinho, tocando de leve com a ponta da língua, fazendo voltas enquanto sua buceta se alagava.
- Ai, meu amor, me fode! Mete esse cacete grosso em mim que não aguento mais!
Tadinha, não sabia que eu não tinha nem começado.
Dei um tapa sonoro em sua bunda e enfiei minha língua bem fundo em seu cuzinho. Ela começou a gritar frases desconexas enquanto minha língua entrava e saía de seu anelzinho e meus dedos brincavam com seu grelo. Mas eu não a deixava gozar. Sempre que ela começava a chegar perto eu parava ou diminuía a intensidade, até chegar uma hora em que parecia que uma corrente elétrica passava por seu corpo. Qualquer toque meu, em qualquer lugar, e ela gemia.
Sem o menor aviso, atolei meu pau até o saco em sua xota encharcada. Acho que ela gozou logo nas primeiras estocadas, mas eu estava inteiríssimo e continuei entrando e saindo dela com força, meu pau completamente ensopado com seus sucos.
- Me bate!
Dei-lhe dois tapas fortes na bunda e comecei a xingá-la.
- Cachorra! Vagabunda! Gosta de apanhar, não é vadia? Gosta de apanhar tomando um cacete bem grosso nessa buceta!
- Gosto, sim! Me arromba! Me machuca! Dá na minha cara!
Dei uns tapas meio devagar, já que tenho a mão meio pesada e fiquei em dúvida de onde seria o limite da brincadeira. Mas a cada tapa que eu dava ela pedia para bater mais forte, até que estávamos os dois descontrolados. Gozei puxando seus cabelos e xingando-a de tudo que havia no dicionário.
Esse foi apenas o começo de uma série de transas loucas e muito gostosas. E não foi só ela a amarrada. Eu também tive que me submeter ao seus caprichos e posso garantir que ela não foi nada boazinha.
Já é tarde aqui no trabalho e eu já era para ter ido embora. Vou escrever amanhã contando o que aconteceu em uma das ocasiões em que ela era a dominadora.
Nos separamos no começo de 1999 e ainda não encontrei uma garota com a mesma disposição. Se você estiver a fim, escreva para [email protected] , para que possamos nos conhecer. A história é verídica, assim como a minha descrição.



Relato
by Tiny Madness

Outro dia eu estava no onibus do condominio e estava brincando com um prendedor de cabelo, tipo um bico de pato....ficava mordiscando meus labios com ele e as vezes doia um pouco... de repente, me passou um pensamento na minha cabecinha pervertida... imaginei apertar os biquinhos dos peitos com esse prendedor.. fiquei assim,imaginando como seria, mas tinha pessoas perto e não pude fazer nada naquela hora, a não ser passar rapidamente ele pelo biquinho do meu peito q imediatamente se
manifestou, ficando durinho sob a roupa...senti um tesão na hora... bem cheguei em casa, e esqueci desse lance... mas na hora q deitei na cama, nessa hora rola aqueles pensamentos q gostaria de estar com alguem, ou q me masturbaria.. e me lembrei dos pregadores...minha xequinha pulsou imediatamente, me enchi de tesão e fui pegá-los...assim q me levantei já puxei a calcinha pra cima, e ela foi entrando em mim, me provocando as melhores sensações, q misturadas ao tesão q eu já estava sentindo, fizeram com q essas sensações aumentassem muito de intensidade...andar
com a calcinha enfiada em mim provoca sensações gostosas e a xequinha pulsava mais e mais...já estava molhadinha, pois só o pensamento de me torturar com os prendedores já tinha me deixado bem excitada...

Peguei dois, um pra cada biquinho e fui deitar na cama... levantei minha blusa e peguei um pra sentir se doia, mas dependendo do jeito q eu pegava não doia, só provocava um nervoso.. se fosse muito na ponta doia, mas ai eu não queria, queria sentir tesão... peguei de ,um modo mais gordo, pegando todo o biquinho, e ele ficava espremido pra cima, imediatamente durinho, muito durinho... isso me fez a xequinha pulsar desesperadamente.. o tesão aumentou demais... fiz tbm no outro biquinho e cobri com a blusa.. fiquei sentindo os dois biquinhos durinhos, passando a pontinha dos dedos muito levemente sobre eles, sentindo aquelas coisinhas duras sob a blusa e me senti cada vez mais excitada.. as vezes puxava a calcinha um pouco mais pra ela me apertar mais enquanto eu me mexia pra ela ficar provocando toda sorte de sensações dentro de mim... e voltava para os peitinhos... eles estavam me provocando tanto tesão q as vezes eu levantava a blusa e passava a mão neles pra sentir como estavam.. ahhhhhhhhh, isso tava muito gostoso, dava muito tesão... depois cobria-os novamente e passava novamente os dedos ou a pontinha da unha e delirava com o prazer q sentia... eu estava ofegante, minha respiração estava rapida e meio entrecortada, e as vezes achava q iria gozar, mas não queria de jeito nenhum, queria continuar sentindo todas aquelas sensações q estava sentindo por muito, muito mais tempo.... Numa hora levantei a blusa e molhando bem os dedos passava sobre os biquinhos pra q ficassem geladinhos, mais durinhos(impossivel!) e com mais tesaõ... depois tirei um dos prendedores e comecei a passar levemente sobre a minha xequinha enquanto o outro continuava a apertar meu peitinho e eu ficava passando o dedo sobre ele... eu estava totalmente louca de tesão... estava muito gostoso sentir essas coisas.... ai as vezes trocava o prendedor de biquinho pra aliviar um pouquinho um e excitar o outro... e fiquei assim por longos e longos momentos... depois desisti de passar o prendedor na minha xequinha e voltei a prender os dois e comecei a passar o dedinho pela xequinha, cada vez mais molhadinha e quentinha...as vezes suspirava ou dava um ai gostoso, sentia minha boca abrindo e fechando conforme as sensações q sentia, ela estava seca, mas mesmo assim eu não conseguia parar de me masturbar....puxava mais a calcinha, as vezes até me machucava, mas
queria sentir tudo... ia afastando os labios da xequinha pra q a calcinha entrasse toda e tocasse as partes mais delicadas e sensiveis dela, me provocando dores gostosas, sensações gostosas.... e passava o dedo as vezes levemente, as vezes com mais força...as vezes tocava algum lugar q me provocava algum nervoso.. isso excita, esses lugares são como coisas q eu não queria mas q sou obrigada a sentir.. é dificil de explicar isso... eles provocam um certo tipo de dor, mas q continuo a mexer e provocar mais essa dor q me excita por isso , por q me parece uma tortura, mas q no fundo me provoca muito prazer...estava sentindo um lado da xequinha sem a calcinha e isso agora tbm estava me provocando tesão... essa parte estava meio molhadinha, meio escorregadia e dava uma sensação gostosa tbm...

Continuei por um longo tempo essa tortura/tesão até q comecei a me contrair e isso provoca o orgasmo.. de repente ele veio, forte e gostoso... eu me virei rapidamente de lado, me apertando a xequinha com os pulsos, ao mesmo tempo q meus braços esbarravam nos prendedores e me faziam contorcer mais ainda com o orgasmo/dor ao mesmo tempo... fiquei sentindo cada pulsação da minha xequinha enquanto eu ainda apertava com os pulsos e depois q parei , sentia ela só pulsando a cada segundo e depois ir aumentando o intervalo até parar e eu dar um suspiro gostoso e tirar os prendedores e a calcinha de dentro da xequinha e da minha bunda.... depois relaxei completamente e adormeci com um sorriso gostoso nos labios...

 


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