A História do Melhor Sistema Operacional para IBM PC e compatíveis
Introdução
O High Performance File System (HPFS)
IntroduçãoP ara a maioria dos usuários, usar OS/2 é a primeira experiência com uma memória realmente plana, protegida e mais: Uma multitarefa preemptiva real. Mesmo para quem está acostumado com o Windows, o OS/2 é a primeira experiência com um sistema operacional de 32 bits. Mas o OS/2 não foi criado da noite para o dia, não... E, como era de se esperar, ele foi feito incialmente para uma máquina de ontem... Bem, tudo começou em 1984...
F oi no dia 1o. de agosto de 1984 que a IBM revelava o seu PC AT (Advanced Technology), e este foi considerado o primeiro computador pessoal multiusuário do mundo.
A pós o surgimento do AT, o DOS que surgiu não chegava aos pés do prometido, tendo como básicas diferenças a transformação do sistema em termos de linguagem: Era feito em assembly e passou a ser feito em C. Outra mudança que havia surgido, era o suporte para discos de alta densidade, de 1.2 Mb, que acompanhavam o AT.
M as isso não satisfez as indústrias, pois elas queriam a multitarefa. Foi então que a IBM anunciou que preparava um novo sistema operacional, que aproveitava mais que 640Kb e também a multitarefa.
O AT era baseado no mais poderoso chip da Intel, o 80286. Como a compatibilidade inversa (programas e periféricos de XT tinham de funcionar no AT) era de extrema importancia, a Intel e a IBM definiram padrões para máquinas desktop. Assim, o 80286 tinha algumas limitações grandes, para manter a compatibilidade com o seu predecessor, já que a base instalada do mesmo era enorme... E isso foi muito ruim, pois prejudicava muito o desenvolvimento de um sistema que aproveitasse todo o poder do 80286.
U m computador com o 80286 iniciava sua operação numa emulação do 8088, endereçando apenas 1024Kb. Caso fosse solicitado, ele saia desta emulação e entrava em um outro modo, que tinha um endereçamento dos 16284Kb de memória. Porém, pra voltar ao modo 8088, era necessário dar um Boot na máquina. Ao modo do 80286 que emulava o 8088 foi dado o nome de "modo real". Para o DOS funcionar, o sistema tinha que permanecer no modo real (mais um motivo para a criação de um novo sistema).
N a realidade, as capacidade do 286 só estavam disponíveis no "modo protegido", que é o modo que o 286 trabalha realmente como 286. Este modo era chamado assim porque além de permitir acesso a mais memória, ele protegia a memória para as aplicações, permitindo a coexistência de diversas aplicações na memória, caracterizando assim a multitarefa.
N o modo protegido, quando se inicia uma aplicação ela aloca uma quantidade de memória. Se por algum motivo alguma aplicação tentar usar esta parte da memória utilizada por outra aplicaçõo, ocorre um GPF (General Protection Fault). Cada sistema operaciona trata isso de uma forma. O Windows informa a ocorrência de um GPF, e o OS/2 simplesmente desativa a aplicação.
O DOS pode ser adaptado ao modo protegido. Os DOS Extenders e o DPMI fazem exatamente isso, fazendo com que aplicações possam rodar nos modos protegidos do 286 e do 386, porém esses programas são monotarefa, pois eles são escritos para se utilizarem com exclusividade dos equipamentos do sistema, e não verificam se outro aplicativo está utilizando tal dispositivo.
E m 1985 a Intel lançava o seu 80386, um processador que possuía 4 modos de operação: Os dois do seu predecessor (Modos Real e Protegido do 286) e mais dois novos. Vejamos isso melhor...
O 386 não só elevou a quantidade máxima de memória como também removeu a barreira dos segmentos de 64Kb. Isso foi muito importante, pois uma coisa simples, como colocar uma imagem na memória, utilizando-se uma matriz, pode facilmente passar 64Kb, e então, como se pode imaginar, não era tão fácil assim guardar uma imagem no 286, pois ela teria de ser particionada em várias matrizes.
O s programas do modo protegido do 286 eram facilmente convertidos para o modo protegido do 386, porém essa transformação não era nada fácil quando se tratava de converter aplicações do modo real do 286 para o modo protegido do 386. E alguns programas nunca foram convertidos. Por esse motivo existe o modo V86, que é um modo de multitarefa do DOS. É este modo que permite a multitarefa com aplicações DOS sem problemas pelo OS/2 (e sem causar problemas aos programadores do OS/2! :-).
(OBS: 386 refere-se a qualquer microcomputador do 386 ao Pentium, que embora variem em velocidade, são essencialmente iguais em termos de software que podem rodar.)
M esmo que poucas pessoas conhecessem o novo sistema (ele ainda não tinha nome), ele era bem problemático. A Microsoft vinha trabalhando em um DOS multitarefa desde 1983 e um grande problema que haviam encontrado com o processador 286 era que, após ter entrado no modo protegido, ele não poderia mais voltar ao modo real... O que significava que o sistema não poderia ser compatível com programas para modo real.
O s problemas começaram quando alguém que estava "por dentro" na Microsoft informaram à PC Week que os kits de desenvolvimento para o novo sistema estariam disponíveis em meados de 1986. Embora a Microsoft tivesse resolvido o problema com os modos real e protegido, os kits só sairam em meados de 1987.
E stes e muitos outros fatores causaram muitas mudanças no sistema, bem como seu nome, que era "DOS 3.0" e depois "DOS 4.0". Como o sistema ainda não estava pronto, outra versão do DOS, chamada DOS 4.0 foi lançadaem 1988, um grande avanço grande em relação ao DOS 3.x, mas não tinha os recursos prometidos para o ainda sem nome OS/2. Neste meio tempo, o OS/2 continuava sendo adiado e seus nome modificado... "DOS 5.0", "CP-DOS", "DOS 286", e "Advanced DOS" (ADOS).
O surgimento do 386 piorou ainda mais a situação dos desenvolvedores. Um sistema para 386 passou a ser mais necessário que um para 286, mas o novo sistema não chegou . A Microsoft nunca havia feito algo em tal escala.
E m julho de 1987, chegavam aos desenvolvedores que haviam pago cerca de U$3000 para participar da equipe de desenvolvimento de software para OS/2, as primeiras versões beta do OS/2. Todas as empresas estavam interessadas em produzir softwares para ele, e a maioria das grandes empresas já o fazia. Mas neste meio tempo ocorreu um "acidente" que não era esperado pela IBM.
A 8 de dezembro de 1987 foi lançado o OS/2 1.0. Ele era uma versão texto, sem GUI (Graphic User Interface), não aceitava mouse e suportava Hard Disks de, no máximo, 32Mb.
M uitas empresas lançaram programas para o OS/2 1.0, mas a maioria delas esperava pela GUI, que seria semelhante à do MacIntosh, o Presentation Manager (PM).
A o mesmo tempo, com o 386 ficava estranha a presença do OS/2, sendo um sistema para 286. Com o aumento das vendas de 386, achavam que seria inevitável o surgimento de um novo sistema para 386. Assim, as vendas de OS/2 diminuíram.
A s vendas do IBM PS/2, baseados no MCA (MicroChannel) também caíram. Assim, para aumentar as vendas, a IBM começou a promover o PS/2 e o OS/2 com mais empenho. Tentavam convencer de que o OS/2 era o melhor sistema operacional e que o MCA (presente apenas no PS/2) era o melhor barramento para dar suporte à multitarefa. O problema surgiu porque os usuários começaram a achar que para usar o OS/2 precisariam de Hardware IBM... E piorou ainda mais por causa de problemas de compatibilidade do OS/2 com cerca de 20% dos clones de PC... E a consequência foi uma nova queda de vendas do OS/2.
E m outubro de 1988 foi lançado o OS/2 1.1, com o Presentation Manager (GUI) e também com suporte a harddisks com mais de 32Mb. Porém ele tinha muitos bugs e alguns problemas de compatibilidade ainda. Em uma tentativa da Microsoft de aumentar as vendas do OS/2, ela mudou o nome do Windows 2.0 para Windows Presentation Manager 2.0. Neste momento, a IBM desenvolvia extensões de bancos de dados e LAN para o OS/2, que seriam lançados no OS/2 1.1 Extended Edition.
A gora a IBM e a Microsoft promoviam vigorosamente o OS/2 e já surgiam programas que aproveitavam todas as capacidades do OS/2. Havia sido lançado o Hamilton C Shell (algo como os utilitários do Norton para DOS e Windows), o Logicomm (programa de comunicação) estava em sua segunda versão, e a Microsoft entregava o Word (seu editor de textos, até hoje) com o OS/2 e DOS, na mesma caixa. Os produtos de bancos de dados, como Infomix, Oracle, R:BASE, FOCUS, SQLBase e SQL Server, rodavam sobre o OS/2. O MicroFocus Cobol para OS/2 também atraiu muitas empresas com sua compatibilidade com o Cobol de MainFrame.
F oi então que, no final de 1989, a Microsoft lançou o seu Microsoft Windows 3.0, que rodava programas Windows (1.x e 2.x), e também programas DOS em multitarefa, o que o OS/2 não fazia. Ele podia acessar também toda a memória do micro e não apenas os 640Kb dos Windows 1.x e 2.x.
C om o 386 dominando o mercado, foi anunciada a versão 2.0 do OS/2, para 386, que faria multitarefa com o DOS, e foi dito, extra-oficialmente, que seria pra 1990. A Microsoft/IBM também anunciaram a versão 3.0 do OS/2, que seria independente de plataforma... Ou seja, funcionaria em qualquer micro. Porém a separação entre a IBM e Microsoft que logo ocorreu impediu isso.
P ara tentar conter as vendas do Windows, a IBM começou a fazer uma versão reduzida do OS/2 que não exigia tanta memoria, mas o fez sozinha, sem qualquer ajuda da Microsoft.
O s OS/2 2.0 e 3.0 estavam a caminho, e a versão beta do 2.0 que incluia multitarefa com programas DOS, parecia estar bem sólida no mercado. Se a IBM tivesse feito isso, possivelmente a situação do OS/2 seria diferente hoje em dia.
E m 1991 a Microsoft entregou o desenvolvimento do OS/2 para a IBM, e continuou apenas com o Windows/DOS.
A inda em 1991 a IBM lançou o OS/2 1.3, que era o 1.2 mais rápido e com uma melhor GUI. A versão 1.3 também incluia suporte às fontes Type1 da Adobe, o mais utilizado sistema de fontes eletrônicas. A IBM anunciou finalmente que o OS/2 2.0 só sairia em 1992.
A IBM anunciou ainda em 1991 que o OS/2 2.0 seria um Windows melhor que o Windows, e um DOS melhor que o DOS, pois executaria programas de Windows mais rapidamente e faria multitarefa com o DOS. O OS/2 2.0 manteve as promessas e era totalmente compatível com o Windows 3.0, e podia executar várias sessões de DOS, cada uma em uma janela, e cada uma protegida de falhas das outras. Surgiu então a WorkPlace Shell (WPS), e enfim era 32 bits, tirando proveito total do 386, principalmente para aplicações nativas OS/2.
E m 1993 saiu a versão 2.1, que rodava mais rápido e exigia bem menos espaço em disco. O suporte a Windows englobava agora o Windows 3.1 também, e aceitava fontes TrueType. O novo subsistema gráfico de 32 bits proporcionava um desempenho avançado para aplicações 32 bits.
F oi introduzido também o MMPM/2, que tocava MIDIs, CDs de áudio e vídeo digital. O MMPM/2 reproduz video digital a 30fps sem qualquer hardware especial. Ele passou a incluir suporte a PCMCIA 2.0, além do APM, o Gerenciador Avançado de Energia. O contrato da IBM com o a Microsoft expirou, então, e a IBM teve de lançar o seu OS/2 para Windows, que era instalado sobre uma cópia do Windows, para dar suporte ao Windows.
O Windows NT foi lançado em 1993 e não teve a aceitação esperada, e foi visto principalmente como solução para servidores, e não para micros caseiros. A Microsoft anunciou então um novo sistema de 32 bits, denominado Windows 4.0, mais tarde Chicago, que mais tarde ainda passou a ser chamado de Windows 95. A IBM anunciava que tinha o sistema de 32 bits mais vendido do mundo: 5 milhões de cópias vendidas.
A nova versão 3.0 tinha suporte à internet nativo, Applets melhores que o da 2.x, um conjunto de programas muito bons (no Bonus Pak), a WorkPlace Shell foi substancialmente melhorada e os desempenhos na impressão, multimídia e PCMCIA foram melhorados. O suporte a Win32s também foi adicionado, permitindo alguma compatibilidade com o Windows 95.
F inalmente chegamos aos dias de hoje. O Merlin acabou de ser lançado, a IBM fez pouca propaganda, mas o único anúncio que eu vi sobre o Merlin, no jornal "O Estado de São Paulo" dizia que ele tende a ser concorrente do Windows NT. Bem, o OS/2 Merlin não tem muito como explicar. Ele tem tudo de bom do Warp e mais...
A qui vão as melhorias:
P ara se compreender as melhorias não há outro jeito: Deve-se comprar, instalar e VER... Mas tudo isso tem um preço: O OS/2 novamente voltou a exigir uma máquina poderosa: Um 486Dx2 com 16Mb para funcionar bem SEM controle por voz e Pentium 100 com 32Mb para funcionar bem COM voz... Apesar que se for ser analizado devidamente, não é tanto assim... :-)
E u o executo em um Amd 5x86 133, com 36Mb de RAM, e a sua velocidade é excelente!
E-mail para o autor:
1984: Um Sistema Operacional para o IBM PC AT
E ste novo computador deveria cuidar da Multitarefa, ou seja, mais de um programa funcionando ao mesmo tempo, e também, gerenciar até 16Mb de memória (muito mais que seu irmão mais velho, que gerenciava apenas 640Kb) e também de executar programas cinco vezes mais rápido que o seu predecessor. Foi então que um novo sistema operacional foi prometido, para tirar proveito de toda essa nova tecnologia.
8088 x 80286 - Poder x Compatibilidade: O impasse
O Que São os Modos Real e Protegido?
O DOS em Modo Protegido
1985: O 80386
A Barreira dos Segmentos
A capacidade de segmentar a memóriaria é algo que pode ser muito interessante e positivo ao processador. Porém o 286 tinha uma falha grave neste ponto: Para manter a compatibilidade com o 8088, os segmentos eram de 64Kb... Essa decisão pela compatibilidade foi muito infeliz, uma vez que isso tem uma limitação muito grande: Todos os dados e códigos tinham de caber em 64Kb, pois nenhum segmento poderia exceder esse valor. Um programa com Megabytes de memória teria de ser dividido em segmentos de 64Kb e cada um deles gerenciados pelo próprio programa. Isso era uma complicação grande que desencorajou muitos programadores de utilizarem o 286 como base de seus programas. Ficava evidente, então, a necessidade da criação de um novo projeto, o 386.
O 386 e a Utilização de Segmentos Maiores
O Modo Virtual 8086 (V86)
H á alguns problemas que um software de multitarefa para DOS não pode resolver, entretanto. É um problema sobre acesso direto aos periféricos. A maioria dos programas para DOS tem o mal costume de acessar diretamente o HardWare, sem uma consulta ao sistema operacional. Isso causa problemas, pois facilmente aconteceria, em caso de multitarefa no DOS, de um programa em background escrever sobre a tela do que está em foreground... Para evitar isso, também se utiliza o modo V86, uma vez que ele permite não só uma partição da memória, mas també a criação de periféricos virtuais, eliminando problemas como o do vídeo, anteriormente citado. Tudo isso tornava o 386 uma máquina extremamente poderosa...
1986: Primeiros Desapontamentos
1987: OS/2 Versão 1.0
J untamente com o anúncio do esperado IBM PS/2, a Microsoft anunciou para o fim de 1987 o finalmente denominado OS/2.
A administração Reagan convenceu as empresas japonesas de semi-condutores a limitarem as exportações para permitir que as americanas pudessem competir. Infelizmente poucas empresas Americanas produtoras de chips de memória permaneceram, e houve falta de tais chips, o que causou uma alta nos preços, que durou até algum tempo atrás. E isso foi muito ruim, afinal era recomendado, para o OS/2, 4Mb de ram, numa época em que isso era uma quantidade bastante grande de memória.
O OS/2 foi lançado prematuramente, se formos analizar o que ele tinha, em comaparação ao sistema operacional que vinha com o MacIntosh. Mas justamente por causa do avanço dos MacIntoshes, da Apple, naquela época é que a IBM o lançou tão cedo. Porém a IBM prometia (e cumpriu) uma interface gráfica e avanços que ainda não estavam disponíveis em nenhum outro sistema até então.
1988: OS/2 Versão 1.1
1989: O Sistema de Arquivos de Alto Desempenho (HPFS ou SAAD)
L ogo após a Comdex de 1989, o OS/2 2.1 foi lançado, com um Presentation Manager muito melhor, e mais: O HPFS. Outra inclusão ao OS/2 1.2 foi o REXX, uma linguagem da Arquitetura de Aplicações do Sistema (SAA - Systems Applications Architecture), uma linguagem interpretada, como o JAVA (Sun MicroSystems).
1990: O Microsoft Windows 3.0
O Windows 3.0, lançado em 21 de maio de 1990, precisava de um 386 e 4Mb de memória para funcionar bem, mas o detalhe é que a escassez de memória havia acabado, VGA, mouse e um harddisk de 60Mb ou mais, ou seja, praticamente a mesma configuração que o OS/2 precisava em 1988. O Windows, porém podia usar parte do poder do 386, e acabou vendendo em um mês mais do que o OS/2 em 3 anos. A Microsoft realmente tinha um produto de futuro.
C om isso a Microsoft direcionou a maior parte de seus programadores e equipes de desenvolvimento para o Windows, deixando o OS/2 "meio" de lado. Assim, em 1990 não saiu nenhum OS/2, pois o 2.0 havia sido adiado para o início de 1991.
1991: IBM e Microsoft Seguem Caminhos Separados
O que a Microsoft planejava para a versão 3.0 do OS/2, multiplataforma, se tornaria, com o tempo, o Windows NT (New Technology). O NT rodaria programas OS/2 e UNIX e estava prometido para 1992. Entretando, ainda em 1991, a Microsoft retirou a promessa de suporte a OS/2 e UNIX, pois percebeu que era um projeto ambicioso demais.

1992: OS/2 Versão 2.0
1993: OS/2 Versão 2.1
1994: OS/2 Warp Versão 3.0
A IBM queria resolver todos os problemas das versões anteriores, como exigir máquina poderosa, dificuldade de instalação, aceitar poucos dispositivos... E o fez. O resultado foi o OS/2 Warp Versão 3.0. A Nova versão 3.0 para Windows podia trabalhar com o Windows 3.11 para Workgroups. Mais tarde um pouco surgiu a versão full, com o Windows imbutido, mais estável que o comum, e utilizando apenas memória DPMI.
1996: OS/2 Warp Versão 4.0: Codenamed Merlin

última atualizaçã em 15/03/1997.