Dicas Sobre o Sistema OS/2
Introdução
Optimizando o Ambiente de Trabalho
Introdução
Em geral esta Home Page se dedica à modificações que melhorem o desempenho e performance do sistema. Há dicas de outros tipos também, mas não serão muitas. Estas dicas estão plenamente testadas no OS/2 Warp versão 3.0 e versão 4.0 (Merlin).
Primeiras Dicas: Antes da InstalaçãoEstas considerações só valem se você ainda não instalou o OS/2. De outra forma, pule a mesma!
Instalação
A instalação do Merlin costuma acontecer sem maiores problemas, porém há algumas considerações a serem feitas.
Antes de começar a instalar qualquer parte do Merlin, convém desligar algumas coisas no CMOS. Isto você pode fazer da seguinte forma:
Desligue o micro. Ligue-o. Aperte a seqüência de teclas para entrar no seu CMOS (Definções da Bios). Normalmente essa tecla é o DEL, mas varia de micro para micro. Já no CMOS, verifique se os drives (e o HD) estão corretamente definidos. Se o seu drive de 3.5 HD NãO FOR o drive A, verifique inicialmente se não há possibilidade de inverter o drive de boot pelo CMOS. Se tiver, pule para o parágrafo seguinte. Caso contrário, terá que fazer umas modificações. Para isso, desligue o micro, abra-o, inverta os cabos dos drives (o que está no Drive de 5,25 coloque no de 3,5 e vice versa. Feche-o, ligue-o, entre novamente no CMOS e reconfigure os drives.
Feito isso, olhe se o seu HD tem mais de 1024 cilindros (normalmente os que tem mais de 528Mb). Se tiver, veja se o seu BIOS tem a opção de ligar o LBA para o HD. Se tiver ligue-a. (isso para HDs IDE, claro).
Verifique também a seqüência de busca de drives durante o Boot. Se estiver setado para "C: , A:", mude para "A: , C:".
Para facilitar a instalação (para que ela não dê problemas), desligue o cache, todas as Shadow ROM e o turbo (este último no gabinete do micro). Isso permitirá uma instalação mais fácil. (Você poderá religar tudo deste parágrafo após a instalação).
Feitas essas verificações, salve as alterações pelo CMOS e de um boot no micro (se o próprio CMOS não fizer isso após salvar as alterações). Verifique se o micro testa os drives e HD sem problemas. Se der problemas confira se fez tudo corretamente. Se tudo correr bem, desligue o micro. Insira o Disco de INSTALAçãO do OS/2 no Drive A: (que deve ser o de 3.5) e prossiga com a instalação conforme descrito no manual, que é excelente.
Este é um problema rasoável e normal. Eu costumo aconselhar que se particione, mas de forma racional. Primeiro vejamos o sistema de arquivos a ser utilizado:
O FAT tem alguns prós, como ser compatível com DOS, Windows e Windows 95. é o ideal se você pretende ter um Dual Boot, ou um Boot Manager, para ter um sistema diferente do OS/2 instalado (como DOS/Windows, por exemplo). Porém ele tem algumas desvantagens, dentre elas a grande fragmentação, a lentidão e nomes com apenas 8.3 caracteres. Além disso, o sistema FAT tem o problema de "quanto maior, mais setores tem o cluster". O Cluster, a menos unidade de alocação possui em um HD formatada para até 512Mb, 16 setores. Ora, se você considerar que cada setor tem 512 bytes, são 8 Kbytes por unidade de alocação. Isso quer dizer que se você grava um programa de 1 byte ele ocupa, na verdade, 8Kb! Assim, se um programa pode ser dividido em n clusters, mas sobra um byte, ele vai ocupar um cluster todo só para esse um byte...
O HPFS, apesar de ser incompatível com DOS/Windows, você poderá acessá-lo através do OS/2, do MDOS e do WinOS/2. As vantagens dele são claras: Velocidade, nomes extensos, ele não fragmenta, dentre outras. Citando o exemplo dado no parágrafo anterior, o HPFS tem 1 setor por cluster, ou seja, cada cluster, não importando o tamanho da partição, tem 512 bytes apenas. Assim, se um programa tem 1 byte, vai ocupar 512 bytes, mas isso representa uma economia de 7.5 Kbytes com relação ao HD em FAT do parágrafo anterior. Se a particão em FAT tiver mais de 512Mb, a economia em se formatar o drive em HPFS seria de 15.5Kb, uma vez que um cluster tem 16Kb neste tamanho de partição.
Assim, não é bom manter partições FAT com mais de 512Mb, mas se for HPFS tanto faz o tamanho. Um HD de 1024Mb, eu particionaria em Duas unidades FAT com 256Mb e uma em HPFS com 512Mb. Pode-se considerar isso um exemplo. A tabela de tamanho por cluster vem abaixo:
| Tamanho (em Mb) | Setores/ Cluster | Tamamnho do Cluster | Tamanho da FAT | Máximo de Entradas | Tamanho da FAT (Máximo) |
|---|---|---|---|---|---|
| 0-16 | 8 | 4kb | 12bits | 4096 | 6kb |
| 17-32 | 4 | 2kb | 16bits | 16384 | 32kb |
| 33-64 | 4 | 2kb | 16bits | 32768 | 64kb |
| 65-128 | 4 | 2kb | 16bits | 65536 | 128kb |
| 129-256 | 8 | 4kb | 16bits | 65536 | 128kb |
| 257-512 | 16 | 8kb | 16bits | 65536 | 128kb |
| 513-1024 | 32 | 16kb | 16bits | 65536 | 128kb |
| 1025-2048 | 64 | 32kb | 16bits | 65536 | 128kb |
Optimizando o Ambiente de Trabalho
Dentro da pasta Sistema OS/2 (OS/2 System) está a pasta Configuração do Sistema (System Setup). Dentro desta, estão as ferramentas mais importantes para você melhorar o desempenho do seu OS/2. A saber:
O Arquivo Config.sys
Alguns arquivos do Config.Sys variam, mas algumas linhas estão sempre presentes, e podem ser alteradas para aumentar o desempenho do sistema. São elas:
| Memória RAM Disponível | Número de Buffers |
|---|---|
| 16-19 | 76-80 |
| 20-23 | 81-85 |
| 24-27 | 86-90 |
| 28-31 | 91-99 |
| 32 ou + | 100 |
| Memória RAM Disponível | Um Sistema de Arquivos | Dois Sistemas dee Arquivos |
|---|---|---|
| 16-19 | 1024 | 512/512 |
| 20-32 | 2048 | 1024/1024 |
| 33-48 | 2048 | 2048/1024 |
| 48 ou + | 2048 | 2048/2048 |
| Memória RAM Disponível | Tamanho do Swapper |
|---|---|
| 16-20 | 20480-16384 |
| 21-25 | 12288-10240 |
| 26-31 | 8192-6144 |
| 32 ou + | 4096-1024 ou - |
Administrando o Hard Disk
E-mail para o autor:
[email protected]