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CATÁLOGO

NAS MÃOS DE DEUS: A VERDADEIRA HISTÓRIA
DE LILLI ZWETSCH STEFFENS

Autores: Lilli Zwetsch Steffens e Saulo Adami.
Ano da publicação: 2005; 2005, 2ª edição; 2006, 3ª edição.
Gênero: Biografia.
Quantidade de páginas: 104.
Tiragens: : 300 exemplares (1ª edição, abril de 2005); 800 exemplares
(2ª edição, julho de 2005); 1.000 exemplares (3ª edição, março de 2006)
À venda.

Conteúdo
Desde criança, ela ajudou seus pais no trabalho da roça. Aprendeu a ler e a escrever em casa, aos 11 anos. Aos 18 anos, foi morar na cidade para trabalhar como faxineira. Aprendeu a cuidar de crianças, se casou e teve três filhos. Enfim, viveu uma vida normal, como qualquer outra mulher de sua geração. Esta é a história de Lilli Zwetsch Steffens, que aos cinco anos de idade perdeu seus dois braços.

Opiniões
"Um livro ungido pelas mãos de Deus, conta como ignorar as limitações físicas e ser feliz".
Izabela Liz, (Jornal de Santa Catarina, Blumenau, SC).

"O livro está excepcional a partir da bela capa com os rastros que a espuma do mar apaga, mas permanecem; afinal, eles foram as mãos que a Lilli utilizou para escrever a sua história. E o que dizer do conteúdo? O texto vai escorrendo agradável, dando-nos a sensação de que as palavras e as frases foram se enfileirando sozinhas porque estavam saindo das mãos de Deus. E há observações que espantam, como essa: "Aos oito anos de idade, eu tinha tantas habilidades com os pés quanto qualquer outra menina, que tivesse dois braços perfeitos".
Celestino Sachet, (Academia Catarinense de Letras, Florianópolis - SC).



GRACHER: UMA EMPRESA FAZ 100 ANOS

Autores: Nayr Gracher, Saulo Adami e Tina Rosa.
Ano da publicação: 2005.
Gênero: História.
Quantidade de páginas: 160.
Tiragem: 2.000 exemplares. À venda.

Conteúdo
Brusque, 1905. Ao cadastrar o primeiro viajante em sua recém-inaugurada hospedaria, Carlos Gracher deu início à história de uma das mais sólidas empresas familiares de Santa Catarina. A hospedaria de Carlos Gracher prosperou junto com a cidade, e agregou outros empreendimentos: bares, salas de cinema, restaurantes e shopping center. Esta trajetória de sucesso teve seqüência sob a direção de seu filho Arno Carlos Gracher e de sua nora Nayr Gracher, que resgata neste livro a história de cada um dos empreendimentos da família, nos últimos 100 anos.

Opinião
"O livro reúne lembranças de ocasiões marcantes e fotografias que não apenas contam a trajetória de uma família, mas relembram parte da história de Brusque e dos costumes da cidade ao longo do Século XX". Rogério Kreidlow, (Município Dia-a-Dia, Brusque - SC).




CIO DA ESTRADA

Autor: Luigi Maurizi.
Ano da publicação: 2005.
Gênero: Poesia.
Quantidade de páginas: 146.
Tiragem: 400 exemplares. À venda.

Conteúdo
Neste quinto (e melhor!) livro de sua carreira, Luigi Maurizi imortaliza em versos os sentimentos presentes no cotidiano de um artesão da palavra.

Opinião
O teu livro está marcado por duas características muito fortes: íntima comunhão com a natureza e domínio da palavra poética. Impossível falar de todos os teus poemas. Coaxo, O engenho e Sinfonia matinal servirão de referência para a análise. A última estrofe é uma aula de filosofia sobre a liberdade que a criatura humana adora: fazer com que a natureza seja a escrava fiel e dedicada – “seja somente assim... / simplesmente / esse solitário e metódico girar”, onde a seqüência da sibilante nos três últimos versos reabastece o movimento e a representação da roda movida pela água. O mesmo acontece em Coaxo. Essa repetitividade dos sons dos sapos é conseguida pela alternância dos sons “ao” e “ao” em coaxam os papos / dos sapos / (...) molhado / do banhado aqui ao lado. Em Sinfonia pastoral, os sons vão em crescendo desde “os estridentes assobios dos canarinhos”, ao “tom grave e melodioso da cigarra” ao “canto saudoso do sabiá”, ao “grasnar nervoso das gritonas aracuãs”. No fecho, “a sinfonia de cores” da aurora! Cumprimentos, aplausos e muito obrigado pelo “Cio” que é da “Estrada”, imagem de muita criatividade. Você descreve o poema da Natureza e você é a voz-escrita para que o poema alcance o leitor e este perceba que a Poesia está do lado-de-fora do Poeta e menos, muito menos, quase nada, do lado-de-dentro do amado (ou amada) sofredores. Tenho certeza porque aconteceu comigo. Cada vez que o leitor mergulha no teu poema, a Natureza bate palmas, pois finalmente ela encontrou o artista que lhe empresta a voz. Em você, a Poesia está na palavra, no verso do poema. É o que você garante no “Sinfonia matinal”.
Celestino Sachet (Academia Catarinense de Letras, Florianópolis, SC).

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