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Ra�a de origem antigu�ssima, sup�e-se que foi originada h� uns 6000 anos antes de Cristo.

    Existe ainda hoje uma grande d�vida de que o Bichon Malt�s tenha ou n�o surgido na Ilha de Malta  sendo que isso n�o importa muito. O que realmente importa � saber que, na �poca do Estrab�o Malta, essa ilha tornou-se privilegiada para os navegantes e comerciantes que viajavam para a �sia e por esse motivo pode ter abrigado muitos Malteses favorecendo sua cria��o.

    Em �pocas mais recentes o Malt�s surgiu na Europa do s�culo XV. Tal como seus antepassados nas cer�micas Gregas e Eg�pcias, aparecendo tamb�m em diversas tape�arias e pinturas da baixa idade M�dia e do Renascimento.

    Mimados pela Rainha das Esc�cia Maria Stuart, que importou alguns exemplares de Lion, os Malteses chegavam � Inglaterra em 1520.

    Os Ingleses acreditaram que o p�lo do Bichon Malt�s curava reumatismos. Esta cren�a perdura at� os dias de hoje, pois ainda se encontram naquela regi�o luvas e xales feitos com o p�lo do Bichon Malt�s.

    Os propriet�rios de um Bichon Malt�s escolheram deliberadamente um c�o de divertimento. Por esse motivo, devem aceitar a presen�a constante desses pequenos animais sens�veis, que nada tenha a vem com os c�es que podem ficar sozinhos durante uma semana inteira tendo como �nico ref�gio uma casinha no jardim. Pela mesma raz�o,  n�o se deve deixar um Malt�s com desconhecidos durante as f�rias. Esse c�o, t�o apegado aos donos, vai se sentir infeliz se julgar que foi abandonado pelo seu dono mesmo que seja por muito pouco tempo.

    Dono de uma pelagem longa e brilhante � um c�o muito elegante, e tem um car�ter muito agrad�vel.

    � freq�entemente um companheiro privilegiado dos idosos, pois sente pelo seu dono um afeto quase sem limites que logo se torna insubstitu�vel. Al�m disso, tem um tamanho que permite ser transportado facilmente.

    Este c�ozinho se adapta muito bem as situa��es mais movimentas, participando com muita alegria das brincadeiras das crian�as e dos passeios familiares.
Hist�ria da ra�a
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CBKC: N�. 65 de 6/04/1998  FCI: N�. 65 de 6/04/1998



Resumo Hist�rico: Seu nome n�o significa que ele � origin�rio da Ilha de Malta, porque o adjetivo �Malt�s� vem da palavra sem�tica �Malat�  que quer dizer ref�gio ou porto. Esta raiz sem�tica se encontra em toda uma s�rie de nomes de lugares mar�timos: por exemplo, o nome da Ilha Adri�tica, Ilha da M�leda, a cidade Siciliana de Melita e tamb�m o da Ilha de Malta, os ancestrais deste pequeno c�o viviam nos Portos e Cidades Mar�timas Centrais do Mediterr�neo, onde ca�avam camundongos e ratos que se encontravam em profus�o nos armaz�ns dos Portos e nos por�es dos navios. Na lista de c�es existentes na �poca de Arist�teles (384-322 A.C.). Ele menciona uma pequena ra�a para o qual atribuiu o nome latino de �Canes Malitenses�.

Este c�o era conhecido na Roma Antiga; companheiro das matronas, foi elogiado por Strabon, poeta latino do primeiro s�culo A.D.. Representa��es do Malt�s por numerosos Pintores da Renascen�a mostram este pequeno c�o nos sal�es da �poca ao lado das Belas Damas daquele tempo.

Pa�s de Origem: Bacia Central do Mediterr�neo

Pa�s Patrono: It�lia

Nome no Pa�s de Origem: Maltese

Utiliza��o: Companhia

Prova de Trabalho: Sem prova de trabalho

Apar�ncia Geral: De tamanho pequeno, corpo alongado, coberto por uma pelagem branca, muito longa e muito elegante

Temperamento: Vivo, afetuoso, muito d�cil e muito inteligente

Pelagem: p�lo denso, brilhante, lustroso, caindo pesadamente e de uma textura sedosa, muito longo sobre todo o corpo, reto sobre todo o seu comprimento, sem sinal de ondula��o.

Cor: Branco puro; um p�lido tom de marfim � permitido. Manchas p�lidas de sombra � tolerado, mas n�o desejado e constitui uma imperfei��o.

Tamanho: Altura na cernelha: Machos de 21 � 25cm e F�meas de 20 � 23cm

Peso: de 3 � 4 Kg
Padr�o Oficial
Aqui est�o somente algumas informa��es sobre o Padr�o Oficial do Malt�s, para saber mais consulte o
Kennel Club.
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Se voc� pensa que um Maltes � apenas um cachorrinho bonito, branquinho e pequeno, pense outra vez!

Estes cachorrinhos s�o amigos, leais e muito devotados aos seus donos. Nem sempre s�o um po�o de simpatia com estranhos, na verdade a maioria � educadamente distante de pessoas que eles n�o conhecem. Apesar do seu tamanho reduzido e apar�ncia fr�gil, os Malteses t�m um grande capacidade de adapta��o a diferentes condi��es clim�ticas. S�o facilmente mantidos num apartamento e exigem pouca quantidade exerc�cios. Mas n�o pense que ele vai ficar o dia todo deitado num sof�. A menos que o dono esteja por perto, o Malt�s adora ficar andando de um lado para o outro atr�s das pessoas da casa.

Como todo cachorro pequeno, eles latem demais, n�o toleram abuso de crian�as e ficam agitados facilmente. Basta um toque na campainha e eles est�o prontos para dar o alarme. Ainda assim, s�o muito mais f�ceis de lidar do que os terriers (um outro grupo de cachorro que � normalmente tem um porte pequeno). Outra boa caracter�stica do Malt�s, � que n�o costumam ser as verdadeiras m�quinas destruidoras como se espera de ra�as pequenas.

Malteses s�o f�ceis de treinar e s�o obedientes se voc� conseguir convenc�-los que ser�o bem recompensados. As recompensas no entanto n�o s�o necessariamente comida, j� que tal como sua apar�ncia, eles costuma ter um paladar refinado e exigente.

A maior parte dos problemas comportamentais destes pequenos s�o originados quando eles ainda s�o muito pequenos. N�o � dif�cil para os donos mimarem em exagero estes c�ezinho. Depois de adultos fica dif�cil tira-los da cama, dos sof�s ou convenc�-los a comerem suas ra��es.

De um modo em geral os Malteses s�o bastante amig�veis com outros c�es, animais dom�sticos, ou pessoas que costumam freq�entar a casa da fam�lia. Adoram aten��o e companhia e por isso mesmo devem ser incentivados a brincarem sozinhos e a se tornar mais independente, principalmente se os donos trabalham o dia todo fora. Tamb�m devem ser treinados desde cedo a controlar suas tend�ncias a latir em demasia.

Com os donos s�o perfeitos companheiros. D�ceis e atentos aceitam bem disciplina e s�o relativamente f�ceis de treinar para fazer xixi e coc� no lugar correto. Quando filhotes adoram brincar, s�o inteligentes e cheios de vida. Ao atingir a idade adulta adoram ficar no colo ou passando horas deitados perto do dono, com o maior prazer.
Perfil da ra�a
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Banho: O banho deve ser semanal. A temperatura da �gua deve ser morna, o xampu dever� ser pr�prio para p�los brancos. Um condicionador facilitar� o trabalho de pentear. Um perfume pr�prio para c�es poder� ser usado ap�s a secagem que dever� ser feita com toalha e secador. A p�s o banho o c�o deve ser bem penteado. O p�lo do cr�nio ficar� preso em mechas por meio de pequenos el�sticos. O xampu dever� ser passado no sentido do p�lo.
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Escova��o: Dia sim, dia n�o. Quando os p�los estiverem secos deve-se usar a escova de pinos, quando estiverem molhados deve-se usar o pente de a�o duplo. Primeiramente usar o lado dos dentes mais grossos, depois o lado dos dentes mais finos. A escova��o deve ser feita a partir da raiz e a favor do crescimento dos p�los.
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Limpeza das orelhas: Retirar os p�lo do interior do canal auricular. Limpar semanalmente com solu��o apropriada (Epiotic).
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Limpeza dos olhos: Livrar de qualquer empecilho, o p�lo desta �rea fazendo escorrer nele um pente com dentes muito finos, a seguir limpar com �gua boricada. Limpar diariamente.
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Limpeza dos dentes: Massagear (uma vez por semana) dentes e gengivas com creme pr�prio para c�es. De seis em seis meses levar ao veterin�rio para retirada de t�rtaros.
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Corte de unhas: De quinze em quinze dias.
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Tosa: Dispensa tosa. Os p�los devem ser aparados rente ao ch�o sempre que necess�rio.
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Observa��o: O banho em filhotes deve ser evitado at� que ele complete quatro meses de idade.
Cuidados b�sicos
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