MEDICINA OCULTA

Samael aun Weor


INTRODUÇÃO
 
Chegou a hora de grandes decisões e não há tempo a perder, estamos assistindo a derradeira agonia de uma raça caduca e degenerada. O mundo cobriu-se de horríveis trevas. Estalou a tempestade dos exclusivismos e o raio da justiça cósmica brilha terrível na augusta imensidão do pensamento.

A Grande Rameira foi julgada pelos Deuses inefáveis e agora esta caido no insondável abismo.
O Anticristo da Ciência Oficial, vestido de púrpura, senta-se em um trono de blasfêmias. Como hiena voraz, devora homens ... sem piedade e insaciável.

Chegou a hora das grandes decisões. Os venerados herois da sabedoria, em compactas e nutridas fileiras de luz e glória se apressam para trava a batalha final contra os falsos apóstolos da medicina. As fanatizadas forças dessa ciência dividiram-se em inúmeras seitas que se combatem mutuamente. Dessa contenda, como mudas testemunhas, os ossários guardam os restos sagrados dos seres queridos.

A grande rameira foi ferida de morte. Do fundo do abismo escapa um hálito de guerra, um augúrio de desgraça. A ciência oficial da alopatia – satirizada desde Moliere até Bernard Shaw – declarou se infalível e seus falsos pontífices perseguem os apóstolos de Deus.

Chegou a hora das grandes determinações. As inúmeras seitas médicas, fanatizadas pelos seus líderes, estão empenhadas em uma luta de morte, desesperada e sem nobreza. O campo de batalha está cheio de bandeiras: psiquiatras, alopatas, homeopatas, botânicos, naturalistas e bioquímicos combatem entre si e se repetem no desolado campo da via crucis humana.

O famoso sifilógrado Wasserman resolveria por acaso o problema da sífilis? O que conseguiram fazer no campo dos resultados efetivos os sistemas de Pneipp, de Kilez e de Kune pela grande orfã?  O problema da lepra ou da tuberculose estaria solucionado ainda que parcialmente? O que aconteceria com os ensaio de Haneman e de Schulsler? Porventura redimiram o genero humano do tifo ou da variola?

E vós, ingênuos botânicos, que profanastes o reino vegetal convertendo-o em produtos de farmacia, conseguiste dizimar as enfermidades da humanida?

Néscios botânicos, charlatões e enganadores ignorantes, como assassinais as plantas medicinais para sanar com seus despojos? Não vos haveis dado conta de que as plantas são os corpos físicos de criaturas elementais da natureza? Não haveis averiguado que nenhum cadaver animal ou vegetal pode curar? Estais crendo que se pode animar a vida com substâncias mortas.

Não sabeis, vos, botânicos ensaistas, que não é a planta que cura, mas o elemental da planta e que cada planta e o corpo físico de uma criatura da natureza?

Ouvi-me: até agora não haveis feito maior coisa do que profanar cadáveres vegetais? Quem sbe manipular os elementais das plantas? Cada organismo vegetal é o corpo de um elemental da natureza; esta dito que não é a planta quem cura e sim o elemental da planta e seus mantrãs cantados incessantemente.

Quem quizer oficiar no grande templo da sabedoria tem que saber manipular as criaturas elementais dos vegetais. Isso terá de fazer que quizer manejar a vida.

O elemental de uma planta reage furiosamente contra o ervateiro que resraga seu corpo físico. Esse vegetal assim ferido não somente não cura, como causa danos; a vitalidade do vegetal altera-se psiquicamente com ira o terror que lhes cause.

O elemental de cada planta tem o seu ritual, seus mantrans e suas horas que são entregues ao médico que sabe ordenar com amor e impor-se com carinho. O insigne mestre Paracelso assim se expressou em seu Fundamento Sapientia : Há duas espécies de conhecimento. Há uma ciência e uma sabedoria médica. A compreensão animal pertence ao homem animal, mas a compreensão dos mistérios divinos pertence ao espírito de Deus nele.

Enquanto a ciência médica inventa remédios patenteados,que mudam incessantemente como a moda das mulheres, há uma antiquíssima sabedoria médica que tem sua origem nos primeiros fundamentos do mundo e que nunca mudou suas fórmulas.

Esta sabedoria divina conserva-se em Santuários afastados da falsa civilização materialista. Esta sabedoria médica é guardada zelosamente pelos Mestres de Sabedoria em lugares secretos, inacessíveis aos mercadores do templo. Com as fórmulas exatas dessa arcaica sabedoria médica, pode-se curar todas as enfermidades, mesmo as consideráveis incuráveis. A lepra, a sífilis e o câncer tornam-se insignificantes, como brinquedos de criança diante do terrível poder do médico gnóstico que maneja a vida.

GNOSE é o nome dessa antiga sabedoria médica que desde a aurora da criação jamais mudou suas fórmulas porque são exatas como uma tábua pitagórica. Nelas comungam a ciência, a mística e a arte régia em um conúbio divino. Essas fórmulas tem seu fundamento na elementorerapia que é a arte régia da natureza, já que nos ensina a manipular as criaturas elementais dos vegetais, antigamente conhecidas com os nomes de silvanos, dríada, hamadríadas e faunos.

Esses elementais das plantas, que o médico gnóstico maneja, são os dussi de Santo Agostinho, as fadas da Idade Média, os doire oigh dos gauleses, os grove e maidens dos irlandeses e os anima dos sábios médicos gnósticos e dos fraternais índios da Serra Nevada de Santa Marta (Colômbia).

O insígne Mestre Paracelso dá o nome de silvestres aos elementais dos bosques e de ninfas aos das plantas aquáticas. Nos livros sagrados de todas as antigas religiões, o santo simbolismo vegetal encontra-se amplamente exposto. Recordemos a árvore da ciência do bem e do mal do jardim do Éden, símbolo terrível da força sexual e na qual se acha a redenção ou a condenação do homem. Lembremo-nos da árvore dos sefirotes da cabala, do aswatta ou figueira sagrada, símbolo da sabedoria divina; do  haona dos masdeístas, no qual Zoroastro representou o sistema nervoso e o sistema líquido do homem, do zampou do Tibete e do iggradsil; do carvalho de Pherécydes e dos antiquíssimos celtas.

As religiões antigas representam seus fundadores adquirindo sabedoria debaixo de uma árvore. Assim, vemos o grande Gautama, o buda Amitaba, recebendo a iluminação debaixo da árvore bhodi, a qual ainda existe na velha Índia.

Cristo é uma exceção desta regra, já que Cristo é a própria sabedoria. Ele é o Logos Solar, cujo corpo físico é o Sol. Cristo caminha com seu sol da mesma forma com que as almas humanas caminham com seu corpo de carne e osso. Cristo é a luz do Sol. A luz do Sol é a luz do Cristo. A luz solar é uma substância cristônica que faz brotar a semente e crescer a planta. Na escura dureza do grão fica encerrada essa substância do Logos Solar, que permite à planta se reproduzir incessantemente com vida gloriosa, pujante e ativa.

O folclore, a história da magia e da bruxaria, os relatos comprovados de assassinatos e mortes a distância por feitiçaria ... só foram possíveis com a manipulação dos elementais das plantas.

Esta ciência que eu batizo com o nome de elementoterapia, a arte régia da sabedoria médica, é tão antiga quanto o mundo. Não se pode ser médico sem ser mago nem mago sem ser médico.

O ervateiro e o médico alopata identificam-se porfquanto ambos estudam o corpo físicos dos seres vivos. O médico gnóstico estuda o homem e a planta em seu tríplice aspecto de corpo, alma e espírito. O médico gnóstico trata as plantas e os homens da mesma forma. A terapêutica gnóstica é mística, simbólica e alquimista.

Há duas classes de anjos: anjos inocentes e anjos virtuosos. Os elementais das plantas são anjos inocentes e os homens perfeitos são os anjos virtuosos.

Na Gloriosa Índia dos rissi, não há povo que não tenha a sua árvore mágica, a cujo gênio elemental rende culto. As tradições helênicas sustentam que cada selva tem seu gêncio e cada árvore tem sua ninfa. Não é raro ver-se sobre as nilgires árvores sagradas com figuras secretas em rubro e azul gravadas em seus troncos e ao pé delas algumas pedras pintadas de vermelho.

Essas árvores sagradas são locais de sacrifício e oração, sendo nelas encontrados restos de animais e mechas de cabelos oferecidas pelos enfermos e possessos em ação de graças ao gênios elementais dessas árvores de mounispouranms.

Comumente, tais árvores pertencem à familia dos ilex; algumas vezes são das chamadas cinames selvagens entrando também as conhecidas com a denominação de eugenia. NO original livro de E. Boscowitz figuram interessantes testemunhos de alguns sábios que afirmam o que há milhões de anos as tribos indígenas da América já sabiam: que as plantas têm alma, vida e sensibilidade semelhante a dos seres humanos.

Erasmo Darwin disse em seu JARDIM BOTÂNICO que a planta tem alma. Recordemos que homens eminentes com Demócrito, Anaxágoras e Empédocles sustentaram essa mesma tese antes de aparecerem no mundo essas falsas luzes da civilização moderna. Em épocar mais recentes, surgiram outros que sustentaram ser voluntários os movimentos das raízes. Vrolik, Hedwig, Bonnet, Ludwig e F. Ed. Smith afirmam que a planta é suscetível de sensações diversas e que conhecem a felecidade. Finalmente, o sábio Teodoro Fechner escreveu um livro intitulado  NANNA ODER UBER DAS LENLEBEN DER PFLANSEN onde dá provas suficientes de que a planta tem alma.

O que a nós gnóstico movae à compaixão é que somente agora ocorra aos cientistas afirmar, como tese novíssima, isso da alma das plantas, quando o gnosticismo o sabe desde o nascimento do mundo e o sabe também qualquer indiozinho da Serra Nevada de Santa Marta(Colômbia).

A sanguinária alegra-se e mexe seus ramos quando dela se aproxima o sábio que sabe amála. A dormideira (sensitiva) recolhe suas folhas e adormece muitas vezes antes de que o médico gnóstico a tenha tocado. O elemental da planta alegra-se quando a amamos e enche-se de dor quando a ferimos. O organismo físico dos elementais da natureza é análogo ao humano.

A respiração das plantas realiza-se através das traquéias de Malpighi, compostas por uma película celular enrolada em espiral e dotada de contração e expansão . Segundo as experiências científicas de Calandrini, Duhamel e Papin o ar é o único fundamento da vida vegetal. Sustenta Bertholon que o ar exerce sobre a seiva vegetal uma ação análoga a que exerce sobre o nosso sangue. Esperiências de Ingenhus, Mohl, Garren, Hales e de Teodoro de Saussere provam cientificamente que o lado inferior das folhas está cheio de pequenas bocas estomacais, órgãos de respiração.

As plantas inalam inidrido carbônico e exalam oxigênio. Suas raízes servem de estômago e com seu sêmen emulsionam os elemntos da terra transformando-os inefáveis arcanos da substância de Deus. Esses arcanos são os instrumentos que os elementais das plantas usam para sanar o enfermo, o que porém só corre se o médico gnóstico preencheu os três requisitos indispensáveis: amor a Deus e ao próximo, ritual perfeito e diagnóstico exato.

A elementoterapia ensina ao médico gnóstico como manejar os elementais vegetais. A elementoretapia é a sabedoria que permite ao médico gnóstico manejar a vida. Até agora os botâncioas não fizeram nada mais do que manipular as formas, jamais a vida, porque a vida só a sabe manejar o médico gnóstico que estudou elementoterapia.

Os botâncios são os dissecadores das plantas, os profanos e profanadores do templo da natureza. Os alopatas só conhecem a biomecânica dos fenômenos orgânicos e ainda superficialmente, nada sabendo do fundo vital. Os alopatas, com os botânicos, são destros em manejar formas cadavéricas. do ponto de vista fisiológico ou patológico, poderíamos dizer, com propriedade, que os alopatas são vivissectores de animais e de homens.

Os homeopatas, os bioquímicos e suas parentelas são tão somente os filhos pródigos da botânica e da alopatia.

Chegou a hora das grandes decisões e não há mais tempo a perder! Corresponde aos homens divinizados expulsar aos mercadores do templo com o látego da vontade! Chegou a hora em que devemos nos libertar de toda conjunção social (escolas, seitas, religiões e dogmatismos) para regressar com alegria ao templo da natureza!

Devemos rebelar-nos contra todo tipo de teosofismos, rosacrucianismo empolados e espiritismos fanaticos. devemos queimar o bezerro de ouro (o dinheiro), abandonar as cidades e voltar ao seio da natureza! Quando o home regressar ao seio de sua mãe (a natureza), ele lhe dará pão, abrigo e sabedoria. Ela lhe dará o que nenhum líder político pode dar: sabedoria, pão e abrigo. Cabe a nós voltar à sublime mística cósmica da Mãe do Mundo.

Chegou a hora de oficiar no templo da Deusa Mãe do Mundo e assim o faremos com a mesma sabedoria que o homem conheceu na antiga Arcádia, antes de que se encerrasse na vida urbana. Nós chamaremos a esta arcaica sabedoria médica de elementoterapia. Esta é a sabedoria dos médicos gnósticos.

A ditos médicos (os gnósticos) se lhes chama espirituais porque mandam nos espíritos das ervas e das raízes e os obrigam a pôr em liberdade os enfermos que aprisionaram. Da mesma maneira, se um juiz põe um preso nos cepos, o juiz é o médico do preso porque tendo as chaves, pode abrir as fechaduras quando quiser. A essa classe de médicos pertenceram Hipócrates e outros mais .(Paramirum. Prólogo III. Paracelso).

O eminente médico gnóstico alemão, doutor Franz Hartman, disse: O verdadeiro médico não é um produto das escolas acadênicas, ele chegou a sê-lo mediante a própria luz da sabedoria divina.

Teólogos, que nada sabeis de Deus ! Médicos, que ignorais a medicina! Antropólogos, que desconheceis que não tendes sentimento algum de bondade nem de justiça! Cristãos, que a cada instante atraiçoais o Mestre! Juízes, que jamais julgais vossos vícios e defeitos ! Governantes, que não aprendeis a governar as vossas baixas paixòes! Sacerdotes, que explorais as fanáticas seitas do mundo! Mercadores, que não respeitais nem o pão que a Mãe Natureza dá a seus filhos! Vós prostituístes tudo com o vosso asqueroso dinheiro.

Ai de vós e de vossos filhos! Ai dos moradores da Terra! Porque cairão facas sobre as calçadas das cidades. Nas trevas do abismo escuta-se somente o gemer lastimoso e o ranger de dentes!

A medicina oficial explorou a dor humana. Quando o homem se separou da natureza para cair prisioneiro na vida urbana, caiu nas mãos das potências tenebrosas e aprendeu dos magos das trevas a falsa ciência. Foi quando conheceu a dor. Agora, compete ao homem retornar ao seio da natureza para recuperar as posses perdidas.

Cada elemental da natureza representa determinados poderes da bendita Deusa Mãe do Mundo e só pode ser realmente mago e médico aquele que sabe manejar os poderes da natureza, encerrados em cada erva, em cada raiz e em cada árvore.

O pensamento é uma grande força, porém tudo é dual na criação. Toda intenção oculta, se quiser se manifestar, necessitará de um instrumento físicoo que sirva de vestido à idéia; esse instrumento é o vegetal que lhe corresponde. Só pode ser mago aquele que sabe o segredo de mandar nos elementais vegetais.

O uso do magnetismo animal, a transmissão da vida (múmia), o transplante das enfermidades e outras coisas análogas, sabiamente descritas por Paracelos e Cornélio Agripa, somente são possíveis para o médico gnóstico que sabe manipular as criaturas elementais das palntas. A transmissão do pensamento torna-se fácil quando se opera por meio dos elementais vegetis, pois como já se disse: tudo é dual na criação.

Esses conhecidos sistemas de Marden, Atkinsos, Mesmer e Paul Jagot, essas escolas pseudo-espiritualistas, jamis poderão ensinar ao home o sávio uso da força do pensamento porque força e forças são coisas muito unidas na criação. Toda onde mental tem seu expoente em alguma planta e para que as ondas mentais se cristalizem, têm que se revestir com os poderes ocultos da planta que lhe corresponde.

Não há nada no universo que não seja dual. Os atletas da concentração do pensamento perderão seu tempo miseravelmente se não souberem combinar as ondas mentais com os poderes da natureza encerrados nas plantas.

Enquanto o homem não regresse ao seio da natureza, seus pensamentos, como sua vida, serão completamente superficiais e artificiais. Ademais, negativos e inócuos. O homem precisa abandonar os falsos tempos e ídolos da vida urbana e voltar ao seio da bendita Deusa Mãe do Mundo. Ela lhe dará luz e sabedoria, poder e glória. Aos templos da natureza regressarão os filhos pródigos quando abandonarem a vida urbana e voltarem ao seio da Deusa Natureza.

Os templos da Deusa Mãe do Mundo, situados nas gargantas das montanhas e nos vales profundos, aguardam apenas que o homem bata as suas portas para recebê-lo e brindá-lo com o amor, sabedoria, pão e abrigo. Estes são os mandamentos do Bendito.

Até agora, amados discípulos, somente haveis ouvido falar do Tibete oriental e dos santos Mestres que ali moram. Franz Hartman falou dos Mestres do templo oculto da Boêmia e Krumm-Heller (Huiracocha) dos templos de Montserrat na Espanha e de Chapultepec no México.

Nossa amada América do Sul também tem os seus templos majestosos, embora ninguém tenha falado deles. São eles os templos da Deusa Natureza, os sagrados templos dos mistérios do raio maia.

Até agora , somente haveis ouvido falar dos Mestres asiáticos e europeus.Muitos estudantes espiritualistas desejariam progredir internamente, porém não conseguem porque não encontraram o caminho que lhes pertence: seu raio e tônica próprios que estão de acordo com o seu sangue e sua psique. Não se deve esquecer que na América do Sul o sangue índio predomina sobremaneira e há milhões de seres desses Mestres do raio maia e descorrer pela primeira vez a cortina que os oculta.

Kalusuanga, o primitivo Deus da luz, o grande Mestre do Sol, tem um recanto de sabedoria esotérica no templo de Buritaca, sede da sabedoria antiga, localizado na costa atlântica.

Kunchuvito Muya , Deus poderoso.
Kakasintana, Deus poderoso.
Nuestro Padre Seyancua.
Nuestro Padre Seukul.
Mama Kako Biscunde.
Mama Batunare.
A Saga Maria Pastora, Mestra de Sabedoria.
O Deus Kuinmagua. Este Mestre é o Deus das tempestades com poderes sobre as estações do inverno, do verão, do outono e da primavera.
O Deus Temblor (tremor), um menino inocente que faz tremer a terra, cujo nome não vem ao caso mencionar.

Esses Mestres da venerável Loja Branca do raio maia são os silenciosos vigilantes da América Latina. A Serra Neva de Santa Marta (Colômbia) é outro Tibete poderoso e antiquíssimo.

Kalusuanga, o primitivo Deus da luz, admitirá alegremente em seus mistérios às almas sedentes do raio maia. A chave para entrar no templo de Kalusuanga, o Mestre índio, é a seguinte:

O Discípulo sentar-se-á em uma cadeira, de frente a uma mesa, apoiará os cotovelos sobre a mesa e sustentará a cabeça com a mão esquerda, enquanto que com a direita fará passes magnéticos sobre a cabeça, desde a testa até a nuca, com o propósito de magnetizar a si mesmo e de atirar com força, (com os passes magnéticos), o corpo astral para fora na direção do templo de Buritaca, antiga sede de sabedoria do raio maia. O discípulo unirá sua vontade e sua imaginação , como se estivesse em carne e osso no templo de Buritaca. Mentalmente, pronunciará os seguintes mantras ou palavras mágicas:

OMNIS BAUN IGNEOS

Pronuncia-se estas palavras de forma seguida, alongando-se o som das vogais até se adormecer.

Depois de algum tempo de prática, o discípulo saira do corpo físico em seu astral e Kalusuanga, o sublime Mestre do raio maia, o instruirá em seus mistérios e lhe ensinará a sabedoria médica. Kalusuanga primeiro prova o valor do invocador e aparece gigantesco e terrível para testar o discípulo. Se este for corajoso, será instruído na sagrada ciência dos mamas.

Os médicos gnósticos da Serra Nevada de Santa Marta curam a sífilis em 15 dias, curam a lepra de último grau em 9 meses precisos e a tuberculose em 15 dias. Não há enfermidade que os mamas arhuacos não possam curar e acham grança da ciência dos civilizados do século XX.

Os mamas afirmam que para a civilização moderna chegar ao seu grau de cultura será preciso que se passem centenas de anos.

Nos cumes cobertos de gelo da Serra Nevada de Santa Marta vive um poderoso sábio Iniciado, cuja idade é realmente indecifrável. Esse grande Iluminado é o mama presidente do governo dos índios arhuacos . Esse mama tem poderes sobre a criação inteira e é proundamente venerado pelos índios de toda Serra Nevada . Tem um cristal octaédrico sobre um trípode onde se refletem as imagens das pessoas que a ele se dirigem, não importando a distância que se encontrem dele.

Os mamas diagnosticam as enfermidades pondo uma esfera de vidro sobre a nuca do paciente. Por ali, auscultam o interior do organismo melhor do que com os raios-X. Eles sorriem desdenhosamente do complicado mecanismo da ciência oficial. Para diagnosticar uma doença de um paciente que se encontre a muitas milhas de distância, basta-lhes colocar a esfera de vidro sobre as roupas do enfermo. Algum dos cientistas modernos poderia fazer isto? Que maravilhoso seria se, abandonando a sua suficiência universitária, fizessem um esforço e fossem estudar medicina maia na Serra Nevada de Santa Marta da Colômbia.

Do intelectualismo sem espiritualidade saem os velhacos e estes têm sido a desgraça do mundo.

Os médicos índios curam e muitas de suas curas são instantâneas porque eles conhecem, desde os remotos tempos, o correto manejo dos elementais.

Há tambem templos de luz em Taganga e Gaira, costa atlântica da Colômbia. Nesses templos ocultos moras os grandes Iniciados do raio maia. O majestoso templo da Serra Nevada de Santa Marta é o augusto Santuário dos altos Iniciados da serra. Tais templos estão em estado de Jinas, isto é, dentro da quarta dimensão; são catedrais da natureza onde moram os grandes sábios da Cobra.

A chave para viajar em corpo astral, na forma que deixamos exposta, a devemos a Kalusuanga, o poderoso Deus filho dos sete mares vermelhos e dos sete raios do Sol. Fazendo uso desta chave, os discípulos poderão sair do seu corpo físico cada vez que o desejarem e comparecer em corpo astral nos templos do raio maia para receberem instrução da sabedoria médica.

Os altos Iniciados mamas comunicam-se com os mahatmas do Tibete e conhecem a fundo os vegetais da Índia oriental.

O presidente dos índios arhuacos entra em um misterioso recipiente que contém um licor raro e quando sai dali, seu corpo físico já esta no plano astral. Desta maneira, translada-se com corpo e tudo, em poucos instantes, para onde quiser.

No entanto, esses sábios índios são calados ao extremos e humildes. Nenhum civilizado consegue jamais arrancar deles seus segredos a menos que se haja feito digno e merecedor de ser recebido como discípulo.

Tenho de agradecer, neste trabalho, os dados excelente que Dionisito da Cruz, residente na fazenda de Tierra Grata, a 20 quilômetros de Fundação, teve o bom gosto de me suministrar para minhas investigações sobre a Serra Nevada.

Tenho também de dar graças a um indígena do Departamento de Bolívar (Col6ombia) pelos dados subministrados para este labor e que foram magníficos.

Apresento também meus agradecimentos ao mestre Paracelso, quem revisou e corrigiu os originais desta obra a fim de que ela cumpra a solene missão que lhe foi designada a desempenhar na futura Idade de Aquário.

Dou ainda graças ao Mestre Kalusuanga por sua maravilhosa chave que permitirá aos discípulos latino-americanos de sangue aborígene porem-se em contato com os templos de mistérios do raio maia.

Há regiões do território colombiano onde o sangue aborígene é sumamente forte, como ocorre com o Departamento de Boiacá, por exemplo.

Os discípulos de sangue marcadamente índio, com a chave do Mestre Kalusuanga, poderão aprender a sair em corpo astral e receber instrução esotérica nos templos do raio maia, que é o raio autóctone americano.

Dou também graças aos Mestres Mória, Kout Humi , Hipócrates e outros pela sua cooperação nesta solene missão que me foi confiada. Agradeço também ao meu santo guru, cujo sagrado nome não deve ser mencionado.

Eu- SAMAEL AUN WEOR – Mestre dos Mistérios Egípcios, sou o grande Avatara de Aquário, o Iniciador da Nova Era, o mestre da Força.

Chegou a hora das grandes decisões, e não a tempo a perder! Estamos assistindo a última agonia de uma raça caduca e degenerada. Cabe a nós agora empunhar a espada da justiça para desmascarar os traidores e para desconcertar os tiranos.

 


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 Samael aun Weor

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