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ORGULHO

GULA

INVEJA

COBI�A

PREGUI�A

ORGULHO

IRA

LUX�RIA

o 3� defeito em densidade entre os sete capitais.

Suas principais manifesta��es s�o:

  • Auto-considera��o - Sentimento de ser v�tima ou sofredor. � a porta de entrada para qualquer agregado psicol�gico se manifestar. A pessoa sempre coloca a culpa nos outros; no passado, no tempo, no pa�s, na sociedade, vive se queixando, nunca v� o mundo exterior, pois s� pensa em si mesmo. Devemos nos colocar no lugar dos outros, ter mais considera��o exterior e assim a auto-considera��o vai se diluindo.
  • Auto-m�rito - Cren�a que fez algo e por isso merece ser recompensado. Pode vir acompanhado do Eu Infal�vel ou do Auto-suficiente. Nunca devemos esperar recompensas.
  • Auto-import�ncia - Estima demasiado � sua import�ncia. Geralmente se deriva do complexo de superioridade. N�o lhe interessa aprender de ningu�m.
  • Auto-valoriza��o - Este agregado quer que valorizemos seus esfor�os. N�o se importa com recompensas, s� quer demnstrar seus valores. Valorizamos nossos feitos para os outros, para que nos elogiem.
  • Auto-sufici�ncia - Cr� que n�o necessita de ningu�m. � capaz de tudo.
  • Auto-simpatia - Fundamenta-se no amor pr�prio e na vaidade. Se acha muito simp�tico.
  • Amor-pr�prio - Parte que d�i, que se afeta, quando, por exemplo, � ofendido.
  • Arrog�ncia - Quer pisar sobre os demais para impor, predominar. Se caracteriza pela forma de falar, caminhar, sentar-se ou de observar as pessoas.
  • Burla Orgulhosa - � o sorriso de menosprezo, deboche.
  • Gargalhada Estrondosa - Pessoas que riem demais, sempre, do que dizem, fazem, t�picos de mulheres de le�o.
  • Capricho - N�o mede esfor�os para satisfazer seus desejos. Surgem na inf�ncia, quando os pais fazem tudo por seus filhos. Porem, estes nunca est�o satisfeitos, sempre querem mais.
  • Complexo de Inferioridade - Se cr� menos que os outros. Nunca tem seguran�a de si mesmo. Sente temor ao rid�culo por que no fundo � orgulhoso.
  • Desplante - Postura irregular, ato descarado, atrevido ou dominante.
  • Desp�tico - Autoridade absoluta e arbitr�ria. Se acham superiores em rela��o � na��o, cidade, ra�a, etc.
  • Desacreditador - Diminui os outros dizendo que n�o falam a verdade.
  • Desairador - N�o tem eleg�ncia, gentilezas.
  • Desamor - Falta de amor com os demais, por ter muito amor-pr�prio. Liga-se ao ego�smo.
  • Desprezo - Recha�o por crer-se superior em algo ou em tudo.
  • Desobediente - N�o se deixa mandar, n�o gosta de obedecer.
  • Despeito - Submeter � algu�m com baixeza.
  • Del�rio de grandeza - Acredita que n�o precisa de mais ningu�m e de nada, pois, jura que vai bem no trabalho.
  • Escolhedor - Escolhe por que cr� que merece muito.
  • Egotismo - Falar incessantemente em si mesmo.
  • Egoc�ntrico - S� se interessa por si mesmo.
  • Hip�crita - Fingimento de virtude que n�o possui, utiliza sentimentos inferiores, tem o eu da covardia, nunca fala de frente, � um farsante, falso.
  • Incr�dulo - Por excesso de orgulho n�o aceita aos fatos, est� muito unido ao ate�smo.
  • Infal�vel - Aquele que nunca cr� equivocar-se.
  • Indiferen�a - � um estado passivo a tudo sem se importar com nada que o rodeia.
  • Imperialista - O que quer ter mando e poder.
  • Impositor - Faz prevalecer suas id�ias e sistemas, sem consulta pr�via.
  • Incumpridor - N�o acata ordens de cumprimento por se sentir superior.
  • Impontual - Aquele que chega tarde para fazer-se notar ou por que tem complexo.
  • Inseguro - Manifesta��o do complexo de inferioridade.
  • Justificador - (eu pilatos) busca evasivas, lava as m�os.
  • Misticidade - F� aparente ou desequil�brio da f�. Est� a um passo da mitomania. Em certas ocasi�es se transforma em hip�crita e em outras pode utilizar a fal�cia.
  • Mesquinho - Uma a��o grosseira para obter mais.
  • Murmurador - Aquele que critica algu�m. Se criticamos � porque nos sentimos orgulhosos e incapazes de cair no mesmo erro.
  • Mit�mano - Crer-se um Mestre. Utiliza a fal�cia e expressa o orgulho com porturas humildes, falsas, buscando demonstrar aos outros que vai mal. Mas interiormente pensa que vai bem.
  • Orgulho - Excesso de estima��o pr�pria. Este defeito diz: �eu n�o vou em rebaixar com os demais�.
  • Orgulho Mental - Crer-se capaz intelectualmente. Gostam de demonstrar seus conhecimentos. Pensam que este conhecimento vem do cora��o. Por�m, se enganam, vem da mente.
  • Orgulho F�sico - �s vezes se alia � lux�ria, atrav�s do narcisismo.
  • Orgulho Nacional - Apego ao pa�s de origem.
  • Orientador - Cr� ser um bom dirigente, seguro de si mesmo, est� acompanhado do eu conselheiro.
  • Ostentoso - � aquele que s� manifesta, demonstrando algo que n�o tem. Cr� ter seguran�a por possuir bens materiais.
  • Presun�oso - Crer-se grande por alguma qualidade, profiss�o, posi��o social, etc. � vaidoso e se auto-vangloria.
  • Recriminador - Atitude de aborrecimento. Aparece quando algu�m desobedece a nossa ordem.
  • Ressentimento - Nasce do sentimento da auto-considera��o e desemboca no rancor, e o rancor em �dio.
  • Sentimento - Pequena afei��o de nosso centro emocional inferior. Geralmente ligado � suscetibilidade.
  • Suscetibilidade - � sens�vel a tudo que lhes dizem. Est� fora da realidade, cria formas, conceitos, interpreta��es e transforma-se inclusive em anti-social.
  • Fama - Gostamos de saber que somos famosos.
  • Vaidade - Pode ser por falta de realidade. � a demonstra��o daquilo que se quer ser.
  • Vol�vel - Vers�teis, mut�veis.
  • Voluptuoso - Pessoa que sente orgulho de ser luxurioso.


MEDITA��O PARA ELIMINA��O DO ORGULHO

Implorando a nossa M�e Divina, que nos mostre este defeito, devemos analisa-lo com humildade verdadeira, para que n�o justifiquemos este ou outro defeito, pois ao justificar este ou aquele defeito estamos o fortalecendo, pois devemos criar em n�s as atitudes contrarias ao defeito, mas isso com consci�ncia.

Pois deveremos analizar todas as nossas a��es quotidianas, para descobrirmos quando este ego se manifestou.

A melhor maneira de identificarmos, analizarmos e compreendermos o ego � estarmos num estado meditativo profundo, pois assim n�o nos identificamos com o ego, e podemos ver os detalhes de suas a��es, sendo apenas espectadores.

Ai defeito descoberto, analizado e compriendido, temos que pedir, suplicar, implorar, humildemente e com todo o respeito � M�e Dinina para que o elimine, o desintegre e liberte nossa consci�ncia adormecida e aprecionada ao defeito.

Devemos sempre tentar ter a��es contrarias ao defeito que estamos trabalhando, mas isso n�o o vai eliminar, s� nossa M�e Divina o pode fazer.

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