A chegada dos portugueses a Macau deu-se entre 1554 e 1557, durante a grande �poca dos Descobrimentos Portugueses, iniciada pelo Infante D.Henrique. Vasco da Gama descobriu o Caminho Mar�timo para a �ndia nos finas do s�culo XV e no princ�pio do s�c. XVI os exploradores portugueses avan�aram primeiro em dire��o a Este e depois para Norte. O primeiro portugu�s a chegar ao Sul da China foi Jorge �lvares em 1513. Esta visita abriu as portas ao estabelecimento de uma s�rie de entrepostos comerciais na �rea do Delta do Rio dasP�rolas, apoiados em Macau que depressa conseguiu com o acordo do Imperador da China, monopolizar o com�rcio entre a China e o Jap�o, e o deste dois pa�ses com a Europa. Al�m de ser o �nico elo de liga��o entre os dois mundos - situa��o que se manteve por muitos anos - Macau tornou-se uma base vital para comerciantes e mission�rios crist�os na China, atividade que acarretou alguns dos mais gloriosos - e tamb�m mais conturbados - momentos da hist�ria. Esta situa��o de prosperidade e a sua localiza��o privilegiada, depressa despertaram a cobi�a de outras na��es que come�aram a conspirar pela sua posse. No s�c. XVI, os holandeses chegaram mesmo a desembarcar em Macau, mas foram expulsos pela popula��o. Com o decorrer dos anos, outras na��es ocidentais vieram estabelecer-se na China. Macau transformou-se em resid�ncia de ver�o dos comerciantes ocidentais, a quem os chineses s� permitiam que permanecessem nas suas feitorias em Cant�o durante a �poca do com�rcio, ou seja durante o inverno. Embora as mudan�as sofridas ao longo de mais de 400 anos tenham sido enormes, Macau continuou a ser um baluarte portugu�s nos confins da �sia. A bandeira portuguesa nunca tinha sido arriada, nem sequer durante os 60 anos de ocupa��o de Portugal pelos reis de Espanha, durante os s�rculos XVI e XVII. Ap�s a restaura��o da monarquia portuguesa, o rei D.Jo�o VI concedeu a Macau o nome oficial de - CIDADE DO NOME DE DEUS DE MACAU - N�O H� OUTRA MAIS LEAL. Macau foi devolvida para a China em 20 de Dezembro de 1999, mediante um acordo de 50 anos ...
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