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Mas um verso ressoava em si:
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"e, sorrindo, partes ... "
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Por que este verso ?
Ele intuía o porquê, mas evitava-o:
Um dia isto se resolve...
E relegara a questão para o tempo.
Melhor dizendo, para a psicanalista.
Mas o tempo passava - passou... e não se resolveu, não se resolve... Estes ridículos extravasamentos nestes sei lá o quê - "ludos", "fotos" -, tudo pode ser tentativa de me aliviar esta "coisa"...
É preciso talvez enfrentar este perigoso assunto. Pois é isto que provavelmente está a me solapar a vida...
Era necessário lembrar-se.
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