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Sacerdote e pol�tico brasileiro, nasceu em S�o Paulo em 3 de agosto de 1784 e ainda jovem passou a residir com Jos� Gon�alves de Lima, em 1805 Feij� tornou-se padre, em 1818 mudou-se para Itu, onde come�ou a envolver-se com pol�tica.

Em 1821 foi eleito como representante brasileiro para as cortes portuguesas que pretendiam a recoloniza��o do Brasil retirando a sua autonomia, Feij� era advers�rio de Jos� Bonif�cio, mas protestou contra as medidas de car�ter absolutista da constitui��o outorgada de 1824. Como deputado geral eleito em 1826, atacou com vigor Dom Pedro I. Com a ren�ncia do imperador (7/4/1831), a 17 de junho de 1831 elegeu-se a Reg�ncia Trina Permanente e Feij� assumiu o minist�rio da justi�a, o clima no per�odo p�s-abdica��o era de desordem. Feij�, para garantir a ordem social, criou a Guarda Nacional e esta nada mais era que tropas comandadas por grandes fazendeiros, que armavam seus jagun�os para ajudar o governo na repress�o aos seus inimigos pol�ticos, e em 3 de agosto de 1832, Feij� renuncia ao cargo de ministro da justi�a, devido � frustra��o em eliminar aqueles que lhe faziam oposi��o acirrada e de n�o ter apoio suficiente para dominar o clima de subvers�o da ordem no pa�s. Em 1833 � eleito para o senado.

O deputado Pereira de Vasconcelos foi o pol�tico que introduziu modifica��es � constitui��o de 1824. Tais mudan�as receberam o nome de Ato Adicional que estabelecia que a Reg�ncia seria exercida por uma �nica pessoa e n�o mais por tr�s como antes, e para isto foram convocadas elei��es para ocupar-se o cargo da Reg�ncia Una; disputavam o Padre Feij� e o deputado pernambucano Holanda de Cavalcanti. Feij� conseguiu a vit�ria em 7 de abril de 1835, mas sua atua��o sofreu grande oposi��o e contesta��o devido �s revoltas que surgiram no pa�s: a Cabanagem (Par�) e a Farroupilha (Rio Grande do Sul), e ao ser acusado de ser incapaz de estabelecer a ordem no pa�s, aliado a seu estado de sa�de em decl�nio, renunciou em 183, e o seu lugar foi ocupado por Pedro de Ara�jo Lima e no ano de 1839 voltou ao senado, sofrendo mais tarde um derrame que o deixou paral�tico do lado esquerdo e em 1842 ocorreu uma revolta em S�o Paulo e Minas Gerais, a revolu��o liberal que se processou devido ao descontentamento pelos resultados das elei��es de 13 de outubro de 1840 do qual Feij� apoiou o movimento o qual o Duque de Caxias foi incumbido de sufocar a revolta, o que efetivamente fez. Feij� foi preso e mandado para o Esp�rito Santo de onde voltou para vir a  falecer em S�o Paulo em 10 de novembro de 1843.

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