Domingos Jorge Velho
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Bandeirante nascido em S�o Paulo, por�m n�o se tem certeza do ano, morreu em Pianc� (PB) por volta de 1703/1704, e desde o ano de 1671 j� participava de bandeiras de apresamento de �ndios no nordeste, aonde passou a criar gado numa fazenda em Pernambuco, fundando o arraial de Sobrado. |
Participou de
expedi��es pelos sert�es do Piau�, Cear� e Para�ba, sempre apresando, ou destruindo
v�rias aldeias ind�genas, em torno do ano de 1675 fundou na Para�ba os arraiais de
Formiga e Pianc� (1676), esta �ltima localidade foi reconstru�da por ele ap�s sua
destrui��o pelos �ndios Cariris.
E pelo alvar� de 9 de abril de 1693 o rei ratificou o acordo com Jorge Velho, e em novembro come�aram a chegar mantimentos e juntar-se efetivos em Porto Calvo, que foi escolhido como o centro das opera��es, puseram-se em marcha em janeiro de 1694, e no dia 6 de fevereiro a principal cidadela de Palmares � tomada e incendiada, e para isso contou com o aux�lio dos homens de Bernardo Vieira de Melo e de Sebasti�o Dias. Jorge Velho permaneceu pelos arredores at� o ano de 1694 quando come�aram a surgir queixas dos moradores da regi�o, que pediam prote��o ao governador contra os desmandos do bandeirante paulista, que entre outras coisas, apropriava-se indevidamente de cabe�as de gado destes indiv�duos, casou-se pouco antes de 1697 em sua est�ncia em Pianc� com Jer�nima Cardim Fr�is, contava ent�o com aproximadamente cinquenta anos, e no ano de 1699 comandou uma expedi��o, cuja finalidade era dominar as tribos ind�genas do Maranh�o, Cear� e Pernambuco, pouco tempo depois recebeu autoriza��o para fundar duas vilas, Atalaia fundada por ele pr�prio e S�o Caetano de Jacu�pe, fundada por Crist�v�o de Mendon�a Arrais, seu sargento-mor.