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Um homem rapta uma bela mulher e a leva amarrada e inconsciente para um lugar distante onde poderá fazer o que quiser com ela. Depois de examinar bem a sua refém pensando no que fazer, o carrasco resolve despertá-la.
Quando acorda, a bela mulher fica apavorada ao perceber que está em um lugar estranho, amarrada e indefesa nas mãos de um
homem mascarado. Ela começa a gritar e tentar se soltar de todas as maneiras, mas o homem nem se importa e diz: "Você vai perder seu tempo, estamos muito longe. Ninguém vai poder lhe ajudar". O carrasco resolve então amarrá-la na cama com os braços e as pernas estendidas e começa a torturá-la com cócegas por todo o seu corpo. Com uma pluma ele faz cócegas no rosto e no pescoço e em seguida faz cócegas nos braços e na cintura de sua vítima que se esperneia o tempo todo. O carrasco parte então para os pés de sua prisioneira. Faz cócegas na sola dos pés com meias e dá mordidas em todo o pé.
O homem mascarado é cruel e continua sua tortura. Ele amarra a indefesa moça com os braços para cima e as pernas afastadas e continua a fazer cócegas usando diversos tipos de escovas, pentes e outros instrumentos. A vítima ri o tempo
todo em meio a soluços suplicando por piedade. Mas o carrasco permanece indiferente aos pedidos da bela mulher e se mostra cada vez mais disposto a torturá-la. Ele faz cócegas nas coxas e axilas e após tirar as meias da moça se delicia fazendo muita cócegas na sola dos pés dela. Finalmente depois de se saciar, o carrasco se afasta e a pobre mulher pensa que enfim será libertada. Porém o carrasco a deixa totalmente amarrada em sua sala de tortura e se despede de maneira sarcástica: "Amanhã vamos rir mais
um pouquinho".
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