Ra�l Augusto Damas
Os novos equipamentos e novas tecnologias de dessaniliza��o multif�sica da �gua do mar
Informa��o B�sica Preliminar
Vejamos agora, em s�ntese, parte do que se passou com a constru��o e funcionamento dos v�rios pequenos Prot�tipos, de configura��o geom�trica cil�ndrica, que a fotografia de um deles documenta.

A constru��o dos 5
Prot�tipos teve como objectivos a concretizar os seguintes:

     
1� - Saber se era economicamente poss�vel, na �rea de condensa��o de vapores, por um lado, reduzir, por igual superf�cie de condensa��o, os custos de fabrico de condensadores, por outro lado, utilizar o vapor de menor temperatura, como flu�do de refrigera��o e, consequentemente, a condensa��o do vapor de maior temperatura.
Este objectivo foi completamente conseguido com o uso de um novo condensador (n�o tubular ) de custo de fabrico- por igual �rea de condensa��o- consideravelmente menor quando comparado com o custo dos tradicionais condensadores formados por tubos.
  

      2� -
Saber se era, econ�micamente, poss�vel utilizar uma nova tecnologia de evapota��o multif�sica.
A concretiza��o deste objectivo foi totalmente conseguida usando um novo modelo de evaporador cuja configura��o geom�trica � adequada a permitir uma not�vel redu��o nos custos de constru��o, montagem e manuten��o.
 
      3� -
Conhecer, por tentativas, quais as melhores, mais simples de construir, e as mais adequadas configura��es geom�tricas a dar a cada um dos:
         - Novos modelos de evaporadores.
         - Novos modelos de condensadores
( n�o tubulares).
         - Novos modelos de permutadores de calor
( n�o tubulares).
         - Novos sistemas de aquecimento, a g�s, da �gua a vaporizar.
         - Novas tecnologias de alimenta��o de �gua ao
Processo.
         - etc...
A concretiza��o deste objectivo foi - com v�rias tentativas e substitui��es na configura��o geom�trica dos ditos modelos de evaporadores e condensadores - tamb�m conseguida.
   
     
4� - Conhecer, por tentativas, quais os materiais mais apropriados a utilizar tendo em conta, entre outros par�metros, as temperaturas a que a �gua est� a vaporizar, os graus baum� que a �gua vai atingindo � medida que vai evaporando, etc...
Dos ensaios realizados ficou demonstrado que, com toda a confian�a, se podem usar, al�m do a�o inox, tamb�m materiais n�o met�licos, de custo consider�velmente inferior.
    
    
5� - Confirmar se efectivamente, no funcionamento do Prot�tipo, a  �gua, a vaporizar, entrava nos org�os de aquecimento a temperaturas superiores a 98�C.
Este objectivo foi tamb�m concretizado totalmente.
    
    
6� - Confirmar se a �gua destilada sa�a do processo a temperaturas da ordem dos 70�C.
Este objectivo foi tamb�m concretizado totalmente.
    
    
7� - Confirmar se a salmoura sa�a do processo a temperaturas da ordem dos 55�c.
Este objectivo foi tamb�m concretizado totalmente.
    
    
8� - Acrescentar aos conhecimentos te�ricos o m�ximo de conhecimentos pr�ticos com vista a conseguir, com mais propriedade, informar quais os v�rios materiais que melhor servem para serem aplicados na constru��o de Unidades de Dessaniliza��o Multif�sica, e quais as configura�oes geom�tricas a dar a cada um dos elementos que formam um sistema de condensa��o multif�sica de vapores.


Resumindo:
Tanto as 30 fotografias relacionadas com os Prot�tipos constru�dos como os 110 desenhos (que eventualmente podem ser apresentados ) servem apenas como elementos complementares de explica��o do que podem ser novos sistemas e novas tecnologias de Dessaniliza��o multif�sica de �gua do mar.
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