Ra�l Augusto Damas
Os novos equipamentos e novas tecnologias de dessaniliza��o multif�sica da �gua do mar
Antecedentes
Embora tenha adquirido alguns conhecimentos pr�ticos do que � a dessaniliza��o da �gua do mar, por evapora��o multif�sica, nomeadamente quando (como chefe de gabinete de estudos) trabalhei em Mo�ambique, na f�brica de produ��o de am�doa de caju Socaju em que tive oportunidade, e at� o dever, de consultar os relat�rios sobre a Unidade de dessaniliza��o multif�sica que l� funcionou como meio de alimentar, com �gua doce, a Instala��o de extrac��o de �leo, relat�rios que explicavam  as raz�es por que a dita Unidade teve de ser desactivada dado que o consumo de calor, na forma de vapor, era demasiado elevado para a capacidade da Caldeira que alimentava, n�o s� a Unidade, como tamb�m outros equipamentos.

Quando em 1971 (para a f�brica de purifica��o de sal marinho que existia Namatola, Mo�ambique) constru� um
Prot�tipo de produ��o de sal marinho de alta qualidade usando a evapora��o for�ada e termo-compressiva, e como combust�vel, de aquecimento, o g�s propano. Tamb�m obtive conhecimentos pr�ticos.

Quando em 1976 constru� um
Prot�tipo de dessaniliza��o multif�sica e produ��o de sal marinho, usando, como fonte de calor cascas de castanha de caju. Tamb�m obtive conhecimentos pr�ticos.

Com o prazer de aprender e contribuir para se encontrararem alternativas, fui, entretanto, durante v�rios anos, pondo no papel centenas de ideias que 120 desenhos esquem�ticos confirmam, sobre:
     - Novos evaporadores.
     - Novos condensadores.
     - Novos est�gios de evapora��o multif�sica.
     - Novas tecnologias de alimenta��o de �gua ao
Processo.
     - etc...
Enquanto ia a dquirindo mais conhecimentos te�ricos (atrav�s de livros, revistas, c�pias de patentes de inven��o, internet, etc...) sobre processos e tecnologias diversas de dessaniliza��o da �gua do mar e de outros l�quidos.

Resumindo:
O facto de a grande maioria das ideias concebidas indicar a possibilidade de virem a ser utilizadas como alternativas aos tradicionais equipamentos e tecnologias utilizadas na dessaniliza��o, resolvemos, por isso, construir mais
Prot�tipos de Investiga��o e Demonstra��o de Resultados Cred�veis com duas finalidades:
     -Por um lado, somar aos conhecimentos te�ricos mais conhecimentos pr�ticos.
     -Por outro lado, concretizar v�rios objectivos.
"O maior dos riscos � n�o correr nenhum" Robert Latt�s
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