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Linha Inferior: Do esterno � virilha, a linha que passa pela parte inferior do t�rax e abd�men, ligando este aos membros posteriores, � sensivelmente obl�qua, de baixo para cima e de diante para tr�s, segundo a natural disposi��o do contorno tor�cico-abdominal, denotando, em conjunto, com a linha que circunscreve superiormente o tronco, uma certa eleg�ncia de formas, para o que muito contribui uma barriga de diminuto volume e a pequena dist�ncia a separar a anca da �ltima costela, o que d� ao flanco o aspecto de curto e cheio. Cauda: Em geral cortada pelo ter�o posterior, a cauda, quando inteira, n�o deve exceder o curvilh�o, sendo at� prefer�vel n�o o atingir. Direita, de m�dia inser��o, grossa na base, adelga�ada gradualmente, mas n�o muito, para a ponta; bem presa, bem sa�da, em perfeita continuidade, portanto, com a linha m�dia da garupa, a liga��o da cauda deve fazer-se de maneira a completar ou, porventura, real�ar, a airosidade da silhueta corporal. Em quieta��o o animal apresenta o rabo pendente, caindo com naturalidade ao longo das coxas, mas nunca metido entre as pernas; em movimento a cauda levanta-se, atinge a horizontal ou eleva-se um pouco acima, mas nunca vertical, nem se encurvando em foice. Ainda sob o ponto de vista din�mico, o animal quando ca�a imprime � cauda, ou ao c�to, movimentos de lateralidade, dum acentuado sincronismo com o locomo��o.
Membros Anteriores e Posteriores Examinados em esta��o, os membros anteriores, vistos por diante, seguem a direc��o das linhas normais de aprumo; vistos por detr�s, os membros posteriores apresentam-se tamb�m aprumados. Tanto o b�pede anterior como o posterior, devem estar colocados em perfeito paralelismo com o plano m�dio do corpo. De perfil, os aprumos s�o tamb�m normais. De observa��o, em conjunto, deduz-se existir uma grande estabilidade de apoio e natural facilidade de andamentos.
Esp�dua: Comprida, de regular inclina��o, bem colocada e um pouco carnuda. Bra�o: Situado junto ao t�rax, como a esp�dua, o seu comprimento deve estar em rela��o com a dist�ncia que separa o garrote de qualquer ombro e a sua obliquidade, com o grau de inclina��o da esp�dua. Antebra�o: Desligado do tronco, alto, direito, e, sob o ponto de vista est�tico, em manifesta perpendicularidade com o ch�o, tanto de frente como o perfil. Codilho: Separado do t�rax pela axila, o cotovelo deve estar �ntegro, ser bem decido, sem converg�ncia nem diverg�ncia em rela��o ao peito. Botelo: Em perfeita continua��o com o antebra�o. Quartelas: Largas, ligeiramente obl�quas e proporcionais em comprimento. Coxa: De prefer�ncia comprida, larga, musculosa. N�dega: Apresenta-se em curva mais ou menos acentuada, da base da cauda (ponta da n�dega) � corda do curvilh�o (dobra da n�dega), dependendo o seu comprimento da rela��o existente entre o comprimento e a obliquidade da coxa; � sempre bem que seja comprida e um pouco em relevo. Soldra: Situada um pouco abaixo do abd�men, mas n�o muito afastada dele, a badilha � ligeiramente saliente e um pouco desviada para fora. Perna: Em boa direc��o e de comprimento proporcional ao da coxa, a sua obliquidade deve estar correlacionada com a inclina��o da garupa. Curvilh�o: Normalmente aberto e bem colocado, o jarrete deve apresentar completa integridade ser largo ( da curva ao n� ) e grosso ( duma a outra face ). Canelas: Curtas, verticais, proximamente cil�ndricas, de regular grossura e enxutas. Articula��es e �ngulos Articulares: Aparentemente bem desenvolvidas, tanto em largura como em espessura, as uni�es articulares devem fazer-se de modo a permitir grande facilidade e amplitude nos movimentos de locomo��o. A direc��o dos raios �sseos deve estar em correla��o com as bases �sseas das regi�es lim�trofes, formando �ngulos de abertura vari�vel, mas nunca prejudiciais � regularidade dos andamentos. P�s: Proporcionados ao comprimento dos membros e � corpul�ncia do animal, os p�s devem Ter mais tend�ncia para arredondados do que para compridos, sem contudo se assemelharem ao p� felino. Dedos bem conformados, juntos para dar solidez ao apoio e uniformidade do conjunto podal. Tub�rculos digitais altos, bem desenvolvidos, e bem destacados, cobertos por uma epiderme anegrada, espessa, dura e bastante resistente ao agastamento. Unhas bem crescidas, duras e pretas, de prefer�ncia. |
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Pelagem P�lo: O p�lo deve ser curto, forte, bem assente, pouco macio e denso. Distribu�do naturalmente por todo o corpo e quase por igual, excepto nas axilas, virilhas, ter�os e bragadas, em que se apresenta mais disperso e mais macio, o p�lo torna-se fino e raso na cabe�a e principalmente nas orelhas, pelo que d� ao tacto uma grande suavidade, sobretudo nestas �ltimas, que d�o a sensa��o de aveludadas. N�o tem pelagem. Cor: Amarela e castanha, unicolores ou malhas brancas.
Altura A altura do garrote �, para os machos, de 56 cm e para as f�meas de 52 cm, com uma toler�ncia para mais e para menos de 4 cm.
Peso: O peso m�dio para os machos adultos, em bom estado de apresenta��o, � de 23,5 Kg e para as f�meas, em igual estado, de 19 Kg.
Andamentos Movimentos de locomo��o normais. Em trabalho o andamento t�pico � o trote, largo, f�cil, cadenciado, levantando bem os membros e pousando, r�tmica e alternadamente, os b�pedes diagonais direito e esquerdo: assentam na ch�o, no primeiro caso, os membros anterior direito e posterior esquerdo, estando os outros em eleva��o; no segundo caso, o apoio faz-se sobre os membros anterior esquerdo e posterior direito, ficando em suspens�o os restantes.
Defeitos Desqualifica��es: Cabe�a: At�pica; Olhos: G�zeos ou desiguais na forma e no tamanho, amaurose; Orelhas: At�picas, de m� inser��o, muito grandes, carnudas, excessivamente dobradas ou em saca-rolhas, surdez; Maxilas: Prognatismo em qualquer das maxilas; Nariz: Ventas almaradas; Cauda: N�o existente de nascen�a, muito rudimentar, amputada por completo ou de porte descaracterizante, quando inteira; Presunhos: Exist�ncia de presunhos, embora rudimentares; Altura: Gigantismo ou manismo (muito acima ou muito abaixo da marca); Pelagem: P�lo diferente do tipo da ra�a, albinismo. |
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