| NOTICIAS E CURIOSIDADES |
| HISTORIA DO PRIMEIRO DISCO |
| �Esse � realmente o lan�amento vocal do ano. Assim que vi e ouvi as baianinhas, como s�o conhecidas entre n�s, me entusiasmei e fiz quest�o que fizessem parte desse suplemento da Forma. Uma vez tudo arranjado, sentamos juntos,ali bem em frente ao Bottle�s, e come�amos a discutir o assunto que se torna �ordem do dia� quando se trata de fazer disco- o repert�rio. Come�amos o nosso papo, deviam ser mais ou menos, umas duas horas da manh�. Perdemos a no��o do tempo e no final a nossa capacidade seletiva j� estava um tanto transtornada. S� me lembro de que, quando fomos embora, Cyva reclamava ter deixado em casa seus �culos escuros, pois o sol matinal j� a perturbava. T�nhamos chegado, por�m, a duas conclus�es importantes: a primeira era quanto ao repert�rio em discuss�o e que nos levou a escolher os n�meros que figuram neste disco, incluindo compositores como Vin�cius de Moraes, S�rgio Ricardo, Moacir Santos, para citar apenas alguns. A segunda, era de que o Quarteto deveria gravar as m�sicas simultaneamente com a orquestra e cantor e evitando o h�bito t�o usado do chamado �play-back�.
Se houve discuss�o quanto ao repert�rio, houve uma imediata conclus�o quanto ao arranjador que dirigiria a orquestra. Assim que sugeri o nome do revolucion�rio Eumir Deodato, as meninas deram pulos de alegria. Dois dias depois, Eumir j� estava quebrando a cabe�a, recebendo telefonemas e visitas di�rias onde ouvia, justi�a seja feita, pacientemente, os costumeiros palpites do produtor- desses que fazem com que o arranjador sinta saudades do fim do mundo e arrependimento de ter nascido. Tra�ado o esquema dos arranjos, Eumir passou um fim de semana em Teres�polis, onde pode concluir seus trabalhos com calma. Nas intermin�veis conversas que mantive com ele, hav�amos decidido que, pelo menos em quatro das m�sicas escolhidas, o Quarteto deveria ser acompanhado somente por um trio: piano, baixo e bateria. Havia por�m uma inten��o: balan�o. Ora, quem pensa em balan�o, pensa em Liz Carlos Vinhas. Quando fui lhe falar a respeito da grava��o, ele j� estava de partida para a Col�mbia, onde faria uma temporada de dois meses com seu trio, o Bossa Tr�s. Isso nos obrigou a antecipar tudo. No dia seguinte ao que falei com Luiz, j� est�vamos no est�dio. O Quarteto nunca havia sido acompanhado por Luiz Carlos, o que tornou tudo mais demorado. �, demorou, mas quando a coisa entrosou, entrosou mesmo. Gravaram �Resolu��o�, �Berimbau�, �Aruanda� e �Mascarada�. Em menos de uma hora e a coisa transformou-se numa audi��o de tal maneira excitante, de tal maneira abstra�da de tudo, que gravadas as faixas, as garotas �sandu�ches na m�o- continuaram cantando com o trio por horas e horas. Sa�mos do est�dio de madrugada e exaustos, mas lamentando que tudo tivesse acabado. As faixas com Eumir foram gravadas mais tarde e contaram com a participa��o de alguns dos mais destacados solistas da m�sica brasileira moderna. O cantor e compositor S�rgio Ricardo, que foi nos visitar durante a grava��o disse:� O disco � dos melhores que j� ouvi. Vou ficar satisfeito em poder escut�-las em casa. Essas meninas v�o longe.� Ele tem raz�o: Cybele, Cyva, Cynara e Cylene s�o quatro baianinhas infernais. Nascidas em Ibirataia, foram descobertas por Vin�cius de Moraes. Haviam feito alguns programas de televis�o na Bahia, mas foi o incentivo de Vin�cius que as levou a tentar a m�sica profissionalmente. Vieram para o Rio e come�aram a aprender m�sica com Carlos Lyra. Durante uma das aulas, Carlinhos teve uma id�ia: �QUARTETO EM CY�. O nome do conjunto n�o poderia ser outro. Original, marcante, sofisticado. Escolheram Carlos Castilho para fazer seus arranjos vocais e com ele passaram muitos e muitos dias trancadas em seu apartamento, estudando. Foram-se meses, ficaram em ponto de bala. Resultado: fizeram uma temporada vitoriosa no �Bottel�s�, participaram de programas de televis�o do gabarito de um �VIP Show�, um �Consuelo Leandro 64�, um �Noite de Gala� ou um �Espet�culos Toneleux�. Est�o de partida para S�o Paulo, onde far�o uma temporada na c�lebre boate �Ela, Cravo e Canela�. Quanto ao disco? Creio que a melhor resposta ser� ligar a vitrola imediatamente!� (por Roberto Quartin, 1964) |
| AS QUATRO BAIANINHAS QUE O RIO PESCOU |
| �Foi numa tarde quente de ver�o, linda, como sabem ser as tardes do Rio, que os cariocas jogaram sua rede. Mas contrariando o ditado, nem tudo o que cai na rede � peixe. E n�o foi peixe o que a rede trouxe, mas quatro lindas baianinhas. N�o sereias, o que seria muito prosaico, mas quatro cantoras, mais precisamente, um conjunto vocal, mais precisamente ainda, o Quarteto em Cy, um dos mais perfeitos conjuntos vocais femininos j� surgidos na m�sica brasileira.
E, perguntareis, por que �em Cy�, e n�o �em si�, a nota musical, j� que se trata de um conjunto vocal? Responder-vos-ei o porqu�: � que chamam-se as mo�as, respectivamente: CYVA, CYLENE, CYBELE e CYNARA. CYVA, formada em Portugu�s, resolveu, um dia, tentar a sorte no Rio. H� tr�s anos, deixou saudosas as tr�s irm�s e partiu. Enquanto lecionava, para manter-se, freq�entava reuni�es, festinhas, onde sempre encantava a todos com seu jeito suave de ser e de cantar. Carlos Coqueijo, seu amigo da Bahia, levou-a � casa de Vin�cius de Moraes que tamb�m n�o resistiu ao talento da baianinha. Um ano se passou e eis que uma grata surpresa encheu a mo�a de alegria: suas tr�s queridas irm�s vinham para ficar. Passaram, ent�o, a cantar sempre juntas, em casa de amigos, at� que um dia, Vin�cius convidou-as para gravar uma can��o para a trilha sonora do filme �Sol sobre a lama�, sua e de Pixinguinha, juntamente com Catulo de Paula. Lyra escreveu para elas alguns vocais, tiveram um per�odo intensivo de aulas com Moacyr, at� que surgiu um violonista e arranjador, dos melhores, Carlos Castilho, que impressionado com a qualidade art�stica e com as possibilidades das mo�as, a elas se dedicou inteiramente, esquecendo seus pr�prios interesses, durante cinco meses, burilando e aperfei�oando seu imenso talento. Quando Carlinhos achou-as �no ponto�, organizou um show na boite �Bottles�, com a participa��o dos melhores m�sicos. O p�blico vibrou com os belos arranjos que Carlinhos preparou para o quarteto, que em tudo valorizavam o timbre harmonioso das mo�as. Depois do �xito dessa primeira experi�ncia profissional, foi um nunca acabar de convites para apresenta��es em emissoras de r�dio, TV, �shows� no Rio, em S�o Paulo, Santos, Campinas e em muitas outras cidades. Enquanto tudo isso sucedia, Vin�cius foi para a Europa, permaneceu longo tempo l� e voltou. Informado, na sua volta, do sucesso das �suas baianinhas�, convidou-as para participarem com ele, Caymmi e o conjunto de Oscar Castro Neves de um �timo show na boite �Zum Zum�, que tem tido casas lotadas todas as noites. As mo�as adoram o Rio, n�o pretendendo nunca mais deix�-lo. De vez em quando, a saudade da Bahia aperta, mas foi aqui que conheceram o sucesso e uma gratid�o muito grande as prende a nossa cidade. Assim � o Quarteto em Cy, quatro jovens cheias de bossa, encantadoras, respons�veis, excelentes profissionais, a quem desejamos uma carreira sempre pontilhada de alegrias e triunfos.� (TEXTO DE REGINA WERNECK MONTEIRO, REVISTA ACONTECEU,1965) |
| DEPOIMENTO DO QUARTETO EM CY PARA O CD DUPLO QUARTETO EM CY 40 ANOS |
| ESTE PROJETO �QUARTETO EM CY/40 ANOS�, � UM PRESENTE MUITO ESPECIAL DA GRAVADORA UNIVERSAL, PARA N�S, ATRAV�S DO INCENTIVO E DO CARINHO DE DOIS �AMIGOS EM CY�: RICARDO MOREIRA E WILLIAM TARDELLI. ELES GARIMPARAM, CONOSCO, GRAVA��ES IN�DITAS E IMPORTANTES PARA A NOSSA CARREIRA.
A COLET�NEA DO PRIMEIRO CD CONSTA DE GRAVA��ES DESDE O NOSSO PRIMEIRO LP DE ESTR�IA NA FORMA, PASSANDO PELA �ELENCO�, AT� OS COMPACTOS DUPLOS, ANTOLOGIAS DO SAMBA-CAN��O E OS SHOWS RESISTINDO E COBRA DE VIDRO, GRAVADOS AO VIVO. PARA O SEGUNDO CD FORAM ESCOLHIDAS, DENTRE OUTRAS, CAN��ES QUE NUNCA FORAM LAN�ADAS SEQUER EM LP�s, SEJA PELA CENSURA DA �POCA OU MESMO POR FALTA DE ESPA�O; ALGUMAS DELAS NEM MIXADAS ESTAVAM, COMO AS DO SHOW �EM MIL KILOHERTZ�. ENTRE ELAS, DESTACAMOS �CREDO � E �N�O TENHA MEDO�, CENSURADAS, E UMA PARTICIPA��O ESPECIAL DE PAULO TAPAJ�S QUE ENCERRAVA A PROGRAMA��O DA �R�DIO QUARTETO EM CY �EM MIL KILOHERTZ, SHOW DIRIGIDO POR T�LIO FELICIANO, EM 1979, CUJO TEMA ERA O R�DIO. AL�M DA EMO��O DE VOLTARMOS A OUVIR TUDO ISSO E DE TERMOS ATRAVESSADO ESSAS QUATRO D�CADAS DE CARREIRA (iniciada em 30 de junho de 1964, no Beco das Garrafas, RJ), SENTIMO-NOS FELIZES, TAMB�M, EM PODER MOSTRAR �S NOVAS GERA��ES, UM POUCO DA NOSSA TRAJET�RIA.
POR TUDO ISSO, SOMOS GRATAS � UNIVERSAL, QUE DET�M GRANDE PARTE DOS REGISTROS DA NOSSA HIST�RIA MUSICAL.
CYVA, CYBELE, CYNARA E SONYA RIO DE JANEIRO, JUNHO DE 2004. |
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��Chico teve um programa de televis�o nos anos 60- Shell em show maior, na Tv Globo, ao lado de Norma Benguell. Fez o primeiro mas ficou de tal modo envergonhado que n�o apareceu no dia de gravar o segundo. A emissora, com raz�o, quis que ele pagasse uma multa. A coisa ia mal quando Walter Clark, superintendente da esta��o, mando dizer a Chico que a multa poderia ser esquecida- bastava ele inscrever uma m�sica no II Festival Internacional da Can��o, o FIC, que a Globo ia promover em outubro de 1967. O compositor aceitou a proposta- e foi para saldar essa divida que nasceu uma de suas cria��es mais famosas, Carolina. E tamb�m uma das que ele menos aprecia. Lembra-se de ter feito a letra em um avi�o, ou num aeroporto, �nas coxas, mesmo�. A dupla Cynara e Cybele, estava procurando m�sica para entrar no Festival, e Ruy, do MPB-4, que era casado com Cynara, veio perguntar ao Chico se ele n�o tinha alguma coisa na gaveta. Entregou Carolina com a ressalva de que n�o gostava nada dela. Ouviu a final�ssima do FIC pelo r�dio, na Bahia. Sua m�sica ficou em terceiro lugar, atr�s da campe� Margarida, de Gutemberg Guarabira, e de Travessia, de Milton Nascimento. �Eu n�o estou entendendo nada.�, disse Chico, perplexo. Para o mal de seus pecados, Carolina foi gravada por Aguinaldo Rayol, num LP com as doze preferidas do general Costa e Silva.� |
| CARTAS DE CYNARA E CYVA PARA VINICIUS (extraidas do livro Querido Poeta - Correspondencia de Vinicius de Moraes) |
| DE CYNARA
(DO QUARTETO EM CY) Rio, 7 de novembro de 1963. Vininha, meu amigo, N�o sabia mais onde guardar tanta saudade, quando sua carta, enfim, chegou para as quatro. Vibrei de contente, como se voc� tamb�m tivesse vindo no envelope. As coisas realmente se precipitaram, mas aos poetas tudo � permitido e voc� tem muito mais direitos que deveres. Cheguei da Bahia louca de alegria [na perspectiva] de v�-lo, com uma por��o de rapadura e coco cheio de cacha�a para voc� presentes do [Carlos] Coqueijo e Aydil. E um recado deles para voc�, o Carlinhos [Lyra] e o Baden estar�o na Bahia em janeiro. � sua espera estaria um apartamento em frente ao mar de Amaralina, com todo o isolamento poss�vel e cheinho de instrumentos. Tudo isso foi jogado fora e minha alegria tamb�m. Voc� sabe que eu sou chorona e, depois ent�o que soube da sua fuga [para Paris], desandei num choro por uns tr�s dias. Mas j� passou a fase chata. Estou novamente contente e nunca, nunca pensei mal de voc� , por isso n�o tomei a carapu�a de ser feia. Eu lhe disse numa de nossas reuni�es que acredito em voc�, mais que tudo na vida. Desejo um mundo de felicidade aos dois. Amor, a gente n�o pode mesmo jogar fora, porque � a �nica coisa que realmente vale nessa vida. Viva muito e ame muito, pois garanto que, amado, voc� �. Quando meu amor tiver de vir, vou rezar para que ele venha todo certinho, como veio o seu. Acredito tamb�m no Quarteto em Cy e, de minha parte, lutarei para que ele ven�a. Continuamos em aulas semanais com Carlinhos e ele tem sido um anjo conosco. E estamos em progressos, sabe? J� at� solfejamos umas notinhas. Vai tudo muito bem. Que bom foi ter ao seu lado a Susaninha e o Tuca. Eles devem ter ficado no c�u com voc�s. Em compensa��o, o Rio ficou mais triste. Mas voc� vai voltar, n�o �? N�o fique muito por a�, sen�o correr� o risco de voltar outro Vin�cius diferente do que foi. As meninas mandam abra�os para os dois. Um beijo meu para Nelitinha. Pra voc�, muitos abra�os, beijos e uma saudade em sol maior de Cynara DE CYVA (DO QUARTETO EM CY) Rio, 11 de novembro de 1963. Vino, querido Sua carta tirou-me da superfossa em que eu estava. Voc� n�o imagina como todas n�s ficamos contentes. � claro que eu havia ficado muito triste por n�o poder v�-lo ainda uma vez antes de voc� viajar, mas porque havia de pensar mal, como voc� diz? Vi logo que foi mesmo um caso de amor fulminante, de parte a parte, e achei a fuga muito justa e genial. Gostaria de ter podido tamb�m levar-lhes rosas no embarque, mas, como n�o foi poss�vel, �mando-as� agora, com os meus votos de felicidade para sempre. Um abra�o � Nelitinha. Achei comovente voc� ainda acreditar no Quarteto em Cy. Tenho-me esfor�ado por continuar acreditando, pois ele caminha a passos de tartaruga, o que nos impacienta, sabe? � como se estivesse condenado. �amos fazer um show com Carlinhos [Lyra] no Teatro Santa Rosa, mas n�o deu certo. Depois, o Fl�vio ramos come�ou a organizar um show conosco no Bon Gourmet, mas teve que fech�-lo. Resultado: vamos ficar frustradas com isso, que chamamos de �superazar�. Agora terminamos por nos dar um prazo. Depois disso, Cybele voltar� para a Bahia a fim de casar-se. Estou contando isso para voc� n�o alimentar ilus�es a respeito do quarteto, ainda. Ontem fomos ver o filme Bonitinha, mas ordin�ria, com Odetinha, Fregolente, Jece Valad�o etc. A m�sica � de Carlinhos, voc� ouviu antes de viajar? Gostei muit�ssimo. Achei-a ex�tica, estranha mesmo, como se levasse a gente para lugares desconhecidos, sabe? Voc� gostar� tamb�m, tenho certeza. Vimos tamb�m, h� umas duas semanas, o filme Sol sobre a lama. Tem muita coisa boa, outras n�o. O seu nome eles escreveram: Venicius de Morais. Sabe aquela m�sica do Carlinhos, que voc� escreveu a letra, �Minha namorada�? (Foi para a Nelitinha, n�o foi?)Pois bem, eu havia tomado nota da letra, voc� se lembra? E ele [Carlinhos] n�o tinha. Quando eu disse, ele ficou todo contente. Acho que ele n�o tem o �Pau-de-arara�. Todos os dias um jornal ou revista fala em voc�, aqui. Como v�, ningu�m o esquece, me um pouquinho. O Cruzeiro publicou uma reportagem com a sra. Hel� Amado e ela achou logo um jeitinho tamb�m de falar em voc�. Na Manchete, creio, foi aquela francesa sorridente. N�o sei se o Baden conseguiu livrar-se dela, afinal. Na Bahia, o Coqueijinho tamb�m est� sempre falando em voc�. Ele ficou frustrado porque n�o vai poder lev�-lo [a Salvador] em dezembro, coitadinho. Vou escrever para ele, dizendo que temos not�cias suas. Ele ficar� contente. Voc� continuar� escrevendo para n�s, n�o �, Vino? Cybele � meio pregui�osa e tamb�m acho que tem vergonha de escrever a voc�. Mas eu escreverei por ela e por mim, est� bem? Se chatear muito, voc� diz. Outro abra�o e um beijinho a Nelitinha, Susana e Tuca (ele se parece com voc�?). Espero que voc�s continuem muito felizes, mas, por favor, n�o demorem muito a�, do contr�rio, quando voltarem, todo mundo aqui est� p�lido, morrendo de saudade, juro. Cyva |
| NOTA SOBRE CAROLINA |
| SONIA EM CD SOLO??? |
| Not�cia em primeira m�o (se voc� j� souber, ser� em segunda!): a Sonia
gravou um Cd solo, homenageando o compositor Alu�sio de Oliveira. Ela est� completando 40 anos de m�sica, nesse ano e far�, dia 31, no Rio (no Mistura Fina) um show em comemora��o a essa data! Recebi, no s�bado, um material muito legal sobre toda a carreira dela na m�sica e sobre o Cd tamb�m! BIA CAMPOS |
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| QUARTETO NA MIDIA |
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| IRMAS EM CY foto recente do Quarteto original. |
| da esquerda para a direita voce ve: Cyva, Cylene, Cybele e Cynara. |
| CARTA DO VINICIUS PARA O QUARTETO |
| Carta escrita por Vinicius de Moraes as quatro irmas em Cy em 1963, quando da fuga dele e de Nelita, da qual as meninas do Quarteto foram, nos dizeres de Cynara, praticamente cumplices. E, como tudo que o Poeta escreveu, uma carta linda, repleta de filosofias!!!! |
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