Estrutura e Índice
Introdução ao tema e aos tópicos tratados
pela monografia, baseando-se principalmente em demonstrar a importância
do tema Áudio Digital, suas aplicações mais
modernas e fundamentos que justifiquem a elaboração de um
estudo tão abrangente sobre este assunto. Introdução
ao leitor das duas vertentes básicas seguidas pela monografia: importância
do áudio nas aplicações de informática, e a
importância da informática na manipulação de
áudio digital.
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CAPÍTULO I - Fundamentos do Áudio Digital
Este capítulo tem por objetivo introduzir os conceitos
do áudio de forma geral, suas características principais
quando associado à informática e o funcionamento básico
de periféricos de som em microcomputadores.
1.1 Características físicas do
som: Explicação das propriedades
básicas das ondas sonoras que possuam relevância para o posterior
entendimento da estrutura e funcionamento do áudio digital.
1.2 Som analógico: Como uma informação
sonora pode ser registrada para posterior reprodução de forma
analógica. Descrição do processo de gravação
analógica, seu funcionamento e de como se comporta uma onda sonora
armazenada analogicamente em uma mídia.
1.3 Som digital: Como uma informação
sonora pode ser registrada para posterior reprodução de forma
digital. Características básicas de uma gravação
digital, seu esquema interno de funcionamento e as propriedades atribuídas
a uma onda sonora que é armazenada em formato digital.
1.4 Placas de som: Funcionamento e apresentação
descritiva de seus componentes: chip sintetizador, conversor analógicoð
digital e vice-versa, interface MIDI, chip de processamento de sinal digital
(DSP), chip ASP, entre outros.
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CAPÍTULO II - Som Sintetizado
Este capítulo pretende explicar todos os fatores,
componentes e processos que influenciam na geração de som
sintetizado pelo chip de síntese das placas de áudio e pelos
dispositivos e instrumentos específicos para esta finalidade, incluindo
descrições do padrão MIDI, histórico da síntese
de som, etc.
2.1 Conceito e funcionamento da síntese:
Explicação do processo de síntese de som, e do conceito
de áudio sintetizado.
2.1.1 Ondas básicas: Utilização
e comportamento das ondas senoidal
e quadrada.
2.1.2 Ondas complexas:Utilização
de ondas formadas pela combinação de diversas ondas básicas.
Descrição do processo de modulação e funcionamento
de filtros.
2.2 Histórico da síntese de som:
Histórico completo e detalhado de como iniciaram-se as primeiras
tentativas de criar novos sons do nada e descrição de todo
o processo de desenvolvimento da síntese analógica até
a moderna síntese digital de hoje.
2.3 O padrão MIDI: Definição
do padrão de comunicação de áudio digital MIDI(Musical
Instruments Digital Interface)
, sua importância e seu funcionamento.
2.4 Transmissão de informações
pela interface MIDI: Como é realizada a transmissão de
dados sonoros através da interface de comunicação
definida pelo padrão MIDI.
2.4.1 Aspectos físicos:
Como se dá
o cabeamento, conexões e funcionamento dos dispositivos físicos
da interface.
2.4.2 Aspectos lógicos: Descrição
das mensagens MIDI, seu funcionamento, composição e situações
diversas onde são empregadas.
2.5 Síntese FM x Síntese Wavetable:
Comparação entre estes dois tipos de síntese de som.
Demonstração das diferentes qualidades do áudio gerado
pela síntese FM (mais antiga mas ainda em uso) e pela Wavetable
(mais moderna, com samples de instrumentos reais) e explicação
do funcionamento de ambas.
2.6 Síntese da fala: Definição
de síntese de voz, suas aplicações, funcionamento
e exemplos.
2.7 Estrutura de arquivos MIDI: Definição
da estrutura de um arquivo .MID, mostrando como as informações
musicais são armazenadas de forma análoga ao de uma partitura.
Demonstração de sua fundamental importância para aplicações
musicais profissionais.
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CAPÍTULO III - Som Digitalizado
Capítulo que tem por objetivo mostrar as diversas
aplicações do som digitalizado, seu processo de aquisição,
digitalização e posterior recuperação, bem
como as propriedades assumidas pela onda sonora ao ser armazenada na forma
de um arquivo de som digitalizado.
3.1 Conceito e funcionamento do processo de
digitalização:
Explicação do conceito de
áudio digitalizado e descrição do processo de conversão
analógico Þ digital, desda aquisição
dos sons desejados (sampleamento) até o armazenamento digital
e posterior reprodução.
3.2 Propriedades do áudio digitalizado:
Definição e descrição de cada parâmetro
atribuído ao som digitalizado e sua influência na qualidade
final. Demonstração dos conjuntos de valores mais usados
em gravações. Diferenciação de gravações
mono e stéreo.
3.2.1 Taxa de sampleamento
(sample
rate): Explicação da influência
da escolha de uma taxa de sampleamento para a digitalização
de um som. Explicação de como essa opção pode
ser considerada a definição de "resolução horizontal"
da onda sonora digitalizada. Enumeração das opções
padrão para sample rate.
3.2.2 Tamanho do sample (sample size):
Explicação de como o sample size determina diretamente
o número de opções para a representação
de cada amostra da onda e conseqüentemente sua qualidade final. Explicação
de como essa opção pode ser considerada a definição
de "resolução vertical" da onda sonora digitalizada. Enumeração
das opções padrão para sample size (8 ou 16
bits), e exemplos da qualidade de cada uma.
3.3 Softwares para tratamento de áudio digitalizado:
Descrição bastante detalhada e abrangente do funcionamento
dos programas de manipulação e edição de arquivos
de som digitalizado, descrevendo suas funções básicas,
avançadas, seus efeitos e exemplificando alterações
feitas sobre ondas digitalizadas e comparando-as com os sons originais.
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CAPÍTULO IV - Padrões de Arquivos Sonoros e de Compressão
Capítulo explica os padrões mais utilizados
de arquivos sonoros e seus respectivos tamanhos médios, bem como
os mais alternativos e menos difundidos. Demonstração qualitativa
dos métodos de compressão utilizados por cada um desses padrões
de arquivos, quando existente.
4.1 Definição de compressão
de áudio e formatos de arquivos sonoros: Explicação
do que é e de como funciona a compressão de áudio,
e no que consiste um determinado padrão de arquivo sonoro.
4.2 Arquivos WAVE: Referência ao arquivo
padrão de sons digitalizados, acrescido de cálculos básicos
de seu tamanho final, baseado nas propriedades definidas para o áudio
e na sua duração. Explicação do esquema Little
Endian de armazenamento de valores binários nos processadores da
família Intel. Descrição também do formato
raw
data que assemelha-se bastante ao padrão Wave.
4.3 Arquivos de módulo (.MOD): Demonstração
deste padrão pouco difundido, mas que desperta um especial interesse
por juntar aspectos da estrutura dos arquivos MIDI (informações
musicais sobre notas, duração e loops característicos
de uma partitura) com sons digitalizados do meio exterior, como nos arquivos
Wave.
Exemplos de arquivos de módulo. Estipulação do tamanho
médio desse padrão de arquivos.
4.4 Arquivos MPEG (.MP3): Explicação
básica da estrutura de um arquivo MPEG Layer 3 (.MP3) e seu
surgimento histórico. Definição da taxa de fluxo de
dados fixa e variável. Descrição do funcionamento
do algoritmo de compressão de dados e suas implementações
em diferentes CODECs. Demonstração da importância atual
desse padrão sonoro, de sua incrível difusão mundial,
principalmente na Internet, e das conseqüências de tal popularidade
para a indústria fonográfica.
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CAPÍTULO V - Armazenamento
Este capítulo mostra os vários métodos
possíveis para armazenamento de informação sonora,
bem como as diversas mídias disponíveis para tal, suas capacidades
e eficiência em cada caso de gravação de diferentes
tipos de áudio.
5.1 Mídias de armazenamento: Explicação
do que é uma mídia de armazenamento de dados e como ela pode
ser utilizada para gravações de áudio.
5.2 Armazenamento digital: Explicação
de como funciona o método de armazenamento digital de informações
sonoras digitalizadas, e das mídias disponíveis que empregam
este tipo de gravação.
5.2.1 Armazenamento digital magnético:
Definição de como a informação sonora é
magneticamente armazenada numa mídia digital. Citação
de mídias que utilizam este tipo de armazenamento, como a DAT (Digital
Audio Tape).
5.2.2 Armazenamento digital ótico:
Demonstração de como é realizada uma gravação
digital numa mídia que emprega armazenamento ótico. Explicação
de como é realizada a "queima" de um CD de áudio, seu funcionamento
e suas propriedades.
5.3 Armazenamento analógico: Este item
fala dos métodos de armazenamento analógico de som ainda
em uso, dos que estão tornando-se obsoletos e do funcionamento de
cada um. Mostrar as limitações do armazenamento analógico
em relação à qualidade da gravação e
à sua manutenção após muito tempo de uso.
5.3.1 Armazenamento analógico magnético:
Mostra como um som pode ser convertido para impulsos elétricos e
então armazenados analogicamente numa mídia através
da gravação de campos magnéticos no material que a
compõe, utilizando a gravação em fita (tape)
como exemplo.
5.3.2 Armazenamento analógico mecânico:
Mostrar o primeiro método de registro de informações
sonoras desenvolvido pelo homem. Demonstrar como é realizada uma
gravação e reprodução mecânica, utilizando
o disco de vinil como exemplo prático.
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CAPÍTULO VI – Utilização da tecnologia digital
de áudio
Como finalização da monografia, este capítulo
apresenta as aplicações mais importantes, tanto do áudio
digital na informática, como da informática na produção
de áudio profissional. São abordados tópicos diretamente
ligados à informática, como interface de sistemas de informação,
multimídia e aplicações de comunicação
à distância, assim como temas onde a tecnologia da informação
contribui para a realização final objetivada, como a produção
musical.
6.1 Aplicações atuais do áudio
digital: Mostra as principais aplicações e funções
atuais do áudio digital, e como a sua tecnologia pode auxiliar nas
tarefas de vários segmentos profissionais. Explicações
do seu uso como interface para sistemas de informação (tanto
para entrada de dados como para saída), aplicações
multimídia, aplicações de comunicação
por rede, produção de áudio profissional, gravação
digital e analógica em multicanal, mixagem, masterização
e equalização digital, e ainda um tópico sobre softwares
para produção musical, que abrange seqüenciadores, editores
de partitura, arranjadores e editores de timbres.
6.2 Desenvolvimentos recentes e futuros:
A conclusão da monografia é feita com este tópico
que trata das últimas evoluções dos equipamentos para
tratamento de áudio digital, bem como especulação
do que ainda está para surgir nesta área.
6.2.1 Softwares para "limpeza" sonora: Mostra
os programas que eliminam ruídos, chiados e interferências
através de elaborados algoritmos de processamento do sinal sonoro.
6.2.2 Silenciadores eletrônicos: Explica
o funcionamento de dispositivos que eliminam artificialmente o barulho
ambiente através da análise de todos os ruídos e sons
que o compõe, e em função desta análise, promovem
a geração de um sinal idêntico mas com forma de onda
inversa.
6.2.3 VOCoders (artificializadores e emuladores
de voz): Uma visão da tendência de evolução
futura destes dispositivos, demonstrando as técnicas já existentes
para artificialização da voz humana (VOCoders) que podem
evoluir para dispositivos de síntese de vozes verdadeiras, reproduzindo
artificialmente vozes existentes no mundo real através da cópia
de todos os parâmetros que compõe o timbre e a inflexão
vocal de determinada voz (seja por síntese pura ou por modificação
digital de uma voz já existente).
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APÊNDICE A – Implementação
Mostra o funcionamento, a funcionalidade e objetivo da aplicação
que acompanha e complementa a monografia. Fala do modo como ela processa
arquivos Wave, o modo de conversão dos valores dos samples, o cálculo
da média e valor máximo da amplitude da onda sonora, a alteração
destes valores baseada no número entrado pelo usuário e a
geração de um novo arquivo com o volume do sinal alterado.
Inclusão de todo o código fonte principal da aplicação.
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APÊNDICE B – Bibliografia