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Teoria sobre Persuas�o (continua��o) |
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Dirigi-vos antes �s paix�es do que as virtudes quando quiserdes persuadir uma mulher. (Marqu�s de Sade) |
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3. Persuas�o reflete uma liberdade social
A persuas�o, uma vez que precisa da aceita��o do outro, � um processo que s� s manifesta numa sociedade democr�tica, isto �, n�o totalit�ria nem imposta. � um mal menor, pois � melhor os desvios e as habilidades diversas da palavra e da manha do que o reino da for�a e da autoridade fria que ignoram a persuas�o. A persuas�o se avizinha da COERS�O e da INFLU�NCIA ESPONT�NEA (esquema abaixo). Numa forma geral a Persuas�o surge quando a informa��o se transforma num dos elementos essenciais de uma sociedade. O simples fato de Informar j� carrega dentro de si a inten��o de provocar um m�nimo de ades�o, pr�-ativa ou reativa. |
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A Persuas�o no Processo de Influ�ncia. |
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Os Recursos da Persuas�o:
CREDIBILIDADE
; COERENCIA
CONSISTENCIA
; CONGRUENCIA
s�o a base de uma publicidade persuasiva, onde o receptor sente-se convencido e pronto a aderir.
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4. Arte do Rodeio � uma t�cnica de persuas�o utilizada principalmente no dom�nio das VENDAS. Possui tr�s fases, propostas por Denis Huisman (Le Dire e Le Faire, 1983):
Fase Pedag�gica - onde o estilo � informativo.
Fase paradigm�tica - onde o emissor desenvolve sua express�o.
Nova fase pedag�gica - onde o receptor � convidado a enunciar, evidentemente numa figura de um simples catalisador que torna poss�vel a persuas�o. O persusor inverte os pap�is e oferece ao seu interlocutor o seu pr�prio consentimento. |
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No an�ncio,vemos a informa��o, a performance do emissor atrav�s do EMOCIONAL, atraindo a sensibilidade do interlocutor pela imagem, pelas palavras. E no final o persusor apaga-se e concede o livre-arb�trio ao interlocutor: "Proteja-se dos raios ultravioletas". (agencia ALMAPBBDO / Cliente Eyes Care) |
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5. A Persuas�o na Midia
" Com Exce�ao dos loucos, dos marginais, a massa das pessoas adere �s opini�es da maioria" (J-M. Domenach). A persuas�o das m�dias, a da televis�o, do r�dio, da imprensa, teria por fun��o apenas reciclar, atualizar as opini�es.
As pessoas querem opinar sobre tudo, da� a necessidade de tornar vulgo, vulgarizar, as informa��es, de forma sintetizada. A propaganda ap�ia-se nessa realidade para criar consensos f�ceis com ajuda de imagens impactantes, de slogans. As m�dias atuam como o pr�prio pensamento do receptor e fazem tudo parecer que n�o existe. Apresentam-se sempre escolhas "j� prontas". A linguagem midi�dica anestesia atrav�s de frases bonitas, ligeiras e suaves. Apenas as imagens, podem sacudir as consci�ncias. |
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5. A Persuas�o e Fetichismo
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BELLENGER, Lionel - A Persuas�o - Editora Jorge Zahar. |
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