Apresentador - � simples: algu�m apresenta o produto / servi�o. Mas n�o basta s� o apresentador mostrar o produto, o mais importante � como ele faz isso. O apresentador transfere sua pr�pria imagem ao produto, conferindo ao produto, a id�ia de seriedade, simpatia, amabilidade, bondade, efic�cia, etc. Da� termos que saber escolher com adequa��o o ator, e n�o basta ser modelo, precisa ter de express�o. Exemplos: Casal Unibanco; Paula Ar�sio 21; Bombril.

Testemunhal - Contratar alguem c�lebre para que fale do produto tem suas vantagens e inconvenientes. Uma das vantagens � que se consegue notoriedade imediatamente. O maior inconveniente � que o p�blico possa fixar-se mais na celebridade do que no produto.  Quando se trata do testemunho de pessoas comuns, a mensagem pode comunicar algo racional ou transmitir um impacto emocional; em ambos os casos, a figura de um consumidor dirigindo-se ao p�blico, com suas palavras, para falar-lhe do produto, possui um resultado extraordinariamente confi�vel e, portanto, eficaz. Exemplos: Activia; Corega.

S�sias  (imita��o) - A utiliza��o de s�sias de personagens famosos produz nos espectadores diversas rea��es, desde a simpatia pelo senso de humor do an�ncio at� a sensa��o de fraude. Este �, por conseguinte, um caminho delicado, para o qual se deve tomar todo o tipo de precau��es. Tamb�m se manipulam trechos de filmes famosos, dublando os atores ou fazendo-os falar do produto em quest�o. As falsas dublagens s� funcionam bem quando revelam um elevado senso de humor.

Cenas da vida real - � um dos caminhos mais antigos. Realiza-se apresentando uma cena que parece tirada da pr�pria vida, onde algumas pessoas falam do produto. Normalmente, uma das pessoas, a c�tica, acaba por ser persuadida. Existem setores que praticamente vivem nesse caminho  detergentes, materiais de limpeza, margarinas, etc. Tendo o produto como protagonista, a propaganda mostra uma forma de ser ou de viver, com a qual os espectadores podem sentir-se identificados. � de grande utilidade quando o uso do produto tende a ser social ou de consumo b�sico.

Emocional - A publicidade emocional � bastante impactante, por�m corre o risco de quando mal produzida, tornar-se apelativa. Toda publicidade � emocional, pois primeiramente � ativado o cora��o, local onde reside o "desejo", para depois ser acionado a raz�o, para a decis�o de compra. Na linha emocional o apelo � mais dram�tico, isso e, uma exagero na interpreta��o. No exemplo do Bradesco diz:"Lembra como o seu filho chorou quando o Rei Le�o morreu?"

Nostalgia - Os an�ncios com conte�do hist�rico e de tradi��o podem usar esse caminho. Podemos explora a origem do produto: a videira para o vinho, a regi�o de origem, o tempo em que foi criado. Tamb�m pode utilizar a nostalgia em campanhas institucionais como anivers�rio de empresa / produto; mostrar a diferen�a do tempo em que n�o existia tal produto; etc.

Ecologia -
A import�ncia que os movimentos ecol�gicos est�o tomando no mundo � ineg�vel, e a propaganda n�o ficou insens�vel a esse fato. Por isso, desde os refrigerantes enlatados, que se apregoam defensores da limpeza nas ruas, at� as grandes companhias petrol�feras, que n�o podem esconder sua participa��o na polui��o dos ambientes, todos levantam a bandeira da defesa da natureza. O verde, o natural e o ecol�gico converteram-se em importante estrat�gia de marketing.

Esporte - Com as transmiss�es por televis�o e as alt�ssimas cotas de patroc�nios, apoios, incentivos, os eventos esportivos transpuseram suas pr�prias fronteiras para converter-se em um tema atraente em todos os segmentos. O esporte, como caminho criativo de propaganda, est� em alta e n�o s� para os produtos diretamente relacionados a ele, mas tamb�m para muitos outros, interessados na imagem de for�a, maturidade social, juventude, beleza, plasticidade e energia que ele confere �s Marcas.

Sex-Appeal ou er�tico - Uma das t�cnicas de persuas�o mais usada, por raz�es �bvias: todo mundo pensa em sexo o tempo todo. A mulher � algo atraente para homens... e para mulheres. Porque? Pois as mulheres se espelham em outras mulheres. � muito utilizado em lingeries, �bvio, mas tamb�m para produtos masculinos como carro, barbeador, perfumes masculinos, desodorantes (AXE), etc.

Humor - O humor � uma das t�cnicas de maior efic�cia, porque as pessoas relaxam ao rir, e fica mais f�cil conquistar "o bolso". Um an�ncio pode comunicar perfeitamente coisas s�rias de maneira humor�stica, conseguindo al�m disso uma corrente de simpatia para o produto.Tem, contudo, uma limita��o: a propaganda humor�stica queima-se com rapidez. Uma piada n�o desperta a mesma hilaridade depois da primeira vez. Por isso, quando se lan�a m�o de um humor muito sutil, que pretenda apenas despertar um leve sorriso no espectador, o an�ncio pode ser repetido normalmente; no caso de um humor mais contundente, deve-se mudar com freq��ncia as pe�as publicit�rias.

On�rico - As pessoas querem viver de uma maneira especial, como nos sonhos. Existem muitos an�ncios de bancos, companhias a�reas, telefonia, etc, que exploram esse fil�o. Enchem os olhos do consumidor com paisagens paradis�acas ou requintadas. Ambientes agrad�veis com pessoas lindas, sadias, saltitantes, descontra�das s�o super utilizadas em campanhas para produtos jovens, esportivos, diets, refrigerantes e etc.

Combina��o de caminhos - � poss�vel, e necess�rio, combinar v�rios caminhos e realizar campanhas que utilizem mais de um deles. Assim, pode-se ter um filme contendo est�mulos visuais que apelem para o sabor, um texto de humor, com um cen�rio paradis�aco, sensual, informativo, enfim, fazer tudo o que for necess�rio para que a Marca se destaque na mente do consumidor e gere compra.
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Bibliografia:
BARRETO, Roberto Menna - Criatividade em Propaganda - S�o Paulo: Summus, 2004.
FEDRIZZI, Alfredo - O Humor Abre Cora��es e Bolsos - Rio de Janeiro: Campus, 2003. Washington Olivetto fala sobre o humor na propaganda, dentre outros profissionais da �rea.
HOFF, Tania  e Lourdes Gabrielli - Reda�ao publicitaria - Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
MARTINS, Zeca - Propaganda � isso a�! - S�o Paulo: Atlas, 2004.

apresentador (humor)
testemunhal
emocional
nostalgia
Mobili�rio urbano para campanha da Nike.
ecologia
Veja a campanha da MPM. Apesar de mencionar o esporte � muito bem humorada.
esporte
humor (grotesco)
on�rico
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