EMOCIONAL DA MARCA
NECESSIDADE E SATISFA��O
A tarefa da publicidade � motivar  ao consumo, quer seja de produtos e servi�os, como de id�ias. Motivar uma pessoa a agir, tomar uma atitude, � uma tarefa dif�cil. Imagine que o leitor est� confortavelmente sentado em sua sala de estar lendo seu jornal, revista, ou assistindo passivamente sua TV. Como faz�-lo  perceber o seu an�ncio? Como convenc�-lo a comprar o seu produto?
Dar um "motivo" para o leitor lembrar e realizar a aquisi��o do que foi anunciado s� ser� poss�vel se conseguirmos atingir a sua ades�o (ler
Persuas�o). Para motivar � preciso conhecer as necessidades e o que satisfaz o nosso ent�o consumidor para que o desejo seja despertado.
MOTIVAR
1) Necessidades fisiol�gicas: s�o as necessidades vegetativas relacionadas com a fome, o cansa�o, o sono, o desejo sexual etc. - necessidades que dizem respeito � sobreviv�ncia mais imediata do indiv�duo e da esp�cie, constituindo press�es fisiol�gicas que levam o indiv�duo a buscar ciclicamente a sua satisfa��o.
2)
Necessidades de seguran�a: levam o indiv�duo a proteger-se de qualquer perigo real ou imagin�rio, f�sico ou abstrato. A procura de seguran�a, o desejo de estabilidade, a fuga ao perigo, a busca de um mundo ordenado e previs�vel s�o manifesta��es dessas necessidades de seguran�a. Como as necessidades fisiol�gicas, as de seguran�a tamb�m est�o relacionadas com a sobreviv�ncia do indiv�duo.
3)
Necessidades sociais: relacionadas � vida associativa do indiv�duo com outras pessoas. A a��o e a participa��o levam o indiv�duo � adapta��o social, �s rela��es sociais e mesmo �s a��es conjuntas de cidadania.
4)
Necessidades de estima: relacionadas ao ego. Orgulho, auto-estima, auto-respeito, progresso, confian�a, necessidades de reconhecimento, aprecia��o, admira��o etc.
5)
Necessidades de auto-realiza��o: relacionadas com o desejo de cumprir a tend�ncia que cada um tem de realizar seu potencial (auto-desenvolvimento, auto-satisfa��o).

A satisfa��o e a motiva��o est�o relacionadas ao suprimento das necessidades, desde aquelas consideradas b�sicas, como prote��o e alimento, at� as de estima e realiza��o, passando pelas de seguran�a e por aquelas ligadas � vida social.
A satisfa��o de terem supridas as necessidades b�sicas dura pouco. Uma vez satisfeitos, os indiv�duos passam a aspirar a um patamar seguinte.
Esse sentimento reflete o desejo de melhorar a posi��o na sociedade, atrav�s do progresso intelectual, cultural e material.
MASLOW, Abraham H. Motivation and Personality. Nova York: Harper & Row, 1954.
Foi Abraham Maslow, psic�logo americano e grande pesquisador de comportamento, quem criou a Hierarquia das Necessidades mais conhecida como a Pir�mide de Maslow, na qual ele explica os 5 n�veis de necessidades do ser humano.
"Quem me dera, ao menos uma vez/
Provar que quem tem mais do que precisa ter/
Quase sempre se convence que n�o tem o bastante..."
(Renato Russo, �ndios)
A Pir�mide de Maslow compreende uma hierarquia de etapas, isto �, s� se parte para a satisfa��o de uma necessidade quando outras, consideradas mais b�sicas, j� foram resolvidas.
O que nos leva a pagar mais caro por um produto aparentemente igual a outro.
Porque cremos estar levando o melhor se tecnicamente dois produtos s�o similares?
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N�o e uma m�quina de lavar � uma Brastemp!
OS ARQU�TIPOS
Carl Gustav Jung criador da psican�lise anal�tica identifica o inconsciente coletivo como sendo lembran�as deixadas pelos ancestrais (Terra dos Mortos), isto � uma heran�a que passa de gera��o � gera��o e transmitidas �quele indiv�duo. .A personalidade ent�o est� n�o s� sujeita aos fatores sociais e familiares, mas tamb�m �s heran�as culturais mais antigas.
Nossas escolhas tamb�m v�o sofrer as influ�ncias dos arqu�tipos, pois estes atuam diretamente em nossos sonhos e desejos mais �ntimos, o que Jung define como o lado mais obscuro da mente.

<<< Campanha para Oftalmolaser Centro Cir�rgico Niter�i. "Medo de cirurgias oftalmol�gicas � coisa do passado" foi o conceito da campanha. A linha de humor quebra a barreira causada pela emo��o negativa e motiva o paciente.
A Marca tem a "cara" do consumidor ou
� o consumidor que fica com a "cara" da Marca?
O Esp�rito da Marca passa a ser constru�do a partir dos arqu�tipos do grupo de indiv�duos que se deseja atingir?
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