le faz mal ao coração
Provoca cancro e pigarro...
- Senhora, a emancipação,
Não se faz pelo cigarro!
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Se acaso não se importar
Deixe o cigarro apagado
É proibido fumar
Quando em recinto fechado!
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Não sei bem, se o fumo quente,
É mais mau, mais agressivo,
P'ra quem fuma activamente,
Se p'ró fumador... passivo!
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Foram nove, em comunhão,
A discutir, taco a taco,
As bases da opção:
- A Saúde... ou o tabaco!
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tentai novos e velhos
Quer pobres, quer com dinheiro,
Nestes sensatos conselhos
De Pádua, o Conselheiro:
1º
No que respeita ao tabaco,
Com todos a fumegar,
É ser forte, e não ser fraco
Não começar a fumar.
2º
Penso sempre na vantagem
Dos que não são fumadores
Saúde, melhor imagem,
Mais dinheiro, menos dores.
3º
Atenta já, sem demora,
Nisto, que até mete medo:
- Fumador e fumadora
Morrem 10 anos mais cedo!
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rinca com fumo e com lume
Durante o santo dia,
E depois tem um queixume:
- Pudera... extrassistolia!
Já não lhe chega o Cavaco,
O trabalho e o IRS?
Ainda usa o tabaco,
Para aumentar o stress?
Como não é coisa boa,
Deixe o fumo e o cinzeiro,
Mostre que é uma "pessoa"
Prof. Pessoa Monteiro.
..
arina fica doente
Se é que já não o está
Por fumar passivamente
Quando está com o papá.
Aprende, pois, a lição
E para que o fumo acabe
Diz assim: - Ó papá.. não!
É Professor e não sabe?
(A pedido do Professor Pina Cabral, em dedicatória no livro "Era uma vez um coração")
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ei que deixar de fumar
Representa um sacrifício,
Se a vontade claudicar
Quando em presença do vício.
Mas não brinque com o fogo,
Seja preso ou de artifício...
Se a família está em jogo
Vale bem o sacrifício!
Saber de experiência feito...
Aspirando o fumo quente,
Ninguém possui o "direito"
De se matar lentamente.
(A pedido do Professor Pina Cabral, em dedicatória no livro "Era uma vez um coração")
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olybio
Não sei se está no bom rumo
Se deixa boa memória.
Troca os amigos pelo fumo...
Dos fracos não reza a história!
Guerra e Paz
Há rumos e há destinos
E ventos de arribação
E fumos e desatinos
Tudo contra a proibição.Polybio
Estamos limpos do pulmão,
Das artérias e dos dentes.
Vós sois montes de alcatrão,
Sois uns nico... dependentes!
Guerra e Paz
A vida quer-se vivida
Sem qualquer limitação
Ou então a alternativa
E o medo do alcatrão
E a higiene da solidão
E a fuga à multidão,etc.
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Polybio
Leio, não percebo nada,
Dou voltas ao meu bestunto...
Esta letra arrevesada
É letra d'algum defunto?
Guerra e Paz
Não é argumento que colha
A forma da caligrafia
É como escolher mulher
Pela forma como vestia.
Polybio
Eu não sou nenhum demente,
Não sou cego nem sou mudo,
Gosto dum bom continente,
Tapando um bom conteúdo.
Guerra e Paz
Isto não é querer se gabar
Alecrim ou manjerona
O acto de proibir...
É que é uma pouca vergonha.
Polybio
Com esse vosso torpor,
Provada a metamorfose...
O tabaco é um factor
De risco, da aterosclerose!
.
Guerra e Paz
Que sobreviva o torpor
Que viva a metamorfose
Que altere os genes e o resto
Causas da arteriosclerose
(para além do tabaco...).
Polybio
Continuai a fumar
A respirar alcatrão...
Cedo ireis viajar,
Em higiénico caixão!
Guerra e Paz
É de viver e fumar
Levar tudo a bom cabo
Do que só sobreviver
E ser cadáver adiado.
Polybio
É Calvário, tanto faz
Que o Pedro esteja Armando;
A vida é Guerra ou Paz
Fumando ou não fumando!