�
�
sto de "Hospital / Orquestra"
� mesmo um erro tremendo,
Porque no final da festa
Quem "d� m�sica" � o Mendo.
�
Se o Meli�o � o Regente
Mas Paulo tem a batuta,
Qual � o papel da gente,
Em toda esta grande luta?� Quando me d�o muita fruta
Receio e tomo nota:
- Pois quem possui a batuta
Pode bem fazer batota!
�
Se a pauta est� errada
E pouco firme a batutaa
A Orquestra, desafinada,
D� "f�fias", filhas da Pauta.(* Express�o do Professor Meli�o Silvestre aquando duma visita ministerial)
�
�
�
�
�
�
���������������������������������������
�
�
�
�
�
�
�
oi enorme a sensa��o...!
O Meli�o enchapelado,
Foi muito cumprimentado,
Antes de entrar no avi�o.
Mas eis que surge o Morgado,
Tamb�m com um chapelinho,
Muito bem acomodado,
No carrinho.
Fazem-se aprecia��es,
Quanto a tais aquisi��es:
Diz-se que o do Morgado,
Foi comprado,
Junto ao lago.
� um puro de Chicago.
Enquanto que o do Meli�o
Nem por isso
� uma grande aquisi��o.
� de homem, ou de mulher?
� um h�brido qualquer,
N�o sei de que gera��o!
Talvez por essa quest�o,
O Meli�o, incomodado,
Escondeu-o no mal�o,
Enquanto que o Morgado,
Um tanto ou quanto emproado,
Vai com ele no avi�o.
Perante tantos modelos,
Para tapar os cabelos,
Tal pergunta algu�m far�:
Chap�us h� muitos, n�o h�?��
�
�
�
�
�
�
�
�
�
�
�
�
�
�
�
�
�
�
�
�
��
��
�
�
�
�
�
�
�
��
�
�
�
�
�
�
�
�
�
�
�
�
�
�
.�
�
�dua come�a a desfiar
O seu ros�rio de penas
Por n�o ter vindo estudar
Nesta velha Lusa-Atenas.
�
Juro que gosto do estilo,
Mas se o P�dua se esquece,
De dizer isto ou aquilo...
O bolo ainda arrefece!� Este Intituto tem,
Um ilegal nascimento,
P�dua pai, Ministra m�e,
Sem haver um casamento.�
(10� anivers�rio do Instituto nacional de Cardiologia Preventiva)
�
�
�
�
��
�
�
�
�
�
�
�
.
om um ar muito bacano
E uma linguagem incr�vel,
Este Padre Castelhano
Meteu toda a gente... "a n�vel".
�
Um Padre que � uma surpresa,
Como muito poucos h�...
Com o Pedro e a Teresa
Foi sempre: tu c�, tu l�.
�
Com um ar todo catita,
Para falar do cora��o
Teve uma imagem bonita,
Falou de dissolu��o:
�
Deitou a��car na �gua,
Dissolveu o sal no mar,
P'ra nos mostrar quanta m�goa
Por vezes h� no amar.
�
E esta pergunta me trouxe
Este serm�o t�o letrado:
- Afinal, o amor � doce
Ou, ao contr�rio, � salgado?�
���
�
�
�
�
�
�
�
��
�
�
�
�
�
�
�
�
�
Mas quer doce, quer salgado,
Tem poder muito profundo...
Se a gente se sente amado
Pode revirar o mundo!
�
Fundamental desideratum,
para o amor fortalecer:
- � preciso, cada um,
Dentro do outro crescer!
"Que a vida vos sorria"...
Terminou, sem mostrar t�dio,
E n�s sorrimos todo o dia
Que rir � o melhor rem�dio.
�
Gabo-lhe, Padre, o empenho,
Pois, ao sentirem-se amados,
V�o voltar ao seu rebanho
Os cordeiros tresmalhados.(Reuni�o de 28 Novembro de 1977)
�
�
�
�
��
�
�
�
.
�
�