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Os


- vicm.gif (9078 bytes)eus senhores, n�o h� Congresso,
Porque n�o h� projectores!
Dizia, quase possesso,
Um dos organizadores.
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Mas h� quem, mais atilado,
Na terra dos Coron�is,
Que vai ao supermercado
Para comprar "carroc�is".

Com uma m� liga��o,
Fica um projector pifado
E, como resolu��o,
O Congresso � adiado!
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Eu disse c� para mim,
Ao ver o tempo passar
- O Cruzeiro chega ao fim
Sem o Congresso come�ar!

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Congresso Luso-Brasileiro de Cardiologia 1996Mas lá fomos...

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Mas l� fomos pressurosos,
Com os nervos a arripiar,
E os "eslaides" pregui�osos
Sem ter pressa de passar.
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Uma manh� angustiada,
Antes disto come�ar...
mais tempo a m�quina encravada,
Do que o "eslaide" a passar.
�
mas, Neptuno ouviu,
As preces e arranjou
Com que o Congresso seguiu
E at� funcionou.


Um tanto desequilibrado,
Pois como todos sabeis,
Esteve assim representado:
- Brasil - 1 e Lusos - 6.
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Contudo, espectacular...
Ci�ncia para encher cofre.
Mas assim a trabalhar,
Congressista Luso sofre!
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Os Os

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Os

vice.gif (8305 bytes)� uma hist�ria sabida,
Que na cidade de Ilh�us,
Era uma rica vida,
A vida dos "Coron�us".
�
Tinham garotas portentos,
Que n�o criavam sarilhos,
Educadas nos conventos
Quase s� para ter filhos.

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� tamb�m de tradi��o,
Que o "Coron�u" era mau,
E era muito mand�o,
Pois tinha muito "cacau".

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                      Mas lá fomos...Fazia um...

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Fazia um grande escarc�u,
A negro e branco batia
E afinal o "Coron�u"
� sogra obedecia.
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Coitado, agora estrebucha
E passa um momento mau
Porque a "vassoura da bruxa"
Lhe varreu todo o cacau.

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"Coron�u" j� n�o � mau

Pois deixou de ter dinheiro
Com a queda do cacau
Tamb�m caiu do poleiro!

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Os Troféus

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Troféus

vics.gif (7432 bytes)em maldade, como �parte,
Vou dizer-vos, que em Ilh�us
Fabricam, de chocolate,
Dois, bem casti�os, trof�us.
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Na f�brica, onde n�o estive,
T�m grande clientela
A "pilinha" do Nacibe
E o "pipi" da Gabriela.
�

Embora de chocolate
Faz-me uma certa impress�o
E acho mesmo disparate
Que os comam � refei��o.

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Fazia um...Jorge Amado

(As palavras entre aspas s�o express�es dos vendedores de Ilh�us)

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Jorge Amado

vicm.gif (9078 bytes)al cheguei a v�-lo
Na brancura do seu cabelo
Embora sentisse no ar
Ao respirar
A envergadura
Da sua literatura
Volta e meia
Trope�ava nos Capit�es da areia
E, aqui e acol�,
Topava com Jubiab�.
A Gabiela, Cravo e Canela,
Passeava e cantava
Com alaridos
Com D.Flor e os seus dois maridos.


Um aut�ntico Carnaval!
Tentei rev�-lo
Na brancura do seu cabelo
Mas afinal, n�o mais o vi
O que n�o espanta,
Foi como o Sumisso da Santa!
N�o pertence ao Brasil,
N�o pertence a Portugal;
Pertence a Pa�ses, mil;
Pilar fundamental
Da Literatura Universal!


TroféusQueima das Fitas

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