a) Reações generalizadas ao stress
A Organização Mundial de Saúde
(OMS) considera que o início do estresse auditivo se da sob exposições a 55 dB.
b) Reações físicas
Os ruídos aumentam a pressão
sangüínea, o ritmo cardíaco e as contrações musculares. São capazes de interromper a digestão,
as contrações do estômago, o fluxo da saliva e dos sucos gástricos. Provocam maior produção de
adrenalina e outros hormônios, aumentando, no sangue, o fluxo de ácidos graxos e glicose. No que
se refere ao ruído intenso e prolongado ao qual o indivíduo habitualmente se expõe, resultam
mudanças fisiológicas mais duradouras até mesmo permanentes, incluindo desordens
cardiovasculares, de ouvido-nariz-garganta e, em menor grau, alterações sensíveis na secreção de
hormônios, nas funções gástricas, físicas e cerebrais.
Em casos de estresse crônico
(permanente) nos trabalhadores, tem sido constatado efeitos psicológicos, distúrbios
neurovegetativos, náuseas, cefaléias, irritabilidade, instabilidade emocional, redução da
libido, ansiedade, nervosismo, hipertensão, perda de apetite, sonolência, insônia, aumento de
prevalência da ulcera, distúrbios vitais, consumo de tranqüilizantes, perturbações labirínticas,
fadiga, redução de produtividade, aumentos dos números de acidentes, de consultas médicas e do
absenteísmo.
c) Alterações mentais e emocionais
As reações na esfera psíquica
dependem das características do agente, do meio, e das condições emocionais do hospedeiro, no
momento da exposição. As reações podem manifestar-se através de irritabilidade, ansiedade,
excitabilidade, desconforto, medo, tensão e insônia.
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