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Fonte: A conquista do Norte
A organiza��o com que Duarte Coelho dotou a capitania, inclusive trazendo consigo de Portugal a fam�lia e seus principais auxiliares, constituiu num forte ponto de apoio da Coroa Portuguesa para o povoamento e a ocupa��o de todo o Norte do Pa�s. Coube aos de Pernambuco a coloniza��o da Para�ba e do Rio Grande do Norte, seguindo para o Cear� e indo at� o Par�. A participa��o de suas for�as foi decisi- vana reconquista do Maranh�o. As primeiras terras que tiveram a presen�a dos homens de Duarte Coelho foram as da capitania de Itamarac�. Vizinha da de Pernambuco, a capitania abrangia uma faixa litor�nea que ia desde o canal Sul de Itamarac� at� a ba�a da Trai��o, onde se limitava com a capitania de Rio Grande, origem do atual estado do Rio Grande do Norte. Doada por D. Jo�o III a Pero Lopes de Souza, Itamarac� n�o recebeu de seu donat�rio o mesmo tratamento dispensado � sua capitania por Duarte Coelho e seus descendentes. Pedro Lopes, irm�o de Martin Afonso de Souza, chegou a Pernambuco, pela primeira vez a 31 de janeiro de 1531. Acompanhava como cronista e comandante de um dos navios, a expedi��o enviada ao Brasil, sob o comando do irmao. Mal chegada, a frota entrou em combate com navios franceses, pr�ximo da ilha de Santo Aleixo, derrotando-os. Supondo ter varrido dos mares os invasores, Mar- tin Afonso aportou em Itamarac�, deixando l� um feitoria com 70 homens, enquanto seguia rumo ao Sul. A feitoria, contudo, foi atacada pelos franceses que a ocuparam. De regresso do Sul, Pero Lopes, aportou em Itamarac�, quando percebeu a presen�a dos franceses. N�o perdeu tempo para atacar. O comandante franc�s, monsieur de la Motte, rendeu-se na condi��o de sair dali vivo. Na suposi��o de um atentado contra sua vida, Pero Lopes passou a enforcar os franceses at� que os respons�veis se apresentassem. Entre os mortos estava monsieur de la Motte. Recompensa - Ap�s restaurar a feitoria, Pero Lopes a entregou a Francisco Braga e retornou a Portugal, de onde novamente partiria para as Indias, onde desapareceu num naufr�gio. Pouco antes de sua morte, D. Jo�o III, grato por suas duas vit�rias sobre os franceses nas costas brasileiras recompensou-lhe com a capitania de Itamarac�, da qual jamais tomou posse, deixando-a � merc� de administradores ineptos. Como esses administradores n�o exerciam autoridade, a capitania tornou-se um abrigo para fugitivos, chegando ao c�mulo de Duarte Coelho investir contra o capit�o-mor de Itamarac� numa rua de Olinda, desmoralizando-o a tal ponto que ele, envergonhado, abandonou o Brasil. As capitanias de Itamarac� e de Pernambuco desenvolveram-se juntas, at� que, em 1763, foram unificadas, tendo Pernambuco, que j�administrava a capitania vizinha, absorvido-a.
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