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Fonte: A conquista do Norte A��o e rea��o - Colonos vindo de Pernambuco fundaram lavouras e constru�ram engenhos na v�rzea do rio Goiana, formado pelo Capibaribe-mirim e o Tracunha�m. Goiana, a essa altura, surgia como vila sendo pr�ximo a essa povoa��o o local em que Diogo Dias fez seu engenho. T�o poderoso se sentiu Diogo em terras e trabalhadores, que resolveu manter prisioneira uma filha do chefe potiguar Inigua�u, Rede Grande, aliado dos franceses com quem negociavam na Para�ba e no Rio Grande do Norte, fornecendo pau-brasil, algod�o, couros e plumas de animais. A pris�o uniu os �ndios contra Diogo que teve seu engenho atacado e destru�do. Com esse pretexto e a alega��o de que os �ndios poderiam vir a comprometer a seguran�a de Itamarac�, Igarassu e Olinda, o governo de Pernambuco, resolveu intervir, em colabora��o com o governo geral. Em sucessivas investidas, os �ndios foram vencidos at� seu completo dom�nio, em 1584, quando os vitoriosos fundaram a vila de Filip�ia de Nossa Senhora das Neves, hoje Jo�o Pessoa, capital da Para�ba, e edificaram um forte em Cabedelo. Alian�as francesas - Na persegui��o aos franceses, aliados dos �ndios com os quais negociavam produtos monopolizados por Portugal, as for�as pernambucanas prosseguiram em sua investida rumo ao Norte. No Rio Grande do Norte, conquistam os vales dos rios Cunha�, Trairi e Cear�-mirim, at� o Potengi, em cuja foz o filho de Jer�nimo de Albuquerque, que dele herdara a coragem e o nome, manda construir o forte dos Reis Magos, at� hoje existente, em Natal, capital daquele estado. Para superar suas dificuldades, os franceses estabeleceram uma base permanente no Brasil. Em 1595, monsieur la Ravardi�re, funda a Fran�a Equinocial, construindo a cidade de S�o Lu�s, no Maranh�o, em homenagem ao rei de Fran�a. Maranh�o por sobrenome - Foi um pernambucano, nascido em Olinda em 1548, filho do cunhado de Duarte Coelho, Jer�nimo de Albuquerque, que, ap�s reconquistar o Maranh�o, criou a fam�lia Albuquerque Maranh�o. Ele era filho de �ndia. Sua m�e, dona Maria do Esp�rito Santo, era filha do cacique Arcoverde, da tribo dos tabaiares, pernambucana da gema. Ao assinar o termo de capitula��o, em 2 de novembro de 1615, acrescentou, pela primeira vez o termo Maranh�o a seu nome, forma com a qual passou a ser usado por seus descendentes. Na qualidade de capit�o-mor da capitania do Maranh�o, Jer�nimo de Albuquerque Maranh�o fixou moradia em S�o Lu�s, onde veio a falecer, em 11 de fevereiro de 1618, pouco mais de dois anos depois de ter retomado aquelas terras. For�as pernambucanas participaram, ainda, da conquista da foz do rio Amazonas, disputada por espanh�is, ingleses, franceses e holandeses (os tr�s �ltimos finalmente acabaram se estabelecendo mais acima, nas Guianas) e contribu�ram para a funda��o da cidade de Bel�m do Par�, em 1616. Desta forma, os seguidores de Duarte Coelho percorreram, conquistaram e povoaram, em nome do rei de Portugal, um territ�rio que vai do rio S�o Francisco ao rio Amazonas.
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