As origens do nome Salaverry, vem da Provincia Basca, regi�o encravada nos Pirineus, situada na fronteira entre a Espanha e a Fran�a.
Por coisas da vida, os Salaverry chegaram at� o Peru, no in�cio da coloniza��o espanhola, e seus membros sempre se destacaram e pertenceram � elite peruana. A Hist�ria do Peru registra o nome do Gal Salaverry, homenageado com uma das principais avenidas de sua capital, Lima.
Mas nossa hist�ria vai come�ar quando o jovem Fortunato Salaverry se rebelou contra o que lhe reservava o destino, ou seja, um matrimonio de
conveni�ncia com uma jovem da elite peruana e, tendo se apaixonado por Fulvia Tilkin, uma jovem pleb�ia belga, fugiu de casa para com ela se casar.
Engenheiro de obras p�blicas que era, foi contratato para construir uma ponte na entrada da cidade de Ribeir�o Preto e para l� foi com sua esposa, que, aos 20 de Mar�o de 1894, deu � luz a meu pai, Mario Jos� Salaverry.
Com o passar do tempo, meu av� Fortunato foi para Buenos Aires, l� se radicando, e jamais retornou ao Peru.
Mario Jos� sempre teve forte pendor para a boemia e conquistas amorosas, ex�mio dan�arino de tango que era.
Num desses bailes, conheceu a jovem Elena Stael, uruguaia, filha de argentinos e neta de franceses e casaram-se contra a vontade de seus pais (ambas as familias em desacordo...). Seus dois primeiros filhos nasceram em solo argentino, recebendo os nomes de Mario Henrique e Fulvia Stael. Depois, meus pais resolveram vir para o Brasil e tiveram um papel importante na revolu��o de 1932.
Tiveram mais dois filhos aqui, Gloria Francia e Fortunato Ataliba e,depois de algum tempo, mais dois, Francia Arlete e Marcial Armando. Ap�s este �ltimo, chegaram � conclus�o de que haviam atingido a perfei��o ap�s 5 ensaios e pararam de povoar o mundo.
Basicamente este � um resumo da saga dos Salaverry.
Temos parentes no Peru, Argentina, Uruguai, Chile, e se houver alguma possibilidade de contato, amaria faz�-lo.