O estilo wing chun tem como principio b�sico para o funcionamento de suas teorias na pr�tica; a necessidade de se treinar e desenvolver a percep��o, a sensibilidade corporal. A sensibilidade requer relaxamento do corpo e o contato f�sico com o outro.
A vantagem que a sensibilidade oferece ao praticante, esta em desenvolver uma defesa ou ataque, ou os dois juntos, de maneira precisa e de muita velocidade e explosiva; possibilitando infinitas combina��es de t�cnicas de acordo com a necessidade do momento. Os exerc�cio de nome chi sau (bra�o colado) vem a acrescentar a pr�tica das t�cnicas de bloqueio e ataque o elemento da sensibilidade; existindo basicamente dois exerc�cios b�sicos de chi sau; o dan chi sau (exerc�cio de um bra�o colado) e o seung chi sau (exerc�cio de dois bra�os colados ).
Dentro destes exerc�cios h� in�meras inten��es com varia��es no treino; por exemplo: treino de chi sau com mais peso, mais leve, com ataques, com andada, com olhos vendados, com utiliza��o de chute, etc... Para a pr�tica do chi sau se fazem b�sicos os aprendizados de 4 t�cnicas; o soco(yat gee chon kuen), o tan sau, o fok sau e o bong sau; estes �ltimos tr�s, t�cnicas de bloqueio.

A base tamb�m se faz de extrema import�ncia, pois libera no exerc�cio o desenvolver do relaxamento e conseq�entemente a melhor qualidade em defesas e ataques. A exerc�cio do chi sal requer do praticante paci�ncia ao treinar , pois inicialmente � comum a tens�o que possa estar nos ombros, o que deixa dura toda a estrutura dos bra�os, o cansa�o dos ombros chega ao insuport�vel. Por�m, a medida que se desenvolve e deixa-se de utilizar de forma dura os ombros, torna-se um treino menos desgastante, e mais produtivo; focado em rela��o a sensibilidade.
Na pr�tica do chi sau estimula-se manter um equil�brio de for�as, equil�brio esse que ao ser quebrado permite ent�o sentir o momento exato para um ataque. Esta sensa��o revela uma brecha que pode ser utilizada para ambos os praticantes do exerc�cio, isto quer dizer que tanto um quanto o outro poder� estar atacando com sucesso.
Costuma-se exemplificar o chi sau como a a��o da arrebenta��o do mar em uma encosta de pedras. A onda se choca inicialmente com um pared�o, a principio a �gua � detida por�m se reparar melhor, a �gua vai causando desgastes por frestas, fendas, e ent�o penetrando, ou seja rompendo o bloqueio inicial. A �gua procura por uma brecha. A compara��o feita � justamente tocante em rela��o ao aprimorar o chi sau, desenvolver no praticante o encontrar de brechas no oponente; e tamb�m poder sentir suas defici�ncias e a tempo de san�-las.
TREINANDO
CHI SAU.
Por Thomas Pinheiro
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