(voltar para a parte anterior deste ítem)
Fig. 6.1: João mede calmamente com uma trena o comprimento da plataforma do trem. O comprimento medido é próprio, pois a plataforma está em repouso para ele.

Fig. 6.2: Para medir o tempo que o trem de Maria passa pela plataforma, João utiliza dois relógios. O primeiro numa ponta e o segundo na outra ponta. Como o trem está em movimento, seu tempo não é próprio (t). A medida feita por João também pode ser feita através da velocidade do trem (v). Sabendo esta, João apenas dividiria o comprimento da estação por v, achando o mesmo tempo.

Fig. 6.3: Em relação a Maria, é a estação que está andando. Mesmo assim, ela utiliza um relógio para medir o tempo em que uma ponta da plataforma passa pela frente do seu trem a outra ponta. O tempo medido por Maria é próprio (t0). Como o movimento da plataforma é relativo para ela, o seu comprimento não é próprio. Sabendo sua velocidade, basta multiplicar esta pelo tempo próprio, achando L. O equilíbrio das fórmulas dos dois observadores dará a relação da contração do movimento.
Chegamos a incrível conclusão, de que numa viagem a velocidade da luz, o comprimento do trem no qual você está se locomovendo é igual a zero.