História de Paula

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Paula rises again

Ele apenas me disse, Vem comigo. Descemos na parte de baixo da casa que era enorme, havia ali um grande salão de jogos e toda a parte de serviço, além das dependências da empregada. Entramos na parte de serviço onde haviam sala de máquinas de lavar e secar, sala de passar roupas e dois corredores de armários embutidos até o teto para estocar de pouco tudo. No final de um desses corredores havia um quarto abandonado que se tornou a bagunça do Nô desde pequeno. Antes de entrar no quarto o Nô abriu a porta do último armário embutido do corredor, no qual ele tinha colocado um cadeado. Era fantástico, Nô havia preparado tudo com a ajuda da Patrícia. Ele entrou com o dinheiro e ela foi às compras, naquele armário havia tudo o que Paula necessitasse. Ele me disse, Olha, Rui, é hora de você ir chamar a Paula, eu fico esperando na sala, encima. Quando ele subiu comecei a explorar aquela mina de ouro, encontrei algumas das roupinhas que a Patrícia tinha me dado mas que tive de deixar para trás e muitas outras novas. Poderia me trocar sem problemas no quarto de bagunças ao lado, na parte de baixo da casa havia inclusive um banheiro completo, era perfeito.

Levei quase meia hora experimentando tudo. Acabei escolhendo uma calcinha vermelha bem cavada e sexy de rendinhas, uma saia preta curtinha para valorizar as minhas perninhas ainda depiladas, um soutien e uma blusinha branca de botão, com umbigo de fora. Pus as sandálias prateadas que estavam ali também e fui para o banheiro me maquiar. Dei uma boa caprichada nos olhos e boca, arrumei o meu cabelo colocando a franjinha para a frente e pronto, Paula estava de volta. Subí as escadas com alguma apreensão, nem tanto de medo de encontrar alguma outra pessoa mas de saber se o Nô ainda me queria. Ele estava sentado no sofá da sala de costas para a escada.

Cheguei de mansinho nas pontas dos pés e pus minhas mãos nos seus olhos. Nem deu tempo para falar alguma coisa, ele me puxou pelas mãos e nossas bocas se encontraram, lhe abracei pelas costas, ele ainda sentado, e nos beijamos longamente. Depois resolvi fazer algum charminho, comecei a andar pela sala como quem não quer nada vendo uma ou outra coisa. A sala era cheia de objetos trazidos das várias viagens feitas mundo afora pelos pais do Nô, cheia de pequenas curiosidades, mas a verdade é que Paula queria desfilar um pouco para o seu homem. Nô se levantou e me pegou por trás enquanto eu fingia examinar alguma coisa sobre um móvel, começou a me bolinar, me encoxar, me beijar e chupar o meu pescoço e achei excitante continuar a fazer de conta que nada acontecia. Afinal era meu homem tomando o que lhe era de direito.

Ele levantou a minha saia e começou a tentar me enrabar ali mesma, de pé na sala. Depois me pegou pelos biquinhos dos seios e foi me puxando até o sofá, pôs o pau para a fora e acabei sentando naquele pau enorme que me fazia tanta saudade, de roupa e tudo. Puxei a saia e a calcinha de lado, nos amamos deliciosamente com beijos longos e profundos entre subidas e descidas naquela vara enorme enterrada no meu cu. Logo que gozamos uma luz se acendeu e me deu um susto medonho. Era o pai do Nô chegando e a luz era do farol do seu carro entrando no corredor ao lado da casa. Só deu tempo de puxar a roupa para baixo e sentar no sofá ao lado do Nô, a porta da casa já se abria.

Entrando, o pai do Nô percebeu que havia atrapalhado o filho e ele foi muito legal. Não colocou muita questão, disse que iria para o seu quarto e acho que nem percebeu bem com quem o Nô estava. Mas aquilo nos deu um tremendo susto e disse ao Nô que ali não dava, ainda havia a mãe e a irmã que chegariam cedo ou tarde, fora o pai dele que poderia vir para a sala. A única solução que o Nô encontrou foi a de me colocar com ele no quarto dele. Confesso que achava aquilo uma loucura, mas que a saudade e a vontade de estar com ele eram mais fortes do que a minha razão. Fomos para o seu quarto e trancamos a porta, ele me disse que na casa dele nunca entravam no seu quarto sem bater antes.

Relaxamos, tiramos a roupa, eu sempre de calcinhas e meias de nylon, e ficamos transando noite adentro de tudo quanto foi jeito. Começamos por uma massagem deliciosa que o Nô me fez para me relaxar após aquele susto, depois ele aproveitou que eu estava deitada de bundinha para cima e me penetrou de novo por trás, me comeu longamente, beijando e lambendo a minha nuca. De vez enquanto ouvíamos alguns barulhos na casa de gente chegando ou indo fazer alguma coisa, era muito excitante estar ali e sendo comida lentamente pelo meu homem enquanto pessoas passavam a alguns metros. Depois que ele gozou em mim ficamos conversando um pouco deitados na cama, quando ví ele já voltava a se excitar. O coloquei sentado num banquinho e sentei no seu colo de pernas abertas, me empalando no seu pau, de frente para o Nô. Ficamos naquele namoro ainda um tempão, o Nô já tinha gozado tanto que conseguia agora segurar mais tempo. Para finalizar dei umas boas reboladas e me comprimi mais contra ele, acabei gozando e fazendo-o ainda gozar uma última vez naquela noite.

Já eram 5 da manhã e eu disse ao Nô que eu iria embora, que já era muito tarde e que não daria para eu amanhecer na casa dele. Ele era muito romântico numas coisas, embarcou que eu tinha de ficar com ele, que a família dele teria de aceitar, que eu acordasse lá e fosse tomar café com ele normalmente, que isso era problema dele e não meu. Não aceitei tal loucura, tive quase que brigar para que ele me deixasse sair. Desci ao sub-solo, me troquei e fui embora apenas encostando a porta da rua, não queria dizer tchau ao Nô vestida de sapo.

Foi ótimo ter passado essa noite com o Nô, mas não dava para fazer isso sempre. Foi complicado na hora de ir embora, e se alguém me pegasse ali sozinha? Fora o risco dos pais dele nos apanhar no quarto. Por outro lado às tardes, durante a semana, não haveria quase nenhum problema. Estudávamos todos de manhã e já antes dessa História eu costumava passar a tarde na casa de algum amigo, muitas vezes na casa do Nô mesmo. O único problema seriam os nossos outros amigos, como nos livrar deles? Havia também dona Neuza, mas achamos que ela não diria nada por ser apenas a empregada. Na semana seguinte pudemos ter somente uma tarde a sós, a aproveitamos ao máximo, mas aquilo era mesmo muito chato. Conversando com o Nô concluímos que a única solução seria abrir o jogo para estes nossos amigos mais próximos, mesmo porque cedo ou tarde eles descobririam. E por fim, se eles não aceitassem, azar deles. Mas como fazer isso de modo inteligente, que limitasse o choque?




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