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Mais Vale um pássaro na mão, do que dois voando.
Quem tem boca vai a roma.
Quem ri por último ri melhor.
Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha.
Quem com ferro fere, com ferro será ferido.
O que os olhos não vêem o coracão não sente.
Cavalo dado não se olha os dentes.
Um dia da caça, outro do caçador.
Macaco velho não põe a mão em cumbuca.
Quem não chora não mama.
Desculpa de aleijado é muleta. De cego é óculos, ...
Briga de marido e mulher, ninguém mete a colher.
Quem avisa amigo é.
O Cavalo ganhou uma vez. Sorte. Ganhou a segunda vez. Coincidência. A 3a. vez! Vou apostar nesse cavalo.
A conversa n�o chegou � cozinha.
Barcos vir�o, novas trar�o (Corvo)
Boi em terra alheia � vaca
De pensar morreu um burro
A mulher e a pescada, querem-se da mais grada (engra�ada)
Alentejanos, algarvios e c�es de ca�a, � tudo da mesma ra�a
Ao menino e ao borracha p�e Deus a m�o por baixo
N�o pe�as a quem pediu nem sirvas a quem serviu
Nem tudo o que reluz � ouro
O diabo deu um tiro com uma tranca
Por morrer uma andorinha n�o acaba a Primavera
O saber n�o ocupa lugar!
Onde canta galo n�o canta galinha
Quem desdenha quer comprar
Quem canta seu mal espanta
Quem ama o feio, bonito lhe parece
Quem quer vai, quem n�o quer manda
Quem morre de v�spera � per� de Natal
Quem n�o arrisca n�o petisca
Quem porfia sempre alcan�a
Quem espera sempre alcan�a
Quando o vinho entra, o ju�zo sai
Quando a esmola � grande, o pobre desconfia
O macaco s� v� o rabo do outro
Os vivos s�o sempre e cada vez mais governados pelos mais vivos - Bar�o de Itarar�
O primeiro milho � dos pardais
Mais vale rico e com sa�de do que pobre e doente
Mais vale tarde que nunca
Homem prevenido vale por dois
Lua deitada, marinheiro de p�
Galinha de campo n�o quer capoeira
H� mais vozes que nozes (S�o mais as vozes que as nozes)
Deus escreve direito por linhas tortas
Em casa onde n�o haja p�o, todos ralham e ningu�m tem raz�o
Enquanto o pau vai e vem, folgam as costas
Fidalguia sem comodoria � gaita que n�o assobia
Depois da tempestade vem a bonan�a
Em Abril �guas mil
Cada macaco no seu galho ...
Casa de pais, escola de filhos
Com a verdade me enganas
De boas inten��es est� o inferno cheio
Deitar cedo e cedo erguer, d� sa�de e faz crescer
C�o de ca�a vem de ra�a
A minha liberdade acaba onde come�a a liberdade dos outros
�gua do rio corre para o mar
Barcos vir�o, novas trar�o
Boi velho gosta de erva tenra
A ignor�ncia � a m�e de todas as doen�as
Amigos dos meus amigos, meus amigos s�o
Burro velho n�o aprende l�nguas
Quanto mais se baixa, mais se lhe v� o cu
Perdido por cem, perdido por mil
O seguro morreu de velho e o desconfiado ainda est� vivo
No S�o Martinho vai � adega e prova o vinho.
O barulho n�o faz bem e o bem n�o faz barulho
Lua nova trovejada, 30 dias � molhada
Mal por mal, antes na cadeia do que no hospital
Matar dois coelhos com uma cajadada
Na cama que far�s, nela te deitar�s
Mais vale ficar vermelho cinco minutos,que amarelo toda a vida
Gaba-te cesta que vais � feira
Filho de peixe, sabe nadar
H� mar e mar, h� ir e voltar
Janeiro, fora uma hora
Gente tola e touros: paredes altas
H� mais mar�s que marinheiros
Homem pequenino malandro/velhaco ou dan�arino
Juntam-se as comadres, descobrem-se as verdades
Depois de fartos, n�o faltam pratos
Em Abril, carrega a velha o carro e o carril
Enquanto h� vida h� esperan�a
De noite todos os gatos s�o pardos
Deus d� nozes a quem n�o tem dentes
� como a Maria nabi�a: tudo o que v�, tudo cobi�a!
Em terra de cegos quem tem um olho � rei
Desconfiar de homem que n�o fale e de c�o que n�o ladre
Deus nunca fechou uma porta que n�o abrisse outra
Em casa de ferreiro, espeto de pau
Guardado est� o bocado para quem o h�-de comer
H� mais p�ssaros que avi�es
Fugir com a rabo � seringa
Cada um � para o que nasce
Cada um � como cada qual, e cada qual � como �
Com os males dos outros posso eu muito bem
Dar a C�sar o que � de C�sar e a Deus o que � de Deus
Dar o seu a seu dono
Com um olho no burro, outro no cigano
Bem toucada, n�o h� mulher feia
C�o que ladra n�o morde
Manda quem pode, obedece quem deve
Muito custa a um pobre viver e a um rico morrer
Mulher honrada n�o tem ouvidos
N�o h� bela sem sen�o
Nem tanto ao mar nem tanto � terra
O p�o do pobre cai sempre com a manteiga para o lado de baixo
O pior cego � o que n�o quer ver
O dinheiro fala todas as l�nguas
N�o h� fome sem fartura
Quanto mais te agachas, mais te p�em o p� em cima
Quando pobre come frango, um dos dois est� doente
Quem conta um conto aumenta um ponto
Quem diz o que quer, ouve o que n�o quer
Quem n�o sabe fazer nem ensinar, administra
Quem n�o tem c�o, ca�a com gato
Quem n�o v� n�o peca
Quem desconfia de tudo, adivinha metade
Se a merda valesse dinheiro, os pobres nasciam sem cu!
Se os "ses" fossem feij�es, ningu�m morria � fome
Sem (N�o tem) p�s nem cabe�a
Sentir-se como peixe na �gua
Quem vai � guerra d� e leva
Roma e Pavia n�o se fizeram num dia
Sol e chuva, casamento de vi�va
Tanto � ladr�o o que vai � vinha como o que fica � porta
Uma m�o lava a outra e ambas lavam a cara
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades
Viver � como desenhar sem borracha
Um burro carregado de livros n�o � um doutor
Sem tira-te nem guarda-te (+- de rompante, sem avisar)
Ver a palhinhas no olho do vizinho e n�o reparar no barrote que se tem em cima
Se Deus o marcou, defeito lhe achou
Quem muito padece, tanto lembra que aborrece
Quem sabe, sabe! Quem n�o sabe, aprende
Quem te avisa teu amigo �
Quem tem cu tem medo
Quem parte e reparte e n�o fica com a melhor parte, ou � tolo ou n�o sabe da arte
Quem sai aos seus n�o degenera
Quem vai ao mar perde o lugar e quem vai ao vento perde o assento
Quem pode manda e quem n�o pode faz
Quem muito divisa, pouco assisa
Quem semeia ventos colhe tempestades
Quem arrota pede bolota
Quem chora, sente
O sil�ncio � de ouro
Para grandes males, grandes rem�dios
Por pouca sa�de, mais vale nenhuma
Preso por ter c�o, preso por n�o ter
Olho por olho, dente por dente
O prometido � devido
P�r o carro � frente dos bois
N�o se fala de corda em casa de enforcado
Ningu�m melhor ajuda o pobre, que o pobre
O burro acredita em tudo o que lhe dizem
N�o vendas a pele do urso antes de o matar
N�o h� duas sem tr�s
Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo.
Mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto
Ladr�o que rouba a ladr�o, tem cem anos de perd�o
Mais vale burro vivo que s�bio morto
Fia-te na virgem e n�o corras, e ver�s o trambulh�o que d�s
Gaivotas em terra, tempestade no mar
Filha casada, pretendentes � porta
Entre marido e mulher n�o metas a colher
Estar na horta(igreja) e n�o ver as couves(santos)
De Espanha nem bom vento nem bom casamento
De pequenino se torce o pepino
Deus me d� paci�ncia e um pano para a embrulhar
� dificil agradar a Gregos e Troianos
Em Outubro manda o boi para o palheiro e o barco para o muro
Devagar se vai ao longe
De m�dico e de louco, todos temos um pouco
Cada cabe�a cada senten�a
Chuva de S�o Jo�o, tira vinho e n�o d� p�o
Baleias no canal, ter�s temporal
Casa roubada, trancas � porta
Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem �s
Lua com circo traz �gua no bico
M�os frias, cora��o quente
Mais vale ser rabo de pescada que cabe�a de sardinha
Mais vale cair em gra�a do que ser engra�ado
O corno � sempre o �ltimo a saber
No meio � que est� a virtude
Nem sempre sardinha, nem sempre galinha
N�o h� fumo sem fogo
N�o h� regra sem excep��o
Quem te manda a ti sapateiro tocar rabec�o
Quem v� caras n�o v� cora��es
Quem n�o aparece, esquece; mas quem muito aparece, tanto lembra que aborrece
Quem quer agradar a todo o mundo, no fim n�o agrada a ningu�m
Quem casa quer casa
Quem escuta, de si ouve
Quem come e guarda, duas vezes p�e a mesa
Quem empresta, adeus...
Quem com ferros mata, com ferros morre
Quem jura � quem mais mente
No melhor pano cai a n�doa
Mais vale s� do que mal acompanhado
Mar�o, mar�ag�o, de manh� Inverno, � tarde Ver�o
Cada maluco com sua mania
Candeia que vai � frente alumia duas vezes
Casa de esquina, ou morte ou ru�na
Cada um a seu dono
A conversa n�o chegou � cozinha
A montanha pariu um rato
Ainda que sejas prudente e velho, n�o desprezes o conselho
Amigos, amigos, neg�cios � parte
Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo, n�o enganam o mundo
A fun��o faz o org�o
Mais vale um p�ssaro na m�o do que dois a voar
Misturar alhos com bugalhos
Muito riso, pouco sizo
O esperto s� acredita em metade, e o g�nio sabe em que metade deve acreditar.
O h�bito n�o faz o monge
O que arde cura e o que aperta segura
Patr�o fora, dia santo na loja
Quando mija um portugu�s, mijam logo dois ou tr�s
Quando um n�o quer, dois n�o discutem
Os �ltimos s�o sempre os primeiros
Procurar agulha num palheiro
Pimenta no cu dos outros, no meu � refresco
Ovelha que bale, bocado que perde
Quem assim fala n�o � gago
Quem corre por gosto n�o cansa
Quem mais tem mais quer
Quem muito fala pouco acerta
Quem espera desespera
S�o Mamede te levede, S�o Vincente te acrescente
Se em terra entra a gaivota � porque o mar a enxota
Tanto faz dar-lhe na cabe�a como na cabe�a lhe dar
S� de bagos fez uma velha cem pipas
Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei
Quem tem telhados de vidro n�o atira pedras ao vizinho
Quem sabe sorrir, sabe viver
Quem quer festa, sua-lhe a testa
Quem d� e torna a tirar ao inferno vai parar
Quem d� aos pobres empresta a Deus
Quem cala consente
Antes que o mal cres�a, corta-se-lhe a cabe�a
A pobre n�o prometas e a rico n�o devas
A mulher e a sardinha, querem-se da mais pequenina
A l� nunca pesou ao carneiro
A merda � a mesma, as moscas � que mudam
A galinha que canta como galo corta-se-lhe o gargalo
A galinha da vizinha � sempre melhor que a minha
A felicidade � algo que se multiplica quando se divide
�gua mole em pedra dura tanto bate at� que fura -
Macaco olha o seu rabo, sen�o ser� o diabo
Filho de peixe, peixinho �
Gato escaldado tem m�do de �gua fria
De gr�o em gr�o � galinha enche o papo
Quando um n�o quer, dois n�o brigam
Quando a porca torce o rabo
Pimenta no olhos dos outros � refresco
Quem pode pode, quem n�o pode se sacode
Um olho no padre e outro no sacrist�o
Morreu morreu , antes �le do que eu.
Otimista � um pessimista mal informado
Devagar com o andor porque o santo � de barro
Procurar chifre em cabe�a de cavalo
Escreveu n�o leu, pau comeu
Vergonha � roubar e n�o poder carregar!
O diabo tanto alisou, que o filho cegou.
Onde h� fuma�a, h� fogo.
S� � lembrado quem � visto.
Quem com ferro fere, com ferro ser� ferido!
N�o confunda funda com bunda
Chuva e sol, casamento de espanhol.
Vergonha � mijar na cama e dizer que suou!
Desculpa do peid�o � a barriga inchada.
Mais vale um gosto que um vint�m (tost�o) no bolso.
A grama do vizinho � sempre mais verde
Quem procura, acha!
Quanto mais se quer, menos se tem.
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