Os níveis quanta de energia
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Os níveis quanta de energia

A violência do choque de elétrons com a incidência de raios gama, provocada por uma descarga de pósitrons numa gota de cristal líquido, controlada por uma reorientação de nêutrons induzida através de uma energia, calibrada de estágios superiores da faixa eletrostática, de uma esfera luminosa construída a partir da equação E= m.c + r. x r , onde: “m” é uma variável quântica, produzida pela reorientação energética, que depende da quantidade de luz incidente na faixa baixa da camada ultravioleta; “c” é uma variável dimensional, da estrutura periódica de uma camada líquida, ainda não conhecida pelo homem e que será definida ao longo deste estudo inicial; “r” catalogada pela ciência nos bastidores da pesquisa; “x” é a variável que depende do deslocamento de energia dentro da esfera, e que é controlada pela quantidade de rotacional que define e estrutura a qualidade de pósitrons ( que oscilam entre valores que iremos determinar); “r“ é a constante universal de Plank que iremos redefinir, causa um deslocamento de átomos no interior da gota, que estabelece na sua superfície uma polarização indireta que oscila em função da variação de energia, em relação a um ponto de referência, que pode ser o centro da esfera, definindo níveis quânticos de energia que vão estabelecer nos dipolos criados desta forma, níveis independentes de variação de energia, em número que depende da quantidade de luz incidente, podendo chegar, até onde conseguimos verificar, ao nível significativo de 64000 bytes, capaz portanto de chegar no limite conhecido pela pesquisa em laboratório a algo em torno de 500 Ghz, obrigando-nos a refazer cálculos para redefinir também o comprimento de onda, que para freqüências tão altas necessita de pequenos ajustes, adicionando a formula c=l f , a variação produzida pela oscilação da energia dentro da gota, onde os átomos de hidrogênio assumem um novo valor na série estequiogenética, que redefine a primeira oitava da série porque este elemento tem peso atômico entre o hidrogênio e o hélio, restabelecendo o equilíbrio nas isovalências periódicas, porque na primeira pulsação da série o hélio passa a ser o segundo elemento da série, o lítio o terceiro, o berílio o quarto, o boro o quinto, o carbono o sexto, o nitrogênio o sétimo, e este novo átomo para efeito deste estudo vou chamar de vianor, e para iniciar o nosso estudo vamos colocar alguns fundamentos, refazer algumas lembranças, para estabelecer o embasamento científico necessário, e começamos pelo efeito produzido pelo choque de elétrons, como sabemos a última camada de valência de um átomo qualquer, possui elétrons que se combinam com átomos de outras valências produzindo os compostos químicos, e qualquer combinação sai do equilíbrio natural, por um agente externo que modifique as relações químicas entre eles, produzindo o que chamamos fuga de elétrons das camadas mais externas, que se libertam dentro do meio em que o desequilíbrio natural se estabeleceu, mas estes elétrons agora livres não são elementos incontroláveis por incapazes de se conduzirem, ao contrário, possuem orientação própria e portanto vontade própria, que precisa ser conhecida amiudadamente daqui para a frente, porque minhas pesquisas conduzem na direção de estabelecermos uma série estequiogenética para os elétrons, que também sofrem um processo de amadurecimento como o do átomo, e portanto se combinam entre si buscando um equilíbrio de suas forças no ambiente em que vivem, e alguns elementos compostos assim formados adquirem nova função dentro da estrutura molecular, fortalecendo o padrão vibratório molecular pela transformação de energia que ocorre movimentando toda a estrutura, e a medida que o elétron vai amadurecendo ele vai ocupando órbitas mais externas, e aqui já cabe a primeira pergunta, qual seria então a diferença entre um elétron do átomo de hidrogênio e outro da órbita mais externa do urânio, é que o elétron vai amadurecendo junto com o átomo, só que enquanto o átomo vai concentrando energia e se materializando o elétron vai perdendo energia e se desmaterializando, os dois agem em sentido inverso se considerarmos a matéria como referência, e isto é fácil de compreender porque no início o elétron possui muita energia e se move pouco, e a medida que se desmaterializa ele vai caminhando para as camadas mais externas e se equilibrando numa velocidade maior, porque ao perder a energia, esta energia se recombina dentro mesmo do interior do átomo, fortalecendo o seu núcleo, porque ao contrário do que possa parecer, as cargas elétricas no interior do elétron são positivas, a referência negativa que conhecemos é devido a comparação com a carga positiva do núcleo do átomo, e ao perder energia o elétron começa a liberar de seu interior, o que nos acostumamos chamar os níveis quanta, que nada mais são do que a repetição em um sistema, que está algumas oitavas sistêmicas abaixo da série de oitavas estequiogenética, do sistema atômico de elementos simples que conhecemos, do mesmo processo de desintegração que os átomos de urânio sofrem, só que os elétrons dos átomos das primeiras oitavas de isovalência, já atingiram a maturidade e começaram a liberar a energia armazenada em seu interior, assim o elétron do hidrogênio está começando um processo de desintegração eletrônica, semelhante ao processo de desintegração atômica no nível do átomo de rádio, só que no átomo de rádio os elétrons estão num processo tão avançado de energia cinética, que todo o sistema atômico começa a se desintegrar, porque o átomo perde a capacidade de equilibrar-se, porque a energia que foi acumulando em seu interior, com a desintegração eletrônica, atinge níveis tão altos que perde aos poucos o seu poder acumulativo, e começa a vazar para um sistema algumas oitavas acima toda a energia que o desequilibra, e com o elétron do átomo de hidrogênio começa a acontecer isto, e a energia que ele não consegue segurar é liberada, e começa a se instalar no núcleo mesmo do seu átomo, que forma um sistema maior fechado, provocando a transformação no núcleo, que começa a acumular energia potencial com a criação de pósitrons e nêutrons entre outras partículas, que quando atingem um limite de saturação, inicia o processo de transformação de um novo átomo, que vai aos poucos sendo criado até que surge como um elemento independente, num processo contínuo de criação que vai do hidrogênio ao urânio, então dentro de um nível atômico existem variações, e é esta variação contínua que dificulta tanto a obtenção de dados científicos em laboratório, porque existem níveis atômicos de energia crescentes e hierarquizados dentro da mesma espécie de átomo, e se torna difícil encontrar dois átomos exatamente iguais, não que não existam, apenas a probabilidade de acontecer é pequena, e esta recombinação de energia que acontece no núcleo do átomo, é que provoca a mudança que chamamos de quanta de energia, e isto pode ser provocado em laboratório de forma controlada, da mesma forma como a desintegração atômica, e assim como já reiniciamos o emprego da energia atômica para fins pacíficos, controlando-a de forma empírica mas já começando a ser eficiente, também nós estamos pretendendo iniciar o emprego da energia eletrônica, para modular uma onda portadora utilizando como instrumento a luz.

O choque de elétrons acontece exatamente com os elétrons livres, que são criaturas inteligentes, e portanto previsíveis porque maduras e independentes, mas também acostumadas a obedecer a um comando forte, onde os raios gama, liberados por esta transfusão de energia, provocada pela ingestão de partículas energéticas em uma bolha de cristal líquido, estabelecem um parâmetro de avaliação do nível de energia liberado pelo elétron, mas vamos agora tentar entender o que é um raio gama, porque ele é responsável por uma quantidade muito grande de ações, e vamos nos ater ao fenômeno da sua interferência dentro de um raio luminoso, ele é formado pela integração de partículas componentes do núcleo do átomo, que irradiam energia quando acontece a recombinação energética formada pela fusão da energia eletrônica com o núcleo do átomo, e imaginem a quantidade de átomos e de elétrons que existem em uma gota de cristal líquido, cada nível atômico se recombinando em seu núcleo e produzindo níveis quanta diferentes, porque como disse não existem átomos absolutamente iguais, e estes pequeninos dipolos energéticos podem ser controlados pela energia dos pósitrons e nêutrons, introduzidas dentro da gota pela energia da luz incidente na gota, através da modulação que a luz carrega, mas no núcleo do átomo onde ocorre a fusão das partículas com as partículas liberadas pelo elétron, que possuem a energia dele e portanto são independentes, e provocam o surgimento de um nível quântico de energia independente, com características próprias, que produzem a liberação de outra energia desta vez composta por partículas que se integraram, e integração aqui quer dizer soma superficial de efeitos na superfície de uma esfera  luminosa infinitesimal, que se forma pela fusão destas partículas, formando uma esfera luminosa que descarrega um raio que chamamos gama, e ao descarregar a esfera se desfaz e as suas partículas componentes se integram novamente no núcleo do átomo, e o raio gama assim produzido com uma energia associada ao nível quântico formado, vai agir dentro do átomo provocando o seu desequilíbrio, porque age diretamente sobre o elétron mais disponível naquele momento, provocando um desvio de rota do elétron e o choque com outro elétron, e o elétron que se desviou então descarrega a energia em excesso que adquiriu ao ser desequilibrado pelo raio gama, e estas partículas energéticas liberadas são atraídas pelo núcleo do átomo, que se reequilibra porque o elétron também se reequilibra em uma nova posição, e esta fusão energética no núcleo do átomo vai formar outro dipolo energético, e a reação em cadeia vai se processando com uma lógica previsível, e controlável porque de acordo com a variação da energia, produzida por esta infinidade de dipolinhos, vai modulando um facho de luz ultravioleta, que possui uma resposta que clarifica uma lógica que relaciona a modulação de entrada com a modulação de saída, repetindo a lógica que acontece no chip, em velocidade que é uma milésima parte daquela já obtida em laboratório, produzida pela modulação dos níveis quanta que estamos estudando, porque no chip as entradas e saídas de informação produzem uma reação atômica semelhante, que pode ser controlada sem o entendimento exato, o chip é uma produção empírica de processamento, e o seu controle foi possível, porque a velocidade é muito menor, e, além da velocidade maior ainda permite uma capacidade de armazenamento de dados muito maior, mas isto é assunto para outro capítulo, agora vamos voltar ao raio gama porque nos átomos com maior número de elétrons esta energia, quando acontece, provoca desequilíbrios internos com aparência caótica pela velocidade fantástica, e quando chega nos átomos radioativos então as parcelas de raio gama se liberam, junto com a liberação das demais partículas componentes do núcleo do átomo, produzindo pela variação de dipolinhos quânticos, a faixa vibratória que atinge infravermelho até raios gama, mas é o mesmo fenômeno, só que agora, este desequilíbrio caótico provocado pela desintegração atômica que acontece nas fontes luminosas que são as estrelas, mas o nosso urânio está algumas oitavas abaixo destes elementos que se desintegram produzindo a luz, o raio gama que é liberado no interior do átomo pelo processo que estamos analisando agora, fica dentro do átomo, que com as transferências de partículas vai lentamente se modificando, mas é uma transformação muito lenta, que aos poucos vai criando pelo amadurecimento um novo átomo na série, e a modificação introduzida nos elementos do cristal líquido é infinitesimal, de tal modo que a sua duração é muito maior do que o chip atual, e esta energia do raio gama foi criada pela diferença de potencial entre a carga positiva do núcleo do átomo e a carga positiva do núcleo do elétron, de onde se soltaram as partículas que são positivas em relação aos pósitrons e negativas em relação aos nêutrons, porque estas partículas do elétron são correspondentes as partículas do átomo que incluem pósitrons e nêutrons, só que muito menores, mas a sua fusão no núcleo do átomo provoca uma reação produzindo a tal esfera eletrostática, onde os nêutrons que tem a função de equilibrar o núcleo do átomo, absorvem aquela carga negativa em relação a ele que chega do elétron e se reorienta, porque dentro dos nêutrons está toda a energia que ajudará a criar novos elétrons quando o átomo se transformar em outro, e a anulação desta energia dos raios gama, ou seja, se os nêutrons não formarem esta esfera luminosa onde ele absorve a parte afim das partículas que chegam, produz a diferença de potencial, e as devolve pela energização do elétron que se desequilibra, o átomo, se for radioativo, vai provocar um desequilíbrio de tal ordem no núcleo que pode ser orientada para a explosão nuclear, se os nêutrons se desorientarem no sentido negativo, produzindo a bomba atômica, ou a bomba de nêutrons se os nêutrons se desorientarem no sentido positivo, a diferença é do controle dos nêutrons no processo da fusão nuclear, eu não gosto nem de falar em fazer experiências na faixa dos corpos radioativos, isto é irresponsabilidade, e os que fazem isto são irresponsáveis porque trabalham sem conhecer os fundamentos, produzem bombas empiricamente, mas trabalhar numa bolha de cristal líquido é diferente, só produz o bem porque não danifica a matéria, antes aproveita o seu conhecimento, o seu comportamento lógico, para criar condições de transformar o planeta  para melhor, onde o raio gama executa a tarefa dada a ele pelos nêutrons, que se reorientam e mandam de volta para as camadas orbitais as partículas eletrônicas que não podem ficar ali, o raio gama é portanto a descarga eletrostática que reequilibra o núcleo, e provoca com o choque dos elétrons o reequilíbrio do átomo, e os dipolos de energia quântica ao se reequilibrar o átomo se desfazem, mas ficam alertas para se restaurarem caso ocorra outra excitação idêntica, e as probabilidades de associações são infinitas, como em tamanho maior acontece com os neurônios, que são dipolos energéticos de energia quanta, provocada pela introdução de uma química semelhante provocada no hipotálamo, que faz o papel da bolha de cristal líquido, e o desequilíbrio ali provocado pela energia mental que chega, faz com que todo o sistema nervoso funcione como um computador, onde os níveis quanta produzidos no hipotálamo, produzem a modulação do padrão vibratório do córtex cerebral que encaminha a informação provocando a ativação dos neurônios correspondentes, que estabelecem todo o mecanismo de processamento da informação que conhecemos, o processamento é o mesmo, o fenômeno é idêntico, a lógica daí decorrente caracteriza a busca de novas soluções científicas, já que aos poucos podemos aperfeiçoar esta descoberta para encaminhá-la para a química orgânica.

 

 
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